quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

1978 Ford Courier. A tough way to go truckin'...


Carros movidos à pilha? ARGH!

Tenho pesadelos com o dia em que serei obrigado a comparecer em uma concessionária e escolher um carro elét..., quer dizer, movido à pilha, e os outros ficarem pensando: "nossa, o Julio se preocupa com o meio ambiente, ele anda em um carro sustentável".

CONVERSA FIADA!

Você já parou para pensar quantas toneladas de lítio foram e são extraídas para construir as "pilhas" desses carros elétricos? E outra, quantas usinas termelétricas, hidrelétricas e eólicas serão precisas para suprir a demanda adicional de energia elétrica para carregar as baterias desses carros?

Como os motores elétricos não emitem ruídos, é necessário que o carro faça barulho de outra forma. Uma alternativa foi produzida: você coloca um arquivo de áudio, seja em MP3 ou outro formato. Aí você pode ter um som do tipo de motor que quiser. Que prático, não?

Mas, caso eu tenha preguiça ou má vontade de fazer isso, o vendedor me passa as opções de "barulho" que eu queira que o meu carro emita. "Temos várias opções: V6, V8, V10, V12, Honda Mugen quatro cilindros preparado... quer ouvir alguns para facilitar sua escolha?".

Imagine a cena: um carro do tamanho de um Tata Nano emitindo o som ensurdecedor de um Ferrari 599 GTO! Seria bizarro, não?

Não me conformo com o fato que, atualmente, um fanático por carro é tratado como um discípulo do diabo. Tudo por causa dessa "onda verde" que as fábricas de automóveis foram obrigadas a entrar, só porque os "ecochatos" vêem qualquer alteraçãozinha repentina de temperatura e precisam escolher alguém para pôr a culpa.

Desta vez, escolheram os carros, que não representam nem 10% da poluição do planeta. Talvez as vacas poluam mais, mas elas não tem culpa, e os carros também não. Mas já pararam para pensar nas usinas termelétricas, principalmente as americanas, que são 75% da poluição mundial? Mas é claro que os ecochatos não vão se confrontar com eles, vão perder a briga. Bater em um gato esgualepado é fácil, quero ver encostar em um leão faminto. O mínimo que vai acontecer é ele engolir seu braço.

As montadoras são obrigadas a entrar "na moda" e criar uma estratégia de marketing para, no momento que chegar uma pessoa e perguntar "ei, o que você está fazendo para o bem do nosso meio ambiente, hein?", a fábrica já tenha a resposta, no formato de um veículo. Essa pessoa deve achar emocionante pilotar um carro desses sem barulho...

ORA ESSA! O planeta Terra já passou por problemas bem piores durante sua formação. Derramamentos de lavas vulcânicas e chuvas torrenciais que demoravam dezenas de milhares de anos, para o mundo se transformar nisso que conhecemos hoje. Ah, mas as geleiras estão derretendo! Certo, agora, no verão. Mas, e no inverno? Elas se formam novamente, não? Além disso, as maiores catástrofes metereológicas já registradas aconteceram durante o século XIX e na primeira metade do século XX, época em que os carros existiam em uma pequeníssima quantidade.

Para aqueles que acham que os carros elétricos são a salvação do planeta, sugiro lerem o texto deste link.

Pensando bem, eu até abro exceções para os veículos elétricos: ônibus, utilitários de carga e transporte, táxis, transporte público, veículos urbanos... enfim, veículos que são usados constantemente. Assim, quem sabe, o "equilíbrio da balança" entre a diminuição da poluição e a demanda de energia elétrica se concretize.

Sou um petrolhead, mas também posso pensar em alternativas para o bem de todos, desde que não mexam em meus carros favoritos, os supercarros.

Revista Vogue russa traz propaganda em vídeo


A ideia de colocar anúncios com vídeos em páginas de revista chegou aos leitores da Revista Vogue Rússia. A ação colocou uma propaganda em vídeo com a italiana Monica Belluci.

A iniciativa, que aconteceu pela primeira vez no mercado europeu, é um anúncio da Martini, usando a tecnologia "vídeo in print", da Americhip. Nas páginas, uma tela plana de cristal líquida e um micro alto-falante deram base para a proposta.

"A propaganda terá página dupla com um vídeo publicitário que começa a tocar assim que a página é virada", explicou o representante do grupo Condé Nast, Evguenia Belduguina.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Chevy Luv introduces the longest cargo box of any economy-size pickup. Now there's more to luv than ever.

Chevy Trucks. Built to stay tough.

Uma imagem

A trajetória do nome "Lotus" em gráfico
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Review de CD - The Wörld is Yours - Motörhead

A lendária banda inglesa Motörhead já entrou há bastante tempo naquele seleto grupo que você já sabe de antemão o que vai escutar em um novo álbum. Em relação ao Motörhead, você sabe que nunca se decepcionará, e nunca vai comprar um álbum onde a banda fuja do seu estilo visceral de tocar rock. E o novo trabalho do grupo, The Wörld is Yours, claro, vem para comprovar isso, trazendo um rock n' roll sem frescuras, tocado de uma maneira empolgante e honesta que somente o trio Ian "Lemmy" Kilmister, Phil Campbell e Mikkey Dee consegue fazer atualmente.

Seu novo trabalho foi lançado em 14 de dezembro de 2010 de uma maneira inédita, em parceria com a publicação inglesa Classic Rock, e em 17 de janeiro de 2011, o álbum terá seu lançamento mundial, pelo próprio selo da banda, Motörhead Music.

The Wörld is Yours abre com a energética faixa Born to Lose, com uma letra pessimista ou realista, dependendo da visão particular do ouvinte. O trio de músicos já logo de cara mostram que estão afiados em seus instrumentos, e Lemmy claro, continua cantando com sua voz característica.

A segunda faixa. I Know How to Die, começa detonando, com um riff muito bacana de guitarra e com Lemmy já vociferando frases como “If I could find the cure I wouldn’t have to cry, I know the law I know how to die". Os solos de Phil Campbell nesta faixa são velozes e empolgantes, como sempre.

Get Back In Line, a terceira faixa, continua mostrando que em The Wörld is Yours não há mesmo espaço para modinhas imbecis: rock direto, com uma letra que fará muitos cristãos pelo mundo continuar detestando o Motörhead, por conta de Lemmy afirmar em uma das partes da canção que “Now we are only slaves, already in our graves, and if you think that Jesus saves, get back in line.”

Guiada por um riff que só mesmo Phil Campbell sabe fazer, a quarta faixa Devils In My Head mantém o mesmo clima roqueiro das faixas anteriores. Na metade da canção há um solo majestoso de guitarra, mas tudo dentro do padrão qualidade de Phil Campbell, ou seja, nada de exibições idiotas ou um solo longo e chato, tudo aqui é rápido, direto, da maneira que todo solo de guitarra deveria ser.

A quinta faixa, intitulada Rock 'n' Roll Music, traz uma sonoridade mais cadenciada, mas não menos empolgante do que as demais canções do álbum. Na letra Lemmy literalmente declara uma verdade que eu também compartilho com o mestre: “Rock n roll music is my religion; I don’t need no miracle vision. I don’t need no indecision.”

Iniciada com um riff monstruoso capaz de fazer até mesmo os mortos levantarem de suas tumbas para agitar, a sexta faixa Waiting for the Snake é mais um rock n´roll clássico, do tipo que só o Motörhead tem coragem ou capacidade de fazer. Teclados? Partes orquestradas? Corais de vozes no refrão? Aqui não há espaço para isso! Rock cru e direto da maneira que ele nasceu, e da forma como ele deveria ser para sempre. Amém!

