terça-feira, 30 de agosto de 2011

A MWM coloca em campo o Arranca-Toco Futebol Clube.


Renault Mégane RS 250 Monaco Grand Prix Limited Edition

Esta edição especial do Renault Mégane RS 250, inspirada nas ruas do principado de Monte Carlo, terá 50 unidades produzidas. O carro tem preço sugerido de 48.990 dólares.

Por fora, pintura perolizada na cor branca e acabamento em preto nos espelhos retrovisores, difusor traseiro e nos faróis de neblina. O modelo possui rodas de 19 polegadas, teto solar panorâmico, freios Brembo com pinças em vermelho e faróis direcionais de duplo xênon.

No interior, o acabamento também é em preto, com detalhes em branco no console central, portas e maçanetas. Os bancos esportivos receberam o logo "Monaco GP". Sob o capô, o propulsor é o mesmo usado nos modelos da divisão esportiva da Renault: um 2.0 quatro cilindros que gera 250 CV de potência e 34 mkgf de torque.
Mégane R.S. 250 Monaco Grand Prix Limited Edition Released in Australia

Renault Sport pays homage to the iconic Monaco GP circuit and the glamour of Monaco with a luxury limited edition of the award-winning Mégane R.S. 250. The Mégane R.S. 250 Monaco Grand Prix Limited Edition.

Aimed at fans of elegance, sport and style, the Mégane R.S. 250 Monaco GP will be available in Australia and more than a dozen markets worldwide. Just 50 examples will be offered for sale here, each individually numbered.

The Mégane R.S. 250 Monaco GP is finished in an eye-catching pearlescent white paint, underlining its luxurious and exclusive status. The dynamic and powerful exterior is accentuated by piano black treatments for the side mirrors, rear diffuser and fog-lamp surrounds. There are black headlight masks and Monaco GP badges on the flanks.

Luxury is the key to the Mégane R.S. 250 Monaco GP. For the first time, integrated satellite navigation is available on a Mégane R.S. 250. The passenger-centric approach delivers stylish, electric-adjusting, leather-covered, heated Monaco GP sport seats, which cosset and cushion the driver and passenger alike. The centre console, dash-strip and door handles feature white cabin details; while the seats and floor mats receive exclusive Monaco GP stitching.

Adding to the comfort of the cabin is the extensive fixed glass roof (complete with shade cover) that bathes the cabin in welcome daylight. The Mégane R.S. 250 Monaco GP will also be fitted with 19" alloy wheels, 4-pot Brembo® brake with red callipers, and bi-xenon directional headlights.

The Mégane R.S. 250 Monaco GP has a recommended retail price of $48,990 (excluding dealer delivery and statutory charges).

Like all Mégane Renault Sport models, the Monaco GP Limited Edition is powered by a 184 kW (250 hp) four-cylinder 2.0-litre engine, producing 340 Nm of torque at just 3,000 rpm.

Commenting on the latest edition to the Renault Sport family, Justin Hocevar, Managing Director Renault Australia, said, "The award-winning Mégane R.S. 250 has already become an instant classic in Australia and I am sure this exclusive limited edition will follow suit.

"This incredibly luxurious version of the Mégane R.S. 250 will appeal to lovers of hot hatches who don't want to compromise on their everyday creature comforts. The snug and cosy Monaco GP sport seats will win over even the most a sceptical spouse.

"I urge customers to hurry into their Renault dealership quickly as these exclusive cars are sure to become collectors' items and won't hang around for long."

To coincide with the launch of the Mégane R.S. 250 Monaco GP, Renault is announcing it will extend the factory warranty on all Renault Sport models purchased as of 27th August, 2011 to 3-years/unlimited kms.

O primeiro pneu auto-calibrável para bicicletas?


Parece que a PumpTire conseguiu desenvolver um pneu para bicicletas que não precisa ser calibrado. A ideia do conceito é que o movimento da roda pressione pequenas "mangueiras" que "assoprem" ar para uma válvula especial, e removível, que serve para calibrar o pneu da forma convencional e também regular a pressão desejada quando estiver com a bicicleta em movimento, com um mecanismo externo (bomba manual ou compressor).

