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Como funciona o diagnóstico de concussão cerebral da IndyCar Series


Desde muitos anos atrás, a IndyCar Series vem tratando o problema da concussão cerebral de forma mais enfática. Em 2016, durante a etapa de Saint Petersburg, Will Power bateu seu carro contra um muro.

Os sensores do carro detectaram uma desaceleração forte o suficiente para resultar em concussão cerebral. No dia seguinte, o piloto demonstrou sintomas do problema físico.

Trabalhando em conjunto com a Universidade de Miami, a NeuroKinetics desenvolveu um protótipo do I-Portal Portable Assessment System, mais conhecido pela sigla I-PAS. O aparelho, que é parecido com um periférico produtor de realidade virtual, usa tecnologia infra-vermelho e câmeras de alta definição para avaliar as funções neurológicas de uma pessoa.

A maneira mais rápida de desembaçar o para-brisa do carro, demonstrada por um ex-engenheiro da NASA

Defog your windows TWICE as fast using SCIENCE- 4 easy steps Video Thumbnail
Em dias frios, é comum entrarmos no carro e depararmos com um vidro dianteiro parcialmente ou completamente embaçado. Geralmente, não demora muito até que a umidade vá embora e seu campo de visão para a frente seja normalizado, mas, se você está apressado ou já atrasado para o trabalho, este curto espaço de tempo pode parecer uma eternidade.

Só que Mark Rober, ex-engenheiro da NASA e famoso por publicar vídeos científicos no YouTube, mostra algumas dicas que irão ajudar você a eliminar rapidamente a condensação que se forma na parte interna do vidro dianteiro do carro.

Conheça Jamie Keeton, a "ventosa humana"

Jamie Keeton, known as "Can Head," has a rare condition that allows objects to stick to his body.
Certas e raras anomalias orgânicas fazem muitas pessoas sofrerem ao redor do mundo, mas algumas são dignas de curiosidade e, inclusive, mudam a vida de pessoas para melhor, tornando-as, de certo modo, sortudas por possuírem certa característica.

Este é o caso do norte-americano Jamie Keeton. Ele possui uma rara condição humana que faz a sua temperatura corporal estar em constantes 100 ºF (Fahrenheit), o que equivale a 37,78 ºC (Celsius), ao contrário da média do restante dos seres humanos, que é de 37,0 ºC em medição no reto e 36,8 ºC ± 0,7 °C em medições na boca ou axilas.

De acordo com o que um médico disse a Jamie Keeton, com esta temperatura acima da média, a pele se torna uma potente superfície de sucção, que pode segurar desde latas vazias a garrafas cheias de vodca. E esta habilidade foi descoberta por acaso.

Honda Walking Assist Device começa a ser testado nos Estados Unidos

Honda Walking Assist Device
A Honda anunciou que começará os testes clínicos do Walking Assist Device nos Estados Unidos da América, no Instituto de Reabilitação de Chicago, em um esforço para recuperar a mobilidade de pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral.

Pesando 2,72 kg, o Honda Walking Assist Device, preso na cintura e nas pernas, auxilia pessoas com dificuldade para caminhar. O sistema possui uma bateria de lítio de 22,2 volts de tensão, o que garante mais de uma hora de autonomia.

De acordo com o press release da Honda, até 80% das quase 800 mil vítimas de acidente vascular cerebral nos Estados Unidos tiveram sua mobilidade afetada.

Mecanismo de Anticítera: um computador de 2 mil anos é reconstruído com LEGO

Mecanismo de Anticítera
O "Mecanismo de Anticítera" é um artefato que acredita-se tratar de um antigo mecanismo para auxílio à navegação. O mecanismo original está exposto na coleção de bronze do Museu Arqueológico Nacional de Atenas, acompanhado de uma réplica. Outra réplica está exposta no Museu Americano do Computador em Bozeman, em Montana, Estados Unidos.

Os restos do artefato foram resgatados em 1901, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Anticítera, entre a ilha de Citera e a de Creta, juntamente com várias estátuas e outros objetos.

