Para competir com a Ferrari LaFerrari e o Porsche 918 Spyder, a McLaren criou o P1, completando o trio de hipercarros que ficou conhecido como a "santíssima trindade". De produção limitada a apenas 375 unidades, o McLaren P1 possui um sistema de propulsão composta por um motor 3.8 V8 biturbo, que produz 727 CV de potência a 7.500 RPM e 720 Nm de torque a 4.000 RPM, operando em conjunto com um sistema elétrico, que entrega 177 CV de potência e 260 Nm de torque.
Assim, a potência total que pode impulsionar o McLaren P1 é de 903 CV. Todo este poder é despejado em uma transmissão Graziano de sete marchas com dupla embreagem, que impulsiona as rodas traseiras. Considerado o sucessor espiritual do Mclaren F1, o P1 teve, além da versão destinada às vias públicas, o GTR, versão que pode rodar apenas em circuitos fechados, além da LM, que é um GTR adaptado pela Lanzante Motorsport para uso fora das pistas.