E Phil Campbell continua despejando riffs fabulosos em nossos ouvidos com a sétima faixa, Brotherhood of Man. Lemmy desta vez canta de uma forma mais gutural, o que deixa a sonoridade desta canção ainda mais pesada.

A oitava faixa, Outlaw, é mais uma daquelas canções diretas ao ponto do Motörhead, com Lemmy soltando frases de efeito como “Live or die, stand or run, shoot ‘em down, smoking gun”. Esta canção é claramente uma referência aos filmes do gênero Western que Lemmy tanto adora. Destaque para o refrão bacana e para o solo de guitarra do sempre competente Phil Campbell.

I Know What You Need, a nona faixa do álbum, já começa com Lemmy cantando sua letra, sem introdução ou firulas: é rock direto na sua cara, sem dó nem piedade! Lemmy diz na canção “I know what you are, I know what you need”.

A última e décima faixa do álbum é intitulada Bye Bye Bitch Bye Bye, e é uma daquelas canções que Lemmy escreveu falando sobre alguma de suas “relações amorosas”. É engraçado que quando o mesmo tema é tratado por algumas bandas, como o Whitesnake, tudo é melancólico e meloso, enquanto que, no Motörhead, tudo é feito de uma maneira divertida, com uma sonoridade pesada e rápida.

Formação:

Ian "Lemmy" Kilmister – baixo, vocais
Phil Campbell – guitarra
Mikkey Dee – bateria

Tracklist:
1. Born to Lose 4:01
2. I Know How to Die 3:19
3. Get Back In Line 3:35
4. Devils In My Head 4:21
5. Rock 'n' Roll Music 4:25
6. Waiting for the Snake 3:41
7. Brotherhood of Man 5:15
8. Outlaw 3:30
9. I Know What You Need 2:58
10. Bye Bye Bitch Bye Bye 4:04
Tempo total: 39:15

Whiplash

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

See what people will do for a Hublot.

F1 King Power, the official watch of Formula 1. Bernie Ecclestone, 25 November 2010. Hublot condemns all forms of violence and racism.
Bernie Ecclestone acabou de provar que pode transformar uma atitude de violência, mesmo contra ele mesmo, em uma oportunidade comercial. O CEO da Fórmula 1 foi agredido em Londres no final de novembro, quando seu olho direito ficou com um enorme hematoma.

Mesmo debilitado, ele ainda encontrou uma chance para arranjar dinheiro com isso. Posou para uma agência de propaganda, que fez uma peça publicitária para a marca suiça de relógios de pulso Hublot, com os seguintes dizeres: "Veja o que as pessoas fariam por um Hublot".

Os anúncios foram publicados no Financial Times e no International Herald Tribune. O piloto indiano Karun Chandhok, quando ficou sabendo do anúncio, chamou Bernie de "Mr. E".

1915 van Blerck Special Speedster


Um veículo único foi encontrado no eBay para ser vendido: é um 1915 van Blerck Special Speedster. Como se não bastasse o fato do carro ser quase centenário, ele foi produzido a partir de um chassi de caminhão de bombeiros, possui um sistema de tração baseado em correntes, e o motor possui 17 litros de capacidade cúbica, em apenas seis cilindros, e cada um dos cilindros possui três velas de ignição!

O carro possui 5,48 metros de comprimento e 1,82 metros de largura, e pode atingir 160 Km/h de velocidade, graças aos 200 CV de potência do enorme motor. O veículo está à venda por 199 mil dólares, e o vendedor se diz aberto a negociações.


Uma imagem

Renault revela o R30 com uma releitura da pintura clássica do Lotus John Player Special
BEAUTIFUL!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Aquatred. Porque nem todos os dias faz sol.

Aquatred. O pneu à prova d'água.

E-Commerce: SAC como sintoma

O atendimento ao cliente tem sido escolhido como alvo de investimentos, principalmente para impedir a fuga de clientes - objetivo importante num momento em que as expectativas de expansão do mercado são bem mais modestas do que em anos anteriores.

Nesnse sentido, discute-se muito as funções que o SAC deve desempenhar e as ferramentas de apoio necessárias. Um dos métodos mais adequados para evoluir nesse tema é analisar a frequência das diversas ocorrências que são atualmente atendidas pelo SAC, identificar as informações necessárias para atendê-las e o que as têm originado.

Mais de 80% das ocorrências referem-se a seis categorias de problemas em ordem de importância: a entrega da mercadoria, a devolução da mercadoria pelo cliente, a confirmação de dados do cliente para evitar fraude, o cancelamento da venda, as dúvidas sobre como comprar, sobre produtos e sobre meios de pagamento.

Entrega da mercadoria: 36% das ocorrências

Toda venda no e-commerce implica o compromisso de, pelo menos, uma entrega numa data, local e embalagem escolhidos pelo cliente no momento da compra.

Perto de 15% das ligações do cliente para o SAC são devidas aos atrasos de entrega da mercadoria. Tais atrasos são devidos à venda efetuada sem o estoque correspondente, aos gargalos do atendimento físico no armazém e à impontualidade da transportadora.

Como o pagamento é antecipado, o cliente tem o direito de saber o estado de atendimento do seu pedido: recebimento, pagamento efetuado, em atendimento físico, embarcado etc. Essa ansiedade é tão grande que responde por cerca de 13% do total de ocorrências no SAC.

O rastreamento do pedido em seu processo integral de atendimento exige que todos os eventos relevantes sejam processados por um workflow e devidamente comunicados tanto diretamente ao cliente quanto à loja virtual. Tais eventos são resultantes de processos na Análise de Risco, no Gateway de Pagamento, no armazém e no transporte.

Há problemas de entrega que transcendem a transportadora: o cliente não menciona o endereço correto, a pessoa habilitada a receber está ausente no momento da entrega ou simplesmente há recusa em receber. Tais casos recebem a denominação de insucessos de entrega e correspondem a cerca de 2% do total das ocorrências.

Devoluções: 16% das ocorrências

As devoluções, em sua maioria, são causadas por defeitos do fabricante, por avaria no transporte, por atraso na entrega, por item trocado. Tais motivos correspondem a 8% das ocorrências totais. Salvo defeito do fabricante, as demais razões prendem-se à logística.

Quase todos os sites têm como regra somente liberarem o crédito ou a troca a partir do recebimento e da validação da mercadoria devolvida pelo cliente. Trata-se de um processo longo correspondente, no mínimo, a três vezes o transit time. Isso implica na necessidade de informar ao cliente todos os eventos relativos a sua devolução, o que chamamos de rastreamento da reversa. Se são raros os sites que rastreiam as entregas, contam-se nos dedos de uma mão os que conseguem rastrear a reversa.

Indagações sobre o estado das devoluções correspondem a 6% do total das ocorrências. Pela lei do consumidor, o cliente tem o direito de devolver a mercadoria até 7 dias corridos da data de entrega não importa o motivo, além disso, o site é obrigado a retirar a mercadoria e, em casos excepcionais, a postagem é feita pelo cliente às expensas do site. Todavia, as devoluções por arrependimento correspondem a menos de 2% do total das ocorrências.

Dúvidas: 10% das ocorrências

Os clientes fazem uso do SAC para tirar dúvidas sobre produtos, sobre como navegar no site e meios de pagamento. Além disso, com a expansão do mercado, há muitos clientes iniciantes que se sentem inseguros em comprar.

