terça-feira, 31 de agosto de 2010

Bicampeão. Biimpressionante. Biemocionante.




Não tinha palavras para descrever o meu sentimento diante da conquista do bicampeonato da Copa Libertadores da América por parte do Sport Club Internacional até hoje, quando vi esta compilação de imagens dos principais lances do time na competição.

O que percebi neste ano no plantel de jogadores do Inter é que ele parece mais coeso ainda que o de 2006, quando conquistou o Mundial de Clubes, diante do Barcelona. Podendo enfrentar a Internazionale de Milão, em 18 de dezembro, o Colorado tem um banco de reservas "de luxo", que mais parece outro time titular, que quebrou bem o galho no Brasileirão, enquanto o grupo principal se preparava para derrotar seus adversários na Libertadores.

No entanto, em 2010, o Inter teve percalços ainda maiores que em 2006. Enfrentou dois times argentinos nas oitavas e nas quartas-de-final, um deles, o Estudiantes de la Plata, o campeão de 2009. Jogando "com o regulamento embaixo do braço", o Colorado causou aflição aos torcedores até os últimos momentos dos jogos de volta, deixando-os um pouco desacreditados quanto à sua performance nas próximas partidas, o que motivou a demissão de Jorge Fossati do comando técnico do time, e a contratação do odiado Celso Roth.

Todavia, o novo técnico conseguiu chamar os jogadores para si, mexendo onde precisava no esquema tático, substituindo jogadores. Quem diria que Leandro Damião finalmente teria "seu lugar ao sol" nas últimas partidas... Renan, de quase vilão a heroi em questão de minutos!

Roth, quando chegou novamente ao Colorado, tinha em mente que precisava apenas de seis partidas para conquistar o maior feito de qualquer jogador ou treinador sulamericano: conquistar o Mundial de Clubes. Ele já passou por quatro. Agora, só faltam duas partidas. Enquanto isso, o Brasileirão está aí, e estar próximo dos quatro primeiros na competição é essencial, caso queira conquistar este "extra", que não o faz há 31 anos.

Se o Sport Club Internacional vive nese final de década a mais importante de sua vida, deve agradecer a um ser humano: Fernando Carvalho. Ele, que teve a ousadia de "elitizar" o "clube do povo", com uma campanha de associados de fazer inveja até aos clubes de maior torcida do Brasil, retomou o caminho das vitórias do Inter desde 2003, com um trabalho de longo prazo, que tinha a previsão de ganhar uma Libertadores em 2006, com direito à "cereja do bolo", com o Mundial de Clubes, no final daquele ano.

Junto com Ildo Meneghetti, Carvalho será um dos presidentes mais lembrados pelos colorados por suas conquistas. Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil, formula a maior reforma no estádio Beira-Rio, inclusive, planejando a construção do terceiro piso, para acomodar mais torcedores, já que a capacidade máxima atual não é nem metade do número de sócios que colaboram hoje com o clube.

Com a venda do antigo estádio dos Eucaliptos, o dinheiro em caixa será ainda maior para as reformas. Acredito que a prioridade de Carvalho será o aumento de lugares no estádio, para que os espetáculos gerados pela torcida sejam ainda maiores e melhores. Fernando Carvalho entra para a história do futebol, transformando, em oito anos, o Sport Club Internacional, com 101 anos de idade, um dos maiores clubes da América.

Range Rover Generations Comparison




Steve Cropley, da Autocar, testa e mostra as diferenças entre a primeira e última gerações do Range Rover.

Japanese Water Bottle Jet Pack FAIL! Didn't someone tell that guy the Space Race is over?



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Jeremy Clarkson drives Dodge Viper SRT10



O que é preciso para ser um bom profissional de marketing digital?

Quando analisamos os números dos grandes players do mundo, como YouTube, Google, Orkut, Facebook, Twitter e MSN, temos um panorama do quanto os brasileiros são apaixonados pela web. Se o Brasil não é líder em acessos, está em 2º lugar e, fora isso, mesmo que apenas 35% da população tenha acesso à web, desde 2007 o Brasil é o país que fica mais tempo conectado em todo o planeta, superando os EUA, que têm 80% da população com acesso à web; lembrando também que nos EUA a população é maior que no Brasil.

