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Como usar pen drives com capacidade acima de 32 GB no Windows XP

Pen Drive Corsair Flash Voyager GTR 64 GB
Recentemente, comprei um pen drive de 64 GB por 70 reais. Ele funciona perfeitamente no Mac OS X e versões do Windows mais recentes, mas, quando cheguei na casa do meu pai e coloquei o pen drive no computador dele, que possui o Windows XP instalado, o pen drive não é reconhecido.

Ele até aparece na lista de dispositivos de armazenamento do Windows Explorer, mas dava duplo clique para ver os arquivos e o sistema dizia que o pen drive precisa ser formatado. Tentava formatar, mas nenhum sistema de arquivos aparecia para que pudesse formatá-lo.

Depois de uma rápida pesquisa na internet, descobri que o Windows XP, originalmente, não possui suporte a dispositivos de armazenamento removível com capacidade maior que 32 GB. No entanto, existe um sistema de arquivos específico para estes pen drives, chamado "exFAT".

Para que o Windows XP possa utilizar o exFAT para abrir pen drives com mais de 32 GB, é necessário que esteja atualizado para o Service Pack 2 ou 3. Depois, deve ser feito o download do update KB955704. A versão em português está neste link, e a versão em inglês, neste endereço.

Instale o update, reinicie o computador e insira o pen drive novamente. Dê duplo clique no ícone que surge no Windows Explorer. Se pedir para formatar, clique "sim". Na lista de opções de sistema de arquivos, aparecerá a opção "exFAT". Selecione o "tamanho padrão de unidade de alocação", depois marque a opção "formatação rápida" e clique em "iniciar". Na janela de alerta de perda de dados, se já tiver um backup dos dados contidos no pen drive, clique "OK". Em alguns segundos, o pen drive estará formatado e pronto para uso no Windows XP.

O Windows 7 já suporta nativamente o exFAT. Já o Windows Vista precisa ter o Service Pack 1 ou 2 instalado para poder utilizar esse sistema de arquivos.

Forza Motorsport 4 Career Mode opening theme [Brazilian Portuguese Subtitles]


Eu e você somos uma espécie em extinção. Nós, os fãs da velocidade. Nós, os devotos da potência. Nós, os amantes do desempenho, da beleza e da alma mecânica.

Hoje em dia, existem poucos lugares que nos recebem bem. Nós não ousamos falar sobre eixos, ignições ou suspensões de força dupla. Nós tememos pelo nosso amor ao rugido dos motores V8 e pelo odor de borracha queimada.

Eles nos dizem para pensarmos em economia e no meio ambiente. Não na diversão ou na empolgação. Em uma era de "híbridos" e "lentomáticos", nós somos os estranhos fora do ninho.

Ainda assim, há esperança. Existe um porto seguro. Um lugar que celebra velocidade, aderência, engrenagens e diversão. E ele está aqui, para ser explorado por você.

Forza Motorsport 4 Wheel Buyers Guide


O Inside Sim Racing mostrou as diversas opções de volantes, pedais e alavancas de câmbio disponíveis para o Forza Motorsport 4 e o Xbox 360. Neste vídeo, mostra-se como é praticar o simulador da Turn 10, desde com um joystick até com o novo Fanatec CSR Elite.

Microsoft apresenta mouses com suporte para multitoque

A equipe do Microsoft Research apresentou diversos protótipos de mouses com suporte para multitoque. Eles usam métodos diferentes para a detecção de toques e parecem ser bem confortáveis.

O protótipo com o design mais "diferente" é o Arty. Ele tem dois braços articulados e na ponta de cada um deles está um sensor ótico. O "Side Mouse" não utiliza botões e detecta os toques dos dedos na mesa imediatamente na frente do descanso da palma da mão (a parte curvada em cima dele).

Outros protótipos apresentados incluem o FTIR, Orb Mouse e o Cap Mouse, que utilizam uma câmera interna, uma câmera infravermelha e um sistema de detecção capacitivo, respectivamente.


Ui! Eu vou ter um treco!

Steve Ballmer, CEO da Microsoft, teve um ataque nervoso durante um encontro da empresa, quando foi fotografado por um iPhone. As informações estão proliferando em blogs americanos e perfis no Twitter.