Em tese, o site deveria ser claro o suficiente para informar o cliente, porém a navegabilidade e a clareza ainda são pesados desafios para os projetistas.

Análise de Risco: 8% do total

Dos pedidos fechados no site, em média, mais de 60% não são faturados. Uma das razões se deve à Análise de Risco, os pedidos duvidosos forçam um contato com o cliente para validação de dados. Embora sejam ocorrências originadas pela própria loja, elas correspondem a 7% do total.

Cancelamento do pedido: 5% do total

O cancelamento do pedido difere da devolução pelo fato de a mercadoria não ter sido recebida pelo cliente.

Para que o cancelamento seja efetuado, é necessário que o sistema saiba o estágio do atendimento em que ele se encontra e, ainda, para cada estágio, há atividades especificas a serem realizadas.

A maioria das ocorrências de cancelamento são devidas à desistência de compra, as demais devem-se à alteração do meio de pagamento e ao atraso na entrega.

Conclusão

Com exceção de desistência de compra, a grande maioria das ocorrências que lotam o SAC são decorrentes de erros que acontecem no processo logístico e no site.

Quanto à logística interna, excesso de carga de trabalho, gargalos operacionais, desorganização física e falhas na conferência resultam em atrasos no embarque. A logística externa (transporte), por ser terceirizada, parece não fazer parte das preocupações gerenciais, embora seja a etapa mais longa do processo de entrega e com custo muito significativo: atrasos na entrega, extravios e avarias nas mercadorias são os problemas mais frequentes.

O autoatendimento dos sites ainda é muito precário. Com ele, muitas ocorrências poderiam ser evitadas, começando pelas mais fáceis, como informações de produtos, como comprar, como pagar etc., às mais complexas, como cancelamento e devolução. Além disso, o rastreamento das entregas e da reversa, quando existem, ainda são atualizados com grande defasagem.

Para melhorar o atendimento aos clientes, o foco não deve ser apenas o SAC, mas onde os problemas que estão sendo resolvidos pelo SAC têm sua origem: site e logística. O SAC apenas expressa irregularidades, a solução delas não se resume em aumentar os operadores ou em investir em software, mas em realizar tarefas que exigem muito mais empenho e que residem dentro de casa: eliminar as causas das ocorrências.

iMasters

Olhe bem para o quadro e responda...

...qual deles não ganhou nada no centenário?

domingo, 26 de dezembro de 2010

Chevrolet Corsa. Um carro fora do sério.


Shelby GT500 de 800 CV "abre o bico" no dinamômetro


Este Mustang Shelby GT500 2008 recebeu uma série de modificações que elevaram sua potência 800 CV. Chamado de "Blue Diamond", o carro teve a pressão do supercharger configurada em 24 psi (1,65 bar), além de vários outros upgrades, feitos por uma preparadora da Flórida.

O dono do carro disse que o motor funcionou bem em uma série de corridas de arrancada, até que um parafuso da biela estendido se rompeu, num rotineiro teste de dinamômetro.

Como NÃO prender um Mitsubishi Evo em um dinamômetro...


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!


AlbanêsGezuar Krishtlindje
AlemãoFroehliche Weihnachten
ÁrabeI'D MIILAD SAID OUA SANA SAIDA
ArmênioShenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
BascoZorionstsu Eguberri. Zoriontsu Urte Berri On
BengaliBodo Din Shubh Lamona
BoêmioVesele Vanoce
BretãoNedeleg laouen na bloavezh mat
BúlgaroTchestita Koleda; Tchestito Rojdestvo Hristovo
CeltaNadolig Llawen a Blwyddyn Newydd Dda
CingalêsSubha nath thalak Vewa. Subha Aluth Awrudhak Vewa
Chinês(Mandarin) Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan
 (Cantonês) Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun
 (Hong Kong) Kung Ho Hsin Hsi. Ching Chi Shen Tan
CoreanoSung Tan Chuk Ha
CornishNadelik looan na looan blethen noweth
CreeMitho Makosi Kesikansi
CroataSretan Bozic
ChecoPrejeme Vam Vesele Vanoce a stastny Novy Rok
DinamarquêsGladelig Jul
InglêsMerry Christmas
EscocêsNollaig Chridheil agus Bliadhna Mhath Ur
EsperantoGajan Kristnaskon
EslovacoSretan Bozic or Vesele vianoce
EslovenoVesele Bozicne. Screcno Novo Leto
EspanholFeliz Navidad!
EstonianoRoomsaid Joulu Puhi
FarsiCristmas-e-shoma mobarak bashad
FinlandêsHyvaa joulua
FrancêsJoyeux Noel
FrísioNoflike Krystdagen en in protte Lok en Seine yn it Nije Jier!
GalêsNadolig Llawen
GregoKala Christouyenna!
HavaianoMele Kalikimaka
HebraicoMo'adim Lesimkha. Chena tova
HindiBada Din Mubarak Ho
HolandêsVrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar!
HúngaroKellemes Karacsonyi unnepeket
IslandêsGledileg Jol
IndonésioSelamat Hari Natal
IraquianoSaidan Wa Sanah Jadidah
IrlandêsNollaig Shona Dhuit
ItalianoBuone Feste Natalizie
JaponêsShinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto
KalaKhristougena kai Eftikhes to Neon Etos
LetoPriecigus Ziemas Svetkus un Laimigu Jauno Gadu
LituanoLinksmu Kaledu
ManêsNollick ghennal as blein vie noa
MaoriMeri Kirihimete
NorueguêsGod Jul Og Godt Nytt Aar
PolonêsWesolych Swiat Bozego Narodzenia
PortuguêsFeliz Natal
Rapa-NuiMata-Ki-Te-Rangi. Te-Pito-O-Te-Henua
RomenoCraciun Fericit
RussoPozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva i s Novim Godom
SérvioHristos se rodi
SamoanoLa Maunia Le Kilisimasi Ma Le Tausaga Fou
SuecoGod Jul and (Och) Ett Gott Nytt Ar
TagaloMaligayamg Pasko. Masaganang Bagong Taon
TâmilNathar Puthu Varuda Valthukkal
TailandêsSawadee Pee Mai
TurcoNoeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
UcranianoSrozhdestvom Kristovym
UrduNaya Saal Mubarak Ho
ViatnamitaChung Mung Giang Sinh
ZuluNginifisela inhlanhla ne mpumelelo e nyakeni.


Oi To The World
No Doubt
Everything In Time
Interscope Records
2004
Haji was a punk just like any other boy
And he never had no trouble till he started up his Oi band
Safe in the garage or singing in the tub
Till Haji went too far and he plugged in at the pub

'Twas a cold Christmas eve when Trevor and the skins
Popped in for a pint and to nick a back of crisps
Trevor liked the music but not the unity
He unwound Haji's turban and he knocked him to his knees

If God came down on Christmas Day
I know exactly what he'd say
He'd say "Oi to the punks and Oi to the skins
But Oi to the world and everybody wins"

Haji was a bloody mess, he ran out through the crowd
He said "We'll meet again we are bloody but not unbowed"
Trevor called his bluff and told him where to meet
Christmas Day on the roof down at 20 Oxford Street

If God came down on Christmas Day
I know exactly what he'd say
He'd say "Oi to the punks and Oi to the skins
But Oi to the world and everybody wins"

On the roof with the nun chucks Trevor broke a lot of bones
But Haji had a sword like that guy in Indiana Jones

Police sirens wailing, a bloody dying man
Haji was alone and abandoned by his band
Trevor was there fading and still so full of hate
When the skins left him there and went down the fire escape
(Oi, Oi)