Esta válvula direcionaria o ar para uma câmara, também especial para o sistema, mantendo constante a pressão do pneu. Dois modelos de pneus estão em desenvolvimento, o City Cruiser (26 x 1.5 pol, 65 psi) e o City Pro High Performance (700c x 28mm, 65 a 95 psi).

A PumpTire pretende arrecadar 250 mil dólares até o dia 5 de outubro para viabilizar a fase inicial do projeto. Só resta saber se a falta de borracha na parte central da banda de rodagem do pneu vai afetar a performance da bicicleta.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Peça pirata? Tá brincando.

Exija peças genuínas Massey Ferguson.

999Motorsports Supersport


A fabricante tailandesa 999Motorsports revelou o Supersport. Designado para ser o último "brinquedo para as pistas", o carro tem chassi tubular, carroceria de fibra de carbono e rodas de alumínio de 18 polegadas.

Internamente, a cabine é relativamente esparsa, mas se destaca com o painel de fibra de carbono, painel de instrumentos de LCD e bancos de competição com cintos de segurança de seis pontos.

O motor, montado na parte central do Supersport, é um 2.0 quatro cilindros que desenvolve 300 CV de potência e 258 lb-ft de torque, e envia sua força à uma transmissão sequencial de cinco marchas, que traciona as rodas traseiras via um diferencial de deslizamento limitado (LSD). O peso total do veículo é de 950 Kg.

Pagani Huayra on the road


domingo, 28 de agosto de 2011

Honda XR 200R e XL 125S. Dupla sertaneja.


Você realmente precisa de um aplicativo mobile?

Muitas empresas estão investindo em aplicativos mobile. De bancos a fabricantes de sabão, todo mundo quer ter sua bandeira fincada nas lojas de aplicativos mobile. Esse movimento tem um quê de “corrida do ouro”, com muita gente desenvolvendo aplicativos mobile porque todo mundo está fazendo, sem uma definição clara de objetivos e, o que é mais importante, sem um estudo de alternativas para se atingir esse objetivo.

Existe uma alternativa às aplicações mobile: são os sites mobile. Recomendo que a empresa avalie, antes de iniciar a construção de uma aplicação mobile, se seu problema não pode ser resolvido por um site mobile.

Sites mobile são multiplataforma. Já aplicativos para iPhone não rodam em Android, aplicativos para Blackberry não rodam em Windows Phone. Desenvolver um aplicativo que funcione nessas quatro plataformas significa desenhar uma vez só, porém construir quatro vezes, em linguagens de programação diferentes, com APIs diferentes.

Disponibilizar seu aplicativo nas diversas lojas mobile também significa encarar várias exigências burocráticas.

Um bom site mobile, por outro lado, funciona nas quatro plataformas citadas acima, e tem grande chance de funcionar em qualquer outra, sem esforço extra.

Sites mobile usam uma base de código que é aproveitada para desktops. Se você já tem um site ou aplicativo web que atende as suas necessidades, provavelmente, para ter um site mobile, será preciso mexer apenas no que os desenvolvedores chamam de "camada de apresentação". Caso você não tenha um site ou um aplicativo web e decida construí-lo mobile, vai aproveitar boa parte do seu investimento, se no futuro decidir tê-lo também funcionando em computadores.

Com HTML5, sites mobile podem executar quase tudo o que uma aplicação mobile faz, incluindo acessar o GPS, ler a orientação do dispositivo (se o telefone está em pé ou deitado), guardar dados no telefone, desenhar gráficos, transições, animações, tocar áudio e vídeo, e até funcionar offline.

Quando você precisa de um aplicativo? Existem situações em que construir um aplicativo é essencial:

Está desenvolvendo um jogo pesado

Ainda é muito difícil, com HTML5, construir interfaces tridimensionais, com gráficos de alta qualidade, muito movimento, respostas rápidas e interação com som.

Precisa interagir com o telefone

Não há uma maneira de um site mobile ler a agenda de contatos do telefone, ou as fotos da galeria, por exemplo. Embora existam maneiras de, por exemplo, disparar uma ligação telefônica a partir de um link ou botão.

