Gre-Nal

Gre-Nal
O Gre-Nal é o confronto entre o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e o Sport Club Internacional, dois clubes de Porto Alegre, que se enfrentam desde 18 de julho de 1909.

A expressão Gre-Nal surgiu em 1926, quando o jornalista Ivo dos Santos Martins, torcedor do Grêmio, cansado de ter de escrever por extenso os longos nomes dos dois clubes, inventou a expressão. Já Ildo Meneghetti, ex-governador do Rio Grande do Sul e patrono do Internacional, definiu de forma tautológica o grande clássico gaúcho: "Gre-Nal é Gre-Nal". Mas, na realidade, o autor de tal frase foi Carlos Nobre, que atribuiu a mesma ao patrono colorado.

O Gre-Nal é considerado o maior clássico regional do Brasil por praticamente "dividir ao meio" todo o Rio Grande do Sul. Em outros Estados, o número de grandes clubes chega, às vezes, a até quatro. Já no Rio Grande do Sul, apenas recentemente o Juventude surgiu como outra grande força no futebol estadual.

Fundado seis anos antes, o Grêmio liderou com folga as estatísticas de Gre-nais nos primeiros anos de disputa, vencendo o primeiro Gre-Nal da história por 10 a zero, em 18 de julho de 1909. Cinco dos gols foram marcados pelo alemão Edgar Booth, o qual é também o autor do primeiro gol da história do clássico.

O Internacional assumiu a vantagem no número de vitórias no Gre-Nal de número 89, disputado em 30 de setembro de 1945, com o placar de quatro a dois, na época do "Rolo Compressor", e nunca mais foi superado. Na ocasião, o clube passou a ter 38 vitórias no clássico, contra 37 do Grêmio e 14 empates.

No início dos anos 80, a vantagem do Internacional chegou a ser de 31 clássicos. Em 2002, a diferença chegou a cair para 15.

Boa parte da vantagem colorada foi construída no período de 1969 a 1976, com a construção do Estádio Beira-Rio, e a montagem de um dos maiores times da história do Internacional. Naquele período, foram disputados 40 confrontos, com o Inter tendo vencido 18, empatado 18 e perdendo apenas quatro jogos, ficando invicto por 17 partidas, de 17 de outubro de 1971 a 13 de julho de 1975, o maior período de invencibilidade dos Gre-nais. Já o maior período de invencibilidade do Grêmio foi entre 16 de junho de 1999 e 28 de outubro de 2002, quando ficou 13 jogos invicto.

O maior número de vitórias consecutivas é do Grêmio, com seis vitórias consecutivas, e conseguiu esta façanha quatro vezes, sendo a última em 1977 e 1978. Já a maior sequência do Internacional é de cinco vitórias consecutivas, feito que conseguiu quatro vezes, sendo a última em 1974 e 1975.

Enquanto o Grêmio conseguiu vencer o Internacional por mais de dois gols de diferença, oito vezes no Estádio Olímpico e apenas uma vez no Estádio Beira-Rio, o Internacional, por sua vez, venceu três vezes no Olímpico e apenas uma no Beira-Rio. De fato, o Internacional passou 40 anos sem golear o Grêmio, entre 1954 e 1994. E somente 39 anos após a fundação do Estádio Beira-Rio, o Internacional conseguiu golear o rival em seu estádio.

Após décadas de um processo popularmente conhecido no Rio Grande do Sul como "gangorra", quando um dos dois clubes encontra-se em boa fase e o outro em um mau momento, e vice-versa, o ano de 2006 foi atípico. No Campeonato Brasileiro, o Inter terminou na segunda colocação na classificação geral, enquanto que o Grêmio terminou em terceiro, proporcionando aos dois clubes participarem juntos, pela primeira vez, da Taça Libertadores da América do ano seguinte.

