Até agora, tudo correu bem com a experiência. No entanto, será que eles já pararam para pensar num plano de contingência, caso a bateria do iPhone acabe, ou que o aparelho receba uma ligação, quando o veículo estiver em movimento?
iDriver transforma o iPhone em controle remoto de carro
O iPhone possibilita, através dos softwares criados para ele, realizar inúmeras tarefas, e agora, é possível usá-lo como controle remoto de carro. O iDriver, combinando transmissão de dados via Wi-Fi do aparelho ao veículo, com um mecanismo robotizado, torna possível controlar um automóvel à distância. Ainda há câmeras instaladas na frente do carro, possibilitando que o usuário do iPhone veja no aparelho o que vem à frente do carro.
Até agora, tudo correu bem com a experiência. No entanto, será que eles já pararam para pensar num plano de contingência, caso a bateria do iPhone acabe, ou que o aparelho receba uma ligação, quando o veículo estiver em movimento?
Até agora, tudo correu bem com a experiência. No entanto, será que eles já pararam para pensar num plano de contingência, caso a bateria do iPhone acabe, ou que o aparelho receba uma ligação, quando o veículo estiver em movimento?
Publicado: quinta-feira, 22 de outubro de 2009 às 06:12
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Sobre Luca Badoer
Diante do desempenho de Luca Badoer como piloto oficial, em Valência e Spa, na média, 2 segundos mais lento por volta que Kimi Raikkonen, muita gente não entendeu a escolha da equipe pelo seu piloto de provas.
Afinal, depois de todos os anos trabalhando juntos, será que a equipe não conhecia seu potencial? Como poderia ter contribuído no desenvolvimento dos carros com uma pilotagem tão longe do limite? Será que está lá apenas por ser italiano? Ou teria "perdido a mão" por não disputar uma corrida há muito tempo?
Luca foi campeão da Fórmula 3000, em 1992. Em 1993, estreou na Fórmula 1, pela Lola, passou pela Minardi, e terminou, como piloto oficial, na Forti Corse em 1996. Badoer disputou GPs por equipes pequenas, um dos motivos por não ter marcado nenhum ponto nessas temporadas.
Em 1997, foi contratado como piloto de testes da Ferrari, para desenvolver seus carros. Assim, Luca esteve presente nos anos de ouro da equipe italiana, durante o período Schumacher, quando ele venceu sete vezes o título de pilotos, e o time conquistou oito campeonatos de construtores.
Entre 2002 e 2004, como piloto de testes, a velocidade dele nunca foi questionada. Ele tinha velocidade a ponto de, em alguns treinos, andar próximo a Schumacher. Por vezes liderou tabelas de tempo, ao compartilhar a pista com as outras equipes e pilotos de Fórmula 1. Errava pouco e era constante. Onde foi parar esse talento?
Sem dúvida, tal perfil não cabe no piloto que vimos em Valência e Spa. Lento, cometendo vários erros e não conseguindo fazer uma única volta com o ritmo constante. O motivo principal dessa perda de desempenho está na cabeça, no lado emocional, em forma de falta de confiança. Muitos falam que o preparo físico é fundamental para um piloto de Fórmula 1, o que é verdade, mas o preparo psicológico é ainda mais importante.
Vendo o primeiro treino oficial em Valência, Luca saía dos boxes e olhava mais para os retrovisores que para a frente, tirava o pé para os outros passarem e só conseguiu completar uma volta acelerando na quarta tentativa. Dificilmente ele conseguiria um bom desempenho, pois a falta de confiança era evidente. E não deu outra... Deixar de competir faz Badoer perder desempenho, garra e superação, características presentes em seu DNA.
Em se tratando de esporte, competição é a alma do negócio. E o simples fato de estar no grid de um GP de F-1 já é digno de respeito e admiração. Poucos conseguem reunir técnica, conhecimento e equilíbrio físico e psicológico para fazer parte desse seleto grupo, e, para disputar a ponta, é necessário ainda mais que isso.
Inspirado no comentário de Luciano Burti para a revista Quatro Rodas.
