How to Change Cars Forever: Dodge Dart.


Dodge Brand Shares Story Behind Its Groundbreaking All-new 2013 Dodge Dart in First TV Ad

* How to Change Cars Forever' 90-second spot debuts July 10 during Major League Baseball All-Star Game telecast on Fox network
* Ad introduces 'New Rules' tagline
* Brand continues to build momentum for Dodge Dart during summer months as vehicles arrive in showrooms across America
* High-impact marketing launch begins in the fall

Auburn Hills, Mich. - The Dodge brand reveals its recipe for the groundbreaking all-new 2013 Dodge Dart in a new 90-second commercial debuting Tuesday, July 10, during the Major League Baseball (MLB) 2012 All-Star Game broadcast on the Fox network.

"How to Change Cars Forever" is a rapid-fire "instructional" spot on how to make a world-class car today, providing an inside look into the Dodge brand's approach to designing and engineering its much anticipated entry into the highly competitive compact car segment. The TV spot introduces the tagline, "New Rules," which speaks to how Dodge is redefining what a compact car can be. It will be followed this summer by 30-second and 60-second versions airing on major broadcast and cable networks and in movie theaters as Dodge Dart vehicles arrive in dealerships nationwide.

A full, multifaceted marketing campaign will launch in September and will include additional TV spots, print and digital advertising running in major media outlets. The 90-second "How to Change Cars Forever" spot will continue to air in high-profile television events throughout the remainder of the year. The commercial was created by the Portland, Ore.-based advertising agency Wieden+Kennedy and can be viewed at http://youtu.be/G3IbsEQe4Yk.

"Adding a dose of fun, creative license and Dodge brand humor, 'How to Change Cars Forever' captures the meticulous process of starting with a simple idea and developing it into a revolutionary new car, including the angst and pressure of a blank page, trials and errors of the early stages, and molding, shaping and testing the Dodge Dart until it was right," said Olivier Francois, Lead Executive for Marketing, Chrysler Group LLC. "We wanted to provide a peek inside what it takes to bring a new car to fruition."

The spot features the Jay-Z and Kanye West track, "No Church in the Wild," from their "Watch the Throne" album, and it includes cameo appearances by a couple of athletes who are champions in their respective sports.

"With the all-new Dodge Dart, we started with a clean slate and the single vision of bringing a world-class vehicle to market that offers features and benefits never before found in a compact car," said Reid Bigland, President and CEO – Dodge Brand. "Designed and engineered without compromise, the all-new Dart starts with a world-class architecture and DNA of Alfa Romeo combined with class-leading levels of safety, technology, roominess and customization. The end result isn't just a new compact car, but a groundbreaking vehicle that deserves an equally impactful marketing campaign."

Dodge is using high viewership programs and pop culture summer events to build momentum and interest in the Dart among key consumer groups, including young professionals who may be purchasing their first car and "boomers" who may be re-entering the compact car market looking for mid-size interior roominess with the affordability and price position of a compact car.

Vendem-se fãs e seguidores

Como diria Jack Palance: "acredite se quiser". Já existe um site especializado em compra de fãs e seguidores nas redes sociais. O Fakesocial promete "bombar" sua página ou perfil do Facebook e/ou Twitter em troca de alguns reais.

Surpreende não só a natureza do negócio, como as possibilidades ofertadas. Por exemplo, no Twitter – rede social tão criticada pela dificuldade em crescer organicamente o número de seguidores – você pode optar por comprar perfis falsos (bot) ou de pessoas "reais". O seguidor bot (fake) custa R$ 30,00 a mais que o "real". Questão de fidelidade? Afinal, imagino que o perfil de mentira seja mais fiel que o de carne e osso.

E é aí que vem a armadilha. O que é mais importante? Uma página "cheia" ou seguidores? Ou uma comunidade pequena, mas fiel e dentro dos valores que a marca pretende se relacionar?

Uma verdade inconveniente: os números escondem a realidade.

Lembrando das discussões deste ultimo SXSW 2012, um dos pontos que mais chamaram a atenção foi justamente a preocupação que as marcas e agências gringas já apresentam ao separar a quantidade de fãs/seguidores de uma brand page de seu aspecto qualitativo, ou seja, qual comunidade está sendo criada para além dos números (e qual sua influência na vida real).

Para ilustrar melhor a comparação, pense em uma balada, uma noite com seus amigos.

Todo mundo gosta de uma festa animada. Chegar e encarar uma "pista bombada" já é meio caminho andado. A maioria das pessoas sente-se confortável em "engajar-se" ao som que curte quando outros já estão lá fazendo o mesmo. Ninguém quer ser o primeiro a por os pés na pista, mas basta ela estar cheia que a vergonha se perde. O mesmo aplica-se à sua página. Quanto mais fãs e seguidores, mais seguro você vai se sentir em participar daquele ambiente, curtindo, comentando ou compartilhando conteúdos. A vantagem de focar sua estratégia exclusivamente no aspecto quantitativo começa – e termina – aí.

Agora imagine que depois de chegar àquele festão, cheio de gente bonita e interessante, começa a perceber coisas "esquisitas". Primeiro, as pessoas que estão ali não tem nada a ver com você. O assunto que escuta nas rodinhas é distante da sua realidade ou áreas de interesse. Segundo, depois de um tempinho, as músicas que estão tocando, as bebidas… Não é bem o que você esperava. Para completar, você percebe que a festa vai ficando cada vez mais cheia, mais barulhenta, ao ponto que já não consegue escutar o som da sua própria voz. Como qualquer pessoa em sã consciência, você abandona aquela marca. Quer dizer, a festa.

Taí a importância de se preocupar além dos números. É hora de pensar em construir.

Quando menos é mais: A força de uma comunidade

O radical da palavra "comunidade" é o mesmo da palavra comum não à toa. As pessoas se agrupam por afinidades. De forma geral, elas gostam de falar sobre seus interesses com gente que pensa semelhante. Esta é a base das relações sociais e também um dos motivos pelos quais a Internet vem revolucionando o mundo: ela aproxima pessoas que antes se achavam isoladas em seus gostos "fora do comum".

As páginas de marcas mais bem-sucedidas do planeta praticam a teoria. Elas procuram criar comunidades a partir destes interesses comuns. Pensam e produzem conteúdos afins com seus valores, mas colocando em primeiro lugar as pessoas.

O melhor exemplo de todos é como a cerveja Brahma se apropriou da paixão nacional para criar suas páginas de times de futebol (Brahma Fla, Brahma Flu etc). Também vale destaque a pagina de Burger King, para os fãs da comida de verdade; Schweppes, que separa os meninos dos homens; Kuat, recheada de memes no melhor estilo "zoação" que fazem parte do dia-a-dia dos adolescentes; ou Niquitin, que reúne pessoas com dificuldade para parar de fumar (ou ex-fumantes, vitoriosos).

Cenas dos próximos capítulos

É importante ter uma pagina "bombada". Mas, a medida que se cresce, é necessário avaliar a qualidade da comunidade de fãs/seguidores que está sendo criada. Se você busca apenas por números, taí o Fake Social que pode ajudar.

Mas se procura construir uma comunidade, investir em relacionamento no médio e longo prazo para sua marca, o que você precisa mesmo é de uma boa agência de conteúdo.

Franklin Costa
Sócio da Movimento Comunicação


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