Necessita de interação precisa com o acelerômetro

Sites mobile, hoje, apenas sabem se o telefone está em pé ou deitado, e mais nada. Não dá para fazer um aplicativo controlado pelo acelerômetro, assim como uma corrida em que o volante é o próprio telefone.

Pretende cobrar por seu aplicativo

Existem alternativas para se cobrar pelo acesso à aplicação ou vender conteúdo dentro dela, e fazem todo o sentido se seu aplicativo for realmente multiplataforma, acessível do computador e do celular. Se você pretende cobrar pelo uso do próprio aplicativo, é bom avaliar se usar as lojas de aplicativos, em que o usuário compra com um clique, já tendo seu cartão de crédito cadastrado, é a melhor solução. Nesse caso, as lojas de aplicativo também vão dar visibilidade ao seu aplicativo.

Seu aplicativo precisa rodar em background

Se seu aplicativo precisa de um serviço rodando em segundo plano, você não conseguirá fazer isso com um site. Por exemplo, se seu aplicativo deve avisar o usuário cada vez que ele se aproximar de um local específico, mesmo que ele esteja fazendo outra coisa no telefone ou esteja com o telefone no bolso.

Há, por outro lado, uma diversidade de situações em que um bom site mobile pode substituir, com vantagens, um aplicativo. Por exemplo, quando o aplicativo só acessa seu site, como fazem muitos aplicativos de internet banking, que são exatamente iguais ao site mobile do banco. Mesmo que seu site seja um aplicativo web razoavelmente complexo, com animações, gráficos e interações, é muito provável que seja possível fazê-lo funcionar em dispositivos móveis, atendendo a uma variedade de plataformas com um único esforço de investimento.

Avalie alternativas antes de construir um aplicativo mobile. Talvez você possa, com um site mobile, atingir um público muito maior, com um investimento menor, e ainda tenha uma drástica redução nos custos de manutenção e atualização do aplicativo.

iMasters

Porque um simulador nunca será perfeito...


Todos os dias, vemos tentativas de tornar os simuladores cada vez mais realistas, seja com pedais, volantes, plataformas hidráulicas ou aperfeiçoamentos em software.

No entanto, ainda não tinham inventado uma maneira de simular o "vento na cara". ATÉ AGORA! A FergoTech colocou sua ideia em prática, com uma placa Arduino controlando a velocidade de um cooler de CPU de computador à medida que o carro acelera no iRacing.

É claro que este pequeno artefato não produzirá muito realismo ao simulador, pela pequena quantidade de ar que consegue deslocar, ainda mais pelo fato de, no teste do vídeo acima, o veículo em questão ser um Riley Daytona Prototype, que possui cockpit fechado...

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Bekannte Meister. BMW 630 CS, BMW 633 CSi.

Campeão conhecido.

Usando a PlayStation Eye como webcam no PC


Comprei uma PlayStation Eye para poder explorar melhor a visão interna nos carros do Gran Turismo 5. Depois de passar horas regulando o reconhecimento facial, descobri que essa funcionalidade só está disponível no Time Trial do modo Arcade.

Passada a decepção, resolvi experimentar a câmera adquirida no PC. Achar os drivers para o periférico foi relativamente fácil, apesar da Sony não disponibilizar de forma oficial os arquivos para fazer a PlayStation Eye funcionar no computador como webcam.

Há duas alternativas. A primeira é a Code Laboratories, que possui um SDK comercial para desenvolvimento de aplicativos para explorar as funcionalidades da PlayStation Eye e de outras câmeras disponíveis no mercado. O CL Eye Platform Driver está disponível para download e utilização gratuita. O link é este. A página onde se encontra o link é esta.

A segunda alternativa é baixar o driver desenvolvido por Alexander Popovich. Este driver eu não testei, já que o da Code Laboratories foi desenvolvido de forma bem mais profissional e fácil de instalar, e já havia obtido sucesso em usar a PlayStation Eye como webcam no PC.

Acima, um vídeo onde mostro o funcionamento da PlayStation Eye, ajustando o zoom da lente.

