domingo, 30 de setembro de 2012

Emilio Camanzi mostra um Puma GTS 1975 de exportação


Conheça um raro Puma de exportação, voltado para países frios da Europa. O modelo vinha com duas capotas, uma de lona e outra rígida, para os tempos frios.

Câmbio I-Motion Volkswagen. Gaste sua energia com o que interessa.


Roberto Carlos irá sentir inveja desse cara a partir de agora...


O zagueiro tcheco Martin Jiranek tentou um chute, praticamente do meio-campo, e acertou o canto esquerdo do gol do arqueiro do Kuban Krasnodar, empatando a partida para o Terek Grozny. Apesar da beleza do tento, seu time acabou perdendo a partida por dois a um.

Se tivesse sido o Messi, ou Cristiano Ronaldo, ou outro jogador da elite do futebol a marcar este gol, as imagens seriam repetidas pela televisão exaustivamente durante umas quatro semanas...

Isto é o que acontece ao brincar com fogo enquanto abastece o carro...

Esse mané foi testar seu novo isqueiro enquanto completava o tanque de seu carro. Quando a chama encontrou o vapor de combustível, o fogo começou a se alastrar de fora para dentro do tanque.

Tamanho foi o desespero, o idiota, em vez de fechar a porta do carro, pula sobre ela. Sorte que havia um funcionário atento, que encheu um balde com água e conseguiu conter as chamas.

sábado, 29 de setembro de 2012

Chris Harris drives Pagani Huayra


Ferrari 458 Challenge - Marina Bay Street Circuit - Gregory Teo - Onboard


Cry Baby: The Pedal That Rocks The World


O documentário Cry Baby: The Pedal That Rocks The World conta a história do efeito de pedal wah wah, da sua invenção, em 1966, até a atualidade. Músicos, engenheiros e historiadores discutem o impacto do equipamento na música popular e demonstram as várias maneiras em que foi usado e como sua evolução ajudou os artistas a se expressarem melhor musicalmente.

O filme tem entrevistas com Brad Plunkett, o inventor do pedal, além de Ben Fong-Torres, Eddie Van Halen, Slash, Buddy Guy, Art Thompson, Eddie Kramer, Kirk Hammett, Dweezil Zappa e Jim Dunlop. Estes profissionais explicam como uma novidade no mundo da música transcendeu o convencional e se tornou atemporal no mundo da cultura pop.

Produção: Joey Tosi
Direção: Joey Tosi e Max Baloian
Produtor Executivo: Jimmy Dunlop

Holden UTE Burnout Extreme Fail!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

McLaren P1


A McLaren revelou no Paris Motor Show 2012 o "sucessor" do seu maior ícone, o F1. O bólido P1, cuja meta é ser um "superlativo", seja na pista ou na estrada. Apesar de ser apenas um conceito, onde a empresa aplicou um estudo de design, o P1 indica a tendência da marca para os próximos anos.

Depois de uma olhadela minuciosa no P1, pode-se constatar que o carro possui a menor área frontal no segmento dos supercarros, enquanto a carroceria produz 589 kg de downforce a 201 km/h. Além disso, o modelo traz tecnologia produzida nas corridas de Fórmula 1, como monocoque e partes da carroceria em fibra de carbono e célula de segurança no teto, que possui uma abertura de ar para o motor, disposto na parte central do veículo.

A previsão de lançamento da versão final do P1 para o público é para o final de 2013.



McLaren P1 Supercar Makes Global Debut in Paris

* McLaren P1 aims to be the best driver's car on both road and track
* The large adjustable 'active' rear wing adjusts automatically to boost downforce and optimize aerodynamics
* Mid-engine design that uses a carbon fibre monocoque and roof structure safety cage called MonoCage, and lightweight carbon 'multi-purpose' body panels

McLaren Automotive will use its first ever international motor show appearance to preview its next generation ultimate supercar – the McLaren P1 – which takes much of its technological and spiritual inspiration from the company's Racing division. The McLaren P1 has one simple goal: to be the best driver's car in the world on road and track.

