Final de prova espetacular em Kentucky
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Publicado: segunda-feira, 11 de agosto de 2008 às 11:27
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Nice Try

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Publicado: segunda-feira, 11 de agosto de 2008 às 09:09
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Carta aberta para Renato Aragão, o Didi
Quinta, 23 de julho de 2008.
Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências).
Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta. Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.
Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.
O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?
Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...
No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...
Eliane Sinhasique
Mantenedora principal dos dois filhos que pari
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.
P.S.2: Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.
P.S.3: E o dinheiro da CPMF, que pagamos durante 11(onze) anos? Melhorou alguma coisa na educação e na saúde durante esses anos?
Brasileiros patriotas, divulguem essa carta.
Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências).
Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta. Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.
Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.
O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?
Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...
No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...
Eliane Sinhasique
Mantenedora principal dos dois filhos que pari
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.
P.S.2: Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.
P.S.3: E o dinheiro da CPMF, que pagamos durante 11(onze) anos? Melhorou alguma coisa na educação e na saúde durante esses anos?
Brasileiros patriotas, divulguem essa carta.
Publicado: segunda-feira, 11 de agosto de 2008 às 08:21
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Tudo isso só porque atropelou um passarinho...
O gato duas-caras
Publicado: segunda-feira, 11 de agosto de 2008 às 07:26
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Dribles desconcertantes!
Empinando a traseira de uma Towner!
Achei que era só minha opinião!
É também a de Rodrigo Mattar, sobre a música na atualidade.Falou e disse!
O Segundo Caderno de O Globo saiu hoje com uma ótima e interessante matéria do jornalista Antônio Carlos Miguel sobre a total ausência de ídolos na música neste começo de século XXI.
Faz sentido: não existe qualquer referencial para esta geração, como foram Elvis e Beatles para a juventude dos anos 50 / 60; Madonna nos anos 80; superstars feito Frank Sinatra e Roberto Carlos; artistas-referências tais como João Gilberto, Bob Dylan, Caetano Veloso, Tim Maia, Cazuza, Renato Russo e até mesmo Kurt Cobain.
O panorama musical no Brasil beira o desastre. Os gêneros estão absolutamente segmentados e ninguém emplaca nenhum sucesso capaz de provocar a excitação popular, a discussão ferrenha como nos tempos dos Festivais, da Jovem Guarda, da MPB que sofria com a censura e dos primórdios do BRock. Tudo hoje é tão efêmero que a lendária frase de Andy Warhol, que dizia que cada pessoa seria famosa no mundo por 15 minutos, começa a fazer muto sentido.
Lá fora, a coisa não anda muito diferente. O rock and roll vai mal. O gênero emocore domina as paradas - aqui inclusive, com o chatíssimo NXZero - e a única artista que poderia provocar algum barulho, porque tem personalidade e é muito boa cantora, é Amy Winehouse. Mas o que a estraga é a sucessão de escândalos em que vem se metendo, que comprometem sua imagem.
Antes dela, segundo o jornalista, houve Norah Jones, que teve uma estréia avassaladora (16 milhões de discos vendidos) em 2002, e desde então, cai feito balão japonês a cada novo trabalho.
Tristes tempos se comparados, por exemplo, a 1966, quando a disputa entre “A Banda”, de Chico Buarque de Hollanda e “Disparada”, de Geraldo Vandré, favoritas de um Festival de Música, incendiou as ruas e trouxe o povão pra perto da renovação da música popular brasileira, que viveu naquela década o seu momento mais profícuo. Num país onde quem faz mais sucesso hoje é a “Mulher Melancia”, eis a constatação cruel: a MPB lamentavelmente chegou ao fundo do poço.
EUA planejam computador de R$ 19
Fonte: AdNews
Uma equipe de alunos do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, está trabalhando em um novo projeto: um computador de mesa de US$ 12 (cerca de R$ 19). Assim como o OLPC, que tem como objetivo criar um notebook de baixo custo para estudantes, o aparelho será direcionado a países em desenvolvimento.
Segundo o site Gizmodo, o computador é inspirado no videogame de 8 bits da Nintendo, NES.
A idéia é que os aparelhos sejam colocados em laboratórios e forneçam base para estudantes do mundo inteiro, e surgiu quando Derek Lomas, aluno do MIT, observou residentes de Bangalore utilizando um teclado barato e um console semelhante ao Nintendo para rodar jogos e programas simples.
