Regra ou exceção?

O prodígio chinês Lim Ding Wen, de apenas 9 anos, ficou conhecido mundialmente após escrever o aplicativo "Doodle Kids" para o iPhone. O software, baixado por mais de 27 mil usuários, permite desenhar com o dedo na tela do smartphone da Apple. Para deletar o desenho, basta sacudir o aparelho.

Um entusiasta da área de informática como o Lim Ding Wen, porém, representa a exceção e não a regra. Trabalhadores autodidatas que buscam e conseguem, com sucesso, adquirir e aplicar conhecimentos técnicos são representantes do pequeno grupo de trabalhadores conhecidos como empreendedores. São aqueles que não se contentam nem com o que eles realizam no expediente do trabalho e nem com o que é passado em sala de aula.

Esses profissionais já entenderam que ideias são poderosas e, com as ferramentas certas, provavelmente muito lucrativas. Esse tipo de trabalhador é dotado de algo especial, que não vem da capacitação. Ele é dotado de paixão e do prazer da conquista, as diferenças fundamentais entre um profissional e o empreendedor. Os que alcançam notoriedade e fama são aqueles que enxergam o fato de que existem inúmeras oportunidades para inovar.

O bom profissional quer trocar de carro todo ano. O bom empreendedor tem certeza que vai revolucionar o cotidiano de milhões de pessoas, assim como fez o pequeno Lim Ding Wen. O bom profissional atua para subir a escada corporativa. O bom empreendedor defende agressivamente sua liderança excêntrica para manter domínio do mercado, como faz ostensivamente Steve Jobs, da Apple, fabricante do iPhone.

Além de competência técnica, o empreendedor astuto reconhece que ele precisa adquirir outros ativos para dar longevidade às suas ideias. Ele precisa saber avaliar outras pessoas, discernir entre "papo furado" e resultados concretos, capitalizar em cima das suas paixões, identificar fontes de poder e influência, ter credibilidade, saber quando se destacar e quando ser discreto, blefar, apreciar a arte da persuasão, entender intimamente a relação custo-benefício, como encarar fracassos e as sutilezas da diplomacia - especialidades de Bill Gates, outro entusiasta, que ganhou o mundo com a Microsoft.

Para o profissional comum, aquele que faz parte da regra e não da exceção, aí vai uma dica: diferente da empresa e o mercado, o ambiente onde se pode aprender estas habilidades vantajosas, sem quase qualquer consequência negativa, é a universidade.

O que se deseja de profissionais técnicos recém-formados é desembaraço. No mínimo eles precisam saber encontrar soluções e como implantá-las. Alunos em fase de conclusão de seus cursos precisam ser desafiados com problemas reais e complexos dentro da sala de aula, onde há um acompanhamento voltado para aprendizagem e não para a cobrança.

Esse profissional precisa dimensionar quais são os problemas que empresas e pessoas estão dispostas a pagar bem para serem resolvidos. Linguagens, ambientes de desenvolvimento, plataformas e tecnologias são ferramentas para solucionar problemas, aprender como desenvolver uma aplicação web com uma IDE integrada ao Apache Tomcat é fácil. Aprender como fazer a mesma aplicação garantir a integridade de dados espalhados por 23 servidores usando conceitos de grid computing dentro de 120 segundos não o é.

Às universidades, resta casar os dois aprendizados durante o tempo de curso do aluno, pois o mercado não oferece essa oportunidade. Quando um empreendedor fala "vou abrir o meu próprio negócio" não imagina como quais são os desafios para manter a sustentabilidade de seu negócio. Mais de 60% das empresas abertas morrem nos primeiros 5 anos de existência.