At the Paris Motor Show, Mondial de l'Automobile 2012, the McLaren P1 is previewed as a design study. Next year a production version, which the company aims to put on sale within 12 months, will be revealed.

'The McLaren P1 will be the result of 50 years of racing and road car heritage,' says McLaren Automotive Executive Chairman Ron Dennis. 'Twenty years ago we raised the supercar performance bar with the McLaren F1 and our goal with the McLaren P1 is to redefine it once again.'

The McLaren P1 leverages five decades of McLaren's motorsport skills. It was designed from the outset to prioritize aerodynamic performance and spent many hours in a wind tunnel and using CFD (computational fluid dynamics) aerodynamic modelling – just like a Formula One car.

The new McLaren P1 has much higher levels of downforce than any current road car – 600kg is achieved well below maximum speed. That is approximately five times as much downforce as a McLaren 12C. Its margin over most other high performance supercars is even greater. The McLaren P1's downforce is similar to current sports racing cars, including the 12C GT3 racer.

The McLaren P1 showcases McLaren Automotive's advanced motorsport-based engineering, prioritizing high performance through state-of-the-art technology. It will feature notable advances in weight reduction, packaging, high-speed performance, materials (especially carbon fibre), powertrain and in aerodynamics.

As with the legendary McLaren F1 road car of 1992, the McLaren P1 is a mid-engine design that uses a carbon fibre monocoque and roof structure safety cage concept called MonoCage which is a development of the MonoCell used in the current 12C and 12C Spider. The structure of the MonoCage, unlike the 12C's MonoCell, also serves to guide air into the engine through an integral roof snorkel and air intake ducts, saving further weight. All the body panels are carbon fibre to reduce weight. This carries on a McLaren innovation: it was the first company to offer a full carbon body Grand Prix car (in 1981) and the first to offer a full carbon body road car (the F1).

Design Director Frank Stephenson developed the surfaces, making everything as small, light and dynamic as possible. This helped give the car a natural, almost organic, quality. The design intent was to expose the carbon structure beneath, not only showing exactly where the air was going – through the door ducts into the main radiators – but also to break up the visual mass of the body side and accentuate the cab-forward stance, giving the car a real look of lightness and agility. All the ducts were developed with the aero team, giving a direct link to McLaren's motorsport heritage.

The glasshouse was inspired by the canopies of fighter jets, giving the occupants similar sensations to a pilot. The windscreen is deeper than it is wide, creating a feeling of lightness and airiness inside. Good visibility has always been a McLaren mantra.

The McLaren P1 follows in the footsteps of the classic McLaren F1 as the 'ultimate car' offering. The name ties in with Grand Prix racing. P1 means first place – and McLaren has 180 GP victories in its 46 year Formula One history – or position one on the grid (McLaren has scored 153 pole positions). There is also heritage in that name: the McLaren F1 was initially known as Project 1, or P1

The McLaren F1 was lauded as the greatest supercar of its era when it was first shown 20 years ago. At the time, it was the world's most technologically advanced and fastest supercar.

The McLaren P1 makes its debut at the Paris Motor Show on the first press day, September 27. Further details – including its powertrain and other technical information – will be announced early in 2013, shortly before sales begin. Deliveries are expected to commence in late 2013, the year of McLaren's 50th anniversary.

Chris Harris drives Ariel Atom V8 and Noble M600 at Nürburgring Nordschleife


Chris Harris drives BAC Mono in the wet Rockingham Motor Speedway


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Matt Prior drives Tushek Renovatio T500


Apollo VIP. O Apollo com griffe própria.

