Volkswagen Bora Sport. Nada que demonstrar.


The Car Show: 1970 Plymouth Superbird vs. 1968 Chevrolet Camaro RS vs. 1970 Dodge Challenger


Ford cria protetor de portas ativo


Para diminuir as preocupações com vagas apertadas no supermercado, colunas na garagem ou os filhos abrindo com força a porta do carro, a Ford desenvolveu uma tecnologia muito útil para seus modelos europeus. Trata-se de um Protetor de Portas Ativo, que protege as bordas das portas autimaticamente todas as vezes em que elas são abertas. Isso evita danos não só à própria porta, mas também aos carros que possam estar ao lado.

As pequenas peças de borracha ficam ocultas nas laterais da porta, e se posicionam automaticamente nas laterais assim que elas são abertas para absorver qualquer impacto, retornando à posição original quando elas são fechadas. O processo leva apenas 60 milissegundos e é praticamente imperceptível para os passageiros.

Se algo der errado na mecânica e a peça não se recolher, não há risco. Como ela é feita de borracha, não causa nenhum dano à porta ou à pintura, e ainda pode ser trocada com frequência por um custo baixo, para garantir que não se deforme com o tempo e deixe de funcionar adequadamente.

O sistema será visto pela primeira vez no novo Focus, que começa a ser vendido em janeiro. A intenção da Ford Europa é estender o uso da tecnologia para os demais lançamentos da marca.

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Forza Motorsport 4 Wheel Buyers Guide


O Inside Sim Racing mostrou as diversas opções de volantes, pedais e alavancas de câmbio disponíveis para o Forza Motorsport 4 e o Xbox 360. Neste vídeo, mostra-se como é praticar o simulador da Turn 10, desde com um joystick até com o novo Fanatec CSR Elite.

Man jumps over speeding Acura NSX


Runaway Truck Tire Smashes Taxi!


Lexus LFA Nürburgring Edition review by autocar.co.uk


Heineken (The Tube)


Ford Pampa. Trabalha sem dar trabalho.


The Car Show: Ariel Atom vs. KTM X-Bow


Papagaio cantando Heavy Metal


Nur für fortgeschrittene. Der neue Golf GTI.


Linha de Chegada Entrevista: Bird Clemente e Fritz d’Orey


Replicantes - 25 Anos


Em parceria com o selo/estúdio Marquise 51 e a produtora Baixada Filmes, o Replicantes prepara o documentário "Replicantes - 25 Anos" e conta com a ajuda de amigos e fãs para colaborarem na realização do projeto, que está orçado em R$ 120.765,60.

Todos poderão ajudar em valores que vão a partir de R$ 5 a valores acima de R$ 10.000, valor que dará ao investidor um show exclusivo da banda, K7 autografados, exemplares do DVD e ingresso vitalício a shows da banda em qualquer lugar do país.

VW 1600 Brasília. Uma nova dimensão de carro.


Porsche 911 GT3 Cup - Laguna Seca Raceway - Spencer Pumpelly - Onboard


Review de CD: III - Chickenfoot

Capa do ÁlbumPra começo de conversa, a música do grupo está mais swingada, tem mais groove, está mais malandra. O alto astral se mantém lá em cima, naquela sonoridade ensolarada característica de todo trabalho que envolve Sammy Hagar. Ao invés de seguir um caminho semelhante ao do primeiro disco, a banda inseriu, corajosamente, elementos de outros gêneros em sua música, como pop, soul e blues, em uma variação que surpreenderá o ouvinte. Dessa maneira, "Chickenfoot III" é um trabalho inesperadamente diversificado, o que poderá decepcionar um pouco quem está esperando um cópia do debut.

A qualidade e a experiência de Hagar, Satriani, Anthony e Smith é um diferencial tremendo, e juntar os quatro em uma mesma banda é covardia. Assim, tudo exala um bom gosto e uma classe difíceis de serem encontradas por aí. Sammy continua sendo uma dos melhores vozes do hard rock, cantando de maneira brilhante. Michael, além de um baixista inquestionável, é dono de um dos melhores backing vocals do som pesado. A banda sabe disso, e usa esse fator a seu favor. E Chad Smith impressiona por tocar, mais uma vez, de uma maneira totalmente diferente daquela que estamos acostumados a ouvir no Red Hot Chili Peppers, reinventando-se de uma forma possível apenas para quem é grande em seu instrumento.

