quarta-feira, 27 de julho de 2011

The new Kawasaki Ninja. 125 PS. 161 kg. F#ck You. Kawasaki is back.


Carro cego


A fim de conscientizar os jovens indianos, já que muitos são vítimas de acidentes de trânsito em razão da combinação bebida-direção, o Hard Rock Café lançou um viral interessante, com um carro, quase que completamente coberto por uma lona escura, circulando pelas ruas de Nova Délhi.

Como o motorista conseguia dirigir? Simples. A capa permite que tudo seja visto do lado de dentro do habitáculo, o que tornou possível registrar as reações das pessoas que tentavam espiar do lado de fora do veículo.

Big City Nights: The Scorpions History


Três anos, cinco continentes, a última turnê. A história de uma banda e seu sonho. Um documentário da Deutsche Welle. Em 2013 nos cinemas, na televisão e em DVD!

Uma lendária banda de rock está para se retirar. Em 2010, o Scorpions anunciou uma turnê de despedida que irá levá-los ao redor do mundo e encerrar a carreira em três anos. Big City Nights documentará essa jornada monumental, da Tailândia para Russia, Alemanha e Bélgica até o Brasil, além de explorar a fascinante história do Scorpions, mostrando a verdadeira emoção dos fãs, da equipe e da banda!

Você pode encontrar todas as informações sobre o documentário e a turnê no site do filme! Assista ao trailler e fique ligado para saber mais!

http://www.dw-world.de/scorpions/en

terça-feira, 26 de julho de 2011

Como funciona o sistema de injeção eletrônica do "difusor soprado"

O "Hot Blowing", "difusor aquecido", "difusor soprado", enfim, uma solução de engenharia que aproveita os gases provenientes da queima da mistura ar-combustível para gerar fluxo aerodinâmico no difusor de ar traseiro, moldando os canos de descarga de forma que direcionem o monóxido de carbono para dentro da estrutura do difusor, foi inventado pela Red Bull Racing, aproveitando um sistema de injeção eletrônica projetado pela Renault, e gerou polêmica desde o início de 2011, chegando a ser banido e permitido num mesmo GP, o da Inglaterra.

Este sistema de injeção eletrônica modificado, para os leigos, parece ser bastante complexo, mas é extremamente simples. A imagem abaixo (clique nela para ampliá-la) explica o processo de forma bastante intuitiva.

A coluna da esquerda explica os momentos de aceleração plena (throttle open). A abertura do cilindro está totalmente aberta, permitindo que o máximo de mistura ar-combustível possa adentrar o espaço entre o pistão e o cabeçote.

A coluna do meio mostra um sistema de injeção eletrônica tradicional, que fecha totalmente a abertura de admissão do cilindro enquanto o acelerador não é pressionado. Isso ajuda na economia de combustível, já que nada é queimado durante esse período de "cut-off", o que não acontece em motores com carburadores.

Alguns motores modernos, como o V8 do novo Chevrolet Camaro, possuem um módulo que "desliga" alguns cilindros (no caso, quatro), cessando o envio de combustível a eles, fazendo com que eles trabalhem "secos", somente sendo lubrificados, não havendo combustão. É como se o motor passasse a ter apenas quatro cilindros, até o momento que o motorista pise fundo no acelerador, exigindo mais potência. Daí, a injeção eletrônica automaticamente "religa" os cilindros "ociosos", e o motor passa a trabalhar em sua total capacidade.

Já na coluna direita, o comportamento do piloto é o mesmo, ele não está pressionando o acelerador, mas o sistema de injeção eletrônica é mapeado para enviar uma certa quantidade de mistura ar-combustível, continuando a gerar monóxido de carbono para gerar downforce suficiente para que não haja desequilíbrio do carro no momento da frenagem, por exemplo, e no momento da negociação de curvas, dependendo do estilo dos pilotos, se dosam freio e acelerador com os dois pés, acelerando e gerando gases para o difusor, ou se usam apenas um pé para frear e acelerar, como é o caso de Rubens Barrichello.

Ford Ka 2012


O Ka se alinhou à nova linguagem visual da Ford na linha 2012. Agora, o compacto ostenta um novo conjunto de para-choque e grade hexagonal, além de faróis com máscara escura, e novo nicho para os faróis de neblina. Atrás, as lanternas passam a ser cinza transparentes, como no Fiesta Sedan, e há um aplique na parte inferior do para-choque, com dois refletores nas extremidades. Para completar, novo desenho para as calotas e rodas de liga (opcional).

Por dentro, mudaram o tecido dos bancos, e o quadro de instrumentos ganhou grafismo inédito e iluminação branca, no lugar da antiga verde. A única modificação mecânica é na suspensão traseira, que ganhou buchas independentes para molas e amortecedores. Dessa forma, o Ka passa a absorver melhor as irregularidades no piso, sem alterar o seu característico comportamento dinâmico, deixando o compacto mais confortável.

A versão 1.6 passa a se chamar Sport, com rodas aro 15, pneus 195/55 e faixas na carroceria, como no Mustang. Na motorização, nada muda, com os mesmos 1.0 e 1.6, mas esta última, agora, será oferecida apenas na versão Sport.

O Ka estará nas lojas a partir de agosto, mas a Ford já divulgou os preços do compacto, que será encontrado por R$ 25.590, R$ 170 a mais que a versão anterior, que custava, em média, R$ 25.420.

The Evolution of the Formula One Tyre


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Volkswagen Golf GTI. Use your power wisely.


Zerinho sem piloto


Durante uma prova de motociclismo, no Circuit de Nevers Magny-Cours, dois pilotos caem numa curva, e uma das motocicletas engancha-se na outra. Como o veículo continuou engrenado e o motor em funcionamento, o pneu traseiro acabou produzindo "zerinhos" quase perfeitos, de fazer inveja a qualquer performista das duas rodas!