Diante desse cenário, várias marcas começaram a olhar com outros olhos para a web e começaram a entender que Internet vai além do banner na home do portal. Internet é um canal de vendas, claro, mas também é um canal de relacionamento, interação, entendimento, pesquisa, análises e conversas entre marcas e consumidores.

Em recente evento da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), Malu Lopez diretora de mídia da Unilever, disse que a empresa já analisa a web como "um canal de contato e aproximação". Ela afirmou que ele não deixam "de fazer campanhas, mas entendermos o digital é muito mais que um meio de mídia". Essa afirmação demonstra o quanto a empresa, um dos maiores anunciantes do mundo, já está olhando para a web com outros olhos.

Lopez afirma que para os próximos anos a Unilever ainda deseja investir em Redes Sociais e Mobile, já deixando claro que vão apostar na presença digital da marca, pensando além do banner na home de portal.

As marcas estão começando a entender que a entrada no mercado digital deve ser feita, porém de forma estratégica e com entendimento. O dinheiro das verbas "offline" está migrando para o digital muito rapidamente, pois está se percebendo que o consumidor está saindo da TV para a web cada vez mais, e esse fenômeno ocorre com mais velocidade de pegarmos as gerações X e Y.

O que hoje conhecemos como "mundo online e mundo offline" tem tudo para se convergirem em um só mundo: o mundo do consumidor. Por isso, é importante que os nativos digitais das agências e anunciantes conheçam sobre TV, rádio, jornal e revistas, assim como os tradicionais profissionais conheçam sobre mobile, blogs, Facebook, Twitter entre outras ferramentas.

As agências digitais têm e terão, cada vez mais, papeis importantíssimos nessa entrada das marcas no mundo digital; por isso, tanto agências como departamentos de marketing dos clientes precisaram cada vez mais de profissionais qualificados, profissionais que entendam de planejamento, consumidor 2.0, mídia, otimização, web 2.0, inovação, e-commerce, redes sociais, buscadores, criação, métricas, branding digital, links patrocinados, arquitetura da informação, games online, blogs, usabilidade; claro que não tudo sempre a fundo, mas com boas noções e com mais aprofundamento em algumas. A expansão desse mercado trouxe diversas profissões e habilidade, mas infelizmente nem todos os centros educacionais estão preparados para isso, e chega-se à conclusão de que há muita oferta e pouca gente especializada.

Expansão X falta de profissionais

Esse fator está levando as agências e os anunciantes a pagarem até 17 mil reais de salário a profissionais qualificados, profissionais que entendem a dinâmica da Internet e podem fazer a diferença no negócio do cliente, tendo a web como plataforma.

Porém, atualmente, não temos uma mão-de-obra qualificada a altura da demanda do mercado. Segundo o diretor de marketing da ABRH-Nacional (Assoc. Brasileira de Recursos Humanos) Marcos Felipe, "existe defasagem no processo de formação e de tempo de produção de conhecimento. O tempo que se leva para educar uma pessoa é mais lento do que o necessário, em termos de mercado". E muito disso acontece porque os milhares de cursos de comunicação, publicidade e marketing no Brasil ainda focam seus ensinos em GRP e não em CTR (GRP é uma medida de mídia para a compra de comerciais na TV e CTR é a medida de retorno de clicks em um banner em um site)

Uma dica para conseguir se destacar no mercado, além de ler bastante livros, sites, blogs e revistas da área é correr atrás de cursos com foco em marketing digital. Existem alguns (poucos, é verdade) que abordam os temas, e desses existem alguns que realmente valem a pena. Cursos de pós-graduação e MBA estão surgindo no Brasil inteiro e com grande sucesso, como é o caso da Faculdade Impacta de Tecnologia, que está oferecendo uma pós-graduação em Marketing Digital, sem falar em tantas outras instituições de respeito.

