Custom Cadillac Baby Stroller


Jim Hall: "o que eu teria feito diferente"

Jim HallA revista americana Car And Driver entrevistou Jim Hall, construtor de carros Chaparral vencedores, ex-proprietário de equipe de Fórmula Indy e renegado aerodinamicista.

Como está sua saúde?

Estou muito bem. Tive dois joelhos substituídos por metal e plástico, para reparar os ferimentos sofridos em um acidente, em 1968, no Stardust Raceway. Eles funcionam bem.

O que pensa sobre a morte de Dan Wheldon?

Você não pode tratar ovais como um circuito misto, adicionando caixas de brita e saídas de pista. Ovais são inerentemente perigosos, pois tudo acontece em um pequeno espaço. Tenho uma ideia: acabar com as inclinações das curvas. Faria os pilotos usarem os freios.

"No convertible should be without it." Dr. Ferry Porsche

There is no car like a Porsche. And there is no Porsche like a Targa.

Road America - Porsche GT3 Cup - Sean Edwards - Onboard


Uma frase

"Speed has never killed anyone, suddenly becoming stationary... that

"Velocidade nunca matou ninguém, parar de repente... é isso que te mata." Jeremy Clarkson

Matt Hagan's NHRA explodes at Zmax Dragway at Charlotte Motor Speedway




A brand new Porsche. With its engine in the middle.

Balanced to corner and brake better than any mass-produced car on the road. 914. The Mid-Engine Porsche. $3,700

Car exploding in flames at 1000 FPS


Review de Livro - Metallica: A Biografia

Metallica: A Biografia - Mick WallUlrich, filho de uma rica família europeia e que desde cedo conviveu de maneira muito próxima não só com a música, mas com diversas formas de artes, se tornou um frontman atrás de uma bateria. Um cara que fala tudo o que pensa sem pensar duas vezes, arrogante, seguro e com um senso estratégico reconhecido e admirado por todos, e que poderia ter seguido uma carreira de sucesso dentro da indústria musical. No outro oposto, Hetfield, o típico filho de um lar desfeito norte-americano, abandonado pelo pai, que perdeu a mãe de forma prematura e cresceu seguindo os preceitos discutíveis de uma religião extremista, transformando-se em um adulto fechado e inseguro amparado por doses cavalares de álcool.

Mick Wall, um respeitável jornalista de rock inglês com passagens pela Kerrang, Classic Rock e autor de outra altamente recomendável biografia rockeira - Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra, do Led Zeppelin -, desde cedo conviveu com a banda, chegando a ser amigo próximo de Lars. Isso dá ao livro um toque especial, com histórias de bastidores deliciosas e, muitas vezes, desconhecidas do grande público.

O que fica claro é que o Metallica sempre esteve à frente das demais bandas de cena thrash, fato esse reconhecido pelos próprios músicos de grupos como Slayer, Exodus, Anthrax e até mesmo pelo Megadeth de Dave Mustaine. A transformação de Ulrich, de fanático pela NWOBHM à principal mente pensante por trás do Metallica, é contada com uma grande riqueza de detalhes. Da admiração de toda a cena da Bay Area pelo "moleque europeu com sotaque engraçado e dono de uma grande coleção de discos" ao ódio em escala mundial motivado pelo processo movido contra o Napster, Mick Wall mostra um Lars Ulrich de uma maneira poucas vezes vista, principalmente aqui no Brasil, onde o entendimento sobre a sua importância para o Metallica é muitas vezes menosprezada.

Sobre James, é fascinante perceber a evolução do moleque quieto e cheio de espinhas em um dos maiores símbolos e músicos da história do heavy metal. Da inflluência enorme de seu jeito único de tocar guitarra - sim, ninguém fazia bases "pedaladas", pesadas e tão precisas antes de James surgir -, que moldou a sonoridade do thrash metal comprovando que não era preciso tocar solos mirabolantes para ser um guitar hero, à sua coragem em expor os seus traumas pessoais em letras que se tornaram cada vez mais pessoais e transparentes com o passar dos anos, a trajetória de Hetfield fascina por mostrar um músico que, mesmo nos momentos mais controversos da carreira do Metallica, manteve-se fiel às suas crenças o quanto isso foi possível.

Há vários momentos de destaque no livro. Os primeiros anos, o inegável impulso que a entrada de Dave Mustaine deu à banda - e Mustaine é tratado com a devida reverência e respeito -, a traumática perda de Cliff Burton, a entrada de Jason Newsted, a explosão mundial com o "Black Album", as experimentações nem sempre certeiras de "Load" e "Reload", o equivocado "St Anger" e a redenção com "Death Magnetic" são esmiuçados por quem viveu tudo isso de perto. Há dezenas de entrevistas com pessoas próximas à banda, e o resultado é um retrato contundente desta que é uma das mais importantes bandas da história do rock - principalmente pelo fato de não ser uma biografia autorizada chapa branca.

