
Hands-free parking system. Available on the Volkswagen Tiguan.

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Publicado: quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 às 17:18
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Chris Harris drives 2012 Porsche 911
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Publicado: quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 às 12:07
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Drive sober or get pulled over.
New Research Shows Major Drop in Drunk Driving Fatalities in Many States
WASHINGTON, DC – U.S. Transportation Secretary Ray LaHood today kicked off a nationwide crackdown on drunk driving coinciding with the 2011 winter holiday season. New data show drunk driving deaths declined in 2010 in many parts of the country. However, the data also show that fatalities from alcohol-impaired driving crashes continue to account for one in three deaths on American roadways each year.
"Safety is our focus year round at DOT. But this holiday season, we're stepping up our efforts to get drunk drivers off our roads and reminding Americans 'drive sober, or get pulled over,'" said Secretary LaHood. "We're making gains in our fight against drunk driving, but we cannot and will not let up."
New state-by-state data for 2010 released by the Department of Transportation's National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) show a decline in drunk driving fatalities in 32 states, the District of Columbia, and Puerto Rico. Compared with 2009, California and Florida saw the largest reductions-with each declining by more than 100 fatalities last year.
All 50 states and the District of Columbia have outlawed driving with a blood alcohol concentration (BAC) of .08 or higher. Yet NHTSA data show that last year, 10,228 people were killed in alcohol-impaired driving crashes, including 415 during the second half of December alone.
The education and enforcement effort is the latest push in the Department's "Drive Sober or Get Pulled Over" campaign involving thousands of law enforcement agencies across the country. The winter holiday enforcement crackdown is supported by a $7 million national Drive Sober or Get Pulled Over advertisement campaign that runs from December 16 through January 2. The ads, which first premiered this past summer, feature "invisible" law enforcement officers observing alcohol-impaired individuals and then apprehending them when they attempt to drive their vehicles. The ads are designed to raise awareness and support law enforcement activities in every state. They convey the message that law enforcement officers are vigilant in deterring drunk drivers.
"Thanks to the hard work of law enforcement and safety advocates and the incredible commitment of organizations like Mothers Against Drunk Driving, we are making real progress in reducing drunk driving deaths," said NHTSA Administrator David Strickland. "Our message to drivers is clear: if you decide to drink, find a safe and sober ride home or you will be pulled over."
Secretary LaHood and NHTSA Administrator Strickland were joined for today's announcement by Virginia law enforcement officials and Jan Withers, National President of Mothers Against Drunk Driving (MADD).
"The data clearly show that while drunk driving remains the primary threat to American families on our roadways, we have a path to progress," said Withers. "Increased enforcement efforts around the holidays are a vital part of MADD's Campaign to Eliminate Drunk Driving®, which relies on proven drunk driving countermeasures to eliminate the leading cause of highway fatalities."
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Publicado: quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 às 07:30
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SOPA para o rico
Lembro-me quando ainda lia jornal que alguns governos municipais no interior de São Paulo, num ato de pseudo-bondade, distribuíam nas frias noites de inverno pratos de sopa aos sem-teto para amenizar o sofrimento daqueles que não tinham nem onde caírem duros por causa da temperatura. De lá para cá não tenho mais notícias desses benevolentes atos. Como o tempo foi passando e somente vez ou outra leio jornal, permitindo me alienar dos constantes casos de corrupção de nosso país que devem inclusive chegar à sopa, pouco posso dizer sobre isso.
E a história volta à tona. No outro hemisfério, lá nas terras da águia, também existem alguns que precisam da sopa pois podem morrer de fome e frio nas noites de inverno. Mas o comparativo e a jocosidade pára por aqui, pois aqueles aos quais me refiro, juntos, possuem nada menos que 14 bilhões e meio de dólares em suas contas pessoais. Não, você não leu errado e tampouco me enganei. São quatorze bilhões e meio de dólares que poderiam dar sopa para todas as pessoas do mundo pelo menos quatro vezes.