De acordo com o Info Online, Ballmer viu um possível membro do Windows Group com o aparelho da Apple tentando fotografá-lo. Ele teria pegado o smartphone da mão do homem e fez algumas observações técnicas, segundo o blog TechFlash.

O CEO teria colocado o iPhone no chão e pisado nele. As imagens foram filmadas pelos telões do evento. Ballmer cutucou o funcionário, mas continuou sua apresentação no evento.

Tim Heuher, responsável pelo Silverlight, comentou o caso no Twitter: "Eu não disse que ele (o funcionário do iPhone) fez algo. Você só não busca o CEO da Chevrolet num BMW".

Ballmer critica o iPhone desde seu lançamento em 2007, quando afirmou que o aparelho não daria certo, principalmente no setor corporativo, por não ter teclado.

E as dores de cotovelo continuam...

O Yahoo! se deu mal...

No final de julho, a Microsoft e o Yahoo! fecharam um acordo de 10 anos, no qual o Yahoo! larga a mão dessa história de busca, de qual foi um dos pioneiros, e se compromete a só usar o Bing como buscador padrão de todo o portal. Em troca, a Microsoft pagará 88% da receita gerada pelas buscas vindas do portal. As duas empresas esperam se tornar uma só grande concorrente contra o Google. Mas ficou o consenso de que o Yahoo! não sai ganhador dessa história, e provavelmente nem você.

Pelo acordo, Yahoo! e Microsoft usarão um só motor de buscas e terão uma só tecnologia para captar e vender publicidade na web. Teoricamente, as duas empresas devem ganhar. O Yahoo! deixa de gastar uma fortuna para manter um site de busca e ainda ganha dinheiro com propaganda online, enquanto a Microsoft obtém mais audiência para o Bing e pode aperfeiçoar a ferramenta de busca. Além disso, anunciantes ganham com o surgimento de um grande competidor para enfrentar o Google, o custo dos anúncios deve cair com a integração das plataformas de anúncios do Yahoo! e da Microsoft.

E a Microsoft reconhece que "comeu bola" ficando fora do mercado de buscas online, e quer reparar o erro. Começou bem, a participação da Microsoft em buscas cresceu com o Bing desde junho, quando o novo serviço foi lançado. Agora a Microsoft está reformulando o serviço Live e o Office Online. E, no futuro, estará unida ao terceiro maior site de buscas do mundo: o Google tem 65% do mercado americano de buscas, o Yahoo! tem 19,6% e o Bing, 8,4%, de acordo com a comScore. OK, 30% do Yahoo+Bing não devem assustar absurdamente o Google agora, mas certamente aparece no retrovisor. É a chance que a Microsoft tem de ganhar no jogo em que o Google está na dianteira. E, finalmente, a Microsoft está se arriscando.

Mas o acordo foi pouco vantajoso para o Yahoo!, principalmente se lembrarmos a novela Yahoo-Microsoft-Google que se desenrola desde 2007.

Em maio de 2007, surgiram boatos de que a Microsoft desembolsaria 50 bilhões de dólares para comprar o Yahoo!, mas nada aconteceu, supostamente por falta de interesse do Yahoo!. Em fevereiro de 2008, a Microsoft fez uma oferta hostil de compra do Yahoo! por 44,6 bilhões de dólares. As duas negociaram, mas Jerry Yang, presidente e fundador do Yahoo, queria mais dinheiro que isso, e a Microsoft desistiu.

No mesmo dia em que as negociações com a Microsoft acabaram, o Yahoo! e o Google fecharam parceria de venda conjunta de anúncios, dessa forma, o Yahoo! manteria seu sistema de busca. Só que, depois que a Microsoft fez lobby contra a parceria e de investigações de autoridades antitruste no mundo inteiro, temendo que Google e Yahoo! se tornassem grandes demais, o Google desistiu da parceria. Poucos dias depois, Jerry Yang saiu "sob tiroteio" do comando do Yahoo! e hoje chora num cantinho.

Agora, o Yahoo! não vai levar de cara nem um centavo, tem que esperar a grana vir dos anúncios, e seu sistema de busca, que já foi um dos maiores, será enterrado, a tecnologia será utilizada exclusivamente pela Microsoft. A questão é que o risco está maior para o Yahoo!. Se o negócio não der certo, a Microsoft tem outros negócios e não deve sumir do mapa. E o Yahoo!?