Para Max Pretrucci, presidente da Garage, uma das mais importantes agências digitais do país. "quando o profissional quer entrar em um mercado em formação, a melhor escola são as empresas com empreendedores, profissionais com quem você sabe que vai aprender". Lembre-se disso quando for procurar a sua especialização.

iMasters

Primeiro McLaren F1 produzido está à venda




O primeiro McLaren F1 produzido está sendo vendido pela Gemballa North America por nada menos que 3 milhões e 175 mil dólares. O carro tem somente 480 quilômetros no odômetro, tem cor prata e um motor BMW V12 6.1.

O McLaren F1 foi o carro de produção mais rápido do mundo em 1998, quando atingiu a marca de 386,46 Km/h, recorde que foi superado pelos Koenigsegg CCR, Bugatti Veyron, SSC Ultimate Aero e Bugatti Veyron Super Sport.

Supõe-se que o desaparecimento de Uwe Gemballa e a posterior insolvência da sua empresa obrigou que esta joia da indústria automotiva fosse posta à venda.


domingo, 29 de agosto de 2010

BlackTrail BT-01




A BlackTrail BT-01 é fabricada pela Haro Bikes, com fibra de carbono, alumínio aeroespacial, titânio e magnésio. É capaz de atingir até 104 quilômetros por hora, graças ao motor elétrico de 1,2 kW. A bicicleta percorre até 193 Km de distância com uma carga de duas horas e meia, graças ao seu conjunto de baterias de ion-litio de 17 Ah.

Seus compradores devem registrá-la como motocicleta, pois corre tanto ou mais que um ciclomotor de 50 cc, e precisam ser rápidos, pois só fabricarão uma edição limitada de 667 unidades.

Também, pudera, comprar uma bicicleta com esse preço e ainda ter de registrá-la como motocicleta, porque não comprar uma moto logo de uma vez?

2011 Ford Shelby GT500



Porsche 993 Owners Guide




Imagine você comprando um carro e recebendo um DVD (na época, fita cassete) com um vídeo ensinando-o os diferenciais e características essenciais de seu novo carro...

Pois a Porsche assim o fez! O vídeo acima é um verdadeiro "manual do proprietário" do Porsche 911 (993)!

sábado, 28 de agosto de 2010

Kia Sportage. Ainda mais bonito, mais charmoso, mais SUV.



Padre

2012 Ford Mustang Boss 302




Para agradar aos fãs dos carros clássicos, a Ford apresentou o Mustang Boss 302, uma releitura do esportivo de 1969, que chega como modelo 2012. Vem recheado de itens que compõem um carro de corrida de rua, como suspensão ajustável, novo sistema de embreagem e frenagens mais precisas em relação às demais versões do Mustang, além de um motor V8 5.0, que gera 440 CV de potência, e uma transmissão manual de seis marchas e diferencial autoblocante.

Por fora, o Boss 302 foi totalmente inspirado no modelo original de 1969, com opções de cores como laranja, branco, azul, amarelo e vermelho. O divisor dianteiro e o spoiler traseiro dão uma aparência mais agressiva ao Mustang.

No interior, novo revestimento para o painel de instrumentos e novo acabamento das portas, além dos bancos esportivos Recaro. Os proprietários também contam com um sistema de áudio graças ao isolamento acústico proporcionado no interior.



Segundo a Ford, na América do Norte, o Boss representa muito e não seria conveniente torná-lo apenas um pacote, incrementando o Mustang apenas com rodas e adesivos. A Ford afirma que o Boss 302 será mais rápido que o Mustang GT, devido aos ajustes realizados na edição especial. Estes ajustes, especialmente os da edição especial limitada Laguna Seca, do Boss, foram feitos tendo o BMW M3 como base, carro que, segundo a Ford, será superado pela nova versão limitada do Mustang.

Os felizes proprietários do Boss 302 poderão desfrutar de uma incrível experiência sonora, isso porque a Ford fez modificações nos materiais do revestimentos acústicos do interior do carro. O interior também recebe um revestimento escuro metálico para o painel de instrumentos, novo acabamento do painel das portas e bancos esportivos.

A Ford também estuda lançar um número limitado do modelo, chamado de Laguna Seca, com chassis mais rígido e pacote aerodinâmico do Ford Racing Boss 302R.