Estes mesmos senhores desejam que o governo americano vote a favor do SOPA, Stop Online Piracy Act (Lei de Combate a Pirataria Online), que nada mais é que uma lei que permitiria a uma empresa, organização ou detentora de direitos autorais de filmes e músicas (principalmente estes), mandar fechar qualquer website simplesmente por achar que o site está infringindo seu direito autoral, seja porque contém o conteúdo na íntegra, porque contém parte dele ou simplesmente porque contém um link para o conteúdo. Para entender mais facilmente, veja o exemplo: a Warner & Brothers produz um seriado que gosto muito chamado Two And a Half Men. Num artigo como este, crio um link para o site da Warner simplesmente citando o referido seriado, nada mais que isso. Pelo SOPA, eu poderia estar infringindo os direitos autorais da Warner, ser preso por até cinco anos, pagar multa, ter meu site suspenso e assim por diante.
Mas isso é coisa de louco, não? Pode até ser mas a loucura não pára por aí. A mesma lei prevê medidas restritivas de comércio com os infringidores da lei e filtros para os sites que infringem copyrights. De novo, resumindo, se o Google tem (e tem) links para os mesmo seriado, a Warner pode bloquear ou filtrar o Google tirando-o do ar, além de outras empresas serem proibidas de fazer negócio com o eles porque ele indexa estes links para o seriado.
Você deve estar perguntando quem é o insano que propõe algo tão bizarro. A resposta é: um deputado americano e seus doze asseclas, mas que na verdade representam o lobby das gigantes gravadoras e estúdios de cinema que não sabendo se adaptar ao atual modelo da internet, preferem tentar enfiar pela goela algo tão absurdo como esta lei. Pior, podem conseguir.
Por quê?
Como sempre, dinheiro. Dizem eles que é para, dentre outras coisas, “criar empregos”, “dar segurança para os artistas” e “proteger a propriedade intelectual”. Um monte de balela para esconder os mais indecentes interesses que a fortuna a todo o custo. E como estão cansados de perder dinheiro para companhias que conseguiram se modificar ao longo do tempo diante dos novos desafios do mundo digital, agora precisam de uma forcinha do governo americano para reverter o quadro.
Mas quem são eles?
Não é a banda Metallica que está brava com a pirataria. Não é Charlie Sheen ou qualquer um dos integrantes do Two And a Half Men. Não é a Lady Gaga e tampouco o Justin Bieber. Quem está realmente interessado na lei (ou na sopa) são executivos do mundo do entretenimento mostrados na imagem a seguir.

Não muda nada para nós
Ledo engano meu caro. Muda e muda muito. O primeiro impacto é técnico, pois a lei obrigaria, como parte das sanções e/ou formas de coibir a pirataria, que sites com conteúdo sob copyright (que sejam míseros links), colocassem filtros em seus servidores de DNS. Se isso acontece, as pesquisas e/ou acessos aos servidores que fazem a tradução de endereços web (www.seila.com) para os endereços IP começarão a falhar em todo o mundo, gerando um caos comparável aos finais de sexta-feira da marginal Tietê, em São Paulo. Isso tudo sem contar com os problemas de segurança que tais filtros podem trazer.
E claro que existe o impacto psicológico sobre alguns expoentes do planalto central, ou seja, o perigo que algum de nosso inteligentes congressistas dê continuidade a cópia das grandes ideias americanas e proponha algo assim em nosso país (Azeredo, é você?), dando os mesmos poderes (ou similares) para as empresas tupiniquins.
Quem está contra?
Google, eBay, Facebook, Twitter, AOL, Wikipédia, Mozilla e uma enorme lista de todos aqueles que vêem na famigerada lei uma forma de coibir a liberdade das pessoas e modificar, de uma forma ou de outra, a internet como conhecemos hoje. Mas não somente essas empresas estão contra. Pessoas comuns, mas que se preocupam realmente com liberdade (não somente na web), também estão e, se não estão, deveriam estar preocupadas, pois quem sabe da próxima vez que estiver acessando a web, não será de uma prisão?
