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Hermann Tilke: "o que eu teria feito diferente"

O designer de autódromos alemão projetou mais de 70 pistas. Algumas delas sediaram Grandes Prêmios de Fórmula 1. Ele concedeu entrevista à revista americana Car And Driver, onde falou sobre correr com o Volkswagen de sua mãe, as críticas de Bernie Ecclestone e as reclamações dos pilotos.
Hermann Tilke
O senhor é mais um piloto frustrado?

Quando eu tinha 19 anos, durante a minha faculdade na RWTH Aachen University, comecei a correr com o Volkswagen Scirocco da minha mãe, mas ela não sabia. Depois, competi no Campeonato Europeu, primeiro com um Opel Kadett GT/E, depois com um Toyota Celica. Meu emprego não me dava tempo livre, então, para ter mais liberdade para correr, eu me demiti e fundei minha empresa. O primeiro escritório foi na nossa cozinha.

Matt LeBlanc: "o que eu teria feito diferente"

Para muitos, ele é o Joey de "Friends". Para outros, ele é o "Man with a Plan". Entretanto, para poucos, inclusive este que vos escreve, ele é simplesmente o americano do Top Gear britânico. Ele concedeu entrevista à revista Car And Driver e falou sobre os carros e motocicletas que já possuiu e atualmente é proprietário.
Matt LeBlanc Top Gear
Qual foi seu primeiro carro?

Um 1984 Nissan Pickup Truck. Comprei-o em 1985. Era novo e foi meu pai que me deu. Por um lado, estava animado, por outro, desapontado, porque eu queria um carro que precisasse de alguma coisa para ajeitar. Eu queria aquela experiência de colocar a mão na massa. Então eu vendi a picape e comprei uma 1978 Blazer que tinha kit de suspensão que ergueu o carro em dez centímetros e pneus de 36 polegadas. Era um grande carro, eu mesmo fiz tudo nele. Fiz a carroceria e a pintura na escola de tecnologia, onde fui mestre de carpintaria.

Giampaolo Dallara: "o que eu teria feito diferente"

O famoso engenheiro automotivo italiano Gian Paolo (ou simplesmente Giampaolo) Dallara começou a trabalhar na Ferrari. Depois, foi para a Lamborghini, onde desenvolveu o Miura. Hoje, tem seu próprio criado, o Dallara Stradale. Ele falou sobre tudo isso e muito mais em entrevista à revista americana Car And Driver.
Giampaolo Dallara
O senhor estudou engenharia aeronáutica. Como acabou trabalhando na Ferrari?

Eu estava na universidade, e a um mes da minha graduação, a Ferrari fez alguns testes preliminares no túnel de vento da Universidade Politécnica de Milão, e Enzo Ferrari perguntou ao professor se havia algum jovem que pudesse ajudar. O professor me perguntou se eu estava interessado. Claro! Se você é italiano e a Ferrari pergunta por você, então este é o sonho a ser realizado.

Kyle Petty: "o que eu teria feito diferente"

Neto do Lee, filho do Richard, pai do Adam, Kyle Petty faz parte da "realeza" da NASCAR. Parou de competir em 2008, mas continua na categoria, desta vez nos bastidores, trabalhando para angariar fãs. Ele concedeu entrevista à revista Car And Driver, onde fala sobre isso e toda sua carreira atrás do volante.
Kyle Petty
O que é mais difícil ao se transmitir uma corrida?

Ser honesto. Falar o que sente. Meu mundo inteiro estava dentro dessa cerca no campo, mais conhecido como garagem. Todos os outros pilotos, proprietários e membros da equipe? Conversamos abertamente. Se alguém fizesse algo estúpido, apenas dizíamos na garagem. Só que dizer isso na garagem e dizer isso em uma transmissão para milhões de pessoas são coisas inteiramente diferentes.

Walter Röhrl: "o que eu teria feito diferente"

Walter Röhrl
O bicampeão mundial de rali Walter Röhrl concedeu entrevista à revista americana Car And Driver, e falou sobre a época do Grupo B de rali, o recorde de Pikes Peak e por que, na sua opinião, correr em autódromos não produz adrenalina suficiente.