A Volkswagen está lan-çando o Apollo VIP, um carro feito sob medida para você. O Apollo VIP é uma série espe-cial, em edição limitada, que soma todas as qualidades do Apollo VIR O Apollo com griffe própria. Apollo a itens exclusivos de acabamento. Externamente, o Apollo VIP se diferencia pelas cores Bran-co Star ou Vermelho Cobrado, rodas ra iadas de liga leve, vidros verdes com pára-brisa degra-dée e pára-choques e cober-turas laterais com tratamento especial na cor cinza Dentro dele você encontra bancos Recaro de última geração, com regulagem de altura (o do motorista) eduplo apoio lombar. O painel incorpora tacômetro e relógio digital, além de outros instrumentos. Todos esses itens, somados ao desempenho do motor Alta Performance 1800, dão ao Apollo VIP um toque único de esportividade. Vá até o seu Concessio-nário Volkswagen conhecer vietUo tia., cente~ Can o PÇOCONVE todos os detalhes que fazem do Apollo VIP um carro com grife própria. VOLKSWAGEN Voce conhece, você confia.

Cinco regras para gerar resultados com o marketing de conteúdo

Publish or perish (traduzido em português para "publique ou morra") é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na Internet.

Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta.

Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o content marketing, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today. Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi, autor do livro Get Content, Get Customers (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o content marketing ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.

Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na Internet. O segundo é desenvolver material que atenda a essas necessidades com um alto grau de satisfação.

Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:

Tenha uma mensagem principal: O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e de envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade etc.

SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, o que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você.

Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now!, voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.

"Espalhe" conteúdo pela Internet: Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa, presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.

Incentive o compartilhamento e a participação: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.

iMasters

Cat successfully jumps! Unsuccessfully doesn't pee on sofa later.


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

BMW E30 M3 vs. Mercedes-Benz 190E 2.3-16


Apollo. Mais uma forte razão para você ter um Volkswagen.


Mountain bike maintenance: adjusting your rear derailleur and indexing your gears


Goodyear cria sistema de auto-calibragem de pneus para caminhões

Goodyear Air Maintenance Technology 1. An internal regulator senses when the tire inflation pressure has dropped below the pre-specified psi. The regulator then opens to allow air flow into the pumping tube. 2. As the tire rolls, the deforma-tion of the tire flattens the tube, pushing the air through the tire to the inlet valve. 3. The air flows into the tire cavity, resulting in optimized tire pressure.
A Goodyear desenvolveu um novo sistema que infla automaticamente os pneus de veículos comerciais, como caminhões e outros pesados. O Air Maintenance Technology usa um regulador interno de pressão para determinar quando um pneu está descalibrado.

Quando a pressão cai abaixo de um certo parâmetro, o regulador abre uma entrada de ar para dentro do pneu. Um tubo, que percorre toda a circunferência do pneu, é pressionado pela parte murcha do pneu que está em contato com o solo, com isso, suga o ar de fora para dentro do pneu.

Quando o pneu atingir a pressão correta, o regulador se fecha, encerrando o ciclo de calibração automática do pneu. A operação não requer paradas de emergência e nem que um compressor externo esteja presente no veículo.

Quando a pressão de um pneu está abaixo da ideal, o consumo de combustível aumenta e o desgaste da banda de rodagem é acelerado. A Goodyear diz que a implementação do Air Maintenance Technology em veículos comerciais estava difícil, devido à pressão exercida nos pneus, que é por volta de 105 psi, mais que o triplo que a aplicada nos carros de passeio, que é 32 psi.

Debut of Goodyear Self-Inflating Technology for Commercial Tires at the Internationale Automobil-Ausstellung (IAA) Commercial Vehicle Show

Goodyear technology can aid in fuel savings and CO2 reductions; potential to improve performance and eliminate need for external inflation pressure intervention.

AKRON, Ohio, Sept. 19, 2012 -- Over the past year, researchers at The Goodyear Tire & Rubber Company (NYSE: GT) have been working on a new Air Maintenance Technology application that can aid in fuel savings and CO2 reductions while potentially improving performance and eliminating need for external inflation pressure intervention. The commercial application of Goodyear's Air Maintenance Technology will make its debut at the 2012 Internationale Automobil-Ausstellung (IAA) Commercial Vehicle Show in Hanover, Germany.