Metallica: A Biografia é leitura obrigatória não só para os fãs do grupo e do heavy metal, mas também para quem quer saber como funciona a indústria musical mais a fundo. Aqui no Brasil há um excesso de romantismo sobre o rock e o metal, como se os músicos de uma banda fossem inegavelmente grandes amigos e gostassem muito um dos outros, o que nem sempre é verdade. O livro de Wall desmistifica essa visão, mostrando como foram montadas as estratégias que levaram a banda ao topo, as divergências entre Lars e James e o papel fundamental que a Q Prime, empresa comandada por Peter Mensch e Cliff Burnstein, teve na história do grupo.

Percebe-se também um esforço de Mick Wall em tentar comprovar que Cliff Burton teria aprovado as transformações que o Metallica passou durante toda a sua carreira, buscando argumentos em entrevistas antigas e depoimentos de pessoas próximas a Cliff para legitimizar desde a maior acessibilidade apresentada em "Black Album" até as experimentações musicais de "Load". Uma postura desnecessária, na minha opinião.

Mesmo com algumas falhas de revisão e informações históricas erradas ao longo de suas mais de 400 páginas - como datas de lançamentos de álbuns e coisas do tipo -, Metallica: A Biografia é um livro excelente, uma leitura fundamental que fornece dezenas de elementos para entender como o Metallica se transformou na maior banda de heavy metal de todos os tempos.

Leia em volume máximo!

Lançamento nacional da Editora Globo.

Whiplash

Uma imagem

Red Bull Gives Mark Webber Wings

Onde Mark Webber pensava que estava? Numa corrida de arrancada?

Volkswagen Tiguan. No Excuses!


David Letterman pays tribute to Paul Newman


Dave says when he was in high school and college, he liked to drink beer. So did his friends. But then his friends stopped, and Dave stilled enjoyed it. He saw Paul Newman in an interview say that he drank a case of beer a day. It was enough to inspire Dave to keep drinking beer. Dave first met Paul Newman years ago at a race in Arizona. Paul was a great driver and Dave realized that Paul Newman was not only a great actor and a great driver, but he knew too how to live his life, and he spent much of his life helping other people. Over the course of his life, Paul Newman raised and gave $250 million to charity. That's a quarter of a billion dollars. Paul believed what you need to do as a human is to take care of your fellow humans. His "Hole in the Wall Gang Camps" is a thing to behold. It takes a humanitarian genius to think of such a thing and then make it come to fruition.

1982: Paul Newman co-founded "Newman's Own," a line of food products which started with salad dressing and now includes pasta sauce, popcorn, lemonade, salsa, cookies, and wine. Everything he made from "Newman's Own" went right to charity.

1988: Paul Newman co-founded the "Hole in the Wall Gang" camps; residential summer camps for seriously ill children. The camps serve over 13,000 children every year, free of charge.

Paul once had a VW Rabbit. He had his "race goon buddies" put in a huge Porsche engine into it. It was a real "Screamer." If Paul needed a head of lettuce to go with his own salad dressing, he'd hop into his VW Rabbit and rumble and roar down to the market.

He phoned Dave one day and wanted to know if Dave would like a Volvo Station Wagon equipped with a huge explosive 302 V8 engine. He offered to build one for Dave. How could you say "no" to Paul Newman? Paul asked, "And do you want a puffer on that?" Of course you would want a puffer! Dave would take out that station wagon and whenever he would stop at a light, the engine would shake the entire car. People would step back in fear. Others would plead for a look under the hood. Many would take photos of the engine to show off to friends. Dave called the engine "like an atomic furnace." His Volvo Station Wagon could and would hit 170 mph. One night while driving it on the Merritt Parkway, Dave's girlfriend asked, "Do you smell something?" The only thing Dave smelled was incredible power. And then about a mile later the Son of a Gun burst into flames. As Dave puts it, "The puffer had let go and caught fire." Dave would have the thing repaired and repaired and repaired and repaired because . . . . only Paul Newman and Dave had one of these things. Dave still laughs when he recalls looking under the car at the exhaust system; it would always be a glow of bright orange heat.

And Paul was always very nice to us here at the Late Show.

We then watch a video montage of Mr. Newman's visits to the Late Show.

"Where the hell are the singing Cats?"

Paul Newman: "We were lucky to have the friendship with this great man."


Written by Michael Z.McIntee of the Late Show

Gandolf On A Skateboard Pisses Off Traffic! "Run, Shadowfax. Show us the meaning of haste."


Michael Schumacher erklärt Mercedes AMG F1 W03 Lenkrad


Fiat 500. Let Your Italian Out.