O que o senhor fazia até os 24 anos, antes de sua primeira experiência como piloto de fábrica?

Trabalhava para a Igreja Católica, na administração de uma fazenda. Isto envolvia muitos quilômetros dentro de um carro. Só em um ano, percorri 120 mil km. Dirigia um Mercedes-Benz enorme, movido a diesel. Era muito lento, mas me ensinou a olhar além da reta, aproveitá-la ao máximo para frear o mínimo possível antes da curva, então eu conseguia desenvolver velocidade. Foi uma boa escola para mim.

A. J. Foyt: "o que eu teria feito diferente"

A. J. Foyt
O único piloto a vencer as 500 Milhas de Indianápolis, as 500 Milhas de Daytona, as 24 Horas de Le Mans e as 24 Horas de Daytona, A. J. Foyt concedeu entrevista à revista americana Car And Driver.

O senhor dorme bem antes de uma grande corrida?

Sim, provavelmente já dormi melhor quando era piloto do que agora que sou dono de equipe e não venço provas.

Já ficaste apavorado em um carro de corrida?

Nick Mason: "o que eu teria feito diferente"

Nick Mason tem 72 anos, é o baterista do Pink Floyd, adora corridas de carros históricos, é proprietário de uma Ferrari 250 GTO, e Marino Franchitti é seu genro. O que mais você precisa saber? Ele mesmo contou para a revista americana Car And Driver.
Nick Mason
Seu envolvimento com as corridas vintage começou quando?

Meu pai tinha um Bentley 4.5 litros e ele levava a família para eventos com aquele carro. Íamos a Silverstone, tirávamos todo o peso extra do carro, colocávamos apêndices aerodinâmicos, e ele ia participar da corrida. Mais tarde, desfazíamos as alterações e íamos para casa.

James Glickenhaus: "o que eu teria feito diferente"

Ele foi produtor de cinema. Entrou no mundo dos negócios de Wall Street. Possui uma garagem repleta de joias automotivas, entre elas, a única Ferrari P4/5 construída.

James Glickenhaus, agora, quer construir seus próprios carros. Ele concedeu entrevista à revista Car And Driver.
James Glickenhaus Ferrari P4/5
Como se tornou apaixonado por carros?

Sempre gostei de mecânica, desde que eu era jovem. A concessionária da Ferrari de Luigi Chinetti ficava a vinte quilômetros da casa de meus pais, em New Rochelle, New York. Pegava minha bicicleta e saía de casa rumo à concessionária. O dono me deixava entrar nos carros e girar seus volantes de direção. Foi uma época mágica para mim. Eu me lembro que Chinetti comprava Ferraris e as enchia de buracos na carroceria, a fim de deixá-las mais leves. Sempre sonhei em dirigir carros de corrida nas vias públicas. O sonho de Chinetti era que eu pagasse a ele para que ele pudesse correr em Le Mans. Ele tinha uma Ferrari 512 S, e queria vendê-la para mim por vinte mil dólares, com um ingresso a Le Mans, para que pudesse dar umas voltas. Eu era esperto o suficiente para perceber que não era uma grande ideia.

Ron Howard: "o que eu teria feito diferente"

Ronald William "Ron" Howard, o aclamado diretor de "Rush", falou à revista Car And Driver sobre Fórmula 1, o próprio filme e muito mais.
Ron Howard
O senhor tem uma longa história de filmes com carros.

Sim, principalmente para um tradicional proprietário de Volvo.

O primeiro filme que dirigiu foi "Grand Theft Auto".

Sim, e para Todd Hallowell, produtor executivo e segundo diretor de "Rush".

Há alguma técnica ou ângulo de filmagem em "Grand Theft Auto" que foi usado em "Rush"?

Sim. Tentamos tornar carro e piloto um único personagem. Em "Grand Theft Auto", o intuito era a comédia, e em "Rush", o drama. Com a aproximação das lentes, o espectador capta e sente a emoção, ao contrário das tomadas mais de longe, onde apenas se assiste à cena.