A seguir, cenas do próximo capítulo; melhor, do próximo prato de sopa. E se ainda não está convencido da importância deste tema, veja o vídeo abaixo.
iMasters
E a história volta à tona. No outro hemisfério, lá nas terras da águia, também existem alguns que precisam da sopa pois podem morrer de fome e frio nas noites de inverno. Mas o comparativo e a jocosidade pára por aqui, pois aqueles aos quais me refiro, juntos, possuem nada menos que 14 bilhões e meio de dólares em suas contas pessoais. Não, você não leu errado e tampouco me enganei. São quatorze bilhões e meio de dólares que poderiam dar sopa para todas as pessoas do mundo pelo menos quatro vezes.
Estes mesmos senhores desejam que o governo americano vote a favor do SOPA, Stop Online Piracy Act (Lei de Combate a Pirataria Online), que nada mais é que uma lei que permitiria a uma empresa, organização ou detentora de direitos autorais de filmes e músicas (principalmente estes), mandar fechar qualquer website simplesmente por achar que o site está infringindo seu direito autoral, seja porque contém o conteúdo na íntegra, porque contém parte dele ou simplesmente porque contém um link para o conteúdo. Para entender mais facilmente, veja o exemplo: a Warner & Brothers produz um seriado que gosto muito chamado Two And a Half Men. Num artigo como este, crio um link para o site da Warner simplesmente citando o referido seriado, nada mais que isso. Pelo SOPA, eu poderia estar infringindo os direitos autorais da Warner, ser preso por até cinco anos, pagar multa, ter meu site suspenso e assim por diante.
Mas isso é coisa de louco, não? Pode até ser mas a loucura não pára por aí. A mesma lei prevê medidas restritivas de comércio com os infringidores da lei e filtros para os sites que infringem copyrights. De novo, resumindo, se o Google tem (e tem) links para os mesmo seriado, a Warner pode bloquear ou filtrar o Google tirando-o do ar, além de outras empresas serem proibidas de fazer negócio com o eles porque ele indexa estes links para o seriado.
Você deve estar perguntando quem é o insano que propõe algo tão bizarro. A resposta é: um deputado americano e seus doze asseclas, mas que na verdade representam o lobby das gigantes gravadoras e estúdios de cinema que não sabendo se adaptar ao atual modelo da internet, preferem tentar enfiar pela goela algo tão absurdo como esta lei. Pior, podem conseguir.
Por quê?
Como sempre, dinheiro. Dizem eles que é para, dentre outras coisas, “criar empregos”, “dar segurança para os artistas” e “proteger a propriedade intelectual”. Um monte de balela para esconder os mais indecentes interesses que a fortuna a todo o custo. E como estão cansados de perder dinheiro para companhias que conseguiram se modificar ao longo do tempo diante dos novos desafios do mundo digital, agora precisam de uma forcinha do governo americano para reverter o quadro.
Mas quem são eles?
Não é a banda Metallica que está brava com a pirataria. Não é Charlie Sheen ou qualquer um dos integrantes do Two And a Half Men. Não é a Lady Gaga e tampouco o Justin Bieber. Quem está realmente interessado na lei (ou na sopa) são executivos do mundo do entretenimento mostrados na imagem a seguir.

Ledo engano meu caro. Muda e muda muito. O primeiro impacto é técnico, pois a lei obrigaria, como parte das sanções e/ou formas de coibir a pirataria, que sites com conteúdo sob copyright (que sejam míseros links), colocassem filtros em seus servidores de DNS. Se isso acontece, as pesquisas e/ou acessos aos servidores que fazem a tradução de endereços web (www.seila.com) para os endereços IP começarão a falhar em todo o mundo, gerando um caos comparável aos finais de sexta-feira da marginal Tietê, em São Paulo. Isso tudo sem contar com os problemas de segurança que tais filtros podem trazer.
