Nissan Juke-R vs. Lamborghini Gallardo LP560-4 vs. Mercedes-Benz SLS AMG vs. Ferrari 458 Italia (Official Video)


Ford Escort. Lovely day.


A pior profissão do mundo

Quando eu trabalhava na Índia e era responsável pelo marketing do Butão, Nepal, Bangladesh, Maldivas e Sri Lanka (além da Índia), recebi um ranking das melhores cidades do mundo para viver (Mercer’s 2010 Quality of Living Survey).

A cidade de Daca, capital de Bangladesh, aparecia no último lugar da lista. Logo, Daca é a pior cidade do mundo para viver.

Se você já foi à Daca, pode confirmar ou não este título.

A qualquer hora do dia, você levará 3 horas pra percorrer os 15 quilômetros que separam o aeroporto do centro. O ar é irrespirável o ano todo. No verão, chega a faltar eletricidade por 12 horas vário dias seguidos.

Há algumas semanas, um outro ranking (elaborado pela CareerBliss.com) foi publicado pela CNBC: as 10 profissões mais odiadas.

Diretores de Marketing têm a segunda profissão mais odiada do mundo (segundo eles – ou nós - mesmos). Só perdemos para os profissionais da área de tecnologia.

Mas por quê uma profissão tão glamorosa e que paga tão bem (sem contar os eventos, prêmios, etc.) é tão mal vista ?

As razões principais são a falta de direcionamento dos líderes das empresas e poucas oportunidades de crescimento. Isto faz com que muitos profissionais vejam o Marketing como uma área burocrática e sem valor. Deprimente.

Não sei quem foi entrevistado nesta pesquisa, mas não concordo nem um pouco com o resultado. Marketing continua sendo o coração de qualquer empresa séria e o principal responsável pelo seu sucesso.

Se na sua empresa isso não é bem assim, sugiro que você desista dela antes de desistir do Marketing.

Ricardo Fort, diretor global de marcas da Danone Paris.

Édgar Vivar cantando "Yesterday", dos Beatles


Édgar Vivar cantando a canção Yesterday (Lennon-McCartney) dos Beatles (álbum Help!, 1965).

Sketch "E Naquele Intervalo das Gravações", do ano de 1994, do programa Chespirito.

Saindo da rotina

- Amor, a vida está tão corrida... agora que sobrou um tempo só para nós dois, que tal se a gente saísse e fizesse alguma coisa diferente?

- Boa ideia! O que você sugere?

- Que tal se a gente pegasse um cinema, depois jantássemos, depois saíssemos para dançar, hum? Que achas?

- Ih, isso soa muito clichê? Eu gostaria de uma atividade que tenha muita adrenalina, incomum para uma mulher, entende?

Hum, deixa eu pensar... que tal um passeio de carro? Você vai adorar!


Depois de Ricardo Patrese, Jordi Gene e da Porsche, o piloto português João Pessoa levou sua esposa Mariana à loucura, a bordo do Corvette Daytona Prototype, durante duas voltas no Daytona International Speedway.

Fiat Palio. Impossível ficar indiferente.


How a turbocharger is made


Stella Artois. The art is in the bottle.


Uma imagem

Circuit de Spa-Francorchamps with snow

Alguém se habilita a descer a Eau Rouge de esquis?

Ford Galaxie. O automóvel.

Toyota Prius GT300 race car


Depois de renderizações que geraram especulações, o Toyota Prius GT300 foi mostrado oficialmente no Salão do Automóvel de Tókio de 2012. O Team APR é responsável pelo protótipo de competição mostrado nas fotos, que possui um pacote aerodinâmico que o deixou com poucos traços do Prius original.

O motor que impulsiona o veículo produz 300 CV, o máximo permitido para ingressar na categoria GT300 do Super GT, campeonato japonês de carros de rua modificados para competição.

Fórmula Vee - William Ayer Jr. - Circuito de Piracicaba - Onboard


Com o fogo de co-piloto


Durante um estágio do Rally de Monte Carlo, o piloto monegasco Fred Sauvan vinha com seu Mitsubishi Lancer Evo X até uma parte do motor começar a se incendiar. Um extintor só não foi o bastante para conter as chamas. Desesperado, e na tentativa de salvar o veículo, que não é seu, e sim de Per-Gunnar Andersson, ordenou que seu navegador deixasse o carro e partiu para outro ponto do trajeto, para pegar outro extintor.

