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Review de CD - Sting in the Tail - Scorpions

A notícia, que inclusive é confirmada no site oficial do grupo, dá conta de que os alemães vão fazer uma imensa turnê mundial e, no final, pendurar as chuteiras que conquistaram inúmeras vitórias nas arenas de todo o mundo. Descanso até merecido, mas tremendamente injusto para com os fãs, que vão ficar órfãos de uma das melhores coisas que a Alemanha produziu depois da cerveja.

E se tomarmos por base esse novo trabalho, os motivos para lamentar se tornam ainda mais fortes, pois todas as onze faixas que compõem o CD, sem exceção, são muito boas, mostrando aquilo que nos acostumamos a ver no som da banda: uma música forte, emocionante, cheia de feeling e, para completar, com baladas e solos de guitarra maravilhosos.

Logo de cara temos a convidativa "Raised on Rock", com as bases típicas do grupo emolduradas por contagiantes riffs de guitarra e que traz de volta o velhoTalk Box pilotado por Mathias Jabs. A seguinte é a faixa-título, que mantém a cadência firme, com boas bases de guitarra e a voz marcante de Klaus Meine ditando o tom do grupo. A faixa soa com uma pitadinha de hard rock, mas também remete aos velhos tempos e em menos tempo do que imagina você já está cantando junto...O mesmo pode se dizer de "Slave Me", que tem um riff hendrixiano e um refrão feito sob medida para cantar bem alto.

E se existe uma banda que sabe fazer baladas como ninguém ela se chama Scorpions.

Mais uma vez eles mostram que conhecem o assunto e provam com temas inspirados, como "The Good Die Young", que só para variar, tem solos belíssimos e um vocalista sempre pronto para oferecer o melhor. Mais uma canção nota dez.

A cartilha oitentista também dá as caras por aqui. Prova disso é "No Limit", que soa como nos bons tempos, quando o grupo estava no topo do mundo. Música pesada, bem feita e que você começa a cantarolar sem perceber na segunda ouvida. Para mostrar que não perderam nada do seu veneno habitual, a banda emenda com a rápida e pesada "Rock Zone", que não deixa espaço para dúvidas: é para bangear até quebrar o pescoço!

As baladas "Lorelei" e "Sly" seguem a cartilha Scorpiana, com temas cadenciados e guitarras muito bem colocadas, enquanto "Turn You On" vem mais moderna, com cara daquilo que o grupo fez de melhor nos anos 90 (vide "Face The Heat").

"Spirit of Rock" e "Best Is yet To Come" parecem feitas para mostrar para todo mundo que eles não envelheceram e ainda tem muita lenha para queimar. Enquanto a primeira é um banho de energia, a segunda é uma faixa cadenciada, meio balada/ meio rock daquelas que só eles sabem fazer.

Depois de ouvir este álbum resta a certeza de que se eles vão encerrar as atividades, como dão conta os boatos, é por opção da banda (e tristeza dos fãs); jamais pela falta de criatividade de alguns grupos conterrâneos que assassinam seus próprios clássicos para se manter vivos. Sem apelar para “abóboras musicais”, o Scorpions sai da vida para entrar para a história (opa, já ouvi isso antes...) como uma das maiores bandas do planeta. E deixa um epitáfio que pode ser resumido num refrão de música: The Spirit of Rock Will Never Die!!

Eduardo Boni
www.trinkametalwebradio.com
Whiplash

Faixas:
Raised on Rock
Sting in the Tail
Slave Me
The Good Die Young
No Limit
Rock Zone
Lorelei
Turn You On
Sly
Spirit of Rock
Best Is yet To Come

Sooner or later, your wife will drive home, one of the best reasons for owning a Volkswagen.



Ferrari 599 GTO World Premiere





Ferrari 599 GTO: Presentation Videos






Porsche 911 Carrera 4S Onboard


Red Bull: Gives Wheels Wings

As rodas do Scuderia Toro Rosso de Sébastien Buemi se soltaram em plena reta, em razão de uma falha nas pontas dos braços de suspensão, que ligam o chassi às rodas dianteiras, no momento da freada para o grampo depois do speed trap.







Com Red Bull, até as rodas ganham asas! Quer estratégia de marketing melhor que essa?

Não seria cômico se tivesse sido trágico...



Want a Real Bike? Yamaha.



Dando o sangue pelo trabalho




Os veteranos do Gang Of Four estão com uma estratégia diferente a fim de arrecadarem uma grana para o financiamento da gravação de um novo disco. A banda de pós-punk está vendendo sangue, dos próprios músicos!