And then Haji saw the north star shining more then ever
So he made a tourniquet from his turban saving Trevor
They repelled down the roof with the rest of the turban
And went back to the pub where they bought each other bourbon

If God came down on Christmas Day
I know exactly what he'd say
He'd say "Oi to the punks and Oi to the skins
But Oi to the world and everybody wins"

If God came down on Christmas Day
I know exactly what he'd say
He'd say "Oi to the punks and Oi to the skins
But Oi to the world and everybody wins"
(Oi, Oi)
 Haji era um punk como qualquer outro garoto
Não teve problemas até montar sua banda Oi
Seguro na garagem ou cantando na banheira
Até que ele foi mais longe e tocou em um pub

Era um natal frio quando Trevor e os skins
Estouraram uma caneca e rasgaram um pacote de crisps
Trevor gostava da música, mas não do unity
Ele desenrolou o turbante de Haji e o derrubou de joelhos

Se deus descesse no dia de natal
eu sei exatamente o que ele diria
Ele diria "Oi para os punks e oi para os skins,
mas oi pro mundo todo e todo mundo ganha"

Haji estava ensanguentado e correu para a multidão
Ele disse "Nós estamos ensangüentados mas não fomos derrotados"
Trevor os chamou e marcou onde se encontrar
No dia de natal no telhado 20 da rua Oxford

Se deus descesse no dia de natal
eu sei exatamente o que ele diria
Ele diria "Oi para os punks e oi para os skins,
mas oi pro mundo todo e todo mundo ganha"

No telhado Trevor quebrou muitos ossos
Mas Haji tinha uma espada igual ao cara do Indiana Jones

Sirenes da polícia, um homem ensangüentado morrendo
Haji estava sozinho abandonado por sua banda
Trevor estava caído e cheio de ódio
Quando os skins o deixaram e fugiram pela escada de incêndio

Então Haji viu a estrela do norte brilhando mais que nunca
Fez um torniquete de seu turbante e salvou Trevor
Desceram do telhado com o resto do turbante
Voltaram para o bar e pagaram uísque um para o outro

Se deus descesse no dia de natal
eu sei exatamente o que ele diria
Ele diria "Oi para os punks e oi para os skins,
mas oi pro mundo todo e todo mundo ganha"
Se deus descesse no dia de natal
eu sei exatamente o que ele diria
Ele diria "Oi para os punks e oi para os skins,
mas oi pro mundo todo e todo mundo ganha"
(Oi, Oi)
Agora, no ritmo das luzes de Natal!




James May drives Porsche Boxster Spyder


Top Gear: Audi R8 V10 Spyder vs. Porsche 911 Turbo cabriolet


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Fiat Stilo BlackMotion. Um carro para poucos. E maus. Quem gosta de carro, não vai resistir.


Comércio eletrônico: uma abordagem diferencial

Neste artigo estão descritas algumas características funcionais típicas de lojas virtuais com alto volume de venda (com uma base de atendimento de mais de 2 mil pedidos por dia), tomando como referência as mesmas funções na indústria ou comércio tradicional, e mostrar que o Back-office do comércio eletrônico é substancialmente diferente do ERP tradicional.

Nem todas as funções foram abordadas no texto, portanto, não há a pretensão de esgotar o assunto. Foi dado privilégio às funções ligadas ao atendimento de pedidos e distribuição. Confira os principais itens:

Tipo de cliente

As lojas virtuais de alto volume destinam-se majoritariamente a consumidores ? pessoas físicas. Esta característica tem grandes implicações: dificuldade de identificação dos clientes, endereços de entrega que podem mudar a cada compra, sobrecarga no pós-venda, dificuldade na definição do perfil dos clientes, poucos recursos para personalização do atendimento etc.

Investimento em TI

Um traço altamente distintivo das lojas virtuais de alto volume é a quantidade mensal de pedidos de venda. Este massa de dados exige alto investimento em hardware, linhas de comunicação, segurança, processos com alta performance e meticulosa administração do banco de dados.

A parada do sistema equivale a fechar as portas da loja para os clientes, ou seja, a perda de mais de 250 vendas por hora. Tanto a Web Store quanto o Back-office integral, são sistemas de missão crítica.

Prazo de Entrega

Uma das exigências mais elementares do comércio eletrônico é o cumprimento da data de entrega prometida ao cliente: quanto mais curto o prazo maior a vantagem da loja.

Há duas grandes etapas que determinam o prazo de entrega: o transit time e o tempo de atendimento físico do pedido.

O primeiro independe da loja e o segundo é dependente da eficiência do processo de atendimento (físico e lógico) ao qual o pedido é submetido: análise de risco, aprovação do pagamento, inclusão na programação da expedição (função da janela de expedição), separação, empacotamento, faturamento e expedição.

A administração desta linha de montagem assemelha-se ao controle de shop floor com sensores monitorando os processos em tempo real. Para se ter uma idéia de tais prazos, em média, o processo interno de atendimento tem duração máxima de um dia.

Itens e SKU

É irresistível conter o crescimento da diversidade de itens, desta forma, não é difícil ultrapassar 30.000 SKUs (item-embalagem). Do ponto de vista logístico, as conseqüências do aumento da diversidade são dramáticas, principalmente quando não se concentra em itens com a mesma geometria (CD, DVD, livros).

Foi-se o tempo em que as LVAV vendiam apenas mercadorias. Agora, serviços e créditos também estão sendo vendidos: e-music, garantia estendida, vale presente, game, instalação de software, montagem de móveis etc.

Tais itens têm um comportamento anômalo subvertendo a cadeia clássica de processos de atendimento e, para complicar, relacionando-se estreitamente com agentes externos (licenciadores ou prestadores de serviço).

Disponibilidade de Estoque

Uma regra básica para o cumprimento da data de entrega prometida é a preexistência da mercadoria vendida em estoque. Uma forma alternativa e audaciosa seria trabalhar com estoque virtual, ou seja, admitindo a disponibilidade como a soma dos pedidos de compra ao estoque físico.

Para colocar essa forma alternativa na prática sem contratempos, há necessidade de acordos com fornecedores especialmente selecionados, um sistema que permita a comunicação imediata das demandas aos fornecedores e o encaixe dos recebimentos aos pedidos correspondentes sem qualquer intervenção humana.

Quantidade mínima de venda

Lucrar com ticket médio baixo e entrega em domicílio é uma façanha. Normalmente, os custos fixos comerciais geram quantidades mínimas de venda - exceto se a venda for no balcão, onde o custo de distribuição corre por conta do cliente.

Esta é uma das principais razões que impõe o alto volume operacional: a concentração do mercado, melhoria contínua de processo e alto investimento em software-hardware.

Regras comerciais

A impessoalidade da venda obriga que as regras comerciais estejam embutidas no software, portanto, poucas e altamente padronizadas: preço, desconto, condições de pagamento, frete e data de entrega.

Há projetos que visam à fidelização do cliente através de pontuação a ser transformada em desconto, porém, ainda não estão em processo de disseminação pela web.

Como as formas de comercialização (regras de negócio) são elementos essenciais na captura de clientes, elas estão sujeitas a constantes alterações condenando o software à crescente complexidade.

As regras comerciais vigentes no comércio eletrônico são incomparavelmente pobres quando comparadas com aquelas usadas na mediação comercial realizada por vendedores ou representantes. Esta disparidade será gradualmente reduzida.