Afinal, depois de todos os anos trabalhando juntos, será que a equipe não conhecia seu potencial? Como poderia ter contribuído no desenvolvimento dos carros com uma pilotagem tão longe do limite? Será que está lá apenas por ser italiano? Ou teria "perdido a mão" por não disputar uma corrida há muito tempo?
Luca foi campeão da Fórmula 3000, em 1992. Em 1993, estreou na Fórmula 1, pela Lola, passou pela Minardi, e terminou, como piloto oficial, na Forti Corse em 1996. Badoer disputou GPs por equipes pequenas, um dos motivos por não ter marcado nenhum ponto nessas temporadas.
Em 1997, foi contratado como piloto de testes da Ferrari, para desenvolver seus carros. Assim, Luca esteve presente nos anos de ouro da equipe italiana, durante o período Schumacher, quando ele venceu sete vezes o título de pilotos, e o time conquistou oito campeonatos de construtores.
Entre 2002 e 2004, como piloto de testes, a velocidade dele nunca foi questionada. Ele tinha velocidade a ponto de, em alguns treinos, andar próximo a Schumacher. Por vezes liderou tabelas de tempo, ao compartilhar a pista com as outras equipes e pilotos de Fórmula 1. Errava pouco e era constante. Onde foi parar esse talento?
Sem dúvida, tal perfil não cabe no piloto que vimos em Valência e Spa. Lento, cometendo vários erros e não conseguindo fazer uma única volta com o ritmo constante. O motivo principal dessa perda de desempenho está na cabeça, no lado emocional, em forma de falta de confiança. Muitos falam que o preparo físico é fundamental para um piloto de Fórmula 1, o que é verdade, mas o preparo psicológico é ainda mais importante.
Vendo o primeiro treino oficial em Valência, Luca saía dos boxes e olhava mais para os retrovisores que para a frente, tirava o pé para os outros passarem e só conseguiu completar uma volta acelerando na quarta tentativa. Dificilmente ele conseguiria um bom desempenho, pois a falta de confiança era evidente. E não deu outra... Deixar de competir faz Badoer perder desempenho, garra e superação, características presentes em seu DNA.
Em se tratando de esporte, competição é a alma do negócio. E o simples fato de estar no grid de um GP de F-1 já é digno de respeito e admiração. Poucos conseguem reunir técnica, conhecimento e equilíbrio físico e psicológico para fazer parte desse seleto grupo, e, para disputar a ponta, é necessário ainda mais que isso.
Inspirado no comentário de Luciano Burti para a revista Quatro Rodas.
Tags:
Automobilismo,
Fórmula 1,
Luca Badoer,
Luciano Burti
Publicado: quarta-feira, 21 de outubro de 2009 às 07:25
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Rockingham Motor Speedway - Audi R8 V10 - Onboard
Tags:
Audi,
Carros,
Onboard,
Rockingham Motor Speedway
Publicado: quarta-feira, 21 de outubro de 2009 às 07:02
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Nürburgring Nordschleife - Radical SR8LM - 6:48.00
Ao contrário do que a Gumpert alega, o Radical SR8, que detém a volta mais rápida de um carro de produção no Nürburgring Nordschleife, que é de seis minutos e 48 segundos, é perfeitamente legal para circular nas ruas. Quem pilota o bólido é Michael Vergers.
Publicado: quarta-feira, 21 de outubro de 2009 às 06:42
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Volkswagen Voyage. De esportivo a familiar em poucos segundos.
Publicado: terça-feira, 20 de outubro de 2009 às 17:53
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Rockingham Motor Speedway - Aston Martin V12 Vantage - Onboard
Publicado: terça-feira, 20 de outubro de 2009 às 07:45
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
CyberBike for Nintendo Wii
Cyberbike é o nome provisório da Big Ben para um novo produto para o Nintendo Wii. Trata-se de uma bicicleta ergométrica que funciona como joystick, aliado a um software de jogo, que você pode ver no vídeo abaixo.