E claro que existe o impacto psicológico sobre alguns expoentes do planalto central, ou seja, o perigo que algum de nosso inteligentes congressistas dê continuidade a cópia das grandes ideias americanas e proponha algo assim em nosso país (Azeredo, é você?), dando os mesmos poderes (ou similares) para as empresas tupiniquins.
Quem está contra?
Google, eBay, Facebook, Twitter, AOL, Wikipédia, Mozilla e uma enorme lista de todos aqueles que vêem na famigerada lei uma forma de coibir a liberdade das pessoas e modificar, de uma forma ou de outra, a internet como conhecemos hoje. Mas não somente essas empresas estão contra. Pessoas comuns, mas que se preocupam realmente com liberdade (não somente na web), também estão e, se não estão, deveriam estar preocupadas, pois quem sabe da próxima vez que estiver acessando a web, não será de uma prisão?
A seguir, cenas do próximo capítulo; melhor, do próximo prato de sopa. E se ainda não está convencido da importância deste tema, veja o vídeo abaixo.
Publicado: terça-feira, 17 de janeiro de 2012 às 21:30
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Ford Escort. Um carro sedutor.
Publicado: terça-feira, 17 de janeiro de 2012 às 17:28
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2013 Porsche Boxster
O Porsche Boxster 2013 usa um novo chassi, feito de alumínio combinado a aços de alta e baixa resistências. No comunicado oficial, a Porsche explica que a estrutura está ligeiramente mais larga e com entre-eixos maior. Ao mesmo tempo, o conversível de dois lugares perdeu peso com a aplicação do alumínio e ganhou direção com assistência elétrica, mais leve e eficiente que a hidráulica, e que estreou no novo 911.
Esteticamente, o modelo não apresenta grandes alterações, apesar de contar com um redesenho dos faróis. As entradas de ar também foram redimensionadas, fato que confere ao esportivo uma semelhança com o Carrera GT. Na traseira, o destaque fica por conta do spoiler que desliza pelas lanternas, dando um tom mais moderno ao Boxster.
Internamente, o modelo preserva a tradição do luxo, com revestimento em Alcantara. Uma tela touchscreen de 7 polegadas permite controlar todas as funcionalidades do carro, incluindo o sistema de som e conectividades. Além disso, o console central é inspirado no Porsche Carrera GT.
O novo Boxster passa a ter o sistema Start/Stop, que desliga o motor em paradas curtas para economizar gasolina, outro componente adotado no 911 Carrera, e sistema de injeção direta de combustível, além de sistemas de recuperação de energia elétrica e gerenciamento térmico. O motor boxer de seis cilindros foi aprimorado. Na versão menos portente, o bloco foi reduzido de 2.9 para 2.7 litros e ganhou 10 CV de potência, gerando um total de 265 CV.
Tecnicamente, esse novo motor 2.7 boxer é baseado no bloco de 3.4 litros que equipa o Boxster S. A engenharia da Porsche também fez melhorias nesse propulsor, que ganhou 5 CV, e passa a produzir 315 CV de potência. Os dois blocos vêm acoplados ao conhecido câmbio manual de seis marchas, ou a transmissão automatizada com dupla embreagem e sete marchas PDK.
Os números divulgados pela fábrica indicam melhor desempenho e consumo com a transmissão automatizada PDK. Na versão base, o Boxster faz uma média cidade/estrada de 13 km/l, com aceleração de zero a 100 km/h em 5,7 segundos. Na versão S, o roadster entrega um consumo médio de 12,5 km/l e acelera da inércia aos 100 km/h em 5 segundos.
A nova geração do Porsche Boxster começa a ser vendida na Alemanha no meio de abril. Os preços já foram definidos: 48.219 euros para a versão de entrada e 59.120 euros para a versão S. Assim como no Porsche 911, o Boxster tem como opcional o pacote Sport Chrono, que é associado ao câmbio PDK, e inclui um sistema de bloqueio do diferencial, chamado Porsche Torque Vectoring.
Publicado: terça-feira, 17 de janeiro de 2012 às 12:30
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