Ferrari 458 Challenge - Shanghai International Circuit - Ringo Chong - Onboard


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ari Vatanen: "o que eu teria feito diferente"

Em entrevista à Car And Driver, o finlandês campeão do Mundial de Rali e tetracampeão do Paris-Dakar reflete sobre a carreira que o levou das corridas à política.

Suas primeiras experiências com carros foram negativas, para dizer o mínimo.

Meu pai morreu em um acidente de carro, em 16 de outubro de 1960, quando eu tinha oito anos. Ele estava dirigindo seu primeiro carro, um Borgward. Ele estava muito orgulhoso do veículo, e estávamos a caminho do funeral de um amigo de meus pais, a 30 quilômetros de Tuupovaara, Finlândia, onde morávamos. Depois, minha mãe percebeu que estávamos equivocados sobre o funeral, que tinha realmente acontecido no dia anterior.

Jay Leno drives Morgan Threeweeler



Jay Leno saindo da estrada e ficando com a única roda motriz girando solta no ar!

Instant Kiwi. Give it a go.


domingo, 21 de agosto de 2011

Fiat Stilo Dualogic. É automático, e também esportivo, do jeito que a sua cabeça mandar.


Dodge Charger 500


O Dodge Charger 500 foi um dos pioneiros entre os "muscle cars", grandes automóveis norte-americanos, com uma verdadeira cavalaria sob o capô, que fizeram sucesso nos anos 60. Charger 500 de colecionador veio dos Estados Unidos em bom estado de consevação, com a capota de vinil intacta, mas a pintura teve que ser refeita. Na traseira, a larga faixa transversal com o número 500. Painel tem todos os instrumentos necessários, como contagiros. Motor big block desenvolve 330 cv. Com a grade fechada, não se vê os faróis. Com um simples comando, eles aparecem.

A década de 60 se notabilizou no mercado automobilístico norte-americano pelo lançamento de famosos esportivos e dos muscles-cars, grandes sedãs ou cupês com enormes e potentes motores V8.

Um dos pioneiros nessa linha de esportivos foi a linha Charger, modelo que ganhou extrema popularidade em 1968, no filme Bullit, com Steve McQueen, que, dirigindo um Mustang FastBack, persegue um grupo de marginais a bordo de um Charger R/T.

Em 1969, a Chrysler apresenta mais uma fera para as pistas (o famoso campeonato Nascar de carros turismo), o Dodge Charger 500. O número era uma referência à prova das 500 Milhas.

O colecionador mineiro Joel Paschoalin trouxe dos EUA um Charger 500 produzido em 1970. Um modelo impecável, de uma única proprietária desde zero, quilômetro e rigorosamente original em todos os detalhes. Como a grande maioria desses esportivos, o carro tem capota revestida com vinil. Joel conta que o Charger chegou em bom estado dos EUA e a única restauração necessária foi da pintura, que já mostrava sinais de cansaço. Mais nada.

O motorzão (chamado nos EUA de big block) tem 383 polegadas cúbicas de cilindrada (quase 6,3 litros) e desenvolve 330 cv de potência. O consumo de gasolina era piada de mau gosto e um dos motivos que derrubou o carro três anos depois, com a crise mundial do petróleo. As cores do Charger eram berrantes e a do carro focalizado é orange hemi (laranja).

O cupê é bastante confortável para quatro pessoas, inclusive para os dois que se acomodam no banco traseiro. A esportividade do carro está presente também no painel, com vários relógios que indicam temperatura da água, pressão do óleo, amperímetro e nível do tanque, além de um grande conta-giros circular ao lado do velocímetro.

No grande console, que vai até o banco traseiro, está a alavanca de marchas: a caixa automática tem apenas três velocidades para a frente, mas com tanta cavalaria no motor, nem precisava de outras.

Como um bom americano, a direção é assistida hidraulicamente e o volante é correto na cidade, mas muito macio na estrada. A suspensão não faz milagre, mas consegue ser razoavelmente firme nas curvas, contrariando o padrão dos típicos automóveis produzidos nos EUA.