Análise de Risco - autenticação do cliente

O risco da loja virtual é por fraude. Para diminuir as fraudes, há programas desenvolvidos especialmente para esta finalidade. Estima-se que 5 em 100 deveriam ser retidos por fraude. Nas lojas físicas, o pagamento com cartão exige a senha e coincide com o faturamento, portanto, a possibilidade de fraude é muito menor.

Crédito

No comércio eletrônico, a concessão de crédito ao cliente é feita por um agente financeiro: administradora de cartões e/ou banco. Não há qualquer possibilidade de intervenção pessoal em relação ao crédito.

Na indústria, a análise de crédito de vendas a prazo precede o atendimento dos pedidos de venda e é realizada a partir de regras contidas no ERP (com uso do limite de crédito, a soma das duplicatas em aberto, a soma dos pedidos em carteira, o histórico de compras, histórico de pagamentos etc.).

Para casos duvidosos, há um departamento especializado que reavalia o crédito a ser concedido a partir de informações não estruturadas colhidas na praça.

Seqüência de atendimento dos pedidos

Nas indústrias que produzem para estoque, normalmente o atendimento de pedidos obedece a uma fila de precedência em função da data de aprovação. Há exceções, principalmente quando a carteira supera a disponibilidade de estoque, ou seja, a regra, embora exista, é administrável. Atrasos podem ser negociados através de contato com os clientes.

No comércio eletrônico não há esta possibilidade ? todos os pedidos são processados da mesma forma e na ordem de chegada. A indisponibilidade é punida com a perda do cliente por atraso de entrega ou cancelamento do pedido.

Parcelamento da entrega

O parcelamento da entrega é outra flexibilidade muito comum que deixa de existir no comércio eletrônico. A exceção é feita pelas lojas que declaram prazos de entrega por item (livrarias).

Há parcelamento da entrega, com permissão do cliente, por outros motivos logísticos: características físicas do item que implicam transportadoras diferentes, itens armazenados em diferentes depósitos, distintos prazos de entrega dos fornecedores, etc.

Pagamento antecipado

Pagamentos antecipados são raros nas indústrias e distribuidores. Normalmente, os pagamentos são feitos após entrega.

No comércio eletrônico ocorre o inverso: o pagamento, em sua maior parte, é feito simultaneamente à inclusão do pedido. O efeito disso é grave: aumenta a ansiedade dos clientes, torna a inclusão de pedidos um fato contábil e dificulta muito a reversão da compra.

Formas de pagamento

Um pedido pode ser pago por mais de uma forma pagamento no ato de sua inclusão: parte por cartão, parte por vales e o resto por financiamento. A tradicional condição de pagamento a prazo é substituída por diferentes composições de pagamentos à vista à loja ou parcelada pela operadora de cartão.

Cobrança

O faturamento no comércio eletrônico não gera duplicatas em razão do pagamento antecipado, exceto casos especiais de B2B. A remessa de duplicatas para cobrança e o retorno das liquidações são procedimentos normais em quaisquer contas a receber de indústria e distribuidores e, praticamente, inexiste no comércio eletrônico. Entretanto, reconciliar créditos de administradoras de cartões ainda é uma tarefa árdua por não ser normatizada.

Separação da mercadoria por pedido (picking)

Pontos como a grande variedade de SKU, a inexistência de SKU populares (constante em muitos pedidos) e a venda ao consumidor por unidade implicam o picking por pedido.

Teoricamente, todos os SKUs deveriam também ocupar posições de picking - o que nem sempre é possível, principalmente devido à escassez de posições de estoque. Em outros termos, as alterações no mix, do ponto de vista da logística interna, podem gerar complexos problemas operacionais por falta de espaço e sobrecarga no uso de equipamentos.

Programas de expedição

O firme compromisso com a data de entrega, se possível sua antecipação, obriga a logística a cumprir rigorosa agenda estabelecida com as transportadoras - caso contrário a penalidade seria o aumento das despesas com fretes e atrasos de entrega.

O cumprimento desta agenda exige estimativa de tempo e recursos a serem usados em função da demanda ? pedidos a atender de uma determinada rota cujas entregas estejam dentro de um período.

As ferramentas usadas para a programação são similares aquelas usadas na manufatura: atividades, roteiro de produção, tempos padrões, restrição de recursos, etc.

Picking no armazém x Picking no terminal de carga

O comércio eletrônico encurta a cadeia logística: do Centro de Distribuição a mercadoria é remetida diretamente ao cliente, evitando o estoque intermediário da loja física. Desta característica decorre a junção do picking com o packing no armazém.

Estas atividades exigem alto investimento em hardware e constante revisão de processos para que o alto desempenho esteja aliado à qualidade do atendimento.

A separação por SKU, aproveitando-se de caixas ou mesmo paletes, com transferência do picking para terminais dos transportadores ainda é privilégio de indústrias.

Documentos de saída

Além da obrigatória nota fiscal, há necessidade de facilitar o trabalho da transportadora em seu terminal de cargas com a etiquetagem dos volumes (número do volume do ponto de vista da transportadora, nota fiscal e número do volume do ponto de vista do embarcador) e a remessa de um arquivo contendo as notas fiscais embarcadas.

Além de baratear o custo da entrega, tais documentos evitam retornos ou extravios.

Foi-se o tempo que a transferência de responsabilidade da mercadoria para a transportadora era feita apenas através de um conjunto de notas fiscais e respectivos volumes referenciando notas.

Tratando-se de pequenos volumes em grande quantidade, a conferência do carregamento passa a exigir instrumentos mais precisos: coletores em rede de rádio freqüência.

Embalagem

Tal como em lojas normais, a embalagem pode ser normal ou para presente. Numa mesma compra, as unidades podem sem embaladas separadamente por desejo do cliente.

Ao presente, pode-se associar um cartão, com escolha do tipo de papel, e texto previamente digitado pelo cliente. Tais associações são sutis e exigem rígido sequenciamento operacional visto que são milhares de notas que passam seguidamente pelos checkouts.

Tradicionalmente, as funções da expedição são pouco atendidas pelos sistemas integrados e foco de desvio de carga, roubo e avaria. No comércio eletrônico, a expedição é intensamente controlada pelo WMS, condição necessária para dar qualidade ao atendimento de milhares de pedidos de venda.

Análise de rentabilidade e instrumentos gerenciais

O comprar e o vender estão sob uma mesma responsabilidade funcional segmentada por natureza de itens ? categorias de itens agrupadas em departamentos que podemos questionar:

1. Como distribuir o capital de giro entre os departamentos?
2. Como e com qual freqüência é preciso avaliar a margem?
3. Como controlar a flexibilidade necessária para acompanhar ou tomar iniciativa em relação à concorrência em termos de preço, condições de pagamento, frete etc.?
4. Quais seriam os indicadores para repor estoques considerando milhares de itens, parte deles com ciclo de vida efêmero (ex. CD, DVD, livro, vestuário)?

O instrumental clássico de informações executivas deve ter ciclo de atualização muito curto, no mínimo diário. As regras clássicas de reposição de estoque normalmente usadas não servem mais, ou melhor, servem apenas para reposição de materiais auxiliares (embalagem, etiqueta, fita adesiva, materiais de escritório etc.). Novos e sofisticados métodos de análise passam a ser indispensáveis para reduzir o capital de giro e não perder vendas.

Atendimento pós-venda

Um fator altamente diferencial do comércio eletrônico é de ordem legal. Além de se submeter à lei do consumidor, o cliente tem direito à devolução sem custos até sete dias contados a partir do recebimento.

