sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Homem-Carro: A História de Anísio Campos

Homem-Carro: A História de Anísio Campos
Anísio Campos é um designer de carros, responsável pela criação de mais de quinze automóveis, entre 1960 e 1990. Estes veículos, conhecidos no Brasil como "carros especiais", foram criados de forma quase artesanal.

As mãos de Anísio fizeram maravilhas sobre rodas. A princípio, pode-se dizer que, aos oitenta anos de idade, Anísio Campos não tem mais nada para realizar, a não ser deixar seu apartamento em ordem.

Todos os seus arquivos, que ele armazena desde o começo de sua carreira, estão deixando-o louco. A filha de Anísio, Raquel Valadares, diretora de "Homem-Carro", aceita a tarefa de organizar todos os arquivos.

Ao fazê-lo, Raquel passa a conhecer histórias sobre a vida de seu pai e seus carros. Histórias que merecem ser contadas. Ao evocar as memórias frágeis de seu pai, Raquel tenta compreender um passado, quando o sonho de uma indústria automobilística brasileira parecia possível, e um presente, quando tal sonho já faz parte do passado.

Conduzindo Anísio em diversas viagens em busca de suas memórias, Raquel promove o encontro de um artista com suas obras, em uma experiência tocante e duradoura, que nos faz repensar nossos próprios sonhos.

Produção: Anima Lucis
Coprodução: Segunda-Feira Filmes
Direção: Raquel Valadares

A senha para assistir ao vídeo é anisiocampos.

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2015 SCG 003 Stradale and 2015 SCG 003 Competizione

2015 SCG 003 Stradale
A Scuderia Cameron Glickenhaus revelou seus novos modelos, o SCG 003 Stradale, um carro para as vias públicas, e a sua respectiva versão unicamente para uso em pistas, o SCG 003 Competizione.

Os carros foram desenvolvidos pela mesma equipe de produziu o P4/5 Stradale, baseado na Ferrari Enzo, e o P4/5 Competizione, a partir da Ferrari 430 Scuderia. O 2015 SCG 003 Stradale e o 2015 SCG 003 Competizione compartilham a mesmo modelo de chassis em fibra de carbono.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

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2015 Aston Martin Vulcan

2015 Aston Martin Vulcan
A Aston Martin revelou oficialmente o Vulcan, modelo exclusivo para as pistas. Descrito como "a mais intensa e emocionante criação até agora", o Vulcan possui dianteira com enorme grade integrada ao spoiler, um desenho totalmente novo em relação aos modelos anteriores da Aston Martin. Já o restante do carro traz linhas conhecidas de todos.

O carro possui chassi em fibra de carbono, diferencial de deslizamento limitado, eixo cardã de magnésio com cruzetas em fibra de carbono, além de freios Brembo com discos de carbono-cerâmica com diâmetros de 380 mm nas rodas dianteiras e 360 mm nas traseiras.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Le Professeur: Alain Prost Tribute


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Renato Bellote dirige a Maserati 3200 GT


Saiba como construir programas de fidelidade usando dados estatísticos e percepções sobre seus consumidores

Programa de Fidelidade
Todos sabem que, a cada dia, está cada vez mais difícil conquistar a fidelidade do consumidor. Ele estão sempre conectado à internet, possui várias opções de escolha, e pode facilmente encontrar os menores preços.

Ao criarem um programa de fidelidade, muitas empresas acham que resolveram o problema da competitividade, mas a concorrência também usou da mesma tática.

Os consumidores se inscrevem, em média, em oito programas de fidelidade. A maioria deles funciona pelo sistema de pontos, descontos e recompensas. E estes benefícios são feitos para aumentar as vendas ao invés de gerar engajamento à marca.

Abordagens tradicionais já não funcionam mais. Isto não quer dizer que você deve abandonar seu programa de fidelidade e partir para outra abordagem. Ao invés disso, reformule a maneira de engajar seu consumidor.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Por que a Nissan sempre escolhe o número 23 nas competições que participa?


Algumas montadoras são conhecidas por usarem sempre os mesmos números no automobilismo. A Ferrari, na Fórmula 1, com o número 27, a Aston Martin, com o número 007, e a Nissan, com o número 23.

Agora, no seu retorno à FIA World Endurance Championship, a Nissan estará na pista com o GT-R LM NISMO LMP1 inscrito com o número 23. Mas por que a marca japonesa sempre escolhe este número?