Em todo o carro existem detalhes para lembrar que se trata de um esportivo: espelhinhos retrovisores do tipo Monza, rodas com desenho especial, bancos com pretensões anatômicas, tampa do tanque do tipo rápida, grade que cobre os faróis, mas deslizante quando eles se acendem, e uma grande faixa preta transversal com o número 500 na traseira. Mas o conforto não foi esquecido e o ar-condicionado marca presença, além de aquecimento, travas elétricas, som com fitas cartucho e outras mordomias.

Como a Chrysler estava presente no Brasil no início da década de 70, produzindo os Dodge Dart, ela aproveitou para lançar aqui o Charger R/T, mas com carroceria, detalhes mecânicos e de acabamento bastante distintos da versão norte-americana.

Vrum

Ken Block's Gymkhana Four


DC AND KEN BLOCK PRESENT GYMKHANA FOUR: THE HOLLYWOOD MEGAMERCIAL

Universal Studios Will Never Be The Same


August 16, 2011 – Huntington Beach, CA – Today DC and Ken Block released the
highly anticipated Gymkhana FOUR video on YouTube.com. Ken Blockʼs Gymkhana
FOUR: The Hollywood Megamercial takes production and concept to the next level,
surpassing all of the previous films in Block's hit viral series, which have amassed over
110 million views to date. In line with the style of Ken Blockʼs Gymkhana TWO: The
Infomercial, this video, which was filmed at Universal Studios Hollywood, brings focus
back to high production camera work, 1000 fps slow motion, plus a bit of comic relief.
From robotic sharks, deranged zombies, stunt men in gorilla suits, and massive
pyrotechnics to intense, 100-percent raw, flat-out driving and copious amounts of tire
smoke, Ken Block and his Ford Fiesta Hybrid Function Hoon Vehicle (H.F.H.V.) bring the
magic of Hollywood and gymkhana together.

Known as the place where movie magic begins, Block took over the backlots of
Universal Studios Hollywood, converting them into a giant playground for GYM4. Filmed
over the course of five days, iconic movie locations and backdrops provided real-world
obstacles, which increased both the danger and difficulty of the course and tricks.
"With each Gymkhana film, we've raised the bar, making it tougher and tougher to outdo
ourselves," said Block. "So we opted to go over the top on FOUR with a big Hollywood
production and Universal Studios provided the perfect place for it. The backlots provided
real life obstacles, plus an extremely varied collection of settings all just minutes from
each other. Without question, Gymkhana FOUR is the most ridiculous film we've done
yet, but itʼs also packed with some of the hardest and most dangerous driving I have
done in these films."

Paying homage to iconic Hollywood movies, the video opens with Block and his H.F.H.V.
blazing through the War of the Worlds set. He drifts past the famous clock tower from
Back to the Future and screeches through Psychoʼs Bates Motel. Block and his H.F.H.V
then proceed to rip through Whoville, coming face to face with Jaws. The video wraps
with the perfect movie star ending and a surprise Bollywood tribute that could make
Slumdog Millionaire pant.

Block and his team brought out the big guns on Gymkhana FOUR by joining forces with
famed director Ben Conrad and his production company LOGAN, one of the most
respected Hollywood production houses in the business. Known for his work on
Zombieland, famous iPod commercials, and most recently as title designer on 30
Minutes or Less, Conrad had a distinct vision and plan for the Gymkhana FOUR video.
Conrad utilized the most innovative technology in cameras, lighting and effects, including
a revolutionary GoPro array camera setup that was custom fabricated to allow multiple
GoPro cameras to be strung together to shoot footage in unison, creating a Matrix-style
bullet time effect.

"The Ken Block Gymkhana videos have become a viral phenomenon, so we really
wanted to take it even further and blow everyone away with this video," said Jeff Taylor,
VP of Marketing at DC. "That's why we brought on Ben and his team at LOGAN. They
are known for their cutting edge approach and using the most advanced filming
technology. The level of production on Gymkhana FOUR is unparalleled. Between
LOGAN's film editing, Block's skills, and Universal Studios, Gymkhana FOUR is above
and beyond what everyone is expecting."