O primeiro Gre-Nal

O primeiro confronto entre Grêmio e Internacional ocorreu no dia 18 de julho de 1909, no Estádio da Baixada, pertencente ao Grêmio.
Programa Gre-Nal nº 1. Grêmio: Kallfelz; Deppermann e Becker; Karls, Black e Mostardeiro; Brochado, Grünewald, Moreira, Booth e Schröder. Internacional: Luiz Poppe; Portella e Simoni; Vignoles, Pires e Wetternich; José Poppe, Carvalho, Cezar, Mendonça e Carvalho. Árbitro: Waldemar Bromberg Auxiliares: João de Castro e Silva e H. Sommer (juízes de linha), Theobaldo Foernges e Theodoro Bugs (juízes de gol)
Para este primeiro Gre-Nal, dirigentes do Internacional, clube recém-fundado, reuniram-se com os dirigentes do Grêmio, em junho daquele ano, para convidar o Tricolor para ser o primeiro adversário da história do Colorado. Os representantes do Grêmio aceitaram a proposta, porém, com uma condição: seu clube jogaria com o time reserva. Os dirigentes do Internacional, por sua vez, não aceitaram e exigiram que seu adversário jogasse com o time principal, o que foi aceito pela diretoria gremista.

Às 15 horas e 10 minutos do dia 18 de julho, as duas equipes entraram no campo da Baixada, precedidas pelos respectivos presidentes e pela banda da Brigada Militar. Os jogadores do Grêmio trajavam camisa dividida verticalmente em metade azul e metade branca, com calções pretos. Já os do Internacional vestiam camisa listrada verticalmente em vermelho e branco, com calções brancos. O público presente era estimado em duas mil pessoas.

O árbitro da partida foi Waldemar Bromberg, auxliado por João de Castro e Silva e H. Sommer, juízes de linha, e por Theobaldo Foernges e Theodoro Bugs, juízes de gol. Os juízes de gol ficavam sentados num banquinho ao lado das goleiras, indicando se a bola entrava ou não no gol, pois na época não havia redes nas goleiras.

O pontapé inicial fora dado por Edgar Booth que, aos 10 minutos, marcou o primeiro gol do jogo e da história do clássico. Booth ainda marcou mais quatro gols, sendo o restante dos tentos marcados por Júlio Grünewald (4), e Moreira, totalizando o placar em 10 a zero para o Grêmio, a maior goleada da história dos Gre-nais.

Gre-Nal 11

O Gre-Nal 11 aconteceu no dia 4 de agosto de 1918, na Baixada. O Grêmio vencia por 1 a zero, até os 43 minutos do primeiro tempo, quando estourou a primeira grande briga no clássico, após nove anos. Manoel Costa, torcedor gremista, funcionário da Empresa Telefônica Rio-Grandense, deu uma facada de 15 centímetros no quadril direito do ponteiro-esquerdo do Inter, Álvaro Ribas. Ribas, que já tinha abandonado o futebol, e voltara atendendo apelos dos seus companheiros, passou duas semanas hospitalizado, e nunca mais jogou.

A Associação Porto Alegrense de Desportos, APAD, determinou, então, a disputa do tempo restante, mas o Grêmio se recusou a jogar. Assim, o Conselho Superior da entidade decidiu atribuir a vitória e os pontos em disputa ao Inter, resultado que deu o campeonato portoalegrense de 1918 ao Cruzeiro. A história pode ser confirmada nas coleções dos jornais da época, e no livro Álbum Esportivo do Rio Grande do Sul, publicado em 1937.

Gre-Nal Farroupilha

Para os gremistas, este foi o verdadeiro "Gre-Nal do Século". Disputado em 22 de Setembro de 1935, ano do centenário da Revolução Farroupilha, o clássico foi válido pela última rodada do Campeonato Citadino. O Internacional chegara à partida decisiva um ponto à frente do rival e o empate garantiaria-lhe o título e a vaga para o campeonato estadual.