É uma boa ideia para quem já está entediado de pedalar numa bicicleta ergométrica convencional. Mas ainda é cedo para jogá-la no lixo. O Cyberbike ainda não tem preço definido e o lançamento só está previsto na Europa a partir de janeiro de 2010.
É uma boa ideia para quem já está entediado de pedalar numa bicicleta ergométrica convencional. Mas ainda é cedo para jogá-la no lixo. O Cyberbike ainda não tem preço definido e o lançamento só está previsto na Europa a partir de janeiro de 2010.
Publicado: terça-feira, 20 de outubro de 2009 às 07:26
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
The Curious Case Of Jensonmin Button

Depois de um treino de classificação que durou quase três horas, em razão das fortes chuvas que caíram no Autódromo José Carlos Pace, com a pole de Rubens Barrichello em Interlagos, e Jenson Button obtendo apenas o décimo-quarto tempo, sem sequer passar para o Q3, tudo levava a crer que o inglês começaria a entrar em um inferno astral, que só acabaria com a última volta do Grande Prêmio de Abu Dhabi, com os pilotos da Brawn GP disputando ferrenhamente o título de pilotos da temporada 2009 da Fórmula 1.
No entanto, o que vimos na largada das 71 voltas do Grande Prêmio do Brasil foram "o contrário do contrário", ou seja, tudo que Rubens Barrichello gostaria que acontecesse durante a prova, a seu favor, não aconteceu.
Na primeira volta, o acidente envolvendo Jarno Trulli, Adrian Sutil e Fernando Alonso, além dos problemas de Heikki Kovalainen e Kimi Raikkonen, que tiveram que realizar um pitstop de emergência, o primeiro, por tocar com Giancarlo Fisichella no S do Senna, o segundo, por ter sua asa dianteira avariada, depois de receber uma fechada de Mark Webber. O finlandês da McLaren levou a mangueira de reabastecimento pendurada no carro, jogando combustível no carro do compatriota da Ferrari, que pega fogo, colocam Jenson Button na nona posição, já na segunda volta.
Após a saída do Safety Car, o piloto inglês da Brawn GP começa uma condução agressiva, o que não era normal para um candidato a título com a ampla vantagem que possuía. Ultrapassou Romain Grosjean com facilidade. Depois, Sébastien Buemi e Kazuki Nakajima. Travou uma batalha contra Kamui Kobayashi, com direito a um "X" do piloto japonês, na primeira perna do S do Senna. Na volta seguinte, realizando a mesma manobra, Jenson ganha a posição.
A partir daí, quem passou a viver um inferno astral passou a ser Rubens Barrichello. Depois do primeiro pitstop, foi ultrapassado por Mark Webber, por causa do maior rendimento do Red Bull Racing RB5, por Robert Kubica, que fez uma excelente prova, para uma equipe que está saindo da Fórmula 1, e por Lewis Hamilton, de maneira relativamente fácil. Ainda por cima, teve um puncture, ou um pneu furado, que possivelmente sofreu a avaria durante a disputa com o piloto inglês da McLaren.
Esta era a "dose de sorte" que Jenson Button, então, na sexta posição, precisava para conquistar o campeonato com uma prova de antecedência. Tendo que fazer um pitstop de emergência para trocar o pneus furado, Rubens Barrichello volta à pista na oitava posição. Aí o inglês da Brawn GP teve apenas que fazer o "feijão com arroz" para completar a prova e conquistar o primeiro título em dez anos de carreira na Fórmula 1, acabando com a euforia dos torcedores que estavam presentes nas arquibancadas do Autódromo José Carlos Pace.
Depois de vencer o "vestibular" contra Bruno Junqueira, em 1999, para conquistar uma vaga na Williams, em 2000, Jenson Button fez uma temporada boa para o ano de estreia, tornando-se o mais jovem piloto a pontuar na Fórmula 1, com 20 anos, 2 meses e 7 dias, na segunda prova do ano, em Interlagos. Este recorde seria batido sete anos depois por Sebastian Vettel. A partir daí, teve performances apagadas nas temporadas subsequentes, que contrastaram com a primeira vitória, no Grande Prêmio da Hungria, em 6 de agosto de 2006. Ofuscado ainda mais, com o ingresso de Lewis Hamilton na Fórmula 1, tem duas temporadas sofríveis na Honda, em 2007 e 2008.