Every Hollywood action star needs a great sidekick and in Gymkhana FOUR, Blockʼs is
none other than his new 2011 Ford Fiesta H.F.H.V, a unique race car built by the
Monster World Rally Team to be transformed for Block to compete in Stage Rally,
Rallycross and Gymkhana. For this film, the H.F.H.V. was putting down 600hp and
665lb-ft of torque through a custom 6-speed sequential gearbox thatʼs mated to a
mechanical all-wheel-drive system. At only 2,755 lbs, the H.F.H.V. does the sprint from
zero to 60 in an astonishing 1.9 seconds, giving McFly's DeLorean a serious run for its
money to 88 mph.

Fellow YouTube sensations and friends, Epic Meal Time-ranked no. 14 on YouTubeʼs
most subscribed to videos list-also make a hilarious cameo in the video. The Epic Meal
Time guys actually set the bacon down for a moment as Block tears through their set
drifting around the kitchen. Epic Meal Time also filmed the teaser for GYM4 which can
be viewed at http://www.youtube.com/watch?v=b2DMPNtPK84.

Featured in the opening credits, the Ken Block Teamworks Collection is a character of its
own, putting the Megamercial in GYM4. Making their debut for the first time, the KB
Spartan Mid, the KB Summit Jacket, and the KB Stripe Hat were designed specifically by
Block for the launch of Gymkhana FOUR and will be available online as of mid-August.
Originally created in 2005, the Teamworks Collection and design inspiration stems from
Blockʼs rally and gymkhana car liveries. For more information and to check out the entire
Ken Block Teamworks Collection, please visit http://store.dcshoes.com/family/index.jsp?categoryId=4374337.

The DC x Ken Block Gymkhana franchise of videos is one of the most successful viral
video contents ever produced from the action sports, footwear and auto industries. Since
the first Ken Block Gymkhana Practice video was released in 2008, the Ken Block
Gymkhana video series on YouTube has gained over 110 million views worldwide and
has won ten prestigious viral video awards. The Gymkhana THREE video reached 1
million views in less than 24 hours after being unleashed on the public, creating a bona fide YouTube phenomenon.

For additional information on Gymkhana FOUR: The Hollywood Megamercial, photos,
exclusive interviews and more, please visit www.dcshoes.com/gym4

About DC: Founded by Ken Block and Damon Way in 1993, DC quickly grew to a leader in performance skateboarding shoes and renowned action sports brand. Today DC stands as a global brand whose product line has expanded to include menʼs, womenʼs and kidsʼ skateboarding and lifestyle shoes, apparel, snowboards, snowboard boots, outerwear, and accessories. As one of the cornerstones of its marketing strategy, DC has built a world-class team of professional skateboarding, snowboarding, surfing, BMX,
motocross and rally athletes that exemplify and enhance DCʼs brand, develop its signature products, and support its promotional efforts. DC is a subsidiary of Quiksilver, Inc.

About Ken Block: Ken Blockʼs rally career began in 2005. His skill and car control became quickly apparent and Block aptly nabbed Rookie of the Year in the Rally America Championship. Since then, Block has continued to race in the series, boasting a healthy number of podium appearances, as well as X Games medals. In addition to his performance in the car, Block has been a driving force in shedding light on the sport within the United States. Block co-founded DC Shoes, a worldwide leader in performance skateboarding shoes and a renowned action sports brand. His keen branding and marketing acumen not only elevated DC to their current eminent status, but has allowed Block to achieve global fame as a national rally driver through his wildly successful viral video campaigns. Ad Age named his "Gymkhana TWO" the No. 4 Viral Video of 2009. In January 2010, Block signed with Ford Motor Company to campaign both the
Rally America series and the World Rally Championship, being the first American to do so.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

How much does it cost to build an F1 car?



Click to enlarge

Top Gear: The Car Boat Challenge

Jeremy Clarkson, James May e Richard Hammond constróem barcos a partir de... carros!

Depois, tentam atravessar o Canal da Mancha com eles!