Adrian Reynard: "o que eu teria feito diferente"

Projetista de centenas de carros de corrida, inclusive os que dominaram a Fórmula Indy nos anos 1990, Adrian Reynard concedeu entrevista à revista Car And Driver, onde falou que está construindo carros para si mesmo e está aguardando o momento de colocá-los a andar.

O senhor construiu um carro de corrida no seu projeto final de curso, mesmo após o conselho dos seus professores da Universidade de Oxford de não fazer isso...

Eu queria muito projetar um Fórmula Ford. Eles disseram "não". Fi-lo mesmo assim. Não ganhei notas boas, mas venci uma prova com o carro em Silverstone.

Então, Bill Stone, mecânico do carro, sugeriu que eu fundasse o que se tornaria a Reynard Motorsport. Tinha 22 anos na ocasião.

Roger Penske: "o que eu teria feito diferente"

Roger Penske
As equipes que tiveram o nome "Penske" foram vencedoras no esporte a motor, e o último título foi o da NASCAR, em 2012. Roger Penske, em entrevista à revista Car And Driver, fala sobre tudo isso, além de sua filosofia de negócios.

Qual a diferença entre vencer na NASCAR e na Indy?

Deixe-me refazer a pergunta. O que é melhor: vencer na NASCAR ou na Indy? Embora cada categoria possua suas especialidades, a NASCAR é uma coisa que comecei nos anos 1970, com Mark Donohue, Rusty Wallace e a Miller Brewing Company. Tivemos várias chances de vencer o campeonato nos anos 1990. Foi um objetivo que persegui por vários anos.

Don Panoz: "o que eu teria feito diferente"

Don Panoz
A revista americana Car And Driver entrevistou Don Panoz, inventor do sistema transdérmico, dono de dois resorts, ex-proprietário de autódromo e da American Le Mans Series. Agora é um devoto do DeltaWing.

O senhor estudou em escola militar. Foi uma boa experiência?

Ajudou. Fui cadete, depois conheci minha esposa, o que me rendeu jantares grátis aos domingos. Depois, ensinou-me a arrumar melhor minha cama, a prestar mais atenção, a estar antenado. Se eu falhasse, teria que caminhar ao redor de um mastro. São lições da vida. Você paga pelo que você faz.

Peter Brock: "o que eu teria feito diferente"

Peter Brock
Peter Brock desenhou o Shelby Daytona Cobra Coupé, o 1963 Corvette Stingray, viu Alejandro de Tomaso abusar de seus trabalhadores e virou rival de Carroll Shelby. Em entrevista à revista Car And Driver, Peter fala desses e outros assuntos.

Stirling Moss: "o que eu teria feito diferente"

Stirling MossDe 1948 a 1962, Stirling Moss competiu em 527 corridas, chegando ao final em 375, vencendo 212, sendo 16 delas na Fórmula 1. Sir Stirling, de 83 anos, falou à revista americana Car And Driver sobre o automobilismo na época do seu auge e agora.

O senhor competiu em uma vintage race em Lime Rock, onde alguns veículos que surgiram na sua época estiveram presentes. Estás surpreso pelo fato de que corridas de carros antigos terem se tornado tão populares?

Estou muito orgulhoso disso. Hoje, esses carros valem muito mais do que quando novos. Um Maserati, quando saía da fábrica, não chegava nem perto de como ficou depois de alguns anos de restauração. Uma coisa que me deixa perplexo é que essas pessoas que guiam estes carros hoje sabem que correm o mesmo perigo que nós presenciávamos há mais de cinquenta anos.

Hans-Joachim Stuck: "o que eu teria feito diferente"

A revista americana Car And Driver entrevistou o piloto alemão, ex-Fórmula 1 e duas vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans.

Que carros o senhor tem na garagem?

Um VW Touareg diesel, um VW Tiguan diesel e um Škoda Yeti.

Há dois anos, o senhor bateu um Audi R8 e se machucou na cabeça em Nürburgring. Recuperou-se totalmente?

Estava tudo melhor até o acidente. Fiquei dez dias no hospital. Foi quando tomei a decisão de abandonar o automobilismo depois de participar de uma 24 Horas de Nürburgring com meus filhos Ferdinand e Johannes, onde comecei minha carreira, em 1969. Pilotamos um Lamborghini Gallardo LP600 GT3. Foi fantástico!