Tire-related costs are the single largest maintenance item for commercial vehicle fleet operators with more than 50 percent of all truck and trailer breakdowns involving a tire in some way[1]. Goodyear's Air Maintenance Technology mechanism allows tires to maintain constant, optimum pressure without the use of external pumps, electronics and driver intervention.

Proper tire inflation can result in improved fuel economy, prolonged tread life and optimized tire performance. Customers should receive the following key benefits from Air Maintenance Technology-enabled tires:

Improved Fuel Economy

Optimum tire pressure is key in the commercial market. It is estimated that for every 10 psi lost in tire inflation, there is a one percent[2] loss in miles per gallon.

While one percent may seem insignificant, it could cost a truck owner over $627.00 in fuel, based on a vehicle that has a fuel consumption of 6.6 miles per gallon, runs 100,000 miles a year with a diesel fuel price of $4.10/gallon[3].

Prolonged Tread Life

AMT is expected to play a major role in optimizing tread life in the commercial tire market. Tires which are under inflated by ten percent decrease tread life by 9-16 percent[4]. By utilizing Goodyear's Air Maintenance Technology, commercial vehicle fleet operators will be able to realize the full mileage potential of their tires, thus saving money by prolonging the use of their tires.

Optimized Performance

Properly inflated tires are also necessary to keep a vehicle's handling performance at optimal levels. Under-inflation means less evenly distributed pressure on the road. It also reduces the tread area that is in direct contact with the road and can impact the integrity of the tire casing, which is key to the retreading process.

Commercial trucks pose a different challenge for AMT than that of consumer vehicles as their tires are larger, have higher inflation pressures, drive longer distances and carry much heavier loads. Commercial tires operate at a higher air pressure, typically 105 psi for commercial tires vs. 32 psi for consumer tires. This is a much more challenging performance requirement for the pump system. The life of a commercial truck tire is often extended by retreading. The commercial truck AMT system is being designed to perform after the retreading process.

"We believe the Air Maintenance Technology application for commercial vehicle tires will not only enhance the performance of the tire, but will also provide cost savings to fleet owners and operators through the extension of tire tread life and increased fuel economy" stated Goodyear's Chief Technical Officer, Jean-Claude Kihn. "The progress we continue to make with this technology is very encouraging. We look forward to further testing of this concept."
Engineers at Goodyear's Innovation Center in Akron, Ohio, USA are credited with the development of the commercial application of this concept and the supporting technology. Prototype tires have been produced in Goodyear's Topeka manufacturing plant in Kansas, USA, and rigorous validation testing has confirmed that the AMT pumping mechanism works. An extensive fleet trial is planned to gather real-world information from customers in 2013.

A $1.5 million grant from The United States Department of Energy's Office (DOE) of Vehicle Technology is helping speed up research, development and demonstration of the AMT system for commercial vehicle tires. A grant from the Luxembourg government for research and development will continue to help fund Goodyear's efforts in researching and developing the AMT system for consumer tires.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Chevrolet Camaro ZL1 vs. Ford Mustang Shelby GT500: Chris Harris on track


2012 Goodwood Revival - 1961 Ferrari 250 GT - Hans Hugenholtz/Danny Sullivan - Onboard


Viu, Augusto Farfus? Quem mandou fazer a mulher ficar brava?



Agora, graças à Liri, todos sabem que teu apelido é "Ninho"!

Review de CD: Days Go By - The Offspring

Se existe uma banda de punk rock que consegue ser respeitada por todas as tribos, não só pela atitude mas também pelos ótimos músicos que são, essa banda é o Offspring. A banda já tem mais de 20 anos de estrada e parece que nunca envelhece. Porém, tanto respeito gera muitas expectativas exageradas.