O mais legal no Chickenfoot, porém, é poder escutar um músico do gabarito de Joe Satriani, inegavelmente um dos maiores guitarristas da história, acompanhado por uma banda de verdade e não apenas gravando discos solos instrumentais. A técnica de Satriani é inigualável, e vê-lo usando tudo o que sabe nas composições do Chickenfoot, respeitando as dinâmicas de cada músico e assumindo o protagonismo na hora certa, é sensacional. Ainda sobre a guitarra, vale um comentário: o timbre de Satriani no disco é de outro mundo, com doses certeiras de distorção, porém mantendo um som mais limpo em seu instrumento, que sai das caixas de som de forma cristalina.

Quem curtiu o primeiro disco irá adorar as ótimas "Alright, Alright", "Up Next" e "Big Foot". A banda surpreende ao entrar sem medo no território do soul em "Come Closer", e o resultado é muito positivo. "Dubai Blues", com sua estrutura feita sob medida para a inserção de jams nas apresentações ao vivo, mostra o quarteto em um blues rock clássico, enquanto "Something Going Wrong" é outra surpresa e tanto, uma belíssima faixa contemplativa construída com violões e banjos. Merece menção também "Three and a Half Letters", cuja letra retrata o delicado momento econômico vivido pelos Estados Unidos através de trechos de cartas enviadas pelos fãs para a banda. Sem dúvida, uma maneira inusitada de tratar de um problema que preocupa não apenas os norte-americanos, mas todo o mundo.

"Chickenfoot III" é um excelente disco. Diferente da estreia, com certeza, e por isso mesmo, em diversos momentos, tão surpreendente. O legal é que ele sairá por aqui via Hellion Records, que também lançará o primeiro álbum do quarteto, até então inédito no Brasil, em uma caprichada edição dupla cheia de bônus.

Quem gosta de música, tem que ouvir!

Faixas:
Last Temptation
Alright Alright
Different Devil
Up Next
Lighten Up
Come Closer
Three and a Half Letters
Big Foot
Dubai Blues
Something Going Wrong
(Hidden Untitled Bonus Track)

Whiplash

Suzuki GSX-R 1000. So macht man sich Feinde.


CCG customGT


Um novo superesportivo está surgindo na Alemanha. A CCG, especializada na restauração de veículos esportivos clássicos, anunciou o lançamento do customGT, uma máquina que combina baixo peso com muita potência. Com apenas 960 kg (até 1040 kg, com adição de acessórios), o customGT é mais leve que esportivos consagrados, como a Ferrari F430 Scuderia, que pesa 1.250 kg.

O veículo pode ser equipado com duas opções de motorização, 6.0 V8 (444 CV / 560 Nm) ou 7.0 V8 (542 CV / 605 Nm), disponíveis no Chevrolet Corvette. Ainda é possível sobrealimentar o motor 7.0 V8, caso o cliente deseje, podendo atingir a potência de 730 CV. De acordo com a fabricante, o customGT com a opção mais forte de motorização vai de 0 a 100 km/h em menos de 3,3 segundos e pode chegar a 320 km/h. Caso o cliente prefira, tem a opção de converter seu veículo para usar gás liquefeito de petróleo (LPG). Com isso, a CCG diz que o customGT pode chegar aos 300 km/h gastando apenas de 15 a 20 litros de gás a cada 100 quilômetros rodados.

Por dentro, o acabamento usa materiais como Alcântara e couro. Por ser um veículo de produção artesanal, o interior pode ser completamente personalizado, de acordo com a preferência do cliente. A transmissão, de seis velocidades, pode ser manual ou semi-automática, e a tração é traseira. O CustomGT é feito de um chassi tubular com a carroceria feita de partes de fibra de carbono e fibra de vidro. O valor do carro será de 113.500 euros.