Jim Hall: "o que eu teria feito diferente"

A revista americana Car And Driver entrevistou Jim Hall, construtor de carros Chaparral vencedores, ex-proprietário de equipe de Fórmula Indy e renegado aerodinamicista.

Como está sua saúde?

Estou muito bem. Tive dois joelhos substituídos por metal e plástico, para reparar os ferimentos sofridos em um acidente, em 1968, no Stardust Raceway. Eles funcionam bem.

O que pensa sobre a morte de Dan Wheldon?

Você não pode tratar ovais como um circuito misto, adicionando caixas de brita e saídas de pista. Ovais são inerentemente perigosos, pois tudo acontece em um pequeno espaço. Tenho uma ideia: acabar com as inclinações das curvas. Faria os pilotos usarem os freios.

Danica Patrick: "o que eu teria feito diferente"

A revista Car And Driver entrevistou Danica Sue Patrick, a terceira atleta mulher mais famosa dos Estados Unidos, que recentemente deixou a IndyCar Series para se dedicar à NASCAR.

Você é patrocinada pela GoDaddy, mas está trabalhando muito a favor da COPD, entidade que cuida de pessoas que possuem obstrução pulmonar crônica, que tem o site Drive4COPD.com.

Minha avó morreu com dessa doença. Ela ficava em uma cadeira de rodas, recebendo oxigênio puro 24 horas por dia. Ela esforçava-se muito apenas para respirar. Essa doença mata mais pessoas do que o câncer de mama e o diabetes. É uma coisa tão triste, e tentar ajudar é uma forma de honrá-la e talvez fazer algum bem.

Richard Hammond: "o que eu teria feito diferente"

Richard HammondA revista Car And Driver entrevistou um dos apresentadores do Top Gear.

Você esteve nos Estados Unidos durante seis semanas. Ficou com saudades da Inglaterra?

Não. Recebi a visita de minha esposa e minhas filhas nas últimas duas semanas. Além disso, adoro estar aqui. É claro, viajei muito a negócios, no entanto, apesar de ambos os países falarem o mesmo idioma, em alguns momentos, parece-me que este país é mais "estrangeiro" que muitos outros países que já visitei. Eu tenho certeza que é por causa dessa língua compartilhada que podemos ir direto ao ponto e chegar às sutilezas que fazem a sua vida diferente. Se estou na Itália ou no Japão, eu só quero saber como dizer "cerveja" e "roupa" no hotel. Considerando que, nos Estados Unidos, logo, logo, você está sentado com as pessoas e pergunta como vão suas vidas, o que eles fazem, o que importa para eles, quais as suas esperanças, aspirações e medos.

Jackie Stewart: "o que eu teria feito diferente"

Em entrevista à revista Car And Driver, o tricampeão de Fórmula 1 fala sobre sua dificuldade de aprendizagem, sua campanha para a segurança dos pilotos, e a confusão que se tornou a Jaguar Racing.

Parabéns por entrar no Hall of Fame da Indy.

Obrigado. Isso é muito bom. Eu não ganhei a corrida em 1966, obviamente, mas eu estava liderando apenas duas voltas, com oito voltas para o final, quando a bomba de óleo pifou. Eu ainda terminei em sexto lugar e ganhei o Rookie of the Year, eu ainda tenho o troféu. É um dos poucos que guardei.

Ari Vatanen: "o que eu teria feito diferente"

Em entrevista à Car And Driver, o finlandês campeão do Mundial de Rali e tetracampeão do Paris-Dakar reflete sobre a carreira que o levou das corridas à política.

Suas primeiras experiências com carros foram negativas, para dizer o mínimo.

Meu pai morreu em um acidente de carro, em 16 de outubro de 1960, quando eu tinha oito anos. Ele estava dirigindo seu primeiro carro, um Borgward. Ele estava muito orgulhoso do veículo, e estávamos a caminho do funeral de um amigo de meus pais, a 30 quilômetros de Tuupovaara, Finlândia, onde morávamos. Depois, minha mãe percebeu que estávamos equivocados sobre o funeral, que tinha realmente acontecido no dia anterior.