PRESS RELEASE

MONTEREY, Calif., Aug. 13, 2010 – Ford gave the green light only once before: In 1968, management approved a special Mustang – a car that sacrificed nothing in its quest to be the best all-around road-going performance machine ever created by Ford Motor Company. That car became the 1969 Mustang Boss 302, and it remains one of the world's most sought-after examples of American performance.

Forty-two years later, Ford has given the green light again.

The team of Ford engineers, designers and stylists – all Mustang enthusiasts to the core – that created the groundbreaking 2011 Mustang GT has distilled a new model to its purest form, strengthening, lightening and refining each system to create a race car with a license plate. Its name: the 2012 Mustang Boss 302.

"The decision to build a modern Boss was not entered into lightly," said Derrick Kuzak, group vice president, Global Product Development. "The entire team at Ford felt the time was right and with the right ingredients, the world-class 2011 Mustang could support a successful, race-bred, worthy successor to the original Boss 302. For us that meant a production Mustang that could top one of the world's best – the 2010 BMW M3 – in lap times at Laguna Seca. We met our expectations."

To celebrate the racing heritage of the new Mustang Boss 302, Ford will also offer a limited number of Boss 302 Laguna Seca models, named for the track where Parnelli Jones won the 1970 Trans-Am season opener in a Boss 302. Aimed at racers more interested in on-track performance than creature comforts, the Boss 302 Laguna Seca has increased body stiffness, a firmer chassis set-up and an aerodynamics package carried over almost in its entirety from the Ford Racing Boss 302R.

Philosophy and powertrain

"The new Boss 302 completely redefines Mustang capability," said Mark Fields, Ford president of The Americas. "That the Mustang team was able to take the current Mustang GT – already a world-class performance car – and refine it further for peak track performance shows the commitment Ford has to this car and its legions of fans."

Driving the 2012 Mustang Boss 302 was intended from the outset to be a visceral experience, packed with raw, unbridled performance across the spectrum: Acceleration, handling, braking, and top speed are all equally matched for perfect balance on a car operating within the framework of legally defined safety, noise and emissions regulations.

"The team at Ford wanted to offer their fellow Mustang enthusiasts something really special – a beautifully balanced factory-built race car that they could drive on the street," explains Dave Pericak, Mustang chief engineer. "The Boss 302 isn't something a Mustang GT owner can buy all the parts for out of a catalog or that a tuner can get by adding a chip. This is a front-to-back re-engineered Mustang with every system designed to make a good driver great and a great driver even better."

Led by Mike Harrison, the V8 engine team approached Boss from the top down: With 412 horsepower from 5.0 liters, the 2011 GT engine was already an incredible performer. But to achieve the high-rpm horsepower that would make the engine competitive on the track, a new intake was essential. The resulting runners-in-the-box plenum/velocity stack combination the engine team developed was impressive enough that it got the green light after one short drive.

Helping the intake build power, revised camshafts using a more aggressive grind are actuated with the same twin independent variable camshaft timing (Ti-VCT) mechanism used on the Mustang GT. More aggressive control calibration yields 440 horsepower and 380 lb.-ft. of torque, while still offering a smooth idle and low-end torque for comfortable around-town driving.

A race-inspired clutch with upgraded friction materials transmits power, while a short-throw, close-ratio six-speed manual transmission handles gear change duties.

Power is delivered to a 3.73 ratio rear axle using carbon fiber plates in the limited-slip differential to improve torque handling and longevity. For those who want even more precise control over power delivery, a torque-sensing (Torsen) limited-slip differential is an available option coupled with Recaro front seats.

Sounds like the Boss

While the powertrain team defined output targets that would yield an ideal balance with the chassis, another team made sure the car made the kind of sounds owners and enthusiasts would expect from a Mustang Boss.

Up front, a Boss-specific intake system is tuned to feed the engine with minimum restrictions. A retuned induction sound tube provides concrete aural evidence of what's occurring under the hood. And, in the Boss exhaust system engineers really had some fun.

