Quem tem Corcel é assim. Ford Corcel. Um passo à frente.

Quem tem Corcel é assim. Piloto. Tanto lá em cima como aqui embaixo ele só dirige quando confia no veículo. No Corcel ele aprendeu a confiar. E não pretende correr riscos. Ford Corcel. Um passo à frente.

Goodwood Revival 2009 - MINI Race - Onboard









Nissan GT-R vs. Nissan Skyline R34 GT-R



Sistemas personalizados de TI: o código fonte é seu!

Por Flávio Luis Piccolo Ferrer, sócio-diretor da GDR7, empresa desenvolvedora de sistemas de TI

De uns anos para cá, não são raras as vezes que ouvimos falar da tendência de customização de produtos e serviços no mercado de consumo. São inúmeras as empresas que passaram a adotar estratégias que fogem da comoditização para atender a necessidades de uma demanda cada vez mais exigente. No segmento de tecnologia da informação, o cenário não é diferente.

Sistemas personalizados de TI, cujas implementações podem ser modularmente feitas por etapas, permitem com que o empresário experimente um retorno sobre o investimento antes mesmo do fim de seu desenvolvimento, vantagem considerável para modelos pequenos ou recém-estruturados de negócios.

Mas não apenas a questão financeira ajuda a explicar a adesão crescente aos aplicativos customizados de informática. Se por um lado há setores de atuação em que os softwares personalizados não se enquadram – como pizzarias, locadoras de dvds, farmácias e outras tantas em que o formato de negócios não é um grande diferencial entre os concorrentes – por outro lado, softwares prontos de mercado podem engessar as operações e comprometer certas vantagens competitivas na produtividade empresarial. Basta pensarmos na liberdade e na autonomia que uma empresa pode ter ao informatizar seu próprio sistema de trabalho.

Outro comparativo interessante é na questão que envolve a aquisição dos aplicativos. O que uma grande empresa de softwares corporativos de mercado disponibiliza para venda é sua licença de uso, à qual vem atrelado um contrato de manutenção dispendioso, o que limita o campo de escolhas por parte do contratante. Em contrapartida, companhias que fazem uso de ferramentas personalizadas de TI adquirem sua propriedade intelectual, ou seja, compram não apenas a licença de uso, mas o código fonte do sistema, de modo a possibilitar sua manutenção pelo programador de sistemas de sua preferência, sem custos derivativos impostos pelo fornecedor.

Não é necessário ser um especialista no campo do business para saber que a engrenagem dos negócios de uma empresa passa por evoluções por via reflexa do próprio andamento do mercado corporativo. A rapidez com que isso vem acontecendo é tamanha, que sistemas pré-desenvolvidos têm maior dificuldade em atingir o mesmo grau de atualização que os modelos personalizados, suscetíveis a constantes ampliações e adaptações recorrentes.

Além disso, existem casos específicos, como empresas atuantes em segmentos novos de mercado ou empresas que desenvolvem sua própria metodologia de trabalho, em que softwares prontos não preveem seus modelos de negócios, o que faz dos sistemas personalizados o único meio para que suas necessidades sejam atendidas.

Portanto, executivos interessados em informatizar os processos da empresa devem analisar com cautela os benefícios e a viabilidade da implantação de um sistema de TI personalizado em contraste com as ferramentas pré-fabricadas de mercado. Aplicativos desenvolvidos exclusivamente para determinado modelo de negócios podem representar autonomia de processos com o consequente aumento da produtividade, sem engessamentos operacionais que servirão de obstáculo para a rápida modernização da empresa.

Schmier de pérola

O que chega a nossos ouvidos neste outubro é o novo disco do Pearl Jam. Seu som é tão bom quanto uma schmier de uva. Na verdade, uma "geleia de pérola". Falando um pouco no idioma alemão, uma "schmier de pérola".

O grupo lança o aguardado Backspacer, primeiro disco após o homônimo Pearl Jam, um resgate da sonoridade crua e roqueira que deixava saudades. O novo álbum vem mais pop, com refrões agradáveis e melodias enérgicas, sem esquecer da pegada e, claro, dos momentos de calmaria com boas baladas.

A banda abre as portas do disco sem frescuras. A furiosa Gonna See My Friend chega “chutando” os ouvidos. Uma porrada vintage, com timbres açucarados que navegam em alta velocidade, entre rasgadas linhas vocais. Seguindo e pisando fundo, a faixa Got Some transpira melodias singulares, e deixa em destaque o vocal de Eddie flutuando em praias melódicas.

O disco tem a sua essência grunge, e segue com alguns ecos do estilo que a banda ajudou a firmar lá no início da década de 90. Fiel a essa sonoridade, o primeiro single do álbum, The Fixer, tem uma levada mais cadenciada, com guitarras em sintonia com um refrão grudento. É a espinha dorsal do disco e poderia constar em qualquer coletânea do Pearl Jam.

Na sequência, Johnny Guitar mantém o embalo, que perde potência em Just Breathe. Amongst The Waves é uma bela balada, ótima para grudar a partir do momento em que invadir as FMs. Unthought Known parece que vai empolgar e não empolga. Uma composição que lembra a estrutura das canções do Coldplay e, lá no fundo, do U2.