E esse justamente é o ponto negativo de ser uma banda extremamente respeitada: os fãs são conservadores. Exemplo disso é o Metallica, que é massacrado pelos seus lançamentos experimentais de 96 a 2004 (coinciência ou não, Bob Rock produziu esse disco). A cada lançamento, os fãs esperam escutar um novo Ignition, um novo Smash, um novo Americana. Porém, cá estamos em 2012, com os caras mais velhos e mais maduros musicalmente. O que nos leva a Days Go By, que desde o seu anúncio, vem causando uma polêmica.

O primeiro single lançado foi a faixa-título, que é uma música bem pop e estradeira, típica coisa que o Bon Jovi faz muito. E como já não bastasse os fãs soltarem fogos rede afora (a ponto de sair a maior tolice já escrita na internet, de que eles queriam imitar o Foo Fighters), o segundo single, 'Cruising California', flerta e satiriza com a música pop enlatada atual. Foi aí que o pau da barraca foi chutado e muita gente estava quase decretando o fim da banda. Até que o álbum saiu, e sinceramente, todos estavam errados.

Ao dar o play em Days Go By, ele já apresenta de cara a porradeira 'The Future is Now', um grande 'cale-a-boca' a todos os pseudo-críticos. Pegada rápida, grande refrão, fórmula que os caras sabem fazer muito bem.

'Secrets from the Underground' vem na sequência. Uma das melhores faixas do play com certeza. Bem inspirada em 'The Kids Aren't Alright', com mais um refrão pra cantar junto nos shows até ficar sem voz.

A terceira é a faixa-título, lançada como primeiro single. Vou ser sincero: me surpreendi quando essa faixa saiu, de uma maneira positiva. É uma música que mostra o quanto a banda evoluiu, criou versatilidade e pode encaixar seu som em qualquer estilo de música. Excelente música e letra (sim, prestem atenção).

'Turning Into You' flerta com algumas programações eletrônicas no início, mas leva o ouvinte em terras familiares logo em seguida, quando cai no punk rock já conhecido do grupo. 'Hurting As One' já é mais porrada, típica para 'mosh pit' nos shows.

Agora começa o que eu chamo de "trinca polêmica". Começando com o segundo single desse álbum 'Cruising California (Bumpin' In My Trunk)', o grande motivo da chacota. Parece alguma música da Katy Perry, só que disputando espaço com as guitarras e bateria, com direito a autotune na voz de Dexter e uma melodia que gruda mais que cola de sapateiro. Vou ser franco: eu gostei da música. Claro que não é nenhum clássico, mas quem conhece o Offspring sabe da tradição de flertar com estilos musicais alheios da moda. Não foi nenhum crime dos caras.

Já 'All I Have Left is You' não tem nada de engraçadinha, pelo contrário. Uma música bem mais calma, com direito a piano e batidas eletrônicas. É como se o Coldplay resolvesse botar um pouco mais de peso no seu som. Mesmo assim, é uma excelente música.

A zoação agora é explícita em 'OC Guns'. Se você sentia saudade das levadas mexicanas de Americana, elas voltam aqui, com direito até a palavrões em espanhol. É praticamente um 'reggae mariachi'.

O disco volta nos eixos com o remake de 'Dirty Magic', música gravada originalmente no álbum 'Ignition' (1992), que completa 20 anos esse ano. Não mudou muita coisa da versão original, mas ficou uma excelente versão.

'I Wanna Secret Family (With You)' é uma das faixas mais animadinhas do álbum. E pra fechar o tracklist, nada melhor que duas porradas, 'Dividing by Zero' e 'Slim Pickens'.

Days Go By cumpriu o seu papel no ano de 2012: trazer o que os fãs do Offspring gostam, mostrando uma banda crescida e madura, que ainda consegue fazer ótimas músicas e se encaixar em diversos estilos. Seja punk, pop, metal... a banda ainda tem muita lenha pra queimar.