Danny Macaskill's Industrial Revolutions


Filmado e editado para o documentário "Concrete Circus", Industrial Revolutions mostra Danny Macaskill pondo suas habilidades em prática, num parque industrial escocês abandonado.

cutmedia.com
dannymacaskill.com

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Opel Kadett. Stijl die bij je past.



Opel Kadett, a style that suits you.

O preço da dignidade

Um dos primeiros clientes da pequena agência que montei com uma amiga, a Mutirão de Profissionais de Propaganda, foi a Ática, a maior editora de livros didáticos do país, para quem fizemos anúncios memoráveis.

Foi uma relação de muito respeito, amor e confiança, mas como, no aspecto comercial, não há amor que dure sempre, a editora foi vendida, e então, o célebre “agora sob nova direção” parou tudo. Nunca mais se viu um anúncio com a sua marca.

Em compensação, nossa experiência com esse tipo de cliente fez com que outra editora, sabendo que já não estávamos com a grande concorrente, nos procurasse para entregar sua conta. Foi uma negociação dificílima: havia um diretor que não conversava em outros termos que não fossem: finanças, custos, descontos etc., etc. Era reunião pra lá, reunião pra cá e nada se definia, porque o homem achava que não deviam pagar criação e com muito favor, aceitariam trabalhar conosco se baixássemos nossos honorários de veiculação em 50%, ou mais. É claro que não topamos, e nem toparíamos: pela falta de ética, pela falta de vergonha, por respeito ao nosso ofício e finalmente, porque foram eles que “encostaram o umbigo em nosso balcão” e não nós no deles.

Acho que pelo fato de nos terem procurado, somente por isso, o homem resolveu aceitar nossas condições e nos encaminhou para o setor de vendas que também respondia pela propaganda, e como primeiro trabalho, nos passaram uma urgente lição de casa: um anúncio em homenagem aos escritores no “Dia do Escritor”. Um briefing simples e lacônico: “é preciso valorizar o Escritor, porque é daí que vem o nosso ganha pão”. Nós completamos com educação, cultura e saber.

Criamos um ótimo anúncio (modéstia à parte), cujo título era um trecho do poema “O livro e a América” de Castro Alves:

“Oh bendito o que semeia livros, livros a mancheias e manda o povo pensar...”

Brilhante ideia, porque semear livros a mancheias e fazer o povo pensar, além de ser um dever de cada um é o verdadeiro papel do escritor, dos livreiros e das editoras... Conscientes disso e com toda aquela empolgação de agência nova, fomos apresentar o trabalho para o pessoal de vendas. Eles vibraram com a peça, mas tiveram que chamar um diretor para ajudá-los a tomar a decisão e não deu outra. Quem veio? Aquele diretor que queria cortar nossos honorários. Era o homem do dinheiro e também da palavra final.

O que não sabíamos era que ali estava um racista daqueles de filme da Ku Klux Kan, antissemita e defensor intransigente do III Reich, do Santo Ofício, do Apartheid, anticomunista até a medula, era quem diria se a empresa faria ou não o anúncio.

Após nossa reapresentação, durante a qual ele não moveu um único músculo da dura face, puxou o texto de minha mão, dando uma lida bem superficial e, com uma expressão iradíssima e a voz rouca de ódio, sentenciou: “esse poeta de merda, proxeneta e comunista, dava o rabo para os negros e corria atrás das negras, por isso os defendia com tanta convicção...”. E mais: “Nossa empresa jamais assinará um anúncio como este, enquanto eu for vivo e diretor dela. Façam coisa melhor, se quiserem nossa conta”.

Nossa frustração foi grande. Só não foi maior, porque aproveitamos a oportunidade e descendo ao seu nível, mandamos que enfiasse sua editora no rabo, e nos despedimos em quase ritmo de Castro Alves:

“vossa senhoria, que com sua miopia, fala sobre o que não leu, fala sobre o que não viu, pois que poeta safado proxeneta e comunista é a PQP”

Vale lembrar que o homem era mulato claro, beirando a branco e, quisesse ele ou não, um ilegítimo descendente do povo negro a quem o grande poeta dedicou seu verbo, sua verve e sua vida.