Pior, este modelo de negócio, de terceirizar a busca e virar um portal de conteúdo, não deu certo para a AOL americana, que agora está sendo vendida, e, pasmem, nem para o próprio Yahoo!. Em 2000, quando o Google ainda era neném, o Yahoo! resolveu terceirizar a busca para ele. Antes, a empresa já terceirizava buscas para outros sites. Em 2004, percebendo que o negócio de buscas online poderia render muita grana, o Yahoo! cancelou o contrato com o Google e voltou a indexar a internet.

Além do mais, temos que reconhecer, a Microsoft, se quer entrar em um negócio, vê muito valor nele. Se eles investem bilhões em videogames, sistemas operacionais para celular e pesquisa na internet, é porque estes são bons negócios. A Microsoft não se tornou a gigante que é tomando só decisões erradas. Mas qual foi a reação das concorrentes? Desistir? Pelo contrário: a Nintendo não desistiu quando o Xbox entrou no mercado. Viram que não podiam competir tecnologicamente e resolveram inventar um novo mercado com o Wii, e agora vendem mais consoles que a Microsoft. Mas parece que o Yahoo! não aprendeu a lição.

E por que você sairia perdendo na história? Segundo um porta-voz do Google, "nossa experiência é de que a concorrência traz vantagens para usuários". Isso é uma verdade universal no mundo dos negócios. Com menos competição, há menos estímulo em inovar. Por outro lado, finalmente há um parceiro um pouco mais vitaminado para competir com o Google. O que forçaria os dois grandes, e agora únicos, players a investirem muito para tomarem a dianteira. Só o tempo dirá o quanto isso vai ser bom.

A transição da busca do Yahoo! para o Bing vai começar nos EUA de três a seis meses depois da celebração do acordo.

iMasters

Natacha Gachnang e Sébastien Buemi pilotando o Forza Motorsport 3

Os suiços, e primos, Sébastien Buemi, piloto de F1, e Natacha Gachnang, piloto de F2, estiveram no Nürburgring Circuit para estrelar o evento Faces Of Forza, promovendo o jogo Forza Motorsport 3.

Gachnang levou jornalistas na boléia para algumas voltas em torno do circuito alemão, em um R8, e depois "pilotou" no Forza Motorsport 3, "a bordo" de um volante Fanatec Porsche Turbo S Clubsport, usando o suporte RennSport Wheel Stand e pedaleiras Fanatec Clubsport Pedals.




Que estranho, eu piso, piso, piso, e não saio do lugar...

Qual o mais feio? A Natacha está totalmente fora de cogitação...

Tá, tudo bem, podemos pilotar o Audi de verdade agora?

IE6 não será mais compatível ao YouTube

Os usuários do Internet Explorer 6 que acessam o YouTube estão dando de cara com o seguinte comunicado: "Vamos descontinuar o suporte para Internet Explorer 6 em breve, por isso faça o upgrade agora".

Desde ontem, 14, o YouTube exibe o aviso, e ainda indica que os internautas que ainda usam o IE6 façam o download de outros navegadores, como Google Chrome, Mozilla Firefox 3.5 ou IE 8.

A mensagem na página inicial do site ainda diz: "Faça upgrade para um navegador moderno de modo a obter uma experiência on-line mais rica". O aviso, no entanto, não especifica a data na qual o IE6 não será mais compatível ao portal de vídeo.

Dor de cotovelo

Steve Ballmer, principal executivo da Microsoft, ironizou o lançamento do Chrome OS, sistema operacional do Google baseado em seu homônimo browser.

Segundo informações do Info Online, durante um evento da Microsoft em Nova Orleans, realizado nesta terça-feira (14), o CEO foi perguntado sobre o Chrome OS. "Chrome OS? O que é isso?", respondeu, sorrindo.

Depois da primeira resposta, o executivo disse que o sistema é "muito interessante" e que "será respeitoso" com a opção oferecida pelo Google. Após as declarações de Ballmer, o Windows Azure, versão online do sistema operacional da Microsoft, foi apresentado pelo arquiteto-chefe da companhia.

