Homem recusa oferta milionária pela sua placa "F1"

Afzal Kahn "F1" plate
Afzal Kahn, fundador da empresa de tuning Kahn Design, comprou a placa britânica "F1" em 2007, pelo valor de 440.625 libras esterlinas. Atualmente, a placa está instalada em um Bugatti Veyron, mas Kahn já a colocou em um Mercedes-Benz SLR McLaren.

E Afzal não pensa em se desfazer dela tão cedo, ainda mais depois de recusar uma oferta de seis milhões de libras pela placa. A informação é do Daily Mail. Um porta-voz da A Kahn Design disse que "Mr. Kahn não tem interesse em vender a placa 'F1', que é a sua favorita". Além da "F1", Afzal é dono das placas "4 HRH" e "NO1".

A placa "F1" foi registrada pela primeira vez em 1904, e foi passando de mão em mão até chegar ao último dono, Afzal Kahn, em 2007. O maior preço já pago por uma placa de automóvel no Departamento de Trânsito Britânico foi de 352 mil libras, pela sequência "1 D".
Afzal Kahn "4 HRH" and "F1" plates
Os motoristas dos Emirados Árabes Unidos são ainda mais fanáticos por sequências raras. Em fevereiro de 2008, a placa formada pelo único dígito "1" foi vendida por 7,25 milhões de libras esterlinas.

Várias placas de automóveis ficaram tão famosas quanto as celebridades que as possuem. Exemplos disso são: "100 VJ", de Vinnie Jones, "BE57 CAT", de Phil Tufnell, "R400 RUN", de Iwan Thomas, "B33 FYS", de Ian Botham, e "AMS 1", de Lord Sugar.

Placas personalizadas e raras podem ser um ótimo investimento, desde que se faça a escolha certa. O papa-móvel de João Paulo II possuía a placa "VIP 1", que foi comprada em 2004 por 62 mil libras esterlinas. Dois anos mais tarde, foi vendida a Roman Abramovich, pela soma de 285 mil libras. Já a placa "HEN 2Y" foi adquirida em 2005 por 6.300 libras e vendida em 2010 por vinte mil libras.

Vale lembrar que, em países como os Estados Unidos, o Canadá e o próprio Reino Unido, as placas de automóveis são adquiridas por pessoas, e elas tornam-se propriedade dos compradores, e as placas podem ser colocadas em qualquer veículo de propriedade dos seus donos.

O sistema é diferente do que funciona no Brasil, onde as placas "nascem e morrem" com o veículo. No entanto, ainda pode ser feita uma reserva, no Departamento Nacional de Trânsito, de uma desejada sequência de letras e números, desde que ela ainda não tenha sido registrada para outro veículo, mas só pode ser colocada em veículos novos.

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