Nelson Piquet, garoto-propaganda da Arisco, em 1993


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 917-30 - Brian Redman - Onboard


Chaves no Festival SBT 30 Anos


Em 02 de julho de 2011, o Festival SBT 30 Anos relembrou a história de um campeão de audiência do SBT: o Chaves.

O famoso garoto que mora em um barril teve sua história e de toda a sua turma contada desde o início, com direito a muitas curiosidades sobre os episódios, cenas de bastidores com o elenco e erros de gravação.

A surpresa deste programa veio pelas mãos da apresentadora Patricia Abravanel, que teve a missão de investigar o que aconteceu com os famosos "episódios perdidos". Ela investigou em todos os lugares da emissora, prováveis e improváveis, até conseguir alcançar seu objetivo.

Relembre as entrevistas que o SBT produziu com Roberto Gomez Bolaños para o "SBT Repórter" e para o "Domingo Legal", a entrevista de Édgar Vivar no "Programa do Ratinho" e a entrevista de María Antonieta de Las Nieves para o programa "Falando Francamente", em 2003.

Ford Belina. O carro da semana e do fim de semana.


2011 Goodwood Festival Of Speed - McLaren MP4-12C, Lotus 88 and Toyota Celica


2011 Porsche 911 Turbo S Launch Control Tested


Comercial da Nova Schin para o GP Brasil de F1 de 2004, com Nelson Piquet e Émerson Fittipaldi


2011 Goodwood Festival Of Speed - Bentley Continental Supersports vs. Lamborghini Gallardo LP570-4 Spyder Performante - Juha Kankkunen - Onboard


2011 Chevrolet Corvette ZR1 Launch Control Tested


Intel Centrino Duo. Revolutionary Mobile Performance. (With Jacques Villeneuve)


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 961 - Onboard


Chris Harris drives BMW 1 Series M Coupé and Porsche Cayman R


Discover the wonderful world of Honda Z.


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 718 RS 60 - Stirling Moss - Onboard


2011 Porsche Carrera World Cup - Nürburgring Nordschleife - Sean Edwards - Onboard


AMSOIL Roger Lovell Crash - 2011 Pikes Peak International Hill Climb - Onboard


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 956 - Derek Bell - Onboard


Hahn SuperDry. Super goes in SuperDry taste comes out.


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 911 GT2 RS - Chris Harris - Onboard


Fale menos, codifique mais

"Só o código importa". Essa frase nem sempre disse tanto quanto diz hoje em dia. Sua simplicidade desafia a compreensão de um profissional que vivenciou e ainda vivencia projetos de software nos quais o código é apenas mais uma das coisas que podem dar errado. Em um contexto no qual passamos boa parte da graduação aprendendo a montar diagramas e no mercado em que os profissionais passam o dia montando documentos, essa frase realmente não pode fazer sentido.

Teorias e soluções são comprovadas com código

Uma coisa comum em projetos é que, ao nos depararmos com um problema, teorizamos sobre as possíveis soluções. Soluções que podem ser desde um simples design de classes até um projeto secundário que vai revolucionar o mundo. A questão é: documentos e diagramas aceitam qualquer coisa, o código, não.

Nenhuma solução é válida até que se prove sua viabilidade no código. Felizmente, na área de desenvolvimento, o custo para se criar uma prova de conceito não é alto. Podemos passar trinta minutos discutindo possíveis soluções para um problema em um quadro branco ou folha de papel e já partir para construção do seu código.

Prolongar o tempo da solução fora do código é prejudicial, pois somente o código fornece o feedback necessário para uma avaliação. Na prática, o ideal é ficar o menor tempo possível com uma solução fora do código.

O código traz resultados. Documentos, não.

Sabe o que você consegue quando gasta tempo confeccionando documentos e diagramas? Documentos, diagramas e nenhum software funcionando. Em um contexto no qual o objetivo é conseguir o software funcional rápido, tudo que não for essencial deve ser descartado ou simplificado, pois não há tempo a perder.

Software não é um fim, mas sim um meio. O objetivo do time de desenvolvimento não é desenvolver um requisito, mas sim entender a necessidade do cliente e atendê-la com uma solução de software. Apesar dos conceitos parecerem semelhantes, na prática são completamente diferentes.

Artefatos válidos são artefatos úteis. A utilidade do artefato está na informação em si, não no seu formato ou nas assinaturas de aprovação do requisito no fim da página. Reduzir o tempo de confecção de artefatos e investir em codificação é certamente uma das melhores práticas para se obter resultados rápidos.

Nenhum documento diz mais sobre o software do que seu próprio código

Uma linguagem de programação é tão útil para registrar uma informação quanto qualquer outro documento, com a vantagem de nunca ficar desatualizada.

Geralmente documentos são gerados para expressar regras de negócio que seriam difíceis de entender no próprio código, além de outras razões burocráticas. Meu ponto não é contra documentações, mas sim a favor de um código expressivo, que não necessite de artefatos externos para ser compreendido.

É claro que, até o código ser produzido, podemos precisar de documentos auxiliares para expressar as regras que devemos codificar. Porém, depois de escrito, o código passa a ser a única referência confiável sobre aquela regra. Muitas empresas acreditam que uma boa documentação irá auxiliar na passagem de conhecimento entre programadores, mas nada é tão útil quanto um código expressivo e com testes unitários que não só expressem a intenção do código, mas também garantam que o mesmo está funcionando corretamente.

É possível ter um código expressivo. Investir na qualidade do código traz mais resultados do que gastar tempo na confecção de artefatos para traduzi-lo.

O código levanta questões sobre o domínio

Construir software é expressar através de código as coisas como elas de fato acontecem, ou seja, as imperfeições e as indefinições do ambiente do cliente ficarão explicitas no momento da codificação, o que levanta a questão: o que fazer nesse momento?

A comunicação entre cliente e time de desenvolvimento não é uma via de mão única, sendo totalmente plausível existirem questionamentos sobre o processo do cliente, afinal, tudo é passível de melhoria.

O time de desenvolvimento não pode ser omisso ao encontrar deficiências no domínio. Uma coisa que não funciona na vida real também não vai funcionar no software, podendo inclusive potencializar problemas que não eram tão evidentes quando o processo era feito manualmente.

Convenções e regras de criação de código podem auxiliar na detecção de falhas em um processo.

O código mostra o nível de experiência de um profissional

Não importa quantas certificações ou quantos anos de experiência um profissional tenha. O código que ele produz é a uma das maiores evidências de sua competência.

Alguns minutos de codificação ao lado de um profissional dizem muito sobre ele. Essa percepção foi a grande responsável por introduzir técnicas como Pair Programming e Coding Dojos em processos de seleção.

Conclusão

Em um cenário em que a entrega de software funcionando é o maior objetivo, o código se torna o bem mais precioso do projeto. O código é capaz de provar teorias, mostrar a experiência de um profissional, documentar uma regra e ainda trazer propostas de melhoria para o ambiente no qual será inserido.

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