Michael Caruso, piloto da V8 Supercars Australia, que, em 2015, correrá com o Nissan Altima número 23, explica o motivo. Na língua japonesa, o número "dois" tem o significado da palavra "ni", e, para dizer o número "três", pronuncia-se "san".

A junção das duas palavras japonesas gera "ni san".

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2015 Renault Mégane GT220

2015 Renault Mégane GT220
A Renault lançou a modificação GT220 do modelo Mégane. Disponível nas versões Hatch, Coupé e Sport Tourer, o Renault Mégane GT220 possui chassis com engenharia da Renault Sport, rodas de liga leve Serdard de 18 polegadas, freios com discos ventilados com 320 mm nas rodas dianteiras e 360 mm nas traseiras, cilindro-mestre RS e servo-assistência melhorada.

A dianteira foi redesenhada, com entrada de ar central, enquanto que a traseira ganhou um novo difusor aerodinâmico e acabamento inferior na cor do veículo. O motor é um 2.0 turbo 16 válvulas, que produz 220 CV a 4.750 RPM e 34,67 kgfm de toque a 2.400 RPM. A transmissão é manual de seis marchas. O conjunto mecânico permite que o carro acelere de zero a 100 km/h em 7,6 segundos e atinja a velocidade máxima de 240 km/h.

Marketing de Conteúdo: um guia prático para conquistar consumidores

Charm, Convert, Retain: A Marketer's Guide to Dating. An Comparative Infographic Between Dating and Content Marketing. Um infográfico que dá dicas para conquistar consumidores com Marketing de Conteúdo.
Conquistar um consumidor é como conquistar um grande amor. Não se deve dizer "compre meu produto" quando alguém se torna seu fã no Facebook ou segui-lo no Twitter. Da mesma maneira, não se deve pedir a outra pessoa em casamento no primeiro encontro.

Como atrair possíveis consumidores para um relacionamento sério, ou melhor, para engajá-los com sua marca?

Fazendo uma bem humorada relação com um relacionamento amoroso entre duas pessoas, o infográfico da Constant Contact lista alguns fatos que profissionais de content marketing podem aprender com a "arte da conquista" para reter novos consumidores.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Noivo assume o papel de Rambo na sua despedida de solteiro


Dana Saint se casou com Nina Turino em agosto de 2014. Seus amigos organizaram uma despedida de solteiro, mas não uma tradicional. Realizada no dia 26 de julho, a despedida ficou conhecida como "Rambo Day".

Saint é fã de Sylvester Stallone e obcecado pelos filmes do Rambo. Dana e seus amigos, quando eram crianças, costumavam encarnar seus heróis do cinema e refilmavam suas cenas prediletas.

Agora adultos, os amigos de Dana decidiram fazer uma surpresa ao noivo, e refilmaram algunas cenas, com alto nível de produção, contando com a abordagem do xerife Will Teasle, da cidade de Hope, sessão de bronzeamento, para que Saint ficasse mais parecido com Sylvester Stallone, perseguições de carros, explosões na floresta, resgate de prisioneiros de guerra, batalha em um rio e a participação especial do pai do noivo no final, no papel do Coronel Trautman.

Depois da "guerra", todos foram para a Colômbia.

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Facebook vs. YouTube: como os anúncios em vídeo funcionam nas duas plataformas? Saiba como escolher a melhor para a sua campanha.

Saiba as vantagens e diferenças entre as ferramentas oferecidas por cada uma das plataformas
Video Ads: Facebook vs. YouTube
Os anunciantes querem atrair o máximo de visualizações possíveis em seus anúncios com vídeo, mas, é claro, só querem pagar pelas pessoas que realmente os assistirem. O anúncio em vídeo do Facebook, que possui o recurso autoplay, e o TrueView do YouTube, são as opções disponíveis no momento.

Quais são os aspectos e parâmetros que os profissionais de marketing devem estudar para escolher a melhor ferramenta de anúncios em vídeo para sua campanha? A segmentação, o custo, e como o público interage com o conteúdo, são alguns dados que devem ser avaliados no momento da criação.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Tim Richmond: To The Limit


Considerado o "James Hunt americano", acelerou além dos seus limites e aproveitou as melhores coisas da vida. Tim Richmond significou para a NASCAR o mesmo que o inglês representou para a Fórmula 1.