Ballmer já ironizou outros concorrentes, por exemplo, quando o questionaram sobre o lançamento do iPhone. "Quem vai pagar tanto por um celular?", o CEO respondeu, dizendo que o aparelho da Apple seria o mais caro do mundo.

O sistema Android também sofreu críticas e foi classificado como um press release, pois o Windows Mobile contava com milhões de usuários.

Pois é, Ballmer, tem gente poupando em licenças do Windows e comprando iPhones com esse dinheiro, e você pode estar perdendo também, deixando de oferecer sistemas operacionais para netbooks, sendo este e outros nichos de mercado que a Google está sabendo explorar muito bem.

A Microsoft está sob nova direção, mas, pelo jeito, a forma de pensar não mudou nem um pouco...

Vem aí o Google Chrome OS, o sistema operacional do Google

Era mesmo uma questão de tempo. O Google acaba de anunciar que está desenvolvendo um sistema operacional para netbooks que deverá chegar ao mercado no próximo ano. O Chrome OS, como é chamado, promete ser um sistema operacional leve, rápido, seguro e de código aberto. Ele rodará tanto em máquinas Intel x86 quanto em máquinas ARM sobre um kernel Linux. Para os desenvolvedores de aplicações a plataforma será a web.

Na verdade o Chrome OS é um navegador de Internet Chrome com função de sistema operacional rodando sobre um kernel Linux.

Ao que parece o Google não apenas lançará um novo sistema operacional no mercado, mas sim um novo conceito (a interface com o usuário do Chrome OS não será parecida com a do Microsoft Windows Vista/7 ou Apple Mac OS) onde não haverá mais aplicativos instalados no micro e os usuários terão de executar seus programas dentro de um navegador de Internet.

Google Blog

MSN passa a traduzir simultaneamente

A Microsoft anunciou que uma nova ferramenta de tradução online será integrada ao Live Messenger.

Chamado de Windows Live Translator, o novo serviço realizará uma tradução simultânea por meio de um robô que enviará instruções para tradução e identificação do idioma.

Para utilizar a ferramenta, o internauta deve adicionar o contato mtbot@hotmail.com e iniciar uma conversa. Após digitar palavras ou frases na janela de conversa, o usuário receberá uma resposta com o equivalente no idioma desejado.

Estarão disponíveis traduções para inglês, português, alemão, árabe, chinês, coreano, espanhol, francês, holandês, italiano, japonês e russo.

AdNews

A Internet pode morrer?

Sempre ligadas, a banda larga e a conectividade móvel da web faz com que acreditemos que a internet está disponível para nós 24 horas por dia. Mas isso nem sempre acontece e fato é que o futuro da Internet pode ser um pouco incerto.

De acordo com um artigo publicado no TechRadar, os fornecedores de conteúdos multimídia dos dias atuais lutam com a tecnologia que foi inventada na década de 1960; tecnologia que agora apresenta rachaduras quando colocada sob pressão.

Um exemplo de rachadura da Web é o spam, ou lixo eletrônico, que ameaça enterrar-nos sob um monte de anúncios de Viagra, regimes miraculosos e sites pornográficos. Estima-se que a publicidade não solicitada responda atualmente por cerca de 80 a 90 por cento de todo o tráfego de e-mails - um número estimado de 100 mil milhões de mensagens a cada dia.

O instituto norte-americano Ferris Research, que estuda as conseqüências das fraudes online, estimou que em 2007 seus gastos atingiram o valor de US$ 100 bilhões em todo o mundo, sendo que os EUA arcou com US$ 35 bilhões desse total. Este custo estimado inclui, entre outras coisas, o tempo que os empregados levam para apagar o lixo eletrônico. Porém, bem mais perturbador que isso é o tempo dedicado a encontrar e-mails legítimos em meio a tantas pastas de tranqueiras virtuais.

Um exemplo significativo de como os spams podem atrapalhar a vida das empresas e dos usuários aconteceu em outubro de 2008, quando a Virgin Media, um dos maiores provedores dos EUA, sofreu um ataque de spam que cortou o acesso ao e-mail de cerca de metade dos seus 200.000 clientes por quatro dias.

Apocalipse?

