Bud Light. Here We Go.



Isto é porque os comerciais de cerveja em 3D não dariam certo...

Presidentes de clubes de futebol têm encontro com Deus

Os presidentes da Sociedade Esportiva Palmeiras, do Santos Futebol Clube, do Club de Regatas Vasco da Gama e do Sport Club Corinthians Paulista receberam a visita de Deus. Aproveitaram a ocasião para fazer perguntas relativas ao futuro de seus times.

O presidente do Palmeiras perguntou: "quando o 'Porco' será campeão da Libertadores novamente?"

Deus procurou na sua agenda, que mais parece uma Bíblia, e responde: "em 2015."

"Puxa, que pena, não vai ser na minha gestão", respondeu o presidente do time do Palestra Itália.

Depois, o presidente do Santos indagou: "Nossa, faz tempo que o Santos não é campeão da Libertadores! Quando o 'Peixe' conquistará esse tento novamente?"

Deus procurou na sua agenda, demora um pouco, e responde: "em 2019."

"Droga, não vai ser na minha gestão", respondeu o presidente do Santos.

Em seguida, o presidente do Vasco perguntou: "quando a 'Cruz de Malta' será novamente campeã da Libertadores?"

Deus procurou na sua agenda, demora mais um pouco, e responde: "em 2023."

"Putz, não vai ser na minha gestão", respondeu o presidente do Vasco.

Finalmente, o presidente do Corinthians indagou: "quando o 'Timão' será campeão da Libertadores?"

Deus procurou na sua agenda, não achou nada. Procurou nas gavetas, em seus rascunhos, papéis velhos, pesquisou no Google, verificou a agenda do seu iPhone e do seu iPad, perguntou para os outros santos... enfim, ofegante por conta do cansaço, respondeu:
"Desculpe, mas não vai ser na minha gestão!"

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Agências são muito preconceituosas, diz WMcCann

A WMcCann apresentou em quatro de janeiro os resultados da pesquisa que revela que o consumidor da classe C não gosta do que parece "chique" e desenvolve um "radar" contra a inferioridade. Segundo Aloisio Pinto, vice de planejamento, 50% do mercado de consumo é da classe C, no entanto, "as agências de forma geral ainda são muito preconceituosas" quando o assunto é criação para esse grupo.

De acordo com o estudo realizado pela agência e publicado no jornal Folha de S. Paulo, os consumidores desse grupo se afastam de locais e de pessoas que falam de um "jeito diferente" do dele. Os números mostram ainda que, na hora de comprar, 48% dos entrevistados com faixa de renda de R$ 1.000 a R$ 2.000 dizem não a produtos muito sofisticados, 49% se afasta quando a embalagem "fala de coisas" que ele não entende e 32% deles rejeitam produtos cujo nomes não conseguem pronunciar direito.

"A classe emergente não busca nada que seja estereotipado, tanto em produto quanto em comunicação. Esse é um erro comum das empresas menos preparadas. A solução não é simplesmente adaptar o produto para o consumidor mais pobre, e imaginar que ele, quando passa a ter poder de compra, deseja ter o comportamento de um consumidor A", explica à Folha o diretor de inteligência de mercado da agência Y&R, César Ortiz.

Os resultados do estudo apontaram ainda as companhias que têm estratégia mais bem-sucedida para a classe C. Entre elas estão: Casas Bahia (36,7%), Magazine