As mídias sociais estão mudando seu cérebro para sempre

As redes sociais estão cada vez mais fazendo parte de nossas vidas. Cientistas acreditam que é inevitável que interagir nesses sites interferem na forma como nosso cérebro funciona, tanto individualmente quanto coletivamente.

De acordo com os pesquisadores, as mensagens curtas do Twitter, com até 140 caracteres, afetaram a forma como enviamos e recebemos informações. E nossa paciência para prestar atenção em algo ou mesmo assistir a vídeos online também está encurtando, ao mesmo tempo que muitos links do YouTube são compartilhados entre os internautas.

Não se pode culpar as redes sociais por todo o imediatismo do mundo atual, mas os estudos sobre o impacto desses canais são frequentes, e os pesquisadores querem entender a maneira como nossas mentes estão absorvendo essas mudanças.

O infográfico abaixo, produzido pela Assisted Living Today, direciona o olhar para isso. Cientistas afirmam que o cérebro está em constantes mudanças e adaptações, de acordo com as nossas experiências. Cinco horas diárias de internet já bastam para você sentir as consequências dessa mudança de vida.
Infographic: How Social Media is Ruining Our Minds
Olhar Digital

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Dani Sordo - MINI Countryman - 2012 Monte Carlo

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Dani Sordo finding the apex...

Petrobras. O sonho de consumo de todo carro.


Como funciona o conversor de torque


O conversor de torque é um dispositivo usado para transferir a força de rotação de um elemento motriz (motor térmico, elétrico, etc.) para um eixo de carga (ou movido). O conversor de torque é um tipo de modifição do sistema de fluido de acoplamento (embreagem hidráulica) e é comumente usado em automóveis de transmissão automática em substituição à embreagem manual, por fricção.

É composto por três elementos: bomba, estator e turbina. A bomba é permanentemente conectada ao motor. O estator é a parte fixa, responsável por direcionar o fluxo do fluido. A turbina é a parte móvel, permanentemente conectada à caixa de velocidades. Não existe contato entre a bomba e a turbina.

Já ouviram falar de "Air Guitar"?



Pois é... isso é "Air Taekwondo"!

Como funciona o sistema de controle de altura da Fórmula 1


Em uma Fórmula 1 cada vez mais aerodinâmica, em que pouco pode se mexer na mecânica, as equipes direcionam seus esforços para buscar alternativas para aproveitar melhor o fluxo de ar ao redor da carroceria e aerofólios. E o que deu o que falar nos bastidores da Fórmula 1, na semana passada, foi o sistema criado pela Lotus.

O sistema de controle de altura do carro em relação ao solo, chamado por enquanto de reactive ride-height control system, funciona minimizando o deslocamento dos amortecedores dianteiros durante a frenagem, impedindo que a força gravitacional empurre o carro para baixo, diminuindo sua altura em relação ao solo.

O sistema de suspensão de um Fórmula 1 é explicado na imagem abaixo. Cada amortecedor dianteiro se localiza na parte central do monocoque (5), e é ativado pela barra (3), que fica entre as balanças (1) e (2) da suspensão, está presa no cubo da roda, e atua como se fosse uma alavanca, empurrando o conjunto amortecedor-mola.

O sistema de controle de altura, no momento da frenagem, através de um sistema hidráulico, move a barra que aciona os amortecedores no ponto onde é fixa no cubo da roda, alterando a pressão sobre o amortecedor, e consequentemente, variando instantaneamente a altura do carro em relação ao solo.

O sistema é ilegal? Não, pois não atua diretamente sobre nenhum dispositivo aerodinâmico, nem na carroceria, não podendo ser interpretado como um dispositivo aerodinâmico móvel, ele apenas atua sobre o sistema de suspensão.

Quais as vantagens deste sistema? É possível regular a intensidade com o que o sistema de controle de altura atua, podendo-se definir o "ângulo de ataque" da asa dianteira durante a frenagem, maximizando o aproveitamento do arrasto aerodinâmico. Além disso, pode melhorar as acelerações em saídas de curva, pois a suspensão deixaria de "cavalgar" e se manteria mais nivelada, diminuindo o deslocamento da carroceria.
Reactive Ride Height system © Formula1.com
Outro ponto forte deste sistema seria a melhoria imediata no comportamento e desgaste dos pneus dianteiros no momento da frenagem e entrada de curva, resultando em melhor desempenho do composto.