A estratégia de marketing inusitada visa a produção do disco independente Content. Além de comercializar frascos de sangue, o grupo também está vendendo uma fita cassete com a gravação do primeiro show da carreira deles e um livro ilustrado pela próprio Gang Of Four que revela os últimos 40 anos da banda. Dá até para comprar um voo de helicóptero com os membros no site Pledge Music.

"Nós reconhecemos que houve uma mudança radcial na maneira das bandas se comportarem para criarem alguma música", disse o vocalista Jon King, para o jornal britânico The Guardian.

Barreira de concreto resiste à batida de caminhão caçamba!



SaaS: confiar ou não confiar?

A diminuição dos custos e o aumento da segurança do sistema informatizado nas empresas passa por uma profunda revisão de conceitos. Mas a terceirização dos serviços de TI com o chamado Software as a Service, por exemplo, ainda suscita a desconfiança de muitos.

O SaaS é um sistema pelo qual a empresa repassa suas tarefas informatizadas a fornecedores especializados e deixa de se preocupar com manutenção de servidores, atualização de aplicativos, antivírus, back ups, licenciamento de softwares e mesmo aquisição de hardware. Trata-se de uma opção prática para gerenciar tarefas desde folha de pagamentos, departamento financeiro, comercial e manufatura, que suporta toda a gestão e deixa mais tempo para que a empresa se concentre no seu próprio desenvolvimento.

Recentemente, a brasileira Totvs, que é a 7a. maior desenvolvedora de softwares empresariais (ERPs) do mundo para pequenas e médias empresas, fechou acordo com a IBM Brasil para ofertar essa tecnologia ao mercado. Mas os brasileiros permanecem um tanto receosos com a terceirização do serviço por medo de que o sigilo seja quebrado. Contudo, qualquer correntista de banco hoje em dia tem seus dados seguros o suficiente para poder acessá-los via internet, fazer transferências e pagamentos, aplicações e alterações cadastrais. Nem todos se dão conta de que os softwares que permitem esses serviços e o dinheiro não estão fisicamente em seu poder. É uma relação de confiança.

O SaaS funciona de forma bem similar ao sistema bancário. De maneira inversa à ideia que se tem do SaaS no Brasil, já tive a oportunidade de atender um cliente norteamericano que se recusava a ter serviços de TI dentro da empresa, justamente para ter mais segurança, estrutura enxuta e se livrar de maiores problemas. O uso da tecnologia SaaS permite que o cliente pague somente pelo que realmente usa, através de uma tarifa mensal, como a internet banda larga, celular ou tevê por assinatura. O Brasil tem ido quase na contramão dessas vantagens: pesquisa recente da consultoria norteamericana AMI-Partners mostrou que, aqui, o interesse das pequenas empresas em SaaS caiu dos 73% detectados em uma sondagem anterior para 54%. As empresas de porte médio, porém, mantiveram os 86% de interesse. Quem é do setor de TI fala em amadurecimento do mercado.

De acordo com o presidente da Assespro (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) no Paraná, Mauro Sorgenfrei, há quatro ou cinco anos, a infraestrutura disponível para o uso do SaaS não inspirava muita confiança. O problema é que ter dados armazenados fora da empresa e serviços operados remotamente requer uma relação de extrema confiança com o fornecedor, algo que ultrapassa cláusulas contratuais de perdas e danos, porque nada compensa a indisponibilidade das informações de uma corporação. Daí a relutância em partir para um novo modelo, mesmo que mais barato, que dispense a manutenção de hardwares, softwares e contratação de funcionários extras só para a monitoração de toda essa estrutura. É uma mudança que também exige a readequação de plataformas, de aplicativos, mas uma mudança em andamento. Para a Assespro, a consolidação do SaaS acontece nos próximos dois anos e algumas das suas maiores afiliadas já estão migrando para o novo sistema. A maior resistência, diz a associação, vem das corporações estatais.

Edemar Kluck
Totvs

iMasters

BMW Baby Racer II Motorsport




A BMW lançou um veículo dedicado àqueles que estão longe da idade permitida para obter a habilitação para dirigir. O Baby Racer II Motorsport é impulsionado pelas pernas do pequenino motorista.

O volante foi criado para facilitar curvas fechadas e o assento tem tecnologia para absorver vibrações. Os pneus são feitos com borracha especial que diminui ruídos, tornando os trajetos mais silenciosos.

O Baby Racer tem 73 cm de comprimento, 32,5 cm de altura e 40 cm de largura, distância entre-eixos de 44 cm e comporta um motorista entre 1,5 ano a 3 anos. O carrinho ainda tem spoiler dianteiro, velocímetro e contagiros no cockpit.

Disponível apenas na mescla de cores branca, azul e vermelha, ele ainda não teve preço divulgado.