A partida foi equilibrada, como a maioria dos clássicos. O tempo passava e o placar permanecia zero a zero. Aos 38 minutos do segundo tempo, numa falta cobrada na lateral, o Grêmio teve o que parecia ser sua última chance. Cobrado o tiro livre, o zagueiro colorado Risada subiu mais alto que os atacantes tricolores e testou a bola para frente, nos pés de Foguinho, meio-campista do Grêmio, que já esperava o rebote. O chute saiu certeiro: Grêmio, 1 a zero! Dois minutos depois, num contra-ataque, o ponta-direita Laci ainda fez o segundo gol do Grêmio.

Mesmo tendo perdido o campeonato estadual para a equipe do 9º Regimento, de Pelotas, que, em função disso, passou a chamar-se Farroupilha, o título metropolitano foi considerado tão importante que os atletas e a direção do Grêmio juraram comemorá-lo por 100 anos. Promessa cumprida à risca até hoje.

O "Gre-Nal Farroupilha" também foi marcado como a última partida do goleiro Eurico Lara pelo Grêmio. Debilitado por problemas de saúde, ele atuou durante o primeiro tempo. Viria a falecer alguns meses depois. O craque foi imortalizado no hino do clube.

Gre-Nal dos 7 a zero

O Internacional aplicou uma antológica goleada de 7 a zero no Grêmio, em 1948, na partida final do campeonato da cidade de Porto Alegre. O jogo foi realizado no campo do clube tricolor. Era a época do Rolo Compressor, e o Grêmio simplesmente não era páreo para a equipe colorada. Alguns nomes haviam mudado, mas a base de Ivo, Nena, Abigail, Tesourinha e Carlitos estava mantida e o time era quase imbatível. Para completar, o Tricolor ficou irritado com uma marcação do árbitro no jogo anterior, e ainda colocou time misto em campo, deixando alguns titulares para um amistoso em Curitiba.

A rapidez das jogadas e os arremates fortes do Colorado fizeram a rede do Grêmio balançar sete vezes com gols de Villalba (4), Carlitos (2) e Roberto.

Até hoje, esta é a maior goleada da história do Internacional sobre o rival, sendo que desde a profissionalização do futebol no estado, essa é a maior goleada em Gre-nais, até hoje nunca superada.

No Gre-Nal 55, disputado no dia 1º de novembro de 1938, válido pelo torneio amistoso Taça Martel, o Internacional chegou a marcar 11 gols no seu maior adversário, porém, o árbitro Álvaro Silveira anulou cinco gols consecutivos, alegando que "era muito gol para um Gre-Nal".

Gre-Nal de inauguração do Estádio Olímpico

Era setembro de 1954, e o Grêmio realizou um festival de inauguração de seu novo estádio, o Estádio Olímpico Monumental. A partida inaugural do estádio já havia ocorrido em confronto amistoso, com o Nacional de Montevidéu, com vitória gremista por 2 a zero.

O Internacional fora convidado para o festival de inauguração do Olímpico, juntamente com o Liverpool do Uruguai. Após vitória sobre os uruguaios por 4 a zero, o Internacional enfrentou seu maior rival, no dia 26 de setembro. A partida foi apitada pelo árbitro uruguaio Carlos Alberto Vigorito.

O Grêmio começou bem e aos sete minutos abria o placar, gol de Sarará, cobrando falta. O Internacional empatou a partida aos 33 minutos do primeiro tempo, gol de Jerônimo, também de falta. O primeiro tempo estava perto do fim e Larry desempatou.

No segundo tempo, Larry voltou inspirado, e logo no início, veio com a bola do campo de defesa do Colorado, com Ênio Rodrigues no seu encalço. Chegando na área, Larry ameaça bater, Ênio tenta o carrinho, e Larry puxa a bola deixando-o deitado, daí com um toquinho, faz o terceiro.

