Especialistas provam champanhe mais antigo do mundo, descoberto em embarcação naufragada


Elas levaram 200 anos para serem descobertas e quatro meses para serem degustadas. Nesta quarta-feira, especialistas do mundo inteiro tiveram o prazer de, enfim, abrir algumas das 70 garrafas de Clicquot (hoje chamada de Veuve Clicquot) descobertas em julho por um instrutor de mergulho nas profundezas geladas do mar das ilhas Aaland, entre a Finlândia e a Suécia. Produzidos entre 1782 e 1788, os champanhes são tidos como os mais antigos do mundo.

Mergulhadores encontraram as garrafas por acaso, em um navio naufragado no mar Báltico. Acredita-se que a bebida seja uma remessa de champanhe enviada pelo rei Luís XVI, da França, para a imperatriz russa, Catarina, a Grande, por volta de 1780.

- Este é um verdadeiro tesouro, como bebida, que temos a honra de provar e também do ponto de vista histórico - afirmou o mergulhador Christian Ekstrom.

O espumante foi enviado para a França para uma série de análises antes do consumo. A bebida foi preservada durante todo este tempo devido às condições no fundo do mar, de escuridão e frio.

O Globo

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