Cadel Evans é o campeão do Tour de France 2011


O australiano Cadel Evans, da equipe BMC, conquistou pela primeira vez na sua carreira o título do Tour de France, a prova mais importante do ciclismo mundial, após 21 etapas. A penúltima etapa, disputada neste sábado, coroou o australiano, que ficou em segundo na prova e conquistou o Tour por antecipação.

Os irmãos Andy e Frank Schleck, de Luxemburgo, completaram o pódio. O espanhol Alberto Contador, tricampeão da prova, ficou em quinto na classificação geral. Evans, com três pódios no Tour, tornou-se o primeiro ciclista australiano a vencer o "Grande Boucle".

Quem venceu a prova deste domingo, percurso de 95 km entre Créteil e Paris, na Champs-Elysées, foi o britânico Mark Cavendish, da HTC-Highroad, com o tempo de 2h27min02s, à média de 38,8 km/h. É tradicional a etapa de consagração ser realizada em ritmo de passeio desde o inicio, onde os vários vencedores recebiam os parabéns dos outros ciclistas e de vários integrantes da organização. Quando a Torre Eifel ficou visivel aos ciclistas, a corrida adquiriu um ritmo intenso de competição.

Cadel Evans conseguiu terminar com segurança a última etapa e manteve, como era esperado, a sua vantagem de 1 minuto e 34 segundos para Andy Schleck, da Leopard Trek, tornando-se o primeiro ciclista não europeu ou norte-americano a conquistar a Volta da França.

Com a vitória na última etapa, Mark Cavendish manteve a camisa verde, com uma grande vantagem, ficando pela primeira vez no topo da classificação por pontos, depois de perder esta camisa três vezes consecutivas. Além dessa conquista, o britânico conta agora com vinte vitórias no seu currículo da Volta da França, e cinco só nesta edição do Tour.

Samuel Sanchez, da Euskaltel-Euskadi, foi coroado o Rei da Montanha, enquanto o francês Pierre Rolland, da Europcar, conquistou a camisa branca, premiada ao melhor jovem. A Garmin-Cervelo conquistou a liderança por equipes.

Depois de dois segundos lugares em Paris e de muitos anos de azares durante a Volta da França, o australiano Cadel Evans finalmente conquistou a Volta da França, a mais importante e desejada vitória da sua carreira.

domingo, 24 de julho de 2011

Nico Rosberg takes David Coulthard for a thrill ride on Nordschleife


Supercar Challenge


A CAR Magazine produziu uma matéria comparando, no Rockingham Motor Speedway, o McLaren MP4-12C, o Mercedes-Benz SLS AMG, o Audi R8 V10, o Lamborghini Gallardo LP570-4 Spyder Performante, o Porsche 911 GT2 RS e a Ferrari 458 Italia.

Quem pilotou os bólidos? Ninguém menos que Ben Collins, o ex-Stig branco!

Programas Infantis no Festival SBT 30 Anos


O Festival SBT 30 Anos mostrou os tempos mágicos dos programas infantis da emissora que começaram há anos e vêm até os dias atuais.

- Show Maravilha
- Sérgio Mallandro (Oradukapeta e a Porta dos Desesperados)
- Parada do Dia das Crianças
- Disney CRUJ
- Mariane
- Simony
- Casa da Angélica
- Bom Dia e Cia com Eliana
- Carrossel Animado com Patati Patatá

sábado, 23 de julho de 2011

A final da Copa de 1962 na íntegra


Local: Estádio Nacional (Santiago)

Árbitro: Nicolai Latishev (URSS)

Gols: Masopust 15, Amarildo 16 do 1º tempo; Zito 24, Vavá 33 do 2º.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.

Thecoslováquia: Schroiff; Tichy, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Pospichal, Kadraba, Kvasnak, Jelinek.

Veja também:

Final da Copa de 1958
Final da Copa de 1962
Final da Copa de 1970
Final da Copa de 1994
Final da Copa de 2002

Uma imagem

Felipe Massa Zacarias
Aaaiii, Didi, huhuhuhuhuhuhuhuhuhu!

Ferrari 458 Italia - Rockingham Motor Speedway - Ben Collins - Onboard


Michael Schumacher and Nico Rosberg drive 1954 Mercedes-Benz W196 around Nürburgring Nordschleife


terça-feira, 19 de julho de 2011

Tenneco's Kinetic Suspension: The Anti Anti-Roll Bar


O amortecedor é o "herói desprezado" do sistema de suspensão. Especialistas em melhorias no comportamento dinâmico dos veículos gastam horas de pesquisa para criar componentes com índices de fricção menores, válvulas eletronicamente reguláveis, pressurização de gases e campos magnéticos, dentre outras alternativas.

Os amortecedores tradicionais utilizam orifícios calibrados de fábrica para restringir o fluxo de óleo no cilindro do pistão para suavizar impactos gerados pelo contato dos pneus com o chão, algumas vezes, complicados de negociar.

Melhores dias virão para os amortecedores: o australiano Chris Heyring inventou uma tecnologia que tornou possível controlar o movimento da carroceria de acordo com a velocidade de rotação das rodas, e o nome deste sistema é Tenneco Kinetic.

O sistema Kinetic mantém o curso do pistão em sincronia com o movimento das rodas com um cilindro de óleo semelhante ao de um amortecedor convencional, com a diferença que a manipulação os impactos na suspensão é feita fora das unidades hidráulicas dos amortecedores, de uma forma que vai muito além das válvulas eletrônicas e reservatórios remotos empregados antes.

Uma rede de mangueiras conecta todos os quatro amortecedores a dois acumuladores hidráulicos, que são reservatórios selados que armazenam nitrogênio pressurizado e óleo, separados por uma membrana. Na versão mais aprimorada do sistema Kinetic, há uma bomba que ajusta a pressão dentro dos acumuladores.