Sua carreira foi tão intensa quanto curta. Diagnosticado com AIDS, assim como a Guerra Fria, a coisa mais temida pelas pessoas nos anos 1980, Tim Richmond teve que encerrar suas atividades nas pistas de corrida precocemente.

No entanto, não revelou a ninguém que estava com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, apenas disse que possuía pneumonia dupla. Apenas sua família sabia da doença. Nem mesmo a namorada de Tim Richmond tinha conhecimento do que ocorria com o piloto, até a morte de Tim, em 1989, quando a família Richmond contou a verdade.

Neste documentário, produzido pela ESPN, você irá descobrir, através de depoimentos de familiares, amigos e pilotos que conviveram com Tim Richmond, que, em 1976, com 21 anos, passou a integrar a equipe de NASCAR do piloto Dave Shoemaker, amigo do pai de Tim.

No oval de Lakeville, em Ohio, Richmond pediu para dar uma volta no carro da equipe, apenas para matar a curiosidade. Sem nunca ter pilotado um carro de competição antes, marcou tempos mais rápidos que Shoemaker. Surgia o piloto Tim Richmond.

Em 1979, Richmond estabeleceu-se na Fórmula Indy. Seu talento apareceu para o mundo nas 500 Milhas de Indianápolis de 1980. Classificando-se apenas em 19º, Richmond foi evoluindo durante a prova, até ficar entre os dez primeiros, arrancando elogios de ninguém menos que Jackie Stewart, que comentava a Indy 500.

No entanto, o combustível do carro de Tim acabou na última volta. Richmond não se deixou abater, e, para atenuar a situação, pediu carona aos boxes para o vencedor da prova, Johnny Rutherford. Todos os olhos deixaram de mirar o vencedor e se voltaram para o empenhado.

Uma sucessão de fortes acidentes criou um impasse. Tim Richmond recebeu um convite da NASCAR, e se adaptou mais rapidamente aos carros da stock car estadunidense. Entretanto, fora da pista, as coisas tornaram-se mais complicadas.

Com carros esportivos, apartamentos luxuosos e belas mulheres, Tim Richmond era a soma da aparência de Keke Rosberg, do apetite sexual de James Hunt e do carisma de Tom Cruise. Isso era estrelismo demais para os padrões da NASCAR na época, e o piloto criou desafetos, como Dale Earnhardt, Richard Petty, Terry Labonte e Bobby Allison.

Tim Richmond e Dale Earnhardt protagonizaram duelos nas pistas, e Richmond venceu Earnhardt algumas vezes. Dale era um ídolo dos Estados Unidos, uma espécie de "Ayrton Senna norte-americano".

O auge do duelo entre os dois ocorreu em 1986, quando eles disputaram centímetro a centímetro o título da temporada. Earnhardt foi o campeão, mas Richmond venceu mais corridas, e levou o time da Hendrick ao status de grande equipe.

Ao longo de 1986, ninguém reparou que Tim Richmond tossia com frequência, e foi ficando com fisionomia cada vez mais debilitada. O piloto constantemente se queixava de uma gripe que não curava, e chegou a faltar alguns treinos. Fez exames, e eles revelaram um abismo: ele havia contraído AIDS.

Além de ser o grande medo do mundo na década de 1980, havia um enorme problema de origem social: a doença era inicialmente associada aos homossexuais, era chamada "a praga gay".

No auge da fama e da carreira, Tim Richmond escondeu a doença do público, apenas ele e sua família sabiam disso. O preconceituoso mundo da NASCAR não aceitaria que um piloto poderia possuir uma doença que era associada apenas aos gays. Então, Tim Richmond passou a dizer que estava com pneumonia dupla.

Segundo a família Richmond, o choque que Tim recebeu foi tamanho que ele não conseguia acreditar que havia contraído AIDS, chegando a negar o fato para si mesmo. Apesar de ter iniciado o tratamento, o piloto continuou vivendo sua vida normalmente, sem se importar no perigo que estava expondo às pessoas em sua volta.

Uma das vítimas acabou sendo a própria namorada, Lagena Lookabill Greene. Em setembro de 1986, Tim Richmond a pediu em casamento, supostamente, antes do diagnóstico da doença. Entretanto, acredita-se que ele já sabia que tinha AIDS quando tiveram relações sexuais naquele dia.