Quase dado como retirante da Fórmula 1, Jenson Button aposta todas as suas fichas no trabalho de Ross Brawn, com a aquisição dos restos da Honda, fundando a Brawn GP. Juntamente com Rubens Barrichello, conqustam uma inacreditável dobradinha, entrando para a história da Fórmula 1, sendo uma das poucas equipes estrantes que venceram a prova de estreia e marcaram o segundo lugar.
Fazendo uma performance impecável no início da temporada, Jenson Button vence seis das sete primeiras provas. A partir daí, começa a marcar poucos pontos nas provas seguintes, por causa do maior rendimento dos carros da Red Bull Racing, que culmina na primeira vitória de Mark Webber na categoria máxima do automibilismo, e do aumento de performance de Rubens Barrichello, que vence os Grandes Prêmios da Europa e da Itália.
Antes que estes resultados paralelos transformassem a tranquilidade de Jenson Button em um inferno astral, o inglês tratou de administrar sua performance, de forma que a diferença entre ele e Rubens não caísse muito, até o Grande Prêmio do Brasil, onde, com um "tempero" de sorte, conquista o título de pilotos de 2009 com a inteligência e a calma de um campeão.
O que vimos no GP do Brasil foi o epílogo da história da sexagésima temporada da Fórmula 1, que teve muitos outros acontecimentos que criaram capítulos que serão para sempre lembrados, como o episódio do difusor de dois andares, o "Liargate" de Lewis Hamilton, o "Singaporegate" de Nelson Piquet Jr., e o acidente de Felipe Massa, atingido por uma mola que escapou da suspensão traseira do Brawn GP de Rubens Barrichello. Pela segunda vez consecutiva, o Autódromo José Carlos Pace torna um inglês campeão da Fórmula 1 pela primeira vez, chegando em quinto lugar, com um carro também inglês, com o número 22, com motor Mercedes.
Jenson Button, aos 29 anos, 8 meses e 29 dias, torna-se o trigésimo-primeiro piloto campeão da Fórmula 1, e o oitavo inglês a conquistar o tento. Entra para a história, juntamente com a Brawn GP, que, depois de um início de ano duvidoso, sem saber se conseguiria colocar um carro na pista, em virtude das dificuldades financeiras.
Parabéns, Jenson Alexander Lyons Button! Bem-vindo à galeria dos campeões da Fórmula 1!
Tags:
Autódromo de Interlagos (Autódromo José Carlos Pace),
Automobilismo,
Brawn GP,
Fórmula 1,
Jenson Alexander Lyons Button
Publicado: segunda-feira, 19 de outubro de 2009 às 07:37
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Volkswagen Karmann Ghia 1967. Um dos mais belos carros jamais construídos. Já era um dos mais desejados. Imagine agora, com motor 1500 de 52 HP...
Publicado: segunda-feira, 19 de outubro de 2009 às 07:23
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Martelinho de ouro
Com o aumento de carros nas ruas, há cada vez mais veículos também nos estacionamentos. O que também cresce com isso é a procura pelo martelinho de ouro. O profissional é responsável pela restauração de amassados, capaz de recuperar tanto danos pequenos, como marcas causadas por batidas de porta, quanto estragos maiores, resultado de chuvas de granizo, por exemplo.
O trabalho, que uma vez já foi considerado mais caro do que um serviço de funilaria, revelou-se uma boa alternativa para quem precisa reparar seu veículo e não quer gastar muito, esperar demais pelo serviço e mesmo manter a originalidade do carro. "Um reparo mais simples com um martelinho de ouro sai em torno de R$ 60 reais, e pode ser resolvido em duas horas", declara Ricardo Maia, instrutor das aulas de martelinho de ouro da SP Center.