O quarto gol não demora a sair. Luizinho recebe a bola e sai em velocidade, Ênio corre para marcá-lo, mas Luizinho deixa a bola, Ênio não percebe, e continua correndo atrás dele, aí Canhotinho, sem marcação, veio de trás e bateu, 4 a 1.

O Internacional ainda teve tempo de fazer mais dois, ambos de Larry. O Grêmio descontou com Zunino. Placar final: Internacional 6 x 2 Grêmio.

Gre-nais em Campeonatos Brasileiros

O primeiro Gre-Nal válido pelo Campeonato Brasileiro foi vencido pelo Internacional, em 17 de outubro de 1971. O Grêmio estava invicto há quatro Gre-nais, somente naquele ano, apesar de o Inter ter conquistado o tri-campeonato gaúcho em julho. Três meses depois, na 15ª rodada do Brasileirão, o Inter pelo placar mínimo, 1 a zero, gol de Sérgio "Galocha". Foi o começo da maior série invicta na história dos Gre-nais, que só seria interrompida 45 meses depois.

O primeiro Gre-Nal ganho pelo Grêmio em Campeonatos Brasileiros foi em 6 de novembro de 1977. Na época, o regulamento do Brasileirão exigia que os clássicos regionais fossem disputados no maior estádio de cada cidade, por isso os Gre-nais ocorriam sempre no Beira-Rio. A primeira vitória gremista foi por 4 a zero, que aposentou por duas décadas o uniforme totalmente vermelho (camiseta, calção e meias da mesma cor) que o Internacional usou naquele dia.

Gre-Nal do Século

Foi assim denominada a partida entre Grêmio e Internacional, válida pela semi-final do Campeonato Brasileiro de 1988, em 12 de fevereiro de 1989. A importância desta partida era realmente extraordinária, já que valia a classificação para a decisão do Campeonato Brasileiro, contra o vencedor de Bahia x Fluminense, e ainda, a vaga na Taça Libertadores da América daquele ano.

A partida terminou com vitória do Internacional por 2 a 1, de virada e com um jogador a menos em campo, o lateral Casemiro fora expulso ainda no primeiro tempo. Marcos Vinícius marcou para o Grêmio, aos 25 minutos de jogo. Na segunda etapa, o centroavante Nílson marcou duas vezes para o Internacional, aos 16 e aos 26 minutos. Nilson foi considerado o grande herói do jogo, pois além de ter feito os dois gols, jogou machucado.

Este foi o Gre-Nal número 297, disputado no Estádio Beira-Rio, e teve o maior público de Gre-nais até hoje: 78.083 pagantes. O livro "O Segundo tempo", de Michel Laub, da Editora Companhia das Letras, São Paulo, 2006, conta uma história fictícia que se passa durante o "Gre-Nal do século".

Gre-Nal dos 5 a 2

O Gre-Nal número 335 foi disputado pelo Campeonato Brasileiro de 1997, e ficou conhecido como o Gre-Nal dos 5 a 2, pelo resultado do jogo, a favor do Internacional. A partida, disputada no estádio Olímpico, estava cercada de expectativas. De um lado, o Grêmio havia conquistado a Copa do Brasil daquele ano, enquanto o Internacional era o atual Campeão Gaúcho, tendo ganho o campeonato sobre o Tricolor. Além disso, a torcida do time da casa estava confiante, pois o clube havia contratado jogadores como Sérgio Manoel e Beto. Em contrapartida, era o Internacional que vivia um grande momento, com uma boa dupla de ataque: Christian e Fabiano.

O primeiro gol saiu de um lançamento em profundidade, que encontrou Enciso. Após não dominar, o paraguaio cruzou para Christian cabecear, sem chances para Danrlei.

Como quase todo Gre-Nal, este também foi marcado pela tensão. Christian se desentendeu com Otacílio e os dois foram expulsos. Mais tarde, Fernando e André Santos brigaram e também foram excluídos da partida pelo árbitro. Desse modo, as duas equipes passaram a possuir nove jogadores em campo cada.