Perdemos o cliente, mas mantivemos a dignidade.

Humberto Mendes
Vice-presidente executivo da Fenapro

CENP em Revista
Edição 27, p. 52

domingo, 14 de agosto de 2011

Lada Laika vs. Fusca Itamar



Não anda mais. Continua andando.

Como Ayrton Senna trabalhava


Vídeo editado mostrando como Ayrton Senna trabalhava em sua equipe: motivação, desentendimentos, desânimo, desconfiança e trabalho em equipe. Veja como era um dia de trabalho dentro dos boxes da McLaren em 1993.

domingo, 7 de agosto de 2011

Volkswagen Polo Classic. De um pólo ao outro, o mesmo carro. O carro made in the world.


A diferença entre um cara que programa e um programador

O ato de escrever códigos faz com que você seja um cara que programa, mas não necessariamente um programador. Digamos que ambos cumprem o papel e resolvem o problema. E a diferença está na forma de pensar deles.

Existem diversas maneiras de se chegar a um mesmo resultado. Algumas mais claras, diretas, outras mais bonitas, elegantes, às vezes nebulosas, cheias de voltas e emaranhados, boas ou ruins. Apesar do peso de subjetividade que esses termos carregam.

Um bom código é aquele que, chega onde deve chegar, sendo este legível aos envolvidos, e aqueles que não sabem do que se trata.

* Bom em performance;
* Sem rotinas confusas ou desnecessárias(as famosas gorduras);
* Bem indentado e organizado.

Apenas isso. Simples e objetivo. Toda a comunidade, conhece ou deveria conhecer os conceitos que citei. (Keep It Simple, Faça o Simples que Funcione, Você não vai precisar disso, Don’t Repeat Yourself...)

“Um CQP [Cara Que Programa], não leva ou nem sempre leva em consideração estas ‘máximas’.” Já um VP [Verdadeiro Programador], possui esses conceitos incorporados a ele. Na forma de pensar, na maneira de codificar. Para um Programador, é natural, para o CQP, ainda não é.

Todos sofremos pressão, temos prazos apertados, e situações difíceis pra lidar... este é o nosso mundo. A agência ou a empresa, pode lhe dizer que é tranquilo, que são pacientes, que os prazos são legais, e tudo mais, porém, faz parte da arte de programar nos deparamos com algo urgente e impossível, para ontem!

Um programador resolve da melhor forma possível, enxergando na frente, o outro faz apenas para se ver livre, e entregar logo. O erro aqui, é que depois aquele monstrinho volta, e nem sempre podemos ou temos tempo de refazer ou corrigir. E quando surgem as cabeças dos nossos monstros. Duas, Três, Sete... a tendência é piorar. Começou errado, por preguiça, falta de conhecimento, mal planejamento, ego...

Um CQP, acha que sabe tudo, ou não se importa de não saber, e nem tenta. Um VP, tenta saber, sempre busca melhorar, aceita analisando as críticas recebidas, e gosta do que faz. Fazer bem feito lhe deixa feliz, o contrário lhe incomoda.

O melhor programador não é aquele que complica mais. Códigos de linguagens alto nível, devem ser escritos por humanos e para humanos. As máquinas entendem, tanto códigos bem escritos, quanto códigos ruins, mas e você no futuro? E o outro programador?

Acho que todos nós já demos continuidade no trabalho de alguém. Já vimos scripts porcos, e outros bem feitos. Quando alguém pegar um trabalho nosso, vamos tentar ser aquele que não será xingado, e nem fez o outro programador perder horas e horas, entendendo as loucuras que fizemos.

Faça-se essa pergunta. O que você é? Qual dos dois?

iMasters

Swimmer's False Start is Truly Embarrassing! His teammates call him Michael Failps.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Some things are best left alone. Volkswagen Golf.


Caterham R300 Superlight - Nürburgring Nordschleife - Onboard


Pit Entry Fail


Durante as 24 Horas de Spa, o piloto Nikolaus Mayr-Melnhof, da equipe Blancpain-Ritter, errou totalmente a trajetória para entrar no pit lane, e capotou seu Lamborghini Gallardo.
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