Os autômatos de Jaquet-Droz

The three Jaquet-Droz automata: "The Musician", "The Draughtsman" and "The Writer"
A família Jaquet-Droz, de origem suiça, ficou famosa no século 18 por construir diversos relógios e autômatos, que são uma espécie de brinquedos que tocam música ou outras atividades. Exemplos que podem ser citados são as caixinhas de música, como aquelas que possuem bailarinas.

Mas as criações que realmente colocaram o nome desta família na história foram as que foram construídas entre 1768 e 1774 por Pierre Jaquet-Droz, seu filho, Henri-Louis, e Jean-Frédéric Leschot: a Musicista, o Desenhista e o Escritor. São máquinas tão bem feitas que são consideradas por muitos os precursores dos computadores modernos.

60 Anos de James Bond: Parte 31 - Batido, não mexido

MythBusters James Bond Special
Existe realmente diferença entre uma vodca martini batida e outra mexida? Será que James Bond tem razão ao exigir que sua bebida seja preparada da primeira forma?

O pessoal do programa "MythBusters: Caçadores de Mitos", do Discovery Channel, foi conferir a resposta para esta pergunta, e atestaram se a hipótese é confirmada ou se a diferença entre os dois modos de preparo é um mito.

Como fazer seus óculos 3D?

Os óculos 3D tradicionais funcionam com imagens que têm duas componentes, uma azul e outra vermelha.

Assim, quando se coloca um óculos em que cada lente tem uma dessas cores, cada olho só consegue ver um dos componentes da imagem, ou seja, a lente vermelha só permite ver a imagem azul, e a lente azul só permite ver a imagem vermelha.

É a diferença de perspectiva entre as duas imagens que cria a ilusão de tridimensionalidade.

Caso você não possua, é muito fácil criar seus próprios óculos 3D.

Honda cria aparelho que auxilia pessoas com dificuldade de caminhar

Honda Walking Assist Device
A Honda, além de carros e motocicletas, também desenvolve produtos que podem melhorar a vida de pessoas debilitadas. Sua última invenção é o Walking Assist Device (WAD), um cinto que, ao ser colocado no corpo, ajuda na reabilitação e fisioterapia.

Usando tecnologia embarcada no robô ASIMO, também criado pela marca japonesa, o WAD tem um computador central, que ativa motores elétricos que ajudam a melhorar a simetria do movimento das pernas de uma pessoa que está em fase de recuperação pós-traumática.

Novo aparelho vai permitir que cegos enxerguem novamente


Pesquisadores estão trabalhando em um dispositivo que será capaz de ajudar pessoas que perderam a visão a enxergar novamente. A tecnologia utilizada é através do som, que vai formular imagens no córtex, a camada mais exterior de um órgão, visual de indivíduos cegos.

O aparelho, batizado de "dispositivo de substituição sensorial", é uma criação do cientista Amir Amedi, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e usa um algoritmo para traduzir dados visuais em efeitos sonoros. Com pouco tempo de treinamento, os usuários poderão aprender a interpretar esses sons para então conseguirem enxergar forma, localização, posição dos objetos e pessoas e até mesmo ler palavras escritas.

O produto permite que os dados sonoros, criados a partir de imagens, ativem o córtex visual lesionado de pacientes com cegueira congênita, ou seja, que já nasceram cegos. De acordo com Amedi, a camada exterior do olho organiza os dados recebidos em duas vias paralelas: uma que se relaciona com a forma, identidade e cor, e outra que estabelece a localização do objeto e coordena os dados visuais com a função motora.

No caso dos testes realizados pelo pesquisador, o estudo mostrou a ativação de duas vias do cortéx cerebral de pessoas que nunca haviam enxergado antes. Essa ação é semelhante à que pessoas com visão considerada normal são capazes de fazer, mostrando que o bom funcionamento dessa parte do cérebro pode ser conseguido sem estímulos visuais.