"Com uma boa base de computação", explicou Lomas, "um profissional pode receber um melhor salário".
Agora, o projeto é realizado por uma equipe de seis membros que se voluntariaram para escrever programas para conectar o dispositivo à Internet via telefone celular.
A equipe também planeja permitir aos usuários escrever e armazenar programas próprios em chips de memória, noticiou o site The Inquirer.
O site do projeto, batizado de Educational Home Computer Initiative (eHCI), explica que o computador será ligado à TV, e não a um monitor tradicional, e além do teclado trará também joysticks.
David Zeiller, colunista do site Baltimore Sun, afirma que o projeto foi noticiado erroneamente como um novo Apple II, um dos primeiros microcomputadores fabricados em larga escala na história e responsável pela consolidação da Apple no mercado.
Zeiller acrescentou que o TV Computer utilizará o mesmo processador do NES, o MOS 6502 - por acaso, o mesmo do Apple II.
O projeto terá que transpor não apenas questões técnicas, mas também obstáculos legais, já que os direitos autorais das patentes de hardware do NES ainda podem provocar dor de cabeça, mesmo após tanto tempo de seu lançamento.
Uma equipe de alunos do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, está trabalhando em um novo projeto: um computador de mesa de US$ 12 (cerca de R$ 19). Assim como o OLPC, que tem como objetivo criar um notebook de baixo custo para estudantes, o aparelho será direcionado a países em desenvolvimento.
Segundo o site Gizmodo, o computador é inspirado no videogame de 8 bits da Nintendo, NES.
A idéia é que os aparelhos sejam colocados em laboratórios e forneçam base para estudantes do mundo inteiro, e surgiu quando Derek Lomas, aluno do MIT, observou residentes de Bangalore utilizando um teclado barato e um console semelhante ao Nintendo para rodar jogos e programas simples.
"Com uma boa base de computação", explicou Lomas, "um profissional pode receber um melhor salário".
Agora, o projeto é realizado por uma equipe de seis membros que se voluntariaram para escrever programas para conectar o dispositivo à Internet via telefone celular.
A equipe também planeja permitir aos usuários escrever e armazenar programas próprios em chips de memória, noticiou o site The Inquirer.
O site do projeto, batizado de Educational Home Computer Initiative (eHCI), explica que o computador será ligado à TV, e não a um monitor tradicional, e além do teclado trará também joysticks.
David Zeiller, colunista do site Baltimore Sun, afirma que o projeto foi noticiado erroneamente como um novo Apple II, um dos primeiros microcomputadores fabricados em larga escala na história e responsável pela consolidação da Apple no mercado.
Zeiller acrescentou que o TV Computer utilizará o mesmo processador do NES, o MOS 6502 - por acaso, o mesmo do Apple II.
O projeto terá que transpor não apenas questões técnicas, mas também obstáculos legais, já que os direitos autorais das patentes de hardware do NES ainda podem provocar dor de cabeça, mesmo após tanto tempo de seu lançamento.
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Hardware,
Informática
Publicado: sábado, 9 de agosto de 2008 às 10:45
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52,4256 meters high dive
Tombos de Downhill em Santa Cruz do Sul
A galera daqui perdendo para a curva maldita!
Publicado: sexta-feira, 8 de agosto de 2008 às 14:37
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Gog - Brasil Com P
Pesquisa publicada prova
Preferencialmente preto
Pobre prostituta pra polícia prender
Pare pense por quê?
Prossigo
Pelas periferias praticam perversidades
Pm's
Pelos palanques políticos prometem prometem
Pura palhaçada
Proveito próprio
Praias programas piscinas palmas
Pra periferia
Pânico pólvora pa pa pa
Primeira página
Preço pago
Pescoço peitos pulmões perfurados
Parece pouco
Pedro Paulo
Profissão pedreiro
Passatempo predileto
Pandeiro
Preso portando pó passou pelos piores pesadelos
Presídio porões problemas pessoais
Psicológicos perdeu parceiros passado presente
Pais parentes principais pertences
Pc
Político privilegiado preso parecia piada
Pagou propina pro plantão policial
Passou pela porta principal
Posso parecer psicopata
Pivô pra perseguição
Prevejo populares portando pistolas
Pronunciando palavrões
Promotores públicos pedindo prisões
Pecado pena prisão perpétua
Palavras pronunciadas
Pelo poeta irmão..
Publicado: sexta-feira, 8 de agosto de 2008 às 12:36
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