Steve Sutcliffe drives Bentley Speed 8


2013 Kawasaki ZX-6R review by Sport Rider Magazine's Bradley Adams


Chris Harris drives Formula Ford EcoBoost Street Legal Racer at Nürburgring Nordschleife


Take a rest and you will go far. Together!

Take a rest and you will go far. Together! Golden Rules #8: If you feel sleepy or tired, pull over for a rest. Go to www.goltlenrules-fia-michelin.com for the complete list. FIA Action For Road Safety. Michelin.

Mercedes-Benz SLS AMG Electric Drive - Nürburgring Nordschleife - 7:56.234 - Markus Hofbauer - Onboard


Eu sou contra os carros elétricos, muito mais pelo título de "salvadores do mundo" que eles ganharam por parte da mídia e propaganda do que pelo que podem oferecer para os entusiastas.

Ainda mais depois que chegaram ao ramo dos supercarros, seja pelo Mercedes-Benz SLS AMG Electric Drive, o Audi R8 e-tron, entre outros, pois não possuem câmbio com trocas de marchas, oferecem pouca autonomia (ou tempo de diversão), não fazem barulho de motor (apenas do câmbio CVT, quando presente), e o tempo a se esperar para poder dirigi-los novamente, após uma recarga completa das baterias, é bastante longo.

No entanto, podem ser considerados, pelo menos, interessantes, mas somente depois de ver o vídeo que a Mercedes-Benz disponibilizou hoje. Trata-se do onboard no Nürburgring Nordschleife, durante a tentativa de estabelecimento de recorde de volta para um veículo movido à energia elétrica.

A telemetria mostra uma réplica do painel do carro. À esquerda, o tradicional velocímetro. À direita, no lugar do conta-giros, há um instrumento que monitora todas as funções elétricas do veículo, como a carga das baterias, a quantidade de energia que está sendo regenerada pelo KERS no momento da frenagem, e a potência despejada pelos motores elétricos às rodas do veículo enquanto ele é acelerado.

Quando Markus Hofbauer, o gerente de desenvolvimento do Mercedes-Benz SLS AMG Electric Drive, e o piloto do carro nesta volta, aproxima-se da curva, o ponteiro do, digamos assim, "potenciômetro", volta à sua "posição de descanso", bem antes do freio ser acionado. É o único funcionamento estranho que identifiquei neste tipo de carro.

Nas saídas de curva, é necessário o piloto dosar muito mais o acelerador, já que o torque máximo de um motor elétrico é disponibilizado desde a primeira rotação. Além disso, originalmente, o carro possui um limitador de velocidade máxima em 250 km/h, por causa das leis europeias, mas este limitador foi removido para a realização da volta rápida no "Green Hell".

As poucas dúvidas que tenho agora são:

- O que é aquele "bip" aos 6:04?
- Como é a telemetria do Audi R8 e-tron?
- Será que ambos os carros possuem comportamento semelhante na mecânica ou na maneira de pilotar?

Existe uma coisa que o silêncio do motor elétrico proporciona, e que nem sempre o motor a combustão oferece: o ruído dos pneus atritando-se com o solo, as zebras e o concreto, o som da carroceria "cortando" o ar, e ouvir a respiração ofegante do piloto. Isto, sim, num carro movido à pilha, é sensacional.

Ford 1.0 EcoBoost é bicampeão mundial

Ford CEO Alan Mulally kissing 1.0 EcoBoost engine
Pelo segundo ano consecutivo, a Ford venceu o International Engine of the Year, marcando o maior número de pontos já registrado nos quinze anos em que o concurso é realizado.

Uma bancada de 87 jornalistas automotivos de 35 países foram responsáveis pela eleição dos melhores motores do mundo, com prêmios distribuídos em várias categorias. A Ford é a terceira montadora a conseguir a maior vitória no concurso de forma consecutiva.

O motor Ford 1.0 EcoBoost, que produz 123 CV entre 1.400 e 4.500 RPM e 20,46 kgfm de torque entre 1.400 e 4.000 RPM, impressionou os jurados, tanto pela mecânica quanto pelo tamanho, já que a Ford uma vez demonstrou que o motor é tão pequeno que coube no compartimento de bagagem de um avião de passageiros.