Quando uma roda atinge uma ondulação, o movimento do amortecedor despeja certa quantidade de óleo para os acumuladores. Ambos os reservatórios regulam este fluxo de óleo. Forças de amortecimento são produzidas à medida que o óleo passa através de restrições calibradas (orifícios) construídas nas emendas das mangueiras hidráulicas.

No momento em que o carro negocia uma curva, o sistema produz uma resposta muito diferente da reação no impacto em somente uma roda. Agora, o fluxo de saída de óleo de todos os quatro amortecedores vai para apenas um acumulador. O nitrogênio contido no acumulador atua como uma mola, para resistir a esse fluxo. Como resultado, não há necessidade de barras estabilizadoras para manter a carroceria alinhada enquanto enfrenta a força da aceleração lateral.

Como os modos de bump e roll agem de forma independente, o sistema de suspensão Kinetic pode ser ajustado para controlar a resposta a buracos e resistência a curvas. Adicionando orifícios eletronicamente ajustáveis, permite-se o amortecimento de acordo à velocidade do carro e o gosto do motorista. O bombeamento de óleo extra nas mangueiras hidráulicas aumenta a rigidez, o que permite o carro a se comportar como um verdadeiro carro de corrida.

Os fabricantes de supercarros, inevitavelmente, implementaram o sistema Kinetic e o refinaram, como no McLaren MP4-12C, cujo sistema de suspensão foi batizado Proactive Chassis Control.

Para uma melhor compreensão de como o Kinetic Suspension funciona, um vídeo, mostrando o funcionamento do sistema de suspensão de um utilitário esportivo, o Toyota Land Cruiser 150.

2012 Renault Mégane Renaultsport 265 Trophy


A Renault Sport apresentou o Mégane RS Trophy, uma edição limitada em 500 unidades, que chega com um 2.0 turbo de quatro cilindros, aprimorado para suportar mais pressão da sobrealimentação, que entrega 265 CV de potência e 36,7 kgfm de torque, 15 CV e 2,2 kgfm a mais que o motor original do Mégane. O esportivo francês é capaz de acelerar da inércia aos 100 km/h em 6 segundos, e atingir a velocidade máxima de 254 km/h, com média de consumo de 12,2 km/l.

O visual leva rodas de 19 polegadas, faróis de LED, bancos esportivos Recaro em couro e opções de cores preto Etoilé, branco Glacier, cinza Cassiopée e amarelo Sirius. O Mégane RS Trophy poderá ser reservado a partir do próximo dia 30 na Europa, com preço sugerido de 35,5 mil euros (cerca de R$ 81.047 sem taxas de importação).

Testado na última sexta-feira (17) no Nürburgring Nordschleife, o carro quebrou o recorde da pista para os carros de tração dianteira: 8:07.97. O carro conseguiu até ser mais rápido que alguns modelos de tração traseira, como o Camaro SS.



A time of 8 minutes 08 seconds has seen the new limited edition Mégane Renaultsport 265 Trophy set a new benchmark time for a production-specification front-wheel drive car at the Nürburgring's infamous Nordschleife circuit. This performance beats the attempts of several far more powerful, rear-wheel drive cars
Renault Sport – Renault's performance division – illustrates its passion and expertise yet again. Today's achievement provides further evidence of the technological excellence that goes into the design of Renault models and of how motorsport-proven technical solutions are carried over to its production cars

A feat that has 'shortened' the Nordschleife...
Renault Sport established its first lap record for a front-wheel drive production car at the Nordschleife on 23 June 2008. The time of 8 minutes 17 seconds posted that day by the Mégane Renaultsport R26.R demonstrated that a showroom-specification front-wheel drive car could beat high-performance models from some elite specialist brands and tuners. Today, it was the turn of Mégane Renaultsport 265 Trophy to beat the time by a full 9 seconds, a lap record that has stood for three years.

Today's impressive lap time is the result of the newcomer's extra 15hp, at 265hp, along with careful set-up work and an optimised tyre choice by Renault Sport engineers.

The latest achievement speaks volumes for Renault's ability to incorporate its motorsport expertise and experience – including Formula 1 – into its production cars. Indeed, Mégane Renaultsport 265 Trophy has benefited directly from all the areas in which Renault Sport excels, from design quality and exacting reliability, to painstakingly tuned engines, chassis and brakes.

Supercar performance... for a much wider audience of enthusiasts
The time posted at the Nürburgring puts Mégane Renaultsport 265 Trophy on a par with an extremely prestigious list of supercars, giving a level of performance which rivals that of exclusive cars with power outputs of up to and beyond 500hp.

Laurent Hurgon (development driver, Renault Sport):
"The Nordschleife is a legendary course. Its length and layout, which is very different to that of a conventional circuit, make it a unique and technically demanding challenge. Its difficulties are extremely varied, ranging from fast and even very fast in places to much twistier and slower portions. Turns like 'Karusell' and 'Pflanzgarten', for example, make huge demands of the car and driver alike, yet Mégane Renaultsport Trophy is very much in its element here and feels particularly reassuring despite the uncompromising nature of the terrain. The limited slip differential allowed me to accelerate hard out of the countless turns without understeer. The carefully-tuned Cup chassis, the dampers, the fade-resistant brakes, the Recaro seats, the power of the 265hp engine, the ready availability of torque between 2,500 and 5,000rpm and the car's Bridgestone RE 050A (235/35 R19) tyres allowed me to make the most of the car's enormous potential, especially into and out of the corners. It is this package which enabled me to post such a quick time round this circuit which you must always approach with a certain degree of humility."

MÉGANE RENAULTSPORT AND MOTORSPORT

Mégane is very active in both rallying and circuit racing. Designed for rallying, Mégane Renaultsport N4 stands out immediately through its looks. Widely acclaimed for the quality of its chassis and engine, it is an ideal choice for privateer teams and drivers. Developed for tarmac competition, the N4 is emerging as a new benchmark on sealed-surface events.