Aos 33 minutos do primeiro tempo, Fabiano recebeu a bola pela esquerda, marcado por Rivarola. Após um drible, ele deixou o marcador caído e passou para Sandoval marcar o segundo gol colorado. Na segunda etapa, Fabiano fez mais um lance individual, conduzindo a bola pela esquerda e, após o afastamento parcial da bola por parte de Rivarola, o centroavante deu um passe para Marcelo, que errou o gol, porém, o mesmo Fabiano, livre, fez o terceiro tento do Internacional. O quarto gol foi novamente de Fabiano, que recebeu a bola livre pela esquerda, entrou na área e chutou em curva, sem chances para Murilo.

O Grêmio descontou com Sérgio Manoel. No entanto, ainda havia tempo para mais um gol colorado. Luciano fez uma boa jogada e tocou a bola para Marcelo marcar o quinto do Internacional. Nos acréscimos, o Grêmio ainda fez o seu segundo gol, com Gilmar. Após isso, terminou-se a partida, com placar final de 5 para o Internacional e 2 para o Grêmio.

Uma curiosidade a respeito do melhor jogador da partida, Fabiano, foi descoberta após o jogo. Antes da delegação colorada se deslocar ao estádio Olímpico Monumental, Fabiano falou a um jogador que iria demorar um pouco mais para entrar no ônibus. Só que esse companheiro de equipe esqueceu de avisar os outros, e a delegação começou a se deslocar normalmente, como se todos já tivessem embarcado.

Quando Fabiano saiu do vestiário, já estava sozinho. Foi encontrado por um roupeiro, que perguntou: "o que você está fazendo aqui? Eles já estão indo".

Fabiano, antes de correr atrás da bola, teve que correr atrás do ônibus! Quando entrou na condução, foi logo ironizado: "Está com medo, Fabiano? Não quer nem embarcar?" Fabiano respondeu prontamente que estava tranquilo para a partida. Tão tranquilo que desequilibrou a partida e marcou seu nome na história do Gre-Nal.

Gre-Nal de Ronaldinho Gaúcho

Outra lembrança vitoriosa dos gremistas é o Gre-Nal de 20 de junho de 1999, final do Campeonato Gaúcho, em que o jovem Ronaldo de Assis Moreira, com 19 anos, e disputando o seu terceiro clássico, levou ampla vantagem sobre a marcação do consagrado Dunga, capitão da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1994 e 1998, inclusive aplicando-lhe um "drible do chapéu".

Dunga, respeitado no mundo inteiro, estava no final de sua carreira no Internacional. O jogo terminou com vitória do Grêmio por 1 a zero, com gol de Ronaldinho Gaúcho.

Foi o Gre-Nal n° 341, disputado no Estádio Olímpico, e teve um público de 40.238 pagantes.

Gre-Nal do Milésimo Gol

O último Gre-Nal com um apelo especial foi marcado pela vitória colorada. As torcidas faziam apostas para ver quem marcaria o gol mil.

O Gre-Nal 360, no dia 10 de julho de 2004, recebeu o nome de "Gre-Nal do Milésimo Gol". Fernandão, estreando no clássico, marcou o milésimo gol da história do Gre-Nal, na vitória do Internacional por 2 a zero.

Primeiro Gre-Nal internacional oficial

No dia 15 de setembro de 2004, data de aniversário do Grêmio, houve o primeiro Clássico Gre-Nal por uma competição internacional, a Copa Sul-americana. O Colorado venceu por 2 a zero.

Maiores goleadas

* Maior goleada do Internacional: 7 a 0, em 17 de setembro de 1948. (Maior goleada da era profissional)

* Maior goleada do Grêmio: 10 a 0, em 18 de julho de 1909. (Primeiro Gre-Nal da história)

Um comentário:

  1. É provavelmente a mais antiga rivalidade do futebol do país, pena que nem sempre seja saudavel.
    Mas viva o Inter, e o Gremio que se....

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