Antes de assumir riscos, é bom refletir seriamente sobre em que caso você se encontra. Descubra se você é regra ou exceção. Se você não passa seu tempo livre tentando aprimorar ou bolar algo que você acredita que pode mudar a vida de pelo menos uma pessoa, então fique onde está. Se fizer parte do time excepcional de Lim Ding Wen, Steve Jobs e Bill Gates, parabéns e sucesso! E lembre-se de adquirir habilidades que apenas os mais destemidos dominam.

iMasters
Gerald M. Weinberg

Ônibus atropelando vários carros em estrada: câmera onboard



Ron Dennis: "o que eu teria feito diferente"

O ex-diretor da equipe McLaren de Fórmula 1 concedeu entrevista à revista americana Car And Driver, falando sobre como conduziu a equipe à glória e como criou um dos mais famosos supercarros, o McLaren BMW F1.

O senhor começou na Fórmula 1 na profissão de mecânico e terminou sua carreira na categoria como líder de uma das mais bem-sucedidas equipes da história, desenvolvendo sua reputação caracterizada pelo perfeccionismo. Reconhece essa afirmação?

Eu sempre defendi que vencer provas era só parte do meu trabalho. Depois disto, vem outras questões: como estava o carro, o piloto, a equipe? Tudo isto constitui uma boa base para investir em nós mesmos?

A História do Automobilismo Brasileiro - Curva do S Especial - SPEED Channel - Capítulo 3


Confira os outros capítulos da série:

Capítulo 1 - O Início
Capítulo 2 - Anos 30
Capítulo 3 - Interlagos (Autódromo José Carlos Pace)
Capítulo 4 - Carreteras
Capítulo 5 - Anos 50 e 60
Capítulo 6 - Mil Milhas Brasileiras
Capítulo 7 - Carros e Personagens Históricos (Parte 1)
Capítulo 8 - Carros e Personagens Históricos (Parte 2)
Capítulo 9 - Categorias do Automobilismo Brasileiro
Capítulo 10 - Museu do Automobilismo Brasileiro

rFactor - Formula Ford - Onboard Preview



Volkswagen Saveiro. Carregada de aventura.



Saber. Unleash the force within you.



A resposta a Boris Casoy, em forma de rap

Vou dizer a verdade: tinha profunda admiração pelo trabalho de Boris Casoy, mas até ele cometer essa barbárie com pessoas que não estão fazendo nada menos que um trabalho digno.



Poderiam estar matando, roubando, enganando as pessoas, tirando proveito alheio, mas estão trabalhando, de garis, e daí?

Inclusive, muitos letrados, doutores, médicos, advogados, pessoas graduadas, que não possuem trabalho na área na qual se especializaram durante anos a fio, estão prestando concurso público para serem garis, já que não exigem muita escolaridade, são remunerados pela CLT, enfim, possuem todas as garantias e direitos que a profissão de advogado, médico, engenheiro, na qual eles não conseguiram emprego.

Queria só ver se os garis deixassem de recolher o lixo desse pária chamado Boris Casoy, para ver o que aconteceria. No final, ele mesmo teria que fazer o trabalho que os mesmos que ele denominou como "lixeiros" fazem com a dignidade que a maçica maioria de nossos representantes não possui.



Infelizmente, este é o país do futebol, do carnaval (dentro e fora de época), do turismo sexual de crianças e adolescentes, que, numa analogia do pão e do circo, vive de cerveja e futebol. E cada país tem o vereador, o prefeito, o deputado, o governador, o senador e o presidente que merece.

E o brasileiro ainda tem a capacidade de falar mal do argentino, mas, pelo menos, os hermanos, quando estão insatisfeitos com alguma coisa, juntam-se todos, classe alta com classe baixa, branco com negro, jovem e idoso, e promovem até panelaços para reinvidicarem o que querem.

WRC 2010 - Sweden - Marcus Grönholm - Onboard


2011 Ford Mustang V6



Gato derruba TV de LCD na cabeça de seu dono



Kimi Raikkonen passando trabalho (2)

Depois de atolar seu carro na neve, o finlandês Kimi Raikkonen, num estágio da etapa da Suécia do WRC 2010, quase atropelou um alce.