É de se esperar que, pelo menos, quatro por cento das vendas retornem ao depósito. A grande maioria das devoluções deve-se a problemas logísticos, imprecisão na descrição dos itens e arrependimento.

O volume diário de chamadas dos clientes para o SAC considerando todos os canais (chat, e-mail, fone e fax) passa de 4 mil. Para registrar e monitorar estas chamadas há necessidade de um sistema específico profundamente integrado ao ERP. Esta íntima integração explica a dificuldade encontrada no uso de um CRM com a atribuição de atender integralmente às demandas dos clientes.

Um exemplo da importância desta integração é a troca de um bem por outro de menor valor: deve-se ficar na expectativa da devolução ao mesmo tempo em que se reserva o novo pedido e se gera um crédito com a diferença.

Quando ocorre o registro da devolução, o sistema deve imediatamente liberar o pedido para picking e depositar o crédito ao cliente.

Conclusão

Tem sido um erro conceitual classificar o comércio eletrônico tão somente como um novo canal de vendas a usar a mesma plataforma de gerenciamento e controle das lojas físicas ? as grandes redes de lojas físicas pagaram muito caro por este erro.

Por outro lado, a juventude do comércio eletrônico tem como conseqüência normal a instabilidade de seus processos e o aumento gradual da abrangência de sua utilização colidindo frontalmente com Back-office (plataformas) com baixo nível de flexibilidade.

iMasters

2011 Audi R8 V10 Spyder


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Toyota Hilux. Invencível.


A víbora voltará em 2013


O Dodge Viper voltará. Com a última unidade do carro da víbora tendo saído da linha de montagem em julho deste ano, a Chrysler já planeja seu retorno. A confirmação vem do CEO da marca, Ralph Gilles, em entrevista para o jornal Detroit News.

Uma nova versão deve chegar às revendas em 2013 e, embora a montadora norteamericana esteja sob controle da Fiat, nem a Ferrari nem a Alfa Romeo terão participação na criaçao desta terceira geração.

"Os planos são de desenvolver um projeto totalmente novo dentro da própria Chrysler, embora as opiniões da italiana sejam muito bem vindas", diz Ralph Gilles, presidente da Dodge.

Segundo o Wall Street Journal, a Chrysler apostará em um Viper com acabamento mais luxuoso do que na versão mais recente e com um motor 8.4 V10 de 600 CV de potência. O novo projeto foi tão bem recebido dentro da marca que foi unanimamente aprovado pelo comitê de produto.

Coldplay Rips Off Mario! The biggest videogame-music scandal since 50 Cent shot Parappa the Rappa.


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Honda City. Para você, que faz aquele pouquinho a mais para realizar um sonho.


Volkswagen passa a controlar a Karmann


A União Europeia aprovou a proposta de aquisição da Karmann pela Volkswagen para adquirir parte dos negócios. Com isso, a VW poderá assumir o controle das divisões de desenvolvimento de carros e componentes, contratos de manufatura, além da produção de equipamentos e ferramentas da Karmann. A aprovação da União Europeia foi necessária porque havia o risco de o negócio quebrar as leis de concorrência de mercado.

A Karmann entrou com pedido de falência no começo do ano passado, depois de mais de um século de atuação na indústria automobilística. A empresa ficou famosa por fabricar conversíveis, exatamente, para a Volkswagen, e também montou modelos como o Audi A4 Cabriolet e o Mercedes CLK Cabrio, além do Chrysler Crossfire e do Nissan Micra.

Apesar do interesse da VW em comprar parte das operações da Karmann, a produção de tetos conversíveis deve passar para as mãos da Valmet Automotive, uma das maiores fornecedoras de componentes do setor na Europa.

rFactor - World Super GT 2 - Toyota GT-One - Nürburgring Nordschleife - Preview Video


domingo, 19 de dezembro de 2010

Mercedes-Benz. Racing is a state of mind. (With Mika Häkkinen, Fernando Alonso and Lewis Hamilton)


Loteria da Velocidade


Um conceito criado pela Volkswagen pretende premiar motoristas obedientes de uma forma inusitada: através de um radar rodoviário de velocidade de veículos!

A ideia é uma espécie de loteria: quem passar pelo radar abaixo da velocidade permitida no local, além de não ser multado, ainda concorre a um prêmio em dinheiro. Já quem passar do limite de velocidade, será multado, entretanto, parte do dinheiro arrecadado não irá para os cofres públicos, mas será usado para premiar o vencedor do sorteio.

Em um período de três dias, mais de 24 mil carros passaram pelo radar experimental. A velocidade média local diminuiu de 32 para 25 Km/h. "Eu acredito que isto pode mudar o comportamento humano para melhor", disse o americano Kevin Richardson, idealizador da campanha.

Cyclepassion 2011


A Cyclepassion é conhecida por fazer calendários com mulheres ciclistas profissionais em poses sensuais com suas bicicletas. Para promover a edição de 2011, um documentário de 75 minutos foi produzido, com entrevistas e imagens de bastidores.

As pilotos que embelezarão os calendários de 2011 são as competidoras de cross-country Willow Koerber, Heather Irmiger, Mona Eiberweiser, Fabienne Heinzmann e Julie Krasniak, além da estrela do cicloturismo Hanka Kupfernagel e das ciclistas de estrada Liz Hatch e Veronica Andréasson.

O filme, chamado Eyes Wide Open, custará 49 libras, e o calendário, 35 libras. Acesse o site www.cyclepassion.com para maiores informações.


sábado, 18 de dezembro de 2010

Get More Gs. The new 2011 Subaru Impreza WRX and STI.


Porsche e Audi desistem de ingressar na Fórmula 1


Matthias Mueller, CEO da Porsche, desmentiu as especulações que havia levantado em outubro, sobre a marca de Stuttgart, além da Audi, de Ingolstadt, voltarem à Fórmula 1.

Wolfgang Durheimer, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Porsche, disse que a Porsche poderia até ter uma equipe própria na categoria máxima do automobilismo. Entretanto, em uma entrevista para o jornal alemão Westfalen Blatt, Mueller descartou essa possibilidade.

"A Fórmula 1 é um campeonato de pilotos, onde o foco da publicidade e do marketing está nos patrocinadores, e as marcas de automóveis ficam em segundo plano. Para nós, isso é uma desvantagem. A segunda desvantagem para um investimento a longo prazo é uma clara regulamentação para o futuro. Mas, se o grupo Volkswagen estava interessado, a Porsche certamente seria a marca que trabalharia melhor para isso", acrescentou Mueller.

Depois de participar da Fórmula 1 nos anos 1950 e 1960, a Porsche forneceu motores para a McLaren nos anos 1980. O projeto mais recente da marca alemã na categoria foi em 1991, numa colaboração com a Arrows.

O Mercedes-Benz SLS AMG 2011 fazendo zerinhos com as portas abertas!


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

F1 2010 Highlights (FOM Official Race Edits)


Um cego no Top Gear Test Track


Um deficiente visual, fã do programa automotivo britânico Top Gear, desafiou o programa, dizendo que poderia bater o tempo do último colocado na tabela de tempos do "Star in a Reasonable Car", uma atração do programa, no qual pessoas famosas e convidados especiais fazem uma volta rápida na pista de testes do Top Gear a bordo de um carro de preço razoável, no caso, o Suzuki Liana.

Jeremy Clarkson autou como um autêntico navegador do deficiente visual, sendo os "olhos" do motorista, ao redor do Top Gear Test Track.

Fiat Uno 1.5 R


Uma velharia inteiraça quase perfeita!

Qual o defeito?