Tim Richmond perdeu boa parte da temporada de 1987, e ninguém entendia o motivo. Ainda assim, o piloto conquistou duas vitórias espetaculares em Pocono e Riverside. Sua última corrida foi em agosto, no oval de Michigan, abandonando a prova com problemas de motor. Em setembro, demitiu-se da Hendrick Motorsports.

O piloto sabia que iria morrer em breve, e queria encerrar sua carreira em grande estilo. Participando das 500 Milhas de Daytona, em 1988, mas a pressão da mídia e dos organizadores para que ele contasse exatamente o que acontecia com sua saúde estava aumentando, e os primeiros testes anti-dopping foram realizados naquele ano.

O laudo de Tim Richmond apontou positivo. Entretanto, aquele exame foi manipulado pela NASCAR, para retirar Richmond definitivamente da categoria. O piloto processou a entidade, e um novo teste foi realizado, que não apontou nenhuma espécie de dopagem, nem mesmo o vírus HIV. Até mesmo Dale Earnhardt, o maior desafeto de Tim Richmond, concedeu apoio a ele para participar da Daytona 500.

Tim ganhou da NASCAR fora dos tribunais, mas perdeu nas pistas. Sem um carro para correr no restante da temporada 1988, não restou outra saída a não ser encerrar sua carreira e se retirar em seu condomínio na Flórida. Mais tarde, Richmond foi hospitalizado em West Palm Beach.

Em julho de 1989, durante a transmissão da etapa de Pocono, a ESPN realizou uma pequena homenagem a Tim Richmond, com os melhores momentos de sua vitória em 1987, além de entrevistas com pessoas que conviveram com ele. O piloto assistiu à homenagem do hospital, onde morreria em 13 de agosto.

Tim Richmond nunca admitiu publicamente estar com AIDS. A confirmação veio apenas depois de sua morte, pela família, o que gerou um verdadeiro rebuliço entre os que conviveram com ele. Sua ex-noiva, Lagena Lookabill Greene, por exemplo, recebeu mais de trinta telefonemas, de mulheres apavoradas.

O próximo esportista famoso a ser diagnosticado com a doença, o jogador de basquete "Magic" Johnson, fez exatamente o oposto. Em 1991, numa "inspiração reversa" em Tim Richmond, declarou-se publicamente ser portador do vírus.

Com 13 vitórias e 14 poles, Tim Richmond foi considerado, em 1998, um dos 50 melhores pilotos da história da NASCAR. Em 2002, tornou-se parte do Hall da Fama do automobilismo.

Tom Cruise, ao interpretar o personagem Cole Trickle no filme "Dias de Trovão", revelou que se inspirou na história de Tim Richmond.

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Cyndie Allemann drives 2015 Smart Fortwo at Kartòdrom Catalunya


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Mecânico naval aposentado constrói miniatura de motor W32 que funciona de verdade


José Manuel Hermo "Patelo" Barreiro tinha um tempo sobrando e construiu um propulsor W32.

Esta miniatura de motor é movida a ar comprimido.

Número de Peças: 850
Número de Parafusos: 632
Horas de Trabalho: 2520
Cilindrada: 47,5 cm³
Curso do Pistão: 10 mm
Diâmetro do Pistão: 13,75 mm

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2015 Aston Martin Vantage GT3 Special Edition

2015 Aston Martin Vantage GT3
Chamado assim "o mais potente e descompromissado Aston Martin Vantage até então", a edição especial GT3 do modelo da marca inglesa possui kit de carroceria larga, com capô em fibra de carbono, grade de malha negra, escapamentos revestidos de cerâmica, para-choques modificados, saias laterais revisadas e pára-lamas alargados e rodas de liga leve forjadas de 19 polegadas com pneus Michelin Pilot Super Sport.

No habitáculo, há uma central de fibra de carbono com controles sensíveis ao toque, volante revestido em Alcantara, bancos de fibra de carbono, maçanetas das portas revestidas em couro e sistema de entretenimento com GPS.

O motor V12 6.0 possui colectores de admissão de magnésio, sistema de escape de titânio, e produz 600 CV de potência a 7.000 RPM e 63,73 kgfm de torque a 5.500 RPM, e a transmissão é automatizada de sete marchas. O conjunto mecânico acelera o carro de zero a 100 km/h em 3,7 segundos e atingir a velocidade máxima de 297 km/h.