On track, Mégane Trophy V6 takes the lines of the production version a step further to combine carefully-honed aerodynamics and a remarkably elegant stance. It sets new standards in the world of 'high performance' racing saloons. Designed and engineered solely for motorsport, this prototype delivers 360hp while tipping the scales at 980kg. It has become emblematic of the World Series by Renault and delivers unrivalled performance/driving pleasure package for its price and class.

More information on the Mégane Renaultsport range is available at www.renaultsport.co.uk, with the latest Renault news on Renault TV on Sky Guide 883 and Freesat 651, or by following on twitter @renault_uk.

Porsche 911 GT2 RS - Rockingham Motor Speedway - Ben Collins - Onboard


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Chevrolet Kadett. Voe mais alto.


Mercedes-Benz SLS AMG - Rockingham Motor Speedway - Ben Collins - Onboard


Dono de Porsche corre em "pista particular"


Este rapaz teve sorte, pelo menos, duas vezes na vida: a primeira, ter um Porsche, e a segunda, morar em um terreno de 400 acres. Com um espaço desse tamanho, por que ir até um circuito de corridas para pilotar seu "brinquedo" no seu limite?

domingo, 17 de julho de 2011

Novo Uno comprado com 34 mil moedas vira filme


Seu Zio decidiu juntar moedas de um real para poder comprar um presente para sua esposa no aniversário de 50 anos de casamento. O interessante é que ele juntou 34 mil moedas desse valor e comprou um Novo Uno. A história, que passou na cidade de Bom Jesus da Serra, na Bahia, teve repercussão e a Fiat foi atrás.

Desenvolvido pela AgênciaClick Isobar, as cenas contam a história de Seu Zio desde 2004, quando começou sua economia e encerra no momento de presentear sua esposa. O filme está sendo divulgado pelas redes sociais. Ao final os espectadores podem ver a homenagem que a concessionária faz em comemoração as bodas de ouro de todos dos casais.

Nos Estados Unidos, ele teria comprado um Chevrolet Camaro ou um Ford Mustang...

No momento que o Fiat Uno saiu da concessionária, as 34.000 moedas de Seu Zio já valiam só 29.000 reais.

Se ele fosse mais esperto, teria comprado uma D20, aguentaria mais o tranco... ou pediria cinco anos de garantia total sem limite de quilometragem, pois, perto do que a Fiat irá faturar em termos de marketing com isso, a garantia sairia praticamente de graça!

BMW 1 Series M Coupé vs. BMW M3


Dois repórteres da Motor Trend resolveram colocar os dois carros mais esportivos da marca bávara na estrada e, pelo viva-voz, discutiram as diferenças entre os carros, e os prós e contras de cada um.

Beyoncé - Best Thing I Never Had


Tentando reavivar a série "a música não presta, mas o clipe é massa"... Beyoncé Giselle Knowles de corpete e cinta-liga foi a melhor coisa que poderia ter acontecido a nós! Talvez ela tenha feito muita gente mudar de opinião sobre o casamento...

sábado, 16 de julho de 2011

RIP!: Um Manifesto do Remix

Documentário open source mostra a importância dos mashups e crowdsourcing


RIP!: a Remix Manifesto é um documentário dirigido pelo ciberativista Brett Gaylor, e tem como foco principal a discussão acerca dos direitos autorais, propriedade intelectual, compartilhamento de informação e a cultura do remix na atualidade.

O documentário conta com presenças ilustres, como a do produtor Gregg Willis, conhecido no mundo da música como "Girl Talk", Lawrence Lessig, criador da Creative Commons, Gilberto Gil, na época da produção do documentário, Ministro da Cultura no Brasil, e o crítico cultural Cory Doctorow.

Para ativar as legendas, basta clicar no ícone "cc", que fica visível após iniciar o vídeo.

A morte a serviço da imortalidade

Pouco antes do terrível acidente que vitimou a banda Mamonas Assassinas ocorrer, o grupo conseguiu o mérito da onipresença. Era aceito em todos os canais, para divulgar seu único disco auto-intitulado de Mamonas Assassinas. Sucesso em todo Brasil, tendo conquistado principalmente o público infantil, o grupo paulista viveu uma das últimas grandes épocas da venda de CD.

As letras, que primavam por duplo sentido e pobreza estética, caiu como uma luva no gosto popular. Vez por outra, a sociedade brasileira escolhe o seu "quanto pior melhor" para cantar junto, chorar junto, brincar junto e sofrer junto. Imagino que em tempos de twitter, Dinho (vocalista) seria um daqueles que teria mais de 1 milhão de seguidores, 'brincando'.

Infelizmente a banda teve sua carreira interrompida por um acidente de avião, que vitimou todos os tripulantes e por conseguinte os integrantes. Uma comoção pouco vista no País tomou conta das cidades; manifestações de carinho do Oiapoque ao Chuí, homenagens, especiais. Os programas 'normais' e os sensacionalistas sugaram o máximo que poderiam da tragédia que fez "o Brasil parar de rir".

Musicalmente, o Mamonas era uma espécie de Ultraje à Rigor sem pedigree. Tinha músicos competentes e um vocalista pra lá de carismático, mas duvido muito, que passado dois, três anos da explosão de sucesso, continuariam fazendo piadas, paródias, imitações e fazendo o Brasil todo gargalhar. Quando o foco de um artista de música é além da música, possivelmente sua história será curta. Existe um fato curioso que envolve a banda de rock: após 15 anos do acidente não se ouve música dos Mamonas, em rádios, em festas, em shows. O boom nefasto e póstumo durou pouco mais de dois anos.