É um Fiat.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Nissan Livina 2011. A Nissan tem um jeito inovador de pensar um carro para a família.




Por que o Ferrari F10 é o único carro de Fórmula 1 no Gran Turismo 5? Pergunte ao Bernie...

Ferrari F10 - Gran Turismo 5 Image
O GTPlanet esteve na festa de lançamento do Gran Turismo 5 em Madrid, e conversou com um representante de marketing de uma das marcas de automóveis presentes no jogo produzido pela Polyphony Digital.

Depois dessa conversa, ficou sabendo por qual razão o Ferrari F10 é o único carro da temporada 2010 da Fórmula 1 que está presente no Gran Turismo 5. A resposta para esta perplexa questão está no fato do contrato de licenciamento feito por Bernie Ecclestone, CEO da Fórmula 1.

Bernie tem o controle sobre tudo que está em torno da Fórmula 1, como os direitos de uso da marca, imagens televisivas, contratos de participação de equipes, enfim, tudo que fizer parte do "circo", menos os carros da Scuderia Ferrari.

Por razões conhecidas somente por Bernie e a Ferrari, a marca italiana tem a liberdade de explorar as possibilidades que envolvem os carros que participam do campeonato de Fórmula 1, como por exemplo, criar simuladores ou licenciar sua imagem para desenvolvedoras criarem seus próprios jogos. Exemplos disso são o Gran Turismo, da Polyphony Digital, o Ferrari Virtual Academy, criado pela própria Ferrari S.p.A., e o parque temático Ferrari World, em Abu Dhabi.

Se haviam controvérsias quanto a possíveis privilégios concedidos por Bernie Ecclestone à Ferrari, para que a mesma não deixasse a Fórmula 1, agora, há uma prova concreta de que a marca de Maranello possui regalias que as outras equipes não possuem, embora esses privilégios sejam ínfimos.

SEGA Rally 2


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Volkswagen Passat. Sempre a melhor opção para o seu estilo de vida.


Dario Franchitti drives Jim Clark's Lotus-Ford 38/1 at Indianapolis Motor Speedway


Cadarço provoca acidente de Kart na Itália


O canadense Daniel Morad celebrava sua vitória no Rotax World Championship, no International Circuit La Conca, quando o cadarço de sua sapatilha se amarrou no pedal do freio, fazendo o piloto perder o controle e bater no Kart de outro piloto que vinha a seu lado.

Outro erro (este foi imperdoável) aconteceu no pódio: a bandeira da Nova Zelândia, hasteada para o terceiro colocado, estava virada!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

WRC 2010 Season Review - FIA Gala 2010


Como aumentar resultados com e-mail marketing em até 1000%

O retorno de campanhas de e-mail marketing costuma ser calculado entre 1% e 2%. Isso significa que, para cada 100 contatos enviados, se conseguirá no máximo uma ou duas respostas positivas à sua mensagem. Pouco, se comparado a outras ferramentas de marketing digital.

Por causa disso, muitas empresas acabam adotando a lógica do "quanto mais, melhor". O negócio é enviar algumas dezenas (ou talvez centenas de milhares) de e-mails para que o retorno compense e gere os negócios esperados.

Só que essa estratégia gera outra consequência: as despesas aumentam, já que o volume de envio é muito alto. Para compensar, as empresas buscam adquirir listas de e-mail (mailings) com o menor custo possível, sem verificar sua origem. E se a própria empresa que vendeu o e-mail produz o banner e também dispara, melhor ainda, pois além de tudo se consegue um desconto pelo "pacote".

E lá se vão, então, as centenas de milhares de e-mails (que somadas a outras centenas de centenas de milhares de e-mails enviados por outras centenas de milhares de empresas) que se transformam no nosso tão e velho conhecido "spam". A lógica perversa desse sistema é que, quanto mais se faz spam, menor tende a ser o retorno.

Mas há uma forma mais eficiente de se fazer e-mail marketing. Campanhas capazes de gerar retorno de 5% a 10%, ou seja, de 500 a 1000 vezes superiores à média. Atingir esses patamares é plenamente viável para qualquer empresa, mas exige alguns pré-requisitos. Seguem abaixo os principais:

Fuja da tentação do spam: Em um primeiro momento, enviar e-mails para milhões de contatos parece ser uma forma rápida e barata de promover sua empresa. Mas quantidade não significa qualidade, principalmente em relação ao e-mail marketing. Faça os cálculos ao longo do tempo e verá que os resultados tendem a diminuir ao invés de aumentar, pois a grande maioria das pessoas que recebe seus e-mails não tem o menor interesse no que você oferece. Então, é muito provável que elas rapidamente o incluam na lista de spams, tornando seus esforços inúteis.

Direcione sua mensagem: A melhor forma de evitar essa situação é direcionando sua mensagem. Ou seja, em vez de espalhar um e-mail genérico tentando atrair a atenção de todos (ou de ninguém, o que é mais comum), defina qual o perfil do público que você quer atingir e direcione sua campanha com base no interesse desse público. Assim, você aumenta suas chances de que as pessoas se interessem pela sua mensagem.

Retorno é proporcional ao investimento: Não há como fugir dessa regra, principalmente em relação à aquisição de listas de e-mail. As empresas que trabalham de forma séria, seguindo as normas da Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd), com listas segmentadas e obtidas de acordo com o consentimento das pessoas (Opt In), cobram um preço bem maior em relação às listas de spam. O retorno, porém, tende a ser muito mais alto, já que se trata de um público propenso a se interessar pelo que você oferece.

Construa seu mailing: Uma forma eficiente de aumentar o retorno das suas campanhas é construir sua própria lista de e-mails. Há diversas formas de fazer isso: comprando listas segmentadas como sugerido no item anterior, cadastrando clientes e consumidores, fazendo parcerias com fornecedores, criando promoções. Este método é mais trabalhoso e demorado, mas o potencial de retorno também é maior, já que a lista é formada por pessoas que conhecem a sua empresa ou têm interesse direto ou indireto em seu segmento de atuação.

Tenha uma estratégia: É comum que as empresas se lancem em campanhas de e-mail marketing sem nenhuma estratégia definida. Simplesmente produzem um banner "bem bonito" com a apresentação do produto ou da empresa e pronto. E lá vai o mesmo banner ser divulgado para as mesmas pessoas do mailing toda a semana, até a saturação.

É como diz um ditado: não se pode esperar que saia algum resultado diferente fazendo sempre a mesma coisa. O que você faria se recebesse a visita de um vendedor que toda a semana repetisse exatamente os mesmos argumentos que na reunião anterior?

É por isso que a campanha de e-mail marketing precisa ter uma estratégia. Além do público-alvo definido, é preciso estabelecer as mensagens (argumentos, abordagem, promoções, diferenciais) que você vai apresentar em cada contato (e-mail).

Faça testes: Uma das vantagens das campanhas de e-mail marketing é poder avaliar a receptividade de cada ação. Com isso, é possível você testar a abordagem, como por exemplo mudar a linha de assunto, ou o tipo de promoção, e depois verificar qual gerou mais retorno.

Acompanhe os concorrentes: Com certeza você mesmo deve receber dezenas de mensagens de e-mail marketing todos os dias. Estude-as. Veja quais lhe chamam mais a atenção. Entre no site dos concorrentes e inscreva-se para receber suas newsletters. Conhece uma empresa que está tendo muito retorno com e-mail marketing? Inscreva-se para receber os e-mails dela também, analise como são suas campanhas e não receie em aproveitá-las em suas próprias campanhas.

iMasters

Old Guy Rocks Out Sidewalk! "Hey, I guess they're right. Senior citizens, although slow and dangerous behind the wheel, can still serve a purpose."