"With an exhaust system, we have to consider three constraints: legal noise restrictions; backpressure, which can rob power; and ground clearance," explains Shawn Carney, Mustang NVH engineer. "Since the 2011 Mustang GT exhaust is already so free-flowing – it came in way under our backpressure targets – we already had excellent performance; we were able to tune the exhaust system for a unique sound. Combined with the rush of the intake, the exhaust system really envelops the driver in V8 sound."

Every Boss features a unique quad exhaust system: Two outlets exit in the rear similar to a standard Mustang GT. The other two outlets exit to either side of the exhaust crossover, sending exhaust through a set of metal discs that act as tuning elements before the pipes terminate just ahead of the rear wheel opening. Visually subtle, the side pipes flow very little exhaust but a lot of exhaust sound, providing a sonic experience unlike any other Mustang – and giving home tuners an additional avenue for modification.

"We added the attenuation discs to meet legal regulations, but we knew buyers might operate these cars in situations where noise regulations weren't an issue," Carney said. "The disc is removable and includes a spacer plate sized to match aftermarket exhaust dump valves. If an owner wants to add a set of electric valves, they just undo two bolts on either side; the disc and spacer slide out and the valve will slide right in. And the side pipes are tuned so that drivers can run wide-open and the sound levels are comfortable – very aggressive but livable for an all-day track outing."

Carney further explains the thinking behind the unusual step of an OEM easing aftermarket component installation. "We're Ford engineers, but we're also enthusiasts," he says. "We understand owner mods are part of the Mustang experience, so we try to help where we can."

Suspension and steering

In keeping with the Boss mandate to provide the best-handling Mustang ever, the already strong Mustang GT suspension system has been further refined. Higher-rate coil springs on all four corners, stiffer suspension bushings and a larger-diameter rear stabilizer bar all contribute to the road racing mission, and Boss models are lowered by 11 millimeters at the front and 1 millimeter at the rear versus the Mustang GT. The real key to handling, though, is in the adjustable shocks and struts, standard on all Boss Mustang models.

"We've given drivers five settings for their shocks," says Brent Clark, supervisor of the Mustang vehicle dynamics team. "One is the softest, two is the factory setting and five is the firmest, and we've provided a wide range of adjustment. A customer can drive to the track on setting two, crank it up to five for improved response on the track, then dial down to one for a more relaxed ride home. What's unique is that drivers will find – thanks to the way the suspension works as a complete system – the softest setting isn't too loose and the firmest setting isn't too controlled; each step just provides additional levels of control."

Also unique is the method of shock adjustment. Ditching the weight and complexity of electronic wizardry, the Mustang team opted for traditional race-style hands-on adjustability – similar to the Gabriel shocks available on the original Boss 302.

"The shock adjustment is right at the top of the shock tower, built into the rod and easily accessible from under the hood or inside the trunk," says Clark. "You just take a small flat-head screwdriver, turn the adjustment screw between one and five, and head back out onto the track."

To complement the suspension, the speed-sensitive electronic steering system has been retuned to maximize feedback and road feel to the driver. The driver is also given the option of fine-tuning the steering feel to his liking by selecting one of three settings through the instrument cluster menu: Comfort, normal and sport modes help offer track-tuned steering when desired without sacrificing low-speed maneuverability in parking situations and everyday commuting.

Similarly, Boss receives unique traction control system (TCS) and electronic stability control (ESC) settings to help drivers achieve maximum performance whether on the street or at the track. Both systems can be completely disabled in controlled track situations where maximum driver skill is utilized, or fully engaged for maximum safety during normal driving or in less-than-ideal traction conditions. Intermediate sport mode allows drivers to push their cars hard at the track without completely disabling the safety systems, permitting more aggressive driving before the TCS and ESC systems intervene.

Brakes, wheels and tires

Working in concert with the suspension upgrades, Boss 302 receives unique, lightweight 19-inch black alloy racing wheels in staggered widths: 9 inches in front, 9.5 inches in the rear. The Pirelli PZero summer tires are sized specifically for each end of the vehicle, with the front wheels receiving 255/40ZR-19 tires while the rear stays planted thanks to 285/35ZR-19 rubber.

The combined suspension and tire package allows Boss to achieve a top speed of 155 mph and become the first non-SVT Mustang ever to achieve more than 1.0 g of lateral acceleration.