A relevância dita por alguns entendidos musicais só pode ser mensurada (por estes mesmos) mediante a tragédia. Tivesse a banda continuado sua carreira - o que é bastante improvável - talvez teria caído no esquecimento como um monte de outras bandas que fizeram discos de estreia maravilhosos e depois sumiram mediante o desafio de fazerem um trabalho de qualidade no segundo lançamento.

Mais uma vez: musicalmente os Mamonas Assassinas não fizeram nada que acentuasse o tal estado da música brasileira. Não acrescentou uma vírgula na história da MPB e do rock nacional, senão ter conseguido o 'mérito' de fazer crianças de 3,4,5 anos cantarem músicas com a seguinte pérola: "Roda, roda e vira, solta a roda e vem/Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda/E ainda não comi ninguém!". Nesta hora, as letras deixam de ser classificadas como de pleno 'mal gosto' para trazerem 'alegria aos lares brasileiros'.

Adendo: em tempos puristas, o Ministério Público no presente século, já teria feito alguma concessão ao tipo de música feita pelos Mamonas Assassinas.

Infelizmente o que torna as pessoas inesquecíveis é assinatura do jazido e não vida pré-sepultura. Se alguém com discurso politicamente correto disser que Mamonas Assassinas foi importante ou melhor, influente para história da MPB, onde poderemos encaixá-los? Mais relevantes que os Raimundos, que fizeram uma mistura inusitada e pesada, entre forró e metal? Mais interessantes que Los Hermanos, que amaciaram os versos do hardcore melódico e juntaram-no numa espécie de twist e rockabilly? Mais envolventes que o próprio Ultraje, que soube utilizar com a inteligência a famosa rivalidade entre cariocas e paulistas?

Sinceramente, não fosse o fim lamentável (que eu, por razões humanas, me solidarizo), Mamonas Assassinas passaria desapercebido e não teria feito nenhuma diferença no cenário. E mesmo que alguém os "acuse" de serem transgressores, teremos que re-definir, sob a pena de ficarmos muito tempo sem entender, o que é transgressão na cultura popular e principalmente, quais são os frutos de uma mensagem transgressora que encontra na crítica e na anarquia estética a melhor forma de dizer suas inquietações e visões do mundo.

No dia 17 deste mês teve estreia do documentário "Mamonas Pra Sempre" que tenta imortalizar a figura da banda como seres mitológicos, de um fenômeno que é mais midiático do que musical. Fizeram um gol e pelo poder catalizador e sombrio da morte, tornaram-se quase Pelés.

Daniel Junior
Whiplash

Bozo no Festival SBT 30 Anos


Como esquecer as brincadeiras e palhaçadas de Bozo Bozoca, Vovó Mafalda e Papai Papudo? Patricia Abravanel mostra vídeos raros sobre o palhaço que fascinou crianças e adultos de 1981 a 1991. "Vamos recordar o Bozo e sua família em grande estilo", afirma Ariel Jacobowitz, diretor do programa.

A atração conta com riqueza de imagens a história do Bozo, que surgiu nos Estados Unidos, e veio para o Brasil pelas mãos de Silvio Santos. Todas as brincadeiras são mostradas, inclusive, as gincanas promovidas pelo palhaço, que presenteava as crianças com bicicletas. "Toda criança queria ganhar. Era uma verdadeira febre", acrescenta Ariel.

O Festival SBT 30 Anos mostra modos os personagens integrantes da família Bozo: Papai Papudo, Vovó Mafalda (a primeira palhaça vivida por um homem, Valentino Guzzo, pai de Beth Guzzo), Professor Salci Fufu, Garoto Juca, Bozolina e King Bozo.

O programa tem depoimentos de Vandeco Pipoca, Luís Ricardo e Arlindo Barreto, que interpretaram Bozo em diferentes fases, de jornalistas e de fãs do palhaço. Ainda há momentos, como o especial no Playcenter com a participação de Gretchen, Gilliard, Trio Los Angeles, Sidney Magal e Sílvio Brito, a participação de Bozo no Miss Brasil 1984 e o desenho animado do palhaço também serão exibidos.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A final da Copa de 1958 na íntegra


A partida foi transmitida ao vivo para 11 paises da Europa. As imagens do vídeo foram obtidas através do kinescópio.

Local: Raasunda (Estocolmo)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Liedholm 4, Vavá 8 e 32 do 1º tempo;
Pelé 11, Zagalo 23, Simonsson 35, Pelé 44 do 2º.

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.

SUÉCIA: Svensson; Bergmark, Axbom; Borjesson, Gustavsson, Parling; Hamrin, Gren, Simonsson, Liedholm, Skoglund.

Transmissão das Rádios Bandeirantes de São Paulo (narradores Pedro Luiz e Edson Leite) e Nacional do Rio de Janeiro (narradores Jorge Curi e Oswaldo Moreira).

Os narradores cariocas narravam cada um em uma metade do campo. Quando a bola atravessava o meio campo, o outro assumia o microfone. Já os narradores revezaram-se em cada tempo da partida, Pedro Luiz narrou o primeiro tempo, e Edson Leite, o segundo.

Existe uma lacuna de áudio entre os 15 e 30 minutos do primeiro tempo, porque os originais da Radio Nacional foram perdidos e o disco lançado na época pela Radio Bandeirantes não tem a narração completa.

Veja também:

Final da Copa de 1958
Final da Copa de 1962
Final da Copa de 1970
Final da Copa de 1994
Final da Copa de 2002

Como criar campanhas eficientes de marketing para dispositivos móveis

Hoje, no mundo, já existem mais celulares e smartphones do que computadores. Não por acaso, muitas empresas estão preocupadas em criar ações específicas para atrair e reforçar suas marcas entre esses usuários de dispositivos móveis. No entanto, as campanhas de marketing específicas para esse tipo de equipamento nem sempre dão os resultados esperados.

Com base na constatação de que o marketing para dispositivos móveis exige estratégias específicas, Carla Paschke, diretora da inovação em mobilidade da Engauge empresa que presta serviços de planejamento estratégico para grandes corporações, como a Coca-Cola, fez uma lista de passos que essas ações devem seguir para ser um sucesso.