Olhar Digital

Cientistas conseguem ouvir gravações de Graham Bell feitas em 1880


Alexander Graham Bell, além de inventar o telefone, também fez alguns testes de gravação de áudio em discos de cera, por volta de 1880. Esses cilindros estavam guardados em Washington, EUA, há mais de um século, e, até então, eram obsoletos e inaudíveis. Mas, com uma nova tecnologia, cientistas conseguiram recuperar essas gravações e reproduzi-las. São mais de 200 trechos de áudio do inventor.

Usando luz e câmeras 3D, a equipe conseguiu captar as ranhuras e criar um mapa em alta resolução do cilindro. Assim, usando uma nova tecnologia, que custou 1 milhão de dólares à Livraria do Congresso dos EUA, cientistas, curadores e jornalistas puderam ouvir a voz do inventor.

Para a curadora do Museu Nacional de História Americana, Carlene Stephens, as gravações "fazem os pelos na nuca se arrepiarem". Ela diz que "é o passado falando diretamente para nós de uma forma nunca antes ouvida", segundo o site da NBC. A curadora explica que as gravações ficaram em uma armário durante décadas, sendo virtualmente desconhecidas e silenciadas.

Entre as gravações, os cientistas puderam ouvir o famoso "ser ou não ser..." e diversos pedaços de Hamlet, obra de William Shakespeare. Em outro trecho, puderam ouvir uma contagem de um até seis, e até o que parece ser o som de desapontamento de Bell sobre alguma falha técnica do aparelho: "Mary tinha uma ovelha que era branca como a neve. Em qualquer lugar que Mary ia... ah não!".

Médicos enxertam mão de garota na perna para futuro transplante


A chinesa Ming Li, de nove anos, caminhava para a escola quando teve sua mão esquerda decepada ao ser atropelada por um trator. Os médicos chineses acreditaram que a mão poderia ser salva, mas o braço estava muito machucado para que o implante fosse feito com sucesso. Para que os tecidos da mão não morressem, os médicos enxertaram o órgão em uma das pernas da garota.

A mão de Ming Li só foi implantada de volta em seu braço três meses após o acidente, quando os médicos avaliaram se o tecido não sofreria rejeição por causa do ferimento.

O médico Hou Jianxi, porta-voz do hospital de Zhengzhou, local do acidente, afirma que o transplante da mão de volta para o braço foi bem sucedido. "Quando ela chegou ao hospital, a mão estava completamente fora de seu braço. Era muito assustador", disse ele, em entrevista ao jornal Zhoukou Evening Post.

Segundo o médico, citado em reportagem do Orange News, ela já consegue mexer o pulso e o sangue voltou a circular normalmente no braço e na mão. "Com a terapia e mais algumas cirurgias de reparação, Ming Li será capaz de fazer a maioria das atividades sem problemas", disse Jianxi.

Galileu

Chip devolve visão a cego


Cientistas da Alemanha implantaram um chip atrás de um das retinas do finlandês Mikka Terho e ele afirma ter voltado a enxergar. Terho, que sofre de uma rara doença hereditária chamada retinite pigmentosa, começou a ficar cego durante a sua adolescência.

O chip é um apenas um protótipo que fornece avisos visuais, mas os pesquisadores estão tão entusiasmados com os resultados que já pensam em realizar testes no Reino Unido. O comitê de ética britânico aprovou testes com 12 pessoas no país, que serão realizados em Oxford e em Londres.

Essa não é a primeira vez que chips são usados para recuperar a visão. Em outros experimentos, uma câmera montada em óculos envia informações para chips implantados na retina. Porém, o experimento com o chip alemão promete usar os olhos dos próprios cegos para fazê-los enxergar novamente.

Homem que teve os dois braços amputados testa próteses de última geração




O austríaco Christian Kandlbauer, de 22 anos de idade, testa protótipos de braços artificiais de última geração em Viena. Ele perdeu os dois membros em um acidente em 2005.

As próteses são baseadas em um sistema chamado "targeted muscle reinnervation" (TMR), que conecta nervos residuais (que não foram destruídos pelo acidente ou removidos na amputação) ao equipamento, composto por sete articulações.

