2010 foi o ano da grande socialização na internet. Muitas empresas entraram nas redes sociais, criando contas em aplicativos como Twitter ou Facebook, e começaram a utilizá-las como um canal de marketing, comunicação e serviço. Algumas companhias começaram a tirar conclusões analíticas sobre os gostos dos usuários e a percepção da marca nesses meios interativos, criando projetos para incorporar o conhecimento e o comportamento social dos consumidores na sua oferta online. Mas qual será a principal tendência que afetará as estratégias de vendas e de marketing na web durante este ano? Acredita-se que a próxima tendência será a computação móvel combinada aos meios sociais e colaborativos.
Esse ponto de vista é compartilhado pela vice-presidente do Morgan Stanley, Mary Meeker, que conclui que estamos diante do "início do próximo ciclo da tecnologia dominante, a Internet móvel". O crescimento dessa alternativa, segundo a mesma executiva, está sendo mais rápido do que o ocorrido com a internet por meio dos desktops e acabará ultrapassando o seu volume de acesso em cinco anos. Principalmente porque estão surgindo, de forma muito rápida, plataformas que estão mudando as regras do jogo das comunicações e de vendas, trazendo a combinação entre as redes sociais e a mobilidade. Além disso, a localização, em particular, acrescenta novas dimensões e oportunidades.
O Gartner também concorda com essa visão e faz um prognóstico de que, até 2013, os telefones celulares superarão os computadores pessoais como dispositivo dominante de acesso à web em todo o mundo. E vai além, prevendo que os sistemas de gestão de conteúdo na rede vão incorporar funcionalidades de análise para melhorar as campanhas de marketing e as experiências do usuário com dispositivos móveis até 2012.
Mas quais são as implicações para as empresas que iniciam campanhas de marketing por meio de canais móveis e comunicação social? Até agora, o marketing online interativo foi uma atividade centrada na web. Porém, com a entrada dos dispositivos móveis e das redes sociais, a complexidade aumentou, e as empresas enfrentam uma dificuldade crescente na hora de administrar as campanhas de venda pela internet, tanto por meio do celular quanto dos canais colaborativos.
As novas ferramentas devem permitir administrar de forma centralizada os esforços de marketing interativo para o desenvolvimento de uma web empresarial integrada, móvel e que interaja com as redes sociais. Uma plataforma de gestão de experiência na web (em inglês, Web Experience Management, com a sigla WEM) adequada permitirá formatar e disponibilizar conteúdos e aplicativos para dispositivos móveis específicos dentro da mesma interface que o restante do conteúdo na internet, possuindo repositório de conteúdo único e central.
Uma campanha de marketing interativo significa integrar a segmentação de campanhas com os dados que provêm dos canais sociais e dos dispositivos móveis, isto é, usando ferramentas integrais de otimização. A interatividade significa bidirecionar. Graças ao constante volume de informações a serem agregadas à análise dessa mesma variedade de conteúdos, é possível entender melhor os clientes, fazer recomendações e disponibilizar conteúdos personalizados e ofertas por meio de vários canais.
À medida que o volume de informação é muito maior, as fontes mais dispersas e os usuários mais exigentes, é cada vez mais importante que as ferramentas utilizadas pelos administradores de marketing online ofereçam uma visão unificada do usuário. Três conceitos vão resumir o futuro imediato dos fornecedores de plataformas WEM: socialização, mobilidade e otimização.
iMasters
Socialização, mobilidade e otimização: essências do marketing online
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Social Media Optimization (SMO)
Publicado: quarta-feira, 8 de junho de 2011 às 12:15
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Anúncio comestível
Uma propaganda veiculada na revista sul-africana Auto Trader chamou a atenção do mercado publicitário. O anúncio do Volkswagen Golf R encoraja o leitor a comer a estrada, literalmente falando!
A ideia foi da agência Ogilvy, e não deixa claro ao leitor, no momento em que visualiza a página, que ela pode ser ingerida. No entanto, a frase "Coma a estrada. É sério, coma-a!" tenta criar um efeito de "expressão de duplo sentido", com o intuito de fazer o leitor pensar se pode realmente comer a folha impressa.
No entanto, a folha não é feita de papel. Ela é feita com ingredientes que tornam-a comestível, como farinha glutinosa de arroz, água, sal, propilenoglicol, colorizantes artificiais e glicerina.
A ideia foi da agência Ogilvy, e não deixa claro ao leitor, no momento em que visualiza a página, que ela pode ser ingerida. No entanto, a frase "Coma a estrada. É sério, coma-a!" tenta criar um efeito de "expressão de duplo sentido", com o intuito de fazer o leitor pensar se pode realmente comer a folha impressa.
No entanto, a folha não é feita de papel. Ela é feita com ingredientes que tornam-a comestível, como farinha glutinosa de arroz, água, sal, propilenoglicol, colorizantes artificiais e glicerina.
Publicado: terça-feira, 7 de junho de 2011 às 17:15
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Top Gear Eco Challenge Spoof
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British Broadcasting Corporation (BBC),
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Top Gear,
Top Gear UK
Publicado: terça-feira, 7 de junho de 2011 às 12:12
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Como recarregar um carro movido à pilha sem uma tomada por perto
O Nissan Leaf possui um sistema parecido com o KERS, que alimenta as baterias nos momentos em que os freios são acionados. Então, o sistema é acionado quando o veículo está sendo movimentado sem que esteja ligado, ou seja, o veículo é freado enquanto é puxado por outro!
Pelo vídeo, pode-se perceber que, realmente, a artimanha funciona. Todavia, há algumas diferenças: já que o carro está sendo movimentado por uma força alheia à vontade de seus motores elétricos, o sistema que mede a autonomia da carga das baterias acha que o veículo está andando em um modo ultra-econômico, como se estivesse descendo uma ladeira infinita, por exemplo, e não irá mostrar o resultado real da quilometragem que você poderia percorrer com o carro caso estivesse em operação normal, que é por volta de 33% menos que o mensurado na "recarga forçada".
Apesar de tudo, o manual do proprietário do Nissan Leaf não recomenda esta atitude, a não ser que seja a última alternativa. Além disso, caso você venha um dia a ser proprietário de um veículo movido à pilha, e tiver que pôr em prática esta lição de recuperação de energia cinética, não abuse dos freios, caso contrário, haverá desgaste prematuro do conjunto.
Publicado: segunda-feira, 6 de junho de 2011 às 17:17
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Como trollar um carro movido à pilha...
Publicado: segunda-feira, 6 de junho de 2011 às 12:12
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Mercedes-Benz SLS AMG Safety Car
"Algumas vezes, você sabe que está lento demais, por causa do safety car à sua frente, mas, ao mesmo tempo, todos estão na mesma velocidade, então, todos estão na mesma dificuldade do momento", diz Michael.
"Precisamos estar de olho em certas coisas do carro, como a temperatura do motor, que tem de ser controlada andando em marchas altas e rotações baixas, mas, ao mesmo tempo, temos que manter os freios e pneus aquecidos, que atingem sua temperatura ideal apenas em ritmo de corrida, por isso, precisamos frear aproximando-se perigosamente do safety car ou do piloto à nossa frente, e também girar o volante para os lados", acrescenta Nico Rosberg.
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Nico Erik Rosberg
Publicado: domingo, 5 de junho de 2011 às 12:16
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