Acabou o amor...

Demorou... só agora os argentinos perceberam que Diego Armando Maradona, até então, "intocável", não pode mais ser técnica, ops, técnico da seleção argentina de futebol.

Também, com esses brincos, qualquer um se confunde, parece até que esse cara usa maquiagem...



Desde que foi anunciado que Dieguito assumiria o comando da equipe portenha, sabia que um dia iria acontecer a revolta dos hermanos, com suas críticas direcionadas ao próprio Maradona, e ainda por cima, a Messi e Verón, também. Os torcedores argentinos têm a sensação de que a equipe da Asociación del Fútbol Argentino não consegue demonstrar um bom futebol, e corre o risco de ter que disputar a repescagem, contra o quarto colocado das Eliminatórias da Concacaf, quando não pior, ficar fora da Copa do Mundo.

A imprensa e o povo argentino começam a perder a credibilidade ao seu maior ídolo, que já foi eleito o melhor jogador de futebol do mundo. Não é só no Brasil que o técnico é aplaudido quando tudo vai bem e é execrado depois de uma simples derrota. Ainda mais quando esse povo é o latino, que conhecidamente possui os nervos à flor da pele e o sangue "borbulhante", característica marcante dessas pessoas.

Diante da dificuldade da seleção argentina para se classificar para a Copa do Mundo, Maradona parece um "boneco de cera", fica indiferente perante à situação em que vive, como se tudo estivesse às mil maravilhas. Tem postura patética, praticamente sem reação, exceptuando o gesto de roer as unhas. Bem diferente de tempos atrás, quando assistia aos jogos do Boca Juniors, na tribuna de honra, agindo como um torcedor fanático nas arquibancadas, "cheio de gás".

Na Argentina, a opinião de algumas pessoas já é a de que era preferível que a Argentina não disputasse a Copa do Mundo, com receio de um vexame histórico. Contudo, as Eliminatórias ainda não acabaram. A Argentina recebe o Peru, no dia 10 de outubro, e no dia 14 do mesmo mês, enfrenta o Uruguai, outro desesperado por uma vaga. Está difícil para os hermanos, que estão começando a se contentar com uma repescagem.

Contudo, teremos que esperar os próximos capítulos dessa história. Chances, a Argentina tem, e acredito na classificação dos hermanos para a Copa. Foi assim com o Brasil também, em 1993, quando, no Maracanã, com dois gols de Romário, a seleção tupiniquim venceu o Uruguai, na última partida das Eliminatórias, e garantiu o direito de conquistar a memorável conquista do tetracampeonato, na Copa do Mundo dos Estados Unidos, em 1994.

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