O principal desafio, segundo informa Carla, em um artigo divulgado no Mashable, é entender que os clientes deixaram de ser passivos e agora participam ativamente das campanhas de marketing. O que exige ações que aproveitem e utilizem bem essa comunicação de mão dupla.

“As marcas precisam de um monitoramento das informações em tempo real proveniente de dispositivos móveis e de mídias sociais para terem uma perspectiva ampla”, aconselha a diretora. Além disso, ela cita que as organizações devem aprender a desenhar campanhas específicas para cada usuário.

A seguir, Carla cita quais as quatro estratégias para ter sucesso nas ações de marketing para dispositivos móveis:

1. Crie algo relevante para o usuário

De acordo com a consultoria Gartner, o marketing em dispositivos móveis vai passar de US$ 3,3 bilhões, em 2011, para US$ 20,6 bilhões, em 2015. “Mas muitos desses anúncios nunca serão vistos”, afirma a especialistas. Segundo ela, os usuários são hoje bombardeados por informações vindas do e-mail, Facebook, Twitter, entre outros, e acabam ficando perdidos com tantos dados.

“Essa dinâmica não vai mudar. Uma estratégia ampla de marca, então, deve navegar a favor dessa corrente, em vez de contra”, cita Carla. Para isso, ela sugere que as empresas tentem criar ações que ajudem de alguma forma os usuários e que, portanto, sejam encaradas como importantes.

“Por exemplo, se você tem como alvo atingir pessoas que estejam de dieta ou consumidores preocupados com a saúde, desenvolva um aplicativo móvel que permita filtrar as mais recentes pesquisas sobre ‘super alimentos’ ou as descobertas a respeito o câncer”, aconselha.

2. Desenvolva uma comunicação de mão dupla

Antes de sentar para desenvolver uma estratégia de marketing móvel, as empresas precisam lembrar que os dispositivos móveis são o único equipamento de consumo que sabe, exatamente, onde as pessoas estão o tempo todo.

“As companhias podem aproveitar esse poder ao enviar mensagens super focadas, baseadas em janelas de oportunidade ou em localização”, afirma Carla, que completa: “Mas o processo não pode parar por aí. As marcas e suas agências precisam saber como fazer o consumidor falar de volta, para registrar as preferências deles.”

As maiores corporações do mundo já estão trabalhando para construir pequenos botões clicáveis – como o caso do “Curti” do Facebook – para se comunicar com os usuários. A gigante de e-commerce Amazon, por exemplo, criou um campo no qual pergunta ao cliente se a descrição do produto foi, ou não, importante para ele na hora da compra. E só por conta disso, conseguiu aumentar sua receita em US$ 2,7 bilhões no ano.

“Quando as pessoas enxergam que o que elas falam para uma empresa tem algum efeito, elas apreciam e voltam”, ressalta. Segundo ela, quanto mais o usuário sentir que algo foi adaptado para as preferências dele, mais simpatia ele tem por uma marca ou empresa e mais negócios ele fica disposto a fazer com ela.

3. Socialize o conteúdo e as campanhas

As redes sociais viraram uma forma importante de integrar as pessoas no dia-a-dia. No entanto, trata-se de um ambiente que tende a atingir sua maturidade em breve.

Só para efeito de análise, em 2010, 134,6 milhões de pessoas usavam redes sociais por mês no mundo. Neste ano, as expectativas são de que esse número cresça apenas 3%. No entanto, aumenta o volume de usuários que acessam esses ambientes por meio de dispostivos móveis.

As marcas precisam levar essa situação em conta na hora de prepararem suas campanhas, sem ignorar o propósito das redes sociais. “O Facebook é uma ferramenta para conversar”, exemplifica Carla, citando que qualquer ação de marketing bem-sucedida nesse ambiente precisa ser desenhada com esse espírito de ‘bate-papo’.

4. Entenda e aplique as informações

Ao combinar três tipos de dados móveis (localização, atividade e tempo) é possível que os profissionais de marketing consigam uma análise detalhada da tendência de determinados usuários, ao longo do dia. “Uma mãe, por exemplo, é uma pessoa diferente às 7 horas da manhã, quando ela precisa levar as crianças para a escola, e às 9 horas, quando ela chega ao escritório”, destaca Carla.

Ainda de acordo com ela, as marcas que conseguirem adequar suas mensagens para continuar relevantes para essa mãe ao longo do dia terão uma grande vantagem competitiva. “Ter informações relevantes é tanto um desafio quanto uma oportunidade para revolucionar a capacidade de coletar dados por meio de smartphones”, conclui.

Olhar Digital

Breaking All The Rules - Peter Frampton, by Ratos de Porão



Breaking All The Rules
Peter Frampton
Breaking All The Rules
A&M Records
1981




Breaking All The Rules
Ratos de Porão
Just Another Crime in Massacreland
Roadrunner Records
1994

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Renault, 2005 FIA F1 Driver's & Constructor's World Champion. It's just another Renault.

 Reliable. Technically superior. Best in its class. Just like every other Renault we make.

Starting a 1915 Indian 61cu.in. boardtrack racer at Yesterdays Nederweert Netherlands


Kiss FM celebra 10 anos de rock

Fiel ao gênero do rock and roll desde o nascimento, a rádio Kiss FM completa sua primeira década de vida nesse mês de julho. Enquanto boa parte das emissoras altere e redefine seu gênero de acordo com as evoluções dos estilos musicais e mudança do gosto do público, a rádio continua apostando em um segmento específico para montar sua programação.