Ford Ka. Viva cada quilômetro.


IndyCar Series explains how an anti-roll bar works


Review de EP - Beyond Magnetic - Metallica

Capa do álbumDepois da polêmica parceria com Lou Reed, muitos fãs pensaram que o futuro do Metallica estava escrito, pois realmente a parceria pegou todos de surpresa ainda mais que envolvia o nome Metallica no meio e o que mais desapontou os fãs nem foi tanto a parceria, mas sim a sonoridade apresentada que não traz nenhum tipo de emoção a não ser o sentimento de "raiva" entre os fãs da banda.

Devido a esta grande polêmica, onde muitos consideraram o tenebroso "Lulu" (2011) como um lançamento do Metallica, James Hetifield (vocal e guitarra), em várias declarações, já deixou bem claro que "Lulu" não é o novo álbum do Metallica e nem é como o Metallica soará no seu novo trabalho, ao meio desta discussão sem fim o Metallica liberou o EP "Beyond Magnetic" (2011) onde são quatro musicas que não entraram no "Death Magnetic" de 2008, canções que foram apresentadas nos shows de 30 anos de existência da banda onde foram quatro apresentações e em cada uma tocando uma música inédita.

"Hate Train" abre o EP no melhor estilo Metallica dos anos 90 com uma levada que lembra as composições mais rápidas de "Reload" (álbum de 1997), mas não deixe se enganar, pois temos riffs inspiradíssimos e uma melodia vocal de encantar, com um refrão que gruda na cabeça e um fato surpreendente: Kirk Hammett solando sem usar o "HUA HAUA", um ponto positivo pois nos últimos anos estava abusando demais deste recurso, fazendo seus solos ficarem praticamente iguais.

"Just A Bullet Away" vem na mesma levada, porém com uma simplicidade maior nos riffs, mas não menos cativante mostrando que uma simples composição pode se tornar grandiosa. Mais uma vez destaque a James com suas melodias vocais inspiradíssimas e desta vez Lars Ulrich (bateria) e Robert Trujillo (baixo) em total sintonia, apesar de Lars não ter mais aquela pegada dos anos 80, mas é um baterista que posso dizer que é único, com assinatura em tudo que toca, pois ao tocar uma simples nota você já diz "é o Lars" e isso é um diferencial para o Metallica ao longo desses 30 anos. Comprove você mesmo nesta faixa se não temos aqui todas as assinaturas do mestre Ulrich.

"Hell And Back" poderia muito bem ter entrado em "Load" de 1996 ou "ReLoad", pois lembra muito as composições desta época com riffs limpos e uma certa acelerada para o final com uma melodia mais comercial, mas sem tirar o brilho da composição que com certeza deve soar muito bem ao vivo.

E por fim a música que lembra mais o Metallica dos anos 80: "Rebel Of Babylon". Com riffs palhetados, solos e duetos criativos, Trujillo segurando a cozinha com precisão, Lars sentando o braço literalmente aliado as vociferações mais do que inspiradas do mestre James Hetifield, realmente uma música que deve funcionar muito bem ao vivo e trazendo à tona aquele Metallica inspirado e criativo.

O Metallica realmente não precisa provar nada para ninguém, falar do seu legado e as bandas a quais influenciaram ao longo desses 30 anos é chover no molhado, ai está a prova que a banda tem muita lenha para queimar e podemos sim esperar um verdadeiro álbum Metallica.

Tracklist:
1 - Hate Train
2 - Just A Bullet Away
3 - Hell And Back
4 - Rebel Of Babylon

Formação:
James Hetfield (vocal e guitarra)
Kirk Hammett (guitarra)
Robert Trujillo (baixo)
Lars Ulrich (bateria)

Whiplash

Uma imagem

Rubens Barrichello Thank You F1 Formula One

See you soon...

Head & Shoulders. The world's no. 1 anti-dandruff shampoo. (With Jenson Button)


Graham Hill: Driven


Quilmes. El sabor del encuentro.