Supersonic é um rockão. Chega abrindo espaço carregada de energia, com riffs alucinantes e solos rasgados que flertam com uma batera insana. O eletrocardiograma já baixa com Speed Of Sound, que de speed não tem nada. A faixa é chatinha e até deve agradar pelas vocalizações bem alinhadas, mas dá uma vontade de voltar o disco ao início pra recuperar a energia. Mas não é necessário. Uma bateria bem marcada dá início a Force of Nature e agrada bem. Vocal em doses melancólicas, guitarras sedutoras. Uma viagem dentro do universo Pearl Jam.

The End, em tom de despedida, como adianta o nome, desperta uma certa tristeza em forma de canção. Talvez pelo fato de o CD estar acabando. Uma canção de ninar pra marmanjos, que encerra Backspacer com a certeza de um bom trabalho, fiel ao que o Pearl Jam se tornou após passar pelos tons de cinza do grunge. A banda mais pop entre os roqueiros de flanela daquela geração continua firme na produção de sua agradável “geleia de pérola”.

Jansle Appel Junior
Gazeta do Sul

Quem tem Corcel é assim. Ford Corcel. Um passo à frente.

Quem tem Corcel é assim. Nos últimos anos ele mudou de um apartamento para uma casa, mudou de posição, mudou de vida. Mas não mudou a marca do carro. Ford Corcel. Um passo à frente.

O novo Motorádio com sintonia automática, é a última palavra no gênero.



Se você não se interessar por ele, só há uma explicação: você não tem automóvel.

Introdução ao Kart: Parte 2




Muitas pessoas simplesmente não conseguem pilotar um Kart, já que é difícil para elas compreender como entrar rapidamente em uma curva, prendendo a respiração e sentindo sua cabeça quase "se desprendendo de seu corpo e sair rolando até chegar nos pits". Entender como fazer uma condução competitiva na pista e, ainda por cima, defender-se dos oponentes, são fatores importantíssimos a se levar em conta antes de colocar a mão no bolso e comprar seu Kart.



Antes de ter seu próprio Kart, e conhecer a forma de conduzi-lo, a melhor forma de fazer isso é participar de corridas de Karts de aluguel, ou ir a alguma escola de pilotagem. Lá, são fornecidos macacões, luvas, capacetes, e o que mais for necessário para uma experiência segura e satisfatória. Os Karts oferecidos nestes lugares são os que possuem proteção de chassi, motores quatro tempos que têm potência inferior a 10 CV, e pneus que, de tão gastos, já não tem mais os "furos" que indicam seu desgaste, mas ainda oferecem grip muito mais que o suficiente para este tipo de veículo.



Na primeira vez que você pilota um Kart, se você conseguir não sair da pista, rodar ou cometer "barbeiragens", as dores corporais resultantes do esforço de conduzir este veículo logo aparecem, nos braços, pernas e, principalmente, no pescoço e no quadril, que são as partes que mais sofrem com as acelerações laterais, mais conhecidos como forças G. Com uns 300 reais, proteções para estas partes do corpo podem ser adquiridas, para que as dores possam ser minimizadas, poupando ciclos cerebrais para que o piloto possa se concentrar mais na pilotagem.



Depois das primeiras voltas, você começa a se animar, e quer chegar ao seu limite. É aí que as coisas começam a se complicar. Você tem que encontrar a trajetória perfeita da pista, para realizar as curvas na maior velocidade possível, além de ter que negociar as forças G que são transferidas diretamente das rodas do Kart para seu corpo, e conhecer as reações do veículo que está conduzindo. Tudo isto leva muito tempo de treinamento, dedicação e força de vontade, caso contrário, você irá desistir bem cedo.



As físicas e reações de um Kart de baixa potência são as mesmas de Karts mais potentes, e as suas diferenças praticamente se resumem à força do motor utilizado, nos freios e na presença, ou não, de caixa de marchas, e cabe a você aprender tudo isto com rapidez, caso queira subir de categoria, para que possa pilotar veículos mais velozes e, quem sabe, participar de campeonatos.

Confira os outros episódios da série:

Introdução ao Kart: Parte 1
Introdução ao Kart: Parte 2
Introdução ao Kart: Parte 3
Introdução ao Kart: Parte 4
Introdução ao Kart: Parte 5
Introdução ao Kart: Parte 6

Rednecks in Alabama

Jeremy Clarkson, Richard Hammond e James May compraram carros de mil dólares e fizeram uma competição para ver qual deles era mais rápido e freava na menor distância.

Depois, tentaram instalar gambiarras para substituir o ar condicionado dos carros, onde eram inexistentes ou não estavam funcionando, além de acampar, tendo que arranjar e carregar comida nos próprios carros.

Ainda tiveram que passar por Alabama, provocando os habitantes daquele local, sem, contanto, serem agredidos ou atingidos por disparos de armas de fogo.

Cruzaram o sul dos Estados Unidos até chegar em Lousiana, onde doaram os veículos a famílias necessitadas.

São quase sessenta minutos que lhe proporcionarão muitas risadas, com direito à versão americana do "Stig", personagem do Top Gear.









Super Hardcore Mario Bros. 2

Este foi o jogo mais difícil da série Mario Bros., a julgar pelas palavras de baixo calão disparadas pelo player. Apesar de tudo, ele conseguiu acabar. E o final não poderia ser mais decepcionante...


Cusco cagão



Guri gaiteiro