Boss braking is also up to the challenge, using Brembo four-piston front calipers acting on 14-inch vented rotors up front. In the back, standard Mustang GT brakes are upgraded with a Boss-specific high-performance pad compound. Combined with vented brake shields and unique Anti-Lock Brake System (ABS) tuning, Boss drivers get maximum control and rapid, repeatable fade-free stops in road and race situations alike.

The Mustang team spent considerable time ensuring the brake pedal feel met the expectations of performance drivers. Boss receives unique low-compressibility brake lines that expand up to 30 percent less than traditional flexible brake lines, allowing maximum fluid pressure to reach the calipers in the least amount of time, giving the driver a sensation of being connected directly to the brake pads.

"This car is wicked fast, so we put a lot of emphasis on giving it comparable stopping power," says Clark. "We started with a race-proven brake system and tuned it specifically for the characteristics of the Boss 302 and its mission. They're the best brakes ever installed on a Mustang, and they give consistent, repeatable braking performance on the street and the track."

As a result 60-0 stopping distances for the Boss are improved by approximately three feet versus the Mustang GT with available brake package; combined with suspension and engine improvements, Boss is expected to show approximately a two-second lap time improvement over the GT on a typical road race course. But the numbers tell only part of the story.

"We achieved measurable improvements over GT, which was already one of the best-braking cars we've ever designed," explains Clark, "but what's harder to quantify is how good these brakes feel to a driver in a race situation. Like everything on this car, the brakes are more than the sum of their parts: They're tuned from pad to pedal to work perfectly as a system, and the difference is dramatic."

Exterior and interior design

Changes to the Mustang Boss exterior are subtle but unmistakable. True to its race-bred heritage, every component that could potentially aid aerodynamics or engine/brake performance was examined to make the vehicle more competitive, while chief designer Darrell Behmer refined the styling to evoke the 1969 Boss in a contemporary way.

"We approached this as curators of a legend," explains Behmer. "We've taken design cues from the '69 Boss street car and the menacing Bud Moore/Parnelli Jones race cars and carefully updated them to give the 2012 the proper bad-boy attitude that is unmistakably a Boss Mustang."

To set Boss apart, each car will have either a black or white roof panel, coordinated to the color of the side C-stripe. Available exterior colors are Competition Orange, Performance White, Kona Blue Metallic, Yellow Blaze Tri-Coat Metallic and Race Red.

Up front, a unique fascia and grille are highlighted by the blocked-off fog lamp openings and aggressive lower splitter, a version of the design used – and proven – on the Boss 302R race car. The front splitter is designed to function at high speeds by efficiently managing the air under and around the car. It helps to reduce underbody drag and front end lift while more effectively forcing air through the Boss-specific cooling system. At the rear of the car, the spoiler was chosen to complement the front aero treatment and minimize overall drag.

"What we were after on Boss was reduced overall lift with improved balance," says Pericak. "We needed to keep the car glued to the street or the track at high speeds without increasing drag or affecting top speed and fuel usage. The end result is an aero package that uses front, rear and underbody treatments not for show, but for effect – the balance and stability of this car all the way to its 155-mph top speed is just outstanding."

Inside, a unique Boss steering wheel covered completely in Alcantara suede complements the standard seats, which are trimmed in cloth with a suede-like center insert to firmly hold occupants in place. Boss customers who want the ultimate seating experience can select a package that includes Recaro buckets, designed by Ford SVT in cooperation with Recaro for high performance Mustang models, and shared between the Boss and GT500.

A dark metallic instrument panel finish, gauge cluster and door panel trim also differentiate Boss from the standard Mustang, while a black pool-cue shifter ball and "Powered by Ford" door sill plates further remind customers they're in a special car.

The Boss interior gets an aural kick thanks to what's been removed. Eleven pounds of sound-deadening material have been eliminated to let occupants further enjoy the intake, engine and exhaust note.

"Boss is a hallowed word around here, and we couldn't put that name on a new Mustang until we were sure everything was in place to make this car a worthy successor," explains Pericak "We were either going to do it right or not do it at all – no one on the team was going to let Boss become a sticker and wheel package.