Pesquisadores têm apontado ao longo da última década que o apocalipse de spam acontecerá daqui dois anos e que a solução definitiva para o problema não é virtual. É legal.

O TechRadar explica que, apesar de listas negras de programas como o SpamGuard do Yahoo e o SmartScreen da Microsoftajudarem no combate ao spam a nível pessoal, as legislações norte-americana e européia tem feito da comercialização de e-mails não solicitados um crime, dando aos tribunais o poder de parar os infratores virtuais, acertando-os onde realmente dói: na carteira.

A empresa de segurança Symantec relatou que dos 1,1 milhão de malwares, vírus e trojans em circulação, 64 por cento eram novos em 2007. Isto sugere que os produtores de malware estão criando novas variáveis de códigos maliciosos mais rápido do que os softwares de segurança podem detectá-los. E, se a produção de malware continuar neste ritmo, com ameaças dobrando ano a ano, em breve a utilização da Internet se tornará impossível.

Os efeitos de um código malicioso podem variar amplamente, a partir de um navegador da Web infectado que abre novas janelas de programas que recolhem dados pessoais. Alguns vírus sobrescrevem os arquivos chave do Windows, corrompendo o sistema. Fato é que a invasão virtual é uma ameaça constante e perene, sendo o tipo mais usual de ataque chamado de Denial of Service (DoS).

Também denominados Ataques de Negação de Serviços, os DoS consistem em tentativas de impedir usuários legítimos de utilizarem um determinado serviço de um computador. Para isso, são usadas técnicas que podem sobrecarregar uma rede a tal ponto em que os verdadeiros usuários dela não consigam usá-la; derrubar uma conexão entre dois ou mais computadores; fazer tantas requisições a um site até que este não consiga mais ser acessado; e negar acesso a um sistema ou a determinados usuários.

E afinal, qual seria a saída para a crescente proliferação de malwares e programas maliciosos? O artigo do TechRadar aponta o controle do problema por meio de uma atitude coordenada e eficaz. Ou isso, ou podemos nos preparar para um eminente colapso na rede.

Olhar Digital

Os dez maiores erros de computação




Computadores nunca foram perfeitos, ainda mais quando se fala do desenvolvimento dos seus softwares. Erros gerados por um programador em uma simples linha de código podem gerar grande caos aos sistemas de computadores. Logo, os erros mais comuns, ou os pequenos erros, são encontrados entre o teclado e a cadeira, e até podem custar bilhões de dólares para as empresas.

10. Bug da Verizon

Em julho de 2006, um erro no sistema da Verizon levou à sobrecarga de cerca de 11.000 clientes na região mid-Atlantic. O erro de programação gerou um custo de cerca de US$ 200 milhões de dólares.

9. Correspondências em Paris

Em 1989, um erro computacional resultou no envio de mais de 40.000 cartas aos cidadãos de Paris acusando-os de crimes como homicídio, extorsão, prostituição e crime organizado.

8. A tela azul do Windows 98

Provavelmente o mais famoso erro computacional do fundador da Microsoft, Bill Gates. Em 1998, durante uma manifestação pública do Windows 98, Gates ficou envergonhado após tentar simplesmente ligar um scanner em seu PC. A platéia ficou assustada com aquele telão azul.

7. O Caso USS Yorktown

A Scientific America em Novembro de 1998 relatou um caso em que um membro da tripulação do cruiser USS Yorktown que faz o controle de mísseis guiados cometeu o trivial erro da "divisão por zero" gerando um brutal erro no software. Os erros em cascata aconteceram em todo cruiser, causando o desligamento do sistema de propulsão e de saída do Yorktown por várias horas.

6. Duplicação de Débito

Em 1994, uma linha de código fez um Banco, em Nova York, deduzir o dobro do montante que os clientes retiraram das máquinas ATM. O código enviava uma cópia da retirada de um segundo sistema de computador, em que o dinheiro era descontado uma segunda vez. Em torno de US$ 5 milhões foram retirados por engano nas contas dos clientes do banco.

5. A falha do Therac 25

No início dos anos 80, um dispositivo chamado Therac 25 foi utilizado na radioterapia de pacientes com tumores cancerígenos. Neste caso, o hardware apresentava uma falha de segurança para evitar danos a um paciente ou médico, porém, o software não funcionava. Ainda pior, técnicos usando a máquina, muitas vezes inseriam a dose errada de radiação; muitas mortes e ferimentos foram causados como resultado.

