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Koenigsegg Agera R


O novo Koenigsegg Agera R será uma das atrações do próximo Salão de Genebra. Com um motor V8 5.0, preparado para funcionar com biocombustível, é capaz de produzir 1.115 CV de potência, o que tornará o carro mais potente da marca sueca.

Não foram revelados maiores detalhes sobre o desempenho do supercarro, mas o que se espera é que ele tenha uma relação peso-potência bem maior que a do Bugatti Veyron, graças aos 1.330 Kg de peso.

O carro que será mostrado no Salão é uma unidade que já tem dono, um norueguês. O teto virá com uma caixa Thule, em fibra de carbono, na qual estarão guardados dois pares de esquis. O equipamento custa 17.500 libras. Além disso, terá rodas e pneus especiais para neve, ao preço de 7.322 libras.

O pacote "R" poderá ser adquirido separadamente, custando 132 mil libras. Caso o cliente queira apenas a versão "básica" do Agera, terá que desembolsar 875 mil libras. A Koenigsegg prevê que o carro possa atingir 418 Km/h, calçado com os pneus Michelin desenvolvidos especialmente para o veículo sueco.

Nigel Mansell ajuda equipe de ciclismo


A UK Youth, organização que ajuda mais de 750 mil jovens a lidar com as questões sociais e os apoiar na transição para a idade adulta. Para divulgar a campanha, uma equipe de ciclismo foi criada, liderada por Magnus Bäckstedt, campeão da edição 2004 do Paris-Roubaix, que saiu de uma aposentadoria de dois anos para atuar como piloto-gerente.

A equipe competirá nos eventos do Britain's Premier Calendar e está esperançosa quanto a convites para as Halfords Tour Series, o que garantirá uma maior exposição à midia televisiva. Os 11 integrantes da equipe incluem Steven Burke, Niklas Gustavsson, Fredrik Johansson, Gruff Lewis, David McGowan, Filip Rudenstam, Chris Seviour e James Stewart, além dos dois filhos de Nigel Mansell, Leo e Greg.

O compromisso de Nigel Mansell com a organização é apenas o apoio financeiro para a equipe. "A caridade não é apenas o dinheiro que será posto neste projeto, é tudo que vier de Nigel e dos patrocinadores que conseguirmos", disse Bäckstedt. "O nosso objetivo é a divulgação da campanha de caridade, mas, se conseguirmos algum dinheiro para ela, melhor ainda".

A equipe irá operar como um esquadrão de elite amador em 2011, mas uma expansão poderia acontecer em 2012. "Seria ótimo para ser uma equipe continental e ter a possibilidade de entrar no Tour of Britain, por exemplo", disse Bäckstedt. "Mas, para reunir o dinheiro para se registrar como equipe profissional apenas para a Tour of Britain não parecia certo este ano. Veremos se vamos fazer isso em 2012 e 2013, ao mesmo tempo que, obviamente, manter uma equipe base. Mas, se tudo correr como planejado, devemos ficar maiores e melhores no futuro".

Questionado sobre a possibilidade de um retorno ao Paris-Roubaix, Magnus disse: "nunca diga nunca", mas, se eu vou chegar a esse nível novamente, será nesta equipe".

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Redes sociais como fonte de conteúdo

Os números do Nielsen (MUDANÇA: Pesquisas recentes) mostram que o tempo que os usuários gastam no Facebook é mais do que dobro do tempo gasto por eles no Google. Boa parte do consumo de informações desses usuários não provém mais de um sistema de busca, agora eles acompanham o conteúdo compartilhado por seus contatos numa rede social. Esse conteúdo pode variar de mensagens pessoais e fotos até links para artigos interessantes e opiniões próprias sobre um produto ou serviço.

O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.

A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.

O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?

A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.

O Twitter estaria substituindo os feeds? Se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.

Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.

Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.

A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas.

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