Whiplash

domingo, 23 de setembro de 2012

Steve Sutcliffe drives Pagani Huayra


Geração Baré-Cola: o rock em Brasília nos anos 1990


Como diria Renato Russo, "nem toda a geração brasileira foi Coca-Cola". Algumas pessoas preferiam Baré, aquele refrigerante que lembrava mais o Guaraná e era vendido em uma garrafa de vidro igual à de cerveja. O tal refrigerante foi um símbolo da década de 1990 e foi escolhido pelo diretor Patrick Grosner como mote para fazer um retrato do rock feito em Brasília nesta década.

O documentário "Geração Baré-Cola - Usuários de Rock" abordará a cena do rock de Brasília nos anos 1990, e trará cenas antigas de bandas locais. O filme terá depoimentos de Gabriel Thomaz, ex-Little Quail e atual Autoramas, Digão e Canisso, dos Raimundos, e Rodolfo Abrantes.

Entre as bandas presentes, estarão Animais dos Espelhos, Akneton, BSB-H, Câmbio Negro, Deja Vu, DFC, Divina Tragédia, Dungeon, El Kabong, Feijon’s Band, Filhos de Menguele, Flammea, Kratz, Little Quail and the Mad Birds, Low Dream, Maskavo Roots, Os Alices, Os Cabeloduro, Os Cachorros das Cachorras, Os Wallaces, Oz, Pravda, PUS, Raimundos, Restless, Roque & Os Biles, Royal Street Flash, Vernon Walters e Zona.

Grosner, 41 anos, é testemunha da maioria dos agitos, causos e histórias que estarão no filme. "Entre 1988 e 1990, morei no Canadá. Quando voltei à Brasília, o rock estava bombando. Eu não tocava, mas já levava a fotografia a sério. Como sempre gostei de música, as coisas convergiram e comecei a fotografar as bandas dos meus amigos".

O título Geração Baré-Cola reflete bem o espírito daquela época. "Ninguém usava essa expressão. O nome faz um contraste com a geração do rock de Brasília da década anterior, a 'Geração Coca-Cola'.

Nos anos 1980, a coisa era um pouco mais calcada nas influências estrangeiras. A galera que veio depois, além de se preocupar mais com a originalidade, olhava mais para o Brasil.

As pessoas queriam misturar sonoridades para fazer uma coisa nova, o que também aconteceu em outras cidades brasileiras, mas aconteceu aqui antes de o resto do Brasil ter noção disso. Ninguém pensava em fazer sucesso ou se levava muito a sério. A banda podia ser de metal pesado, mas tinha letra engraçada.

Será um filme bem musical, com imagens de arquivo e fotos, as minhas e as feitas por Zé Maria Palmieri e Paola Antony, intercaladas com depoimentos das pessoas sobre aquele universo, as influências, o que era viver em Brasília no começo dos anos 1990.

O depoimento de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, é a cereja do bolo. É o Rodolfo de sempre, em nenhum momento você vai achar que ele virou um cara super-religioso, só quando ele aparece tocando com a nova banda dele.

Entre as imagens recuperadas de velhas fitas VHS, o diretor aponta que há coisas que ninguém viu, maravilhosamente toscas, filmagens de ensaios, shows, e gravações de fitas demo, que vão compor a trilha sonora do documentário”.

"Geração Baré-Cola" cobre um período que vai até 1994, ano que marca o lançamento do primeiro disco dos Raimundos. "O filme conta o começo dessa história, como foi chegar até lá. Se você procurar na internet, vai encontrar toda a trajetória dos Raimundos depois de 1994, mas pouca coisa sobre antes disso. O meu filme surgiu justamente da vontade de deixar um registro audiovisual dessa história".

2013 Subaru BRZ - Laguna Seca Raceway - Randy Pobst - Onboard


Mat Watson drives Audi R8 GT Spyder


sábado, 22 de setembro de 2012

Andrew Frankel drives McLaren MP4-12C GT3


IndyCar 36: Oriol Servià


Veja o piloto Oriol Servià i Imbers, da Dreyer & Reinbold Racing, preparando-se para o 2012 Grand Prix of Baltimore.