O curso foi criado há 14 anos, quando o proprietário da oficina, Wilson Zimmerman, percebeu o crescente interesse de profissionais de diversas áreas em migrar para o ramo de restauração automotiva. "As pessoas se interessam pelo trabalho do martelinho, então têm a oportunidade de vir aqui, conhecer como funciona e ver se é isso mesmo que elas querem fazer", declara Wilson.
Desde sua criação, a escola já contou com 150 alunos, 70 deles formados. O curso não tem limite para término, e incentiva que os matriculados continuem os estudos até sentirem-se seguros com a profissão. "Temos uma preocupação grande com a formação. E o aluno não precisa se preocupar, já que ele só paga a taxa uma vez", declara Wilson, referindo-se à matrícula de R$ 3 mil, o que já inclui as 28 peças ferramentas necessárias para o profissional fazer o seu trabalho.
Os centros de formação de martelinhos de outro tem atraído até mesmo a atenção de estrangeiros. Por se tratar de uma técnica desenvolvida no Brasil, muitos profissionais europeus têm viajado para cá a fim de dominar este tipo de reparo. O caminho oposto também tem acontecido, com brasileiros do ramo viajando para o exterior para dar aulas e criar centros de reparação automotiva.
O trabalho, que uma vez já foi considerado mais caro do que um serviço de funilaria, revelou-se uma boa alternativa para quem precisa reparar seu veículo e não quer gastar muito, esperar demais pelo serviço e mesmo manter a originalidade do carro. "Um reparo mais simples com um martelinho de ouro sai em torno de R$ 60 reais, e pode ser resolvido em duas horas", declara Ricardo Maia, instrutor das aulas de martelinho de ouro da SP Center.
O curso foi criado há 14 anos, quando o proprietário da oficina, Wilson Zimmerman, percebeu o crescente interesse de profissionais de diversas áreas em migrar para o ramo de restauração automotiva. "As pessoas se interessam pelo trabalho do martelinho, então têm a oportunidade de vir aqui, conhecer como funciona e ver se é isso mesmo que elas querem fazer", declara Wilson.
Desde sua criação, a escola já contou com 150 alunos, 70 deles formados. O curso não tem limite para término, e incentiva que os matriculados continuem os estudos até sentirem-se seguros com a profissão. "Temos uma preocupação grande com a formação. E o aluno não precisa se preocupar, já que ele só paga a taxa uma vez", declara Wilson, referindo-se à matrícula de R$ 3 mil, o que já inclui as 28 peças ferramentas necessárias para o profissional fazer o seu trabalho.
Os centros de formação de martelinhos de outro tem atraído até mesmo a atenção de estrangeiros. Por se tratar de uma técnica desenvolvida no Brasil, muitos profissionais europeus têm viajado para cá a fim de dominar este tipo de reparo. O caminho oposto também tem acontecido, com brasileiros do ramo viajando para o exterior para dar aulas e criar centros de reparação automotiva.
24 Hours Of LeMons - Toyota MR2 - Onboard
Satirizando a endurance mais famosa do mundo, as 24 Heures du Mans, os americanos criaram a 24 Hours Of LeMons, que consiste em uma prova no qual participam carros que custam até 500 dólares. Quem resiste até o final, recebe um prêmio de 1.500 dólares, todo em moedas.
No vídeo abaixo, um Toyota MR2 tentando ultrapassar um Buick LeSabre, no Nelson Ledges Road Course. Já dá uma ideia da aventura que esses pilotos passam nessa prova de longa duração.
No vídeo abaixo, um Toyota MR2 tentando ultrapassar um Buick LeSabre, no Nelson Ledges Road Course. Já dá uma ideia da aventura que esses pilotos passam nessa prova de longa duração.
Publicado: segunda-feira, 19 de outubro de 2009 às 06:59
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Mais cedo ou mais tarde sua esposa vai dirigir. Esta é uma das razões para você possuir um Volkswagen.

Tags:
Carros,
Propagandas de Carros,
Publicidade,
Volkswagen
Publicado: domingo, 18 de outubro de 2009 às 17:29
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Assinar:
Postagens (Atom)