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

F1 2010 Season Review - FIA Gala 2010


Carro funerário fazendo drift!


"Renato Russo era quase um Tim Maia, reclamava muito do som", conta Dado Villa Lobos


Um tesouro do rock nacional só agora descoberto. O Fantástico revela cenas inéditas da intimidade de uma das maiores bandas brasileiras: a Legião Urbana. São imagens dos bastidores da gravação do último disco do grupo, seis meses antes da morte de Renato Russo.

Intenso, impulsivo, genial. Ou, em uma palavra: mito. O vozeirão, todos conhecem. Mas um Renato Russo ninguém nunca viu. São cenas inéditas e desmentem a imagem de poeta atormentado. Um roqueiro brincalhão faz troça dos fortões, rola no chão e saltita, imitando um bailarino.

"Essa é a imagem que as pessoas não conhecem muito do Renato. Ele é o cara mais engraçado que eu conheço. Na verdade, o cara era tudo em um só", define o baterista do Legião Urbana, Marcelo Bonfá.

A gravação foi feita com câmera amadora ao longo dos anos pelo baterista Marcelo Bonfá e pela mulher dele. E é um dos poucos registros dos bastidores do conjunto que mudou a história do rock brasileiro.

Ao sair de Brasília para tocar pelo país afora, o grupo não parou mais. No vídeo ao lado, você vê, em primeira mão, vários momentos da rotina da banda – antes, durante e depois dos shows, entre 1987 e 1996. Catorze anos depois da morte de Renato Russo, o Fantástico leva você a uma turnê pela intimidade da Legião Urbana.

Uma vida cigana: aeroporto, avião, estrada. Em cada parada, o martírio da passagem de som, a exigência impossível da perfeição.

"O Renato era quase um Tim Maia, reclamava muito do som", conta o guitarrista do Legião Urbana, Dado Villa Lobos. "A gente tocava em lugares e situações acústicas extremas e bem difíceis, ginásios que não eram preparados para isso. Então, era sempre uma grande confusão".

O vídeo revela um momento de tensão no camarim. Os músicos da banda de apoio brincam. Renato, às vezes senta, quieto. Às vezes, zanza de um lado a outro. Ao pisar no palco, podia fazer um afago carinhoso ou dar uma bronca colossal.

Fosse a ternura acústica de uma canção de amor ou a ferocidade elétrica de uma música de protesto, era sempre a voz da juventude que olhava para o palco como se visse a si própria. Sempre que podia, Renato dava seus recados.

"Fascistas são pessoas que não deixam vocês pensarem do jeito que vocês querem", alertou. "Cuidado com esse povo que fala em nome de Deus e quer seu dinheiro. Jesus não cobra ingresso, a Legião cobra", ironizou.

Nos intervalos, Bonfá, Dado e os músicos da banda de apoio procuravam se divertir.

Bonfá aparece em um vídeo jogando bola e faz um gol-contra lá, digno de Bola Murcha do Fantástico.

"A gente se divertia realmente. E o Renato ficava enfurnado dentro de um quarto de hotel ficando verde", lembra o guitarrista.

"A gente se desdobrava com esses horários, porque se tinha passagem de som à tarde, sobrava a manhã", recorda o baterista.

Já era a consequência da bebida e da dependência química. Renato já sabia que tinha Aids e passava boa parte do tempo deprimido.

"Nesse dia eu me lembro de ele estar no café da manhã debaixo da mesa. Enquanto a gente estava sentado, ele estava debaixo da mesa", conta Bonfá.

Mas havia dias de tranquilidade. Como um à beira da piscina. E, sempre que havia música, era Renato e seu momento, nem sempre preso ao repertório do papel.

"Tinham músicas que abriam esse espaço para o Renato improvisar e colocar o repertório dele", diz Dado.

"Ás vezes nem abria espaço. Ele entrava com as músicas fora do tom", acrescenta Bonfá.

Em outro trecho, Renato canta uma versão em inglês e nunca gravada da música "Dezesseis". Nem Dado nem Bonfá se lembravam dela.

"Eu não me lembro dessa versão em inglês. Eu sei que tinha essa de 'Flores do mal' que algum gênio apagou. Aí, foi embora a voz em inglês", conta Dado.

Renato aparece muito magro, em abril de 1996, na gravação do disco "Tempestade", menos de seis meses antes de morrer.

"O teor do disco é muito triste - as letras, a música. Muito triste, muito difícil de ouvir, muito difícil de fazer aquele disco", revela Dado. "Uma das coisas mais tristes é a voz do Renato debilitada e registrada daquele jeito. O Renato sendo um grande canto que sempre foi, um grande cantor, um grande intérprete. O ano de 1996 foi complicadíssimo, foi esquisito. Ele estava muito compulsivo em querer produzir, escrever e registrar o que ele estava vivendo".

"Quando ele apareceu, já foi um choque, porque eu não o via havia uns três meses", conta Bonfá.


"Dona Penha faz um caldinho tão bom para mim. É bom, porque eu ainda estou tendo problema para digerir as coisas. Estomatite, esofagite, tudo que é 'ite' eu tenho", disse Renato Russo.

Dona Penha de quem Renato fala é Maria da Penha Silva, que trabalhava como cozinheira do estúdio de gravação e se encantou com o astro que a tirava para dançar.

"Eu achava o maior barato aquele jeitão dele. Eu me amarrava naquilo", conta a cozinheira.

Nos dias de gravação, Renato só tomava o caldo verde que ela fazia. Dona Penha lembra que o músico pedia para que ela deixasse o caldo verde pronto todo dia. "Aí, eu deixava pronto. Entre 10h e 10h30, ele já chegava à cantina cantando para mim", conta.

Dona Penha não sabia da doença. A morte dele foi uma grande surpresa. "Quando deram a notícia, eu fiquei muito chocada. O estúdio parou naquele dia. Foi triste", lamenta.

Nem o produtor musical Carlos Trilha, tecladista da banda de apoio, sabia. Já doente, Renato não ia mais ao estúdio e ligava de madrugada para reclamar da equipe.

"Achava que era um estrelismo dele. Então, eu não ficava muito feliz com os telefonemas dele àquela hora, até o dia em que eu não aguentei e disse: 'Muito bem, sua majestade Renato Russo, fica em casa ouvindo as gravações e reclamando da gente que fica lá o dia inteiro trabalhando'. Aí, ele disse: 'Eu estou doente'", conta Carlos Trilha.

Até o fim, Renato procurou orientar a gravação e o trabalho dos músicos.

"Eu nunca vou me esquecer disso: 'Método, Carlos Trilha, método'", conta o produtor musical.

"Ele era um cara que sempre puxava as pessoas para cima. Chacoalhava você e falava: 'Vai fazer! Produz! Vamos lá, todo mundo junto!'", lembra Dado.

Como explicar a adoração quase religiosa dos fãs? O artista que só via multidões diante de si cantava como se olhasse no olho de cada um. Talvez seja uma das pistas para a inexplicável facilidade de emocionar.

"Ele poderia cantar 'Parabéns pra você' e fazer você chorar no final. Ele tinha esse poder, não sei como se poderia chamar, esse carisma, essa aura incrível. Era um cara muito sensível, com muitas ideias na cabeça e muita vontade de fazer e realizar tudo o que ele sonhava e pensava. Eu acho que ele conseguiu cumprir muitos desses sonhos", finaliza Dado.
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