O Fabuloso Fittipaldi


Documentário de longa metragem focalizando o campeão brasileiro de automobilismo de Fórmula 1, em 1972. Os treinos, a emoção em si, as corridas disputadas nas pistas, mas também o quotidiano do ídolo, sem ser o homem máquina que todos imaginam, junto à família, à esposa Maria Helena.

Ficha Técnica
Título original: Fabuloso Fittipaldi
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 107 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1973
Distribuição: Ipanema Filmes
Direção: Roberto Farias
Assistente de direção: Carlos Leonan
Roteiro: Roberto Farias e Hector Babenco
Produção: Rogério Farias
Produção executiva: Hector Babenco
Produtor associado: Roberto Gomes Ribeiro
Co-produção: R.F. Farias e H.B. Filmes
Música: Marcos Vale e Paulo Sérgio Vale
Sonografia: Alberto Viana e Michel Uberali
Fotografia: José Medeiros, George Bodansk
Camera: Wolfgang Bodansky
Assistente de fotografia: Axel La Rocha
Edição: Waldemar Noya
Assistente de edição: Walquer Soares
Colaboração: Promax e Bardahl

Elenco
Émerson Fittipaldi
Maria Helena Fittipaldi
Jackie Stewart
Ronnie Peterson
Clay Regazzoni
Wilson Fittipaldi
José Carlos Pace
Juse Fittipaldi
Wilson Fittipaldi Júnior
Nina Rindt
Novelli e seu Conjunto Azimuth
Denis Hulme
Denis Roland
François Cevert
Jack Ickx
Jochen Rindt
Jean Pierre Beltoise

Scion explains the FR-S coupe's limited-slip differential


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Audi está desenvolvendo combustíveis sintéticos


A Audi está trabalhando em um método para produzir etanol e diesel artificialmente, usando o dióxido de carbono que é jogado na atmosfera. O processo é complexo, e envolve grandes tubos transparentes cheios de água, que podem medir até cem metros. Além da água, os tubos contêm cianobactérias geneticamente modificadas.

Ao expor estas bactérias ao CO2 e à luz do sol, é possível produzir o que a Audi está chamando de e-etanol e e-diesel. De acordo com a marca de Ingolstadt, um veículo que roda com um destes combustíveis gera a mesma quantidade de CO2 que um carro elétrico.

Se tudo ocorrer de acordo com os seus planos, a Audi abrirá uma planta comercial para criar os dois combustíveis sintéticos em 2014.

Nino Karotta drives Toyota GT-86 from Barcelona to Budapest


Carlos Lago drives 2012 Mercedes-Benz C63 AMG Coupé Black Series


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Como um piloto, ele é um grande ator...


Na nona volta da quarta etapa de Santa Cruz do Sul do Grande Prêmio Gaúcho de Motovelocidade, disputada em 16 de setembro, categoria 250 e 300 cc, Marlinton dos Reis Teixeira, também conhecido como Kalunga, escorregou e caiu na curva quatro. Ele tentou voltar a prova, mas não conseguiu desentortar o pedal de câmbio de sua moto. Sem ter o que fazer, tentou provocar uma bandeira vermelha, simulando um desmaio no meio da pista.

Ele só não contava com a produtora In Line, que filmou toda a cena e enviou as imagens para a organização do evento, que as encaminhou para a Federação Gaúcha de Motociclismo.

Esta, por sua vez, enviou o vídeo para a Confederação Brasileira de Motociclismo e eliminou o piloto da competição, além de bani-lo da categoria. Como se não bastasse, o piloto pode responder por outro delito, pois, além de todo o dramalhão que causou, ainda agrediu um fiscal de pista, que vistoriava sua moto.

Shell Helix. Faz você sentir que está dirigindo o melhor carro da rua.


McLaren MP4-12C - Circuit de la Comunitat Valenciana Ricardo Tormo - Lucas Di Grassi - Onboard


20 de Setembro: Feliz Dia do Gaúcho!


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