Jogadora faz cesta do meio da quadra na Olimpíada 2012


No terceiro jogo do segundo dia dos jogos do basquete feminino nos Jogos Olímpicos de Londres, França e Austrália faziam uma partida equilibradíssima. A equipe francesa estava vencendo por três pontos nos últimos segundos da partida.

Belinda Snell realizou um arremesso ousado, típico dos finais de jogos de basquete profissionais. No entanto, ao contrário da maciça maioria dos que tentou, ela acertou a cesta do meio da quadra e conseguiu levar o jogo para a prorrogação.

Tal esforço não valeu a pena, pois a Austrália acabou perdendo no tempo extra por 74 a 70. Veja no vídeo acima a cesta de Belinda, que foi o momento mais marcante do basquete na Olimpíada 2012.

Toyota Echo safety car spins during 2012 Hampton Downs 12 Hour!


2013 Tramontana XTR

Tramontana XTR
A fabricante espanhola Tramontana divulgou algumas informações sobre o XTR, o sucessor do Tramontana R. Com linhas agressivas e espaço para duas pessoas, envolvido por um teto de vidro.
Tramontana XTR
O Tramontana XTR terá um motor 5.5 V12 biturbo, capaz de produzir 888 CV de potência. O veículo de 1.360 kg acelerá de zero a 100 km/h em 3,6 segundos, podendo atingir a velocidade máxima de 344 km/h. O lançamento do carro deverá acontecer ainda em 2012, sendo vendido por 420 mil euros.

Top Gear Australia: Massey Ferguson 7480


Warren Brown e Steve Pizzati, do Top Gear Australia, queriam percorrer a Chapel Street e a Toorak Road, em Melbourne, com um veículo de tração integral. Como não queriam cair na convencionalidade de um SUV, decidiram usar algo mais radical: um trator.

Eles enfrentaram a ira dos motoristas estressados e tentaram realizar uma manobra de estacionamento. Quer saber o que aconteceu? Aperte o play e prepare-se para dar boas risadas.

Kobe Bryant reacts to Tunisian player's dunk: "Not bad, not bad at ball."


2012 Cadillac CTS-V vs. 2013 BMW M5


Tweeters foram responsabilizados por falhas na cronometragem do Ciclismo Olímpico

London 2012 Mens Cycling
Os usuários mais ativos do Twitter foram apontados como os causadores dos problemas que ocorreram na cobertura televisiva das etapas do Ciclismo de Estrada nos Jogos Olímpicos de Londres.

Os organizadores alegaram que o excesso de tráfego de rede, ocasionado pelas constantes requisições de atualizações de status nas redes sociais causaram problemas com os mecanismos de cronometragem.

O comentarista e medalhista olímpico Chris Boardman deixou de usar seu próprio cronômetro para verificar os tempos marcados pelos ciclistas depois que as informações sobre tempo e posição dos competidores se desencontraram.

Várias provas masculinas e femininas foram afetadas pelo excesso de tráfego na rede. O Comitê Olímpico Internacional disse que a enorme quantidade de dados usada pelos espectadores que estavam nos locais das provas sobrecarregou as redes que faziam a cronometragem do Ciclismo de Estrada, já que elas também usavam o mesmo link de internet.

Os tempos de prova eram enviados aos organizadores pelos equipamentos de GPS instalados nas bicicletas dos competidores, cujo sinal não foi transmitido com rapidez pela rede local devido ao excessivo tráfego exigido pelos celulares das pessoas que estavam assistindo a competição no local.

"Pelo meu entendimento, uma rede foi sobrecarregada, e já estamos direcionando o tráfego para outros provedores de acesso. Não queremos impedir as pessoas de usarem as mídias sociais, mas pedimos que usem nossa rede de internet com moderação", disse, Mark Adams, diretor de comunicação do Serviço de Transmissão da Olimpíada.

Top Gear Korea: Chevrolet Corvette ZR1 vs. Cobra AH-1 Helicopter


rFactor 2: Dynamic Drying Line Demo


How Ken Block Does Gymkhana


Em uma entrevista à revista Car And Driver, Ken Block fala como pode realizar as famosas manobras de suas Gymkhanas com seu Ford Fiesta, que pode ser customizável para enfrentar diversos tipos de terreno e até participar de ralis.

Corvette C6.R - Mosport International Raceway - Tommy Milner - Helmet Cam Onboard


Henri Toivonen: His Rally Days


Enquanto isso, na selva...


A lista "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos" é muito mais séria do que a gente pensa. Mostra, de forma nítida e clara, o maior problema do Brasil, a falta de investimento em educação.

O povo votou, como os dois maiores brasileiros de todos os tempos, governantes populistas, que utilizaram da dominação dessa massa alienada e ignorante.

What is a track bike?


As bicicletas usadas em velódromos são parecidas com as que competem em ciclismo de estrada (speed), com a diferença que as bicicletas de velódromo, mais conhecidas como bicicletas de roda fixa, não possuem freios ou câmbio.