Para celebrar o aniversário, a Kiss FM promoverá o seu tradicional show e também concluirá a reforma de seus estúdios, localizados na cidade de São Paulo. Saiba mais sobre o estilo da rádio e os planos para o 10ª aniversário na entrevista concedida pela diretora geral da Kiss FM, Taís Lilla, à Meio & Mensagem:

domingo, 10 de julho de 2011

Ford Escort. Sua grande conquista.


2011 Goodwood Festival Of Speed - 62 Years Of Formula 1


1939 Mercedes-Benz W165
1968 Lotus-Cosworth 49B
1971 March-Cosworth 711
1977 Renault RS01
1981 Lotus-Cosworth 88B
1981 McLaren-Cosworth MP4
1990 Lotus-Lamborghini 102
1991 Benetton-Ford B93B
1993 Williams-Renault FW15C
2001 Arrows-Asiatech A22
2005 Red Bull Cosworth RB1
2010 Ferrari F10
2010 Lotus-Cosworth T127
2010 Mercedes GP MGP W01
2011 Lotus-Renault GP R31

BMW 1 Series M Coupé vs. Audi TT RS on Club de Nevers Magny-Cours


sábado, 9 de julho de 2011

Nelson Piquet, garoto-propaganda da Arisco, em 1993


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 917-30 - Brian Redman - Onboard


Chaves no Festival SBT 30 Anos


Em 02 de julho de 2011, o Festival SBT 30 Anos relembrou a história de um campeão de audiência do SBT: o Chaves.

O famoso garoto que mora em um barril teve sua história e de toda a sua turma contada desde o início, com direito a muitas curiosidades sobre os episódios, cenas de bastidores com o elenco e erros de gravação.

A surpresa deste programa veio pelas mãos da apresentadora Patricia Abravanel, que teve a missão de investigar o que aconteceu com os famosos "episódios perdidos". Ela investigou em todos os lugares da emissora, prováveis e improváveis, até conseguir alcançar seu objetivo.

Relembre as entrevistas que o SBT produziu com Roberto Gomez Bolaños para o "SBT Repórter" e para o "Domingo Legal", a entrevista de Édgar Vivar no "Programa do Ratinho" e a entrevista de María Antonieta de Las Nieves para o programa "Falando Francamente", em 2003.

domingo, 3 de julho de 2011

2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 911 GT2 RS - Chris Harris - Onboard


Fale menos, codifique mais

"Só o código importa". Essa frase nem sempre disse tanto quanto diz hoje em dia. Sua simplicidade desafia a compreensão de um profissional que vivenciou e ainda vivencia projetos de software nos quais o código é apenas mais uma das coisas que podem dar errado. Em um contexto no qual passamos boa parte da graduação aprendendo a montar diagramas e no mercado em que os profissionais passam o dia montando documentos, essa frase realmente não pode fazer sentido.

Teorias e soluções são comprovadas com código

Uma coisa comum em projetos é que, ao nos depararmos com um problema, teorizamos sobre as possíveis soluções. Soluções que podem ser desde um simples design de classes até um projeto secundário que vai revolucionar o mundo. A questão é: documentos e diagramas aceitam qualquer coisa, o código, não.

Nenhuma solução é válida até que se prove sua viabilidade no código. Felizmente, na área de desenvolvimento, o custo para se criar uma prova de conceito não é alto. Podemos passar trinta minutos discutindo possíveis soluções para um problema em um quadro branco ou folha de papel e já partir para construção do seu código.

Prolongar o tempo da solução fora do código é prejudicial, pois somente o código fornece o feedback necessário para uma avaliação. Na prática, o ideal é ficar o menor tempo possível com uma solução fora do código.

O código traz resultados. Documentos, não.

Sabe o que você consegue quando gasta tempo confeccionando documentos e diagramas? Documentos, diagramas e nenhum software funcionando. Em um contexto no qual o objetivo é conseguir o software funcional rápido, tudo que não for essencial deve ser descartado ou simplificado, pois não há tempo a perder.

Software não é um fim, mas sim um meio. O objetivo do time de desenvolvimento não é desenvolver um requisito, mas sim entender a necessidade do cliente e atendê-la com uma solução de software. Apesar dos conceitos parecerem semelhantes, na prática são completamente diferentes.

Artefatos válidos são artefatos úteis. A utilidade do artefato está na informação em si, não no seu formato ou nas assinaturas de aprovação do requisito no fim da página. Reduzir o tempo de confecção de artefatos e investir em codificação é certamente uma das melhores práticas para se obter resultados rápidos.

Nenhum documento diz mais sobre o software do que seu próprio código

Uma linguagem de programação é tão útil para registrar uma informação quanto qualquer outro documento, com a vantagem de nunca ficar desatualizada.

Geralmente documentos são gerados para expressar regras de negócio que seriam difíceis de entender no próprio código, além de outras razões burocráticas. Meu ponto não é contra documentações, mas sim a favor de um código expressivo, que não necessite de artefatos externos para ser compreendido.

É claro que, até o código ser produzido, podemos precisar de documentos auxiliares para expressar as regras que devemos codificar. Porém, depois de escrito, o código passa a ser a única referência confiável sobre aquela regra. Muitas empresas acreditam que uma boa documentação irá auxiliar na passagem de conhecimento entre programadores, mas nada é tão útil quanto um código expressivo e com testes unitários que não só expressem a intenção do código, mas também garantam que o mesmo está funcionando corretamente.

É possível ter um código expressivo. Investir na qualidade do código traz mais resultados do que gastar tempo na confecção de artefatos para traduzi-lo.

O código levanta questões sobre o domínio

Construir software é expressar através de código as coisas como elas de fato acontecem, ou seja, as imperfeições e as indefinições do ambiente do cliente ficarão explicitas no momento da codificação, o que levanta a questão: o que fazer nesse momento?

A comunicação entre cliente e time de desenvolvimento não é uma via de mão única, sendo totalmente plausível existirem questionamentos sobre o processo do cliente, afinal, tudo é passível de melhoria.