4. O Famoso Caso Denver

O aeroporto de Denver e seu sistema de bagagem automatizado teve uma atraso no seu projeto de um ano, em meados da década de 90, adiando a abertura do aeroporto a um custo de US$ 234 milhões. O aeroporto com "sistema de bagagens totalmente automatizada" tinha 41,83 Km de pista subterrânea, milhares de carrinhos, que eram todos controlados por um mainframe programado com entrega instantânea. Bugs atrasaram a abertura do aeroporto, bem como o sistema que nunca funcionou perfeitamente. Em um esforço para evitar a perda de receita, o sistema foi abandonado.

3. A NASA e a Mars Climate Orbiter

Em 1999, a Mars Climate Orbiter foi pro espaço, ou melhor, não foi por uma falha computacional gerando um custo de os 125 milhões dólares que hoje em dia é tido como "perdido" por funcionários da NASA. Acontece que a NASA não tinha especificado o sistema de medição do dispositivo, e uma de suas equipes de engenheiros trabalham em medições diferentes de outra equipe. Quando um módulo, no dispositivo, passava informações para o outro, o sistema não foi capaz de processá-las e a parafernália da Nasa simplesmente desligou.

2. Pepsi nas Filipinas

Em Maio de 1992, rolou uma promoção da Pepsi nas Filipinas, em que, eles ofereceram um prêmio de um milhão de pesos (cerca de R$ 85.000) para a sorte dos clientes que encontrassem o número 349 impresso na parte inferior da tampinha de sua garrafa. Devido a um "erro de software", 800000 tampinhas foram impressas com o número do vencedor em vez de apenas uma. A Pepsi ofereceu pagar apenas 20 dólares aos vencedores; no entanto, o público se revoltou com a propaganda enganosa e jogou bombas nas instalações de engarrafamento da Pepsi. Duas pessoas morreram em motins, e funcionários Pepsi tiveram que sair do país. Alguns "vencedores" prosseguiram com seu pedido através dos tribunais, o que resultou no pagamento da Pepsi em milhões de dólares de compensação.

1. O grande blackout americano

Um bug acarretou em problemas para trás do pior sistema de falhas de energia na história norte-americana, o Northeast Blackout de 2003. Depois de examinar milhares de linhas de código, o problema foi encontrado em um utilitário da empresa que fazia o acompanhamento e gestão do software, a falha forçou 100 usinas a encerrar suas operações e resultou na perda de electricidade a mais de 50 milhões de lares. As perdas foram estimadas em 6 bilhões de dólares.

Windows Phone




Steve Ballmer, CEO da Microsoft, anunciou, no Mobile World Congress 2009, a entrada da Microsoft no mercado de telefonia celular, com o "Windows Phone", ou seja, aparelhos equipados com o sistema operacional da empresa. Embora a Microsoft pretenda continuar a vender o seu sistema operacional Windows Mobile, ela vai voltar sua força comercial no termo "Windows Phone" para mencionar os dispositivos que o rodam seu software.

O Windows Mobile 6.5 estará disponível provavelmente no último trimestre do ano. A fabricante informou ainda que todo aparelho com WinMob 6.5 terá um botão dedicado ao Windows.

Segundo Ballmer, o Windows Mobile deverá ser levado a um novo nível, que busca melhorar a experiência, trazendo-a mais próxima do que temos com PCs.

Tudo bem, desde que essa experiência forneça a opção Ctrl + Alt + Del. Mais uma dor de cabeça aos fabricantes de dispositivos móveis...

Microsoft anuncia DirectX 11

A Microsoft anunciou oficialmente o DirectX 11 durante a conferência de desenvolvedores Volish Gamefest 2008 em Seattle, Washington. Os destaques desta nova interface de programação incluem capacidades para multi-threading, tesselação baseada em hardware, suporte a nova tecnologia shader que permite ao programador usar o chip gráfico com um processador de propósito geral e compatibilidade com hardware DirectX 10 e 10.1.

Saiba mais em: http://www.shacknews.com/onearticle.x/53810

Fonte: newsletter do Clube do Hardware