Assegurando o controle de funções pelos impulsos cerebrais, o paciente pode completar movimentos similares ao do braço amputado.

Chute no saco: a ciência explica

Quando um homem sofre uma agressão que atinge o saco escrotal, ou seja, o popularmente conhecido como "chute no saco", uma substância chamada simplesmente "P" é liberada pelos testículos, enviando, em frações de segundo, uma informação ao cérebro que informa imediatamente o golpe, gerando a sensação dor tão dolorosa e conhecida por nós, homens.

Na experiência, um homem normal é atingido na região pubiana por uma bola de tênis arremessada por uma máquina, e um gladiador profissional dá um chute num lutador de artes marciais, literalmente, no meio das suas pernas.





Como Fausto Silva sempre diz, "mulher ri porque não sabe como isso dói".

Pesquisa comprova que músicos escutam melhor

Depois de anos de mamãe te dizendo para desligar a música e proteger seus ouvidos, há finalmente uma evidência científica que a música pode ser boa para sua audição.

Novas pesquisas revelaram que músicos podem pegar sons da fala de maneira mais relevante em um ambiente barulhento do que não-músicos, sugerindo que o treinamento musical pode ajudar pessoas a escutar melhor em lugares como restaurantes ou salas cheias de pessoas.

"Ouvir em ambientes barulhentos é um desafio para todos, mas especialmente desafiante para adultos mais velhos e crianças com falta de habilidade para escutar", disse a neurocientista Nina Kraus da Universidade Northwestern, que é co-autora do projeto publicado este mês no jornal "Ear and Hearing". "Se pudermos estabelecer que a experiência musical pode ajudar na percepção de falas em ambientes barulhentos, isso tudo criará provocações implicativas em termos de encorajar políticas e famílias a darem educação musical para suas crianças".

Kraus e outros colegas compararam a performance de 16 músicos e 15 não-músicos em dois testes de percepção de falas em ambientes com ruído. Nos dois experimentos, os participantes tiveram que ouvir sentenças simples em condições barulhentas e repetir de volta o que eles escutaram. Ao ajustar o nível do som de fundo e contar o número de vezes que se repetiram palavras e sentenças corretamente, os pesquisadores calcularam um nível de audição para cada pessoa.

Nos dois testes de som, músicos superaram em bastante os não-músicos, e também demonstraram melhor trabalho de memória. "A extensão da experiência musical também importa", disse Kraus. "Cada vez mais cedo você começa e mais anos você está praticando, melhor sua percepção de falam em ambientes barulhentos".

Pesquisas prévias dos efeitos do treinamento musical no cérebro sugerem que estudar música aumenta regiões do cérebro responsáveis por decodificar processos sonoros, incluíndo áreas do cortex cerebral e o sistema auditivo cerebral. Treinar o cérebro a escutar e entender a música também aumenta a habilidade de escutar e entender a fala, disse Kraus, e isso faz sentido que o efeito seja particularmente nítido em condições ambientais barulhentas.

"Você faz parte de uma orquestra ou banda, e você está tentando ouvir o som do seu instrumento ou tentando tirar a melodia ou a linha do baixo", disse Kraus. "Há uma analogia em escutar conversas em ambientes com ruído, onde o que você está tentando fazer é retirar um sinal, a voz de quem fala, no meio de muitos outros sons que estão em volta".

Os pesquisadores utilizaram-se de pessoas jovens sem problema auditivo algum, e os músicos todos iniciaram seus treinamentos antes dos 7 anos e tocaram consistentemente por pelo menos 10 anos. As pesquisas deverão agora atingir novos pontos. Kraus deseja saber quanto treinamento musical é necessário para conseguir algum benefício na audição, como também se instrumentos em particular tem algum tipo de vantagem.

Colombiana recebe traquéia feita com as próprias células-tronco

Médico realiza a primeira cirurgia de traquéia do mundo.
Graças às células, paciente não precisa tomar remédios pós-transplante.



G1