O time de desenvolvimento não pode ser omisso ao encontrar deficiências no domínio. Uma coisa que não funciona na vida real também não vai funcionar no software, podendo inclusive potencializar problemas que não eram tão evidentes quando o processo era feito manualmente.

Convenções e regras de criação de código podem auxiliar na detecção de falhas em um processo.

O código mostra o nível de experiência de um profissional

Não importa quantas certificações ou quantos anos de experiência um profissional tenha. O código que ele produz é a uma das maiores evidências de sua competência.

Alguns minutos de codificação ao lado de um profissional dizem muito sobre ele. Essa percepção foi a grande responsável por introduzir técnicas como Pair Programming e Coding Dojos em processos de seleção.

Conclusão

Em um cenário em que a entrega de software funcionando é o maior objetivo, o código se torna o bem mais precioso do projeto. O código é capaz de provar teorias, mostrar a experiência de um profissional, documentar uma regra e ainda trazer propostas de melhoria para o ambiente no qual será inserido.

iMasters

Oomphalapompatronium Instrument. If you can pronounce it, you can play it.


sábado, 2 de julho de 2011

Volkswagen Passat CC R-Line


Emílio Camanzi testou o Volkswagen Passat CC R-Line, que chegou ao Brasil no primeiro semestre a partir de R$ 189 mil. As principais mudanças no sedã alemão estão no visual. O carro tem rodas de liga leve de 18 polegadas, spoiler dianteiro, saias laterais e lanternas escurecidas.

Chris Harris drives Ferrari F40, Porsche GT2 RS, Noble M600 and Jaguar XJ220


Working Lego Sniper Rifle! Blocked and loaded.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Audi R18 TDI. Audi ultra lightweight technology.


Como a imagem da Sony resistiu aos hackers

O amadurecimento dos consumidores tem garantido a sobrevivência da marca de eletrônicos

Apesar da recente série de ataques à rede de sites e bancos de dados da Sony, a gigante eletrônica parece continuar praticamente ilesa. Mas isso não se deve apenas à força de sua marca. Especialistas afirmam que os próprios usuários já estão acostumados às investidas de hackers contra sistemas eletrônicos comerciais.

No fim de abril, a Sony anunciou que sua rede para o PlayStation, que permite a vários usuários jogar de modo interativo, foi invadida — com um saldo de 75 milhões de contas virtuais roubadas. Desde então, ocorreram ataques em plataformas da empresa em diversos países, até que, no início de junho, o grupo de hackers Lulzsec publicou uma lista com informações dos consumidores, incluindo endereços de e-mails e respectivas senhas de acesso a sites da Sony.

Deveria ser o fim da marca "Sony", certo?

Errado.

"Com certeza existem queixas sobre os ataques dos hackers, mas não são enormes", diz Lisa Joy Rosner, diretora de marketing da NetBase, especializada em analisar o comportamento online de internautas a partir das redes sociais. "Não é algo devastador".

Como as invasões se tornaram mais comuns nos últimos meses, os consumidores estão se acostumando às quedas de sistema e entendendo que as companhias robustas são, cada vez mais, alvo predileto dos hackers. "A verdade é que todas as empresas estão sob ataque", disse Andrew Szabo, fundador e diretor de Marketing Symphony. Ele cita o Google como uma das vítimas mais visadas. "Se a Sony tivesse sido a única hackeada, o impacto sobre a marca teria sido muito maior. Infelizmente, ela estão em boa companhia".

A Netbase detectou uma percepção cada vez melhor em relação à Sony. Uma das marcas mais famosas da fabricante, PlayStation, chegou a ser afetada pelos ataques, mas foi uma onda rápida de reclamações. A maioria dos jogadores apenas se queixava, no Facebook e no Twitter, de não conseguir brincar com os games prediletos, afirma Jenny Vandehey, estrategista da JD Power & Associates. Já ao ataque mais recente, voltado para a Sony Pictures, quase não houve reação. Segundo Jenny, porque "não é um fato diretamente ligado ao dia-a-dia do consumidor".

"Eu esperava que, no curto prazo, o valor agregado evaporasse e houvesse problemas para as vendas", diz Ann Green, um sócio do grupo de soluções para o cliente da consultoria Millward Brown. "No geral, é uma marca muito forte, mas outros consoles, como o Wii e o Xbox 360 estão bem colocadas no mercado, são marcas de confiança".

Na verdade, o que mais importa para a preservação da marca Sony no longo prazo é a forma como a empresa trata as violações de segurança e como ele se comunica com seus clientes. Muitos reclamaram de que a Sony revelou o ataque ao sistema do PlayStation quase dez dias depois de ocorrido, e de que a empresa manteve a rede social do jogo fechada por cerca de um mês. Apesar dessa lentidão, Ann avalia que a Sony não demorou em acatar a responsabilidade — e agir. Ela elogia a empresa por ter fechado a rede de imediato e oferecido aos usuários inscrição gratuita num programa de proteção contra roubo de identidade.

A Sony também forneceu dois jogos livres depois que a rede estava de volta, o que alimentou as vibrações positivas em sites de mídia social: "Odeio as pessoas que invadiram a rede do PlayStation e que a fizeram fechar por mais de um mês, mas, graças a eles, tenho dois jogos de graça, estou muito feliz ", postou um usuário do Facebook em 4 de junho.

Agora, a empresa deve se concentrar no reforço da sua segurança e se prevenir de novos ataques, o que pode ser uma das tarefas mais difíceis. "Eles têm muitas extensões para proteger", afirma Steve Orrin, diretor de soluções de segurança da Intel Corp. "Estão tentando evitar todos os possíveis ataques, mas os hackers só precisam encontrar uma brecha".

Marine Cole para o Advertising Age

Meio & Mensagem

2011 RMR Hyundai PM580 - Pikes Peak International Hill Climb - Rhys Millen - Onboard - 10:09.242

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