Além disso, os quadros são construídos com uma geometria adequada para as características de pilotagem em velódromo.

Rob White, da Renault Sport, fala sobre o mapeamento de torque dos motores da Fórmula 1

Rob White (GBR) Renault Sport. Formula One World Championship, Rd4, Bahrain Grand Prix Practice, Bahrain International Circuit, Sakhir, Bahrain, Friday, 20 April 2012A Red Bull Racing se tornou novamente o centro das atenções no Grande Prêmio da Alemanha, onde a FIA questionou a legalidade do mapeamento dos motores da equipe austríaca. Os comissários autorizaram os carros a participar, mas avisou à governança da Fórmula 1 que clarificasse melhor a regra para a etapa da Hungria.

Rob White, diretor da Renault Sport F1, que fornece motores para a Red Bull Racing e outras equipes, fala sobre o assunto, respondendo a algumas perguntas, elaboradas pelo site da Fórmula 1.

O que é um mapeamento de torque pelo piloto?

Representa o torque requisitado pelo piloto, em função da rotação do motor e da posição do pedal do acelerador.

O que é um mapeamento de torque do motor?

Representa o torque entregue pelo motor, em função da velocidade do motor e a posição do seu acelerador. Na central de gerenciamento eletrônico, o mapeamento de torque do motor é usado para posicionar o acelerador do motor para equalizar-se com a demanda de torque exigida pelo piloto.

Há regulamentos que determinam como você pode controlar o torque do motor?

Sim, e está nos artigos 5.5 e 5.6 do regulamento técnico. Os principais pontos são:

- A não ser por algumas exceções, o torque do motor precisa ser controlado pelo piloto. As exceções são: reduções de marcha, o limitador de velocidade no pit lane, o anti-stall e a estratégia que define o limitador no final das retas.

- O piloto somente pode controlar o torque do motor pelo pedal do acelerador.

- Com o pedal na posição "zero" (off throttle), a demanda de torque precisa ser menor que ou igual a zero. Com o pedal a fundo (full throttle), a demanda de torque precisa se igualar ou exceder o torque máximo do motor no seu estado atual (artigo 5.5.3).

- Há limites na elaboração da demanda de torque através do ajuste da relação entre a posição do pedal do acelerador e da velocidade do motor, para prevenir comportamentos do motor que podem resultar em ajudas para o piloto. Respeitando estas restrições, a demanda de torque pode ser ajustada para dar a melhor resposta para o piloto e o carro em pista.


Os mapeamentos podem ser alterados de corrida a corrida?

Sim, em razão das características de cada circuito. Por exemplo, os pilotos podem querer maior precisão ao menor encosto do pedal em Mônaco. De forma similar, alguns pilotos insistem em um mapeamento de pedal para pista molhada.

Os mapeamentos de torque do motor são também ajustados para extrair a maior força possível de acordo com as condições do ambiente em que estão. Os motores terão melhor aproveitamento em um dia frio em Silverstone que na baixa pressão atmosférica de Interlagos ou na alta umidade de Sepang. Dessa forma, os pilotos sempre sentirão a mesma resposta do motor, independente do clima.

Os mapeamentos de torque também mudam em consequência das mudanças no sistema de escapamento ou de entrada de ar, quando as equipes as modificam. A nova diretiva técnica da FIA requer que os fabricantes de motores enviem as referências de mapeamento de motor de uma das primeiras quatro corridas de 2012, das quais temos apenas 2% de margem de posterior modificação, para mais ou para menos.


Qual foi o problema com o torque máximo em Hockenheim?

A FIA questionou a magnitude da diferença entre os mapeamentos que foram utilizados em Silverstone com os que foram usados na pista alemã, onde o torque máximo na faixa média de rotações do motor, entre 10.000 e 14.000 RPM, era mais baixa.

Por que você pode querer gerar menos torque nesta faixa média de rotações?

As preocupações com a dirigibilidade (a resposta do motor com o torque requerido pelo piloto através do pedal), a aceleração (menos torque, menos aceleração, exceto se a aderência for limitada) e consumo de combustível. Em geral, a redução de torque se obtém através do atraso na queima de combustível remapeando a ignição do motor.

Isto pode melhorar a dirigibilidade, já que, ao suavizar a curva de torque do motor, pode ajudar o piloto a administrar o desgaste dos pneus. Não é, de forma alguma, uma ajuda ao piloto, ou tentativa de imitar algum auxílio eletrônico, como o controle de tração.

Reduzindo a curva de torque máximo, aumenta-se ligeiramente a quantidade de gases no escapamento que são produzidas em baixas rotações, mas não altera o fluxo de gases em aceleração plena. Além disso, a utilização o motor para gerar gases no escapamento está extremamente limitado pelas restrições impostas para a temporada 2012.


Depois dessas duas corridas, fez alguma diferença?

Não de forma significativa, mas a carga de trabalho para os engenheiros de pista aumentou, para tentar garantir o mesmo nível de performance do motor.