E-commerce na África se torna modelo de negócio para outros países

Com simples tecnologias móveis, empresários africanos mostram que não é preciso utilizar robustos sistemas comerciais para vender bem

Na África estão localizados alguns dos países mais pobres do mundo. Mas, isso faz com que o e-commerce do continente seja ainda mais impressionante e sirva, inclusive, de modelo de negócios para outros países.


Segundo o site Technology Review, clientes africanos e empresários locais conseguem transformar telefones móveis e simples tecnologias em robustos sistemas comerciais. Um típico comerciante de uma cidade grande como Lagos, na Nigéria, ou Nairobi, no Quênia, pode ter uma presença na internet tão grande quanto qualquer empresa européia ou americana.

A diferença é que os empresários africanos não têm complexas páginas na internet, mas se baseiam em serviços de mensagem de texto altamente evoluídos. Os gráficos podem não ser tão bonitos, porém, as vendas são feitas da mesma forma.

Craig Holmes, executivo da IBM para operações no Oriente Médio e África, conta que é tudo muito simples. Basta enviar mensagens para marcar consultas e comprar produtos. O co-fundador de uma plataforma de mapeamento de eventos e de crise móvel, Erik Hersman, também explica que os aplicativos móveis utilizam tecnologias simples para resolver problemas do dia a dia, como a realização de pagamentos.

Diversos outros executivos que trabalham com proprietários de negócios móveis dizem que as inovações dos empresários africanos deveriam se tornar modelo para todas as empresas que pretedem fazer negócios na região. Isso acontece particularmente no Quênia, onde mais de 14 milhões de pessoas usam um serviço chamado M-Pesa para fazer transações usando celulares.

Olhar Digital

What a save!


Durante a etapa de Portugal da temporada 2011 do Supersport World Championship, disputada no Autódromo Internacional do Algarve, o piloto Gino Rea sai mal da curva três e teve que consertar quatro saídas de traseira da sua Honda em sequência. O piloto caiu para o fim do pelotão, mas salvou a prova, e seus ossos. Em compensação, estragou a corrida de outro piloto, Brock Parkes.

Por que parou? Parou por quê? Atendendo a pedidos, o Fusca 1994. Volkswagen. Você conhece, você confia.

Genty Akylone


A Genty Automobile, até então desconhecida, com um endereço que, de acordo com o Google Street View, está no meio do nada, produziu uma animação em vídeo mostrando seu supercarro Akylone. No entanto, ainda não há provas físicas de que este veículo está sendo produzido.

Descrito como "a alquimia entre o puro desempenho e a emoção", o Akylone tem frente agressiva, difusor traseiro, teto inclinado e um coeficiente de arrasto aerodinâmico de 0,35. No interior, a cabine é relativamente austera, mas apresenta bancos esportivos, um sistema informatizado de entretenimento e um largo console central.

A usina de força do Akylone é um motor V8 biturbo 4.8 que produz mais de 1.000 CV de potência e 1.273 Nm de torque. A transmissão é sequencial de sete marchas e traciona as rodas traseiras. O conjunto mecânico permite que o veículo de apenas 1.100 kg de peso acelere da inércia aos 100 km/h em 2,7 segundos e atinja a velocidade máxima de 354 km/h. Os freios são de carbono-cerâmica e o chassis é composto de alumínio e fibra de carbono.

A produção do Akylone será limitada em 15 unidades. Mais informações sobre o veículo você encontra no site oficial da Genty Automobile, genty-automobile.com.

Alguma coisa vazou desta moto depois do acidente...



...e não era óleo!

Você vai assistir trinta segundos de prazer de dirigir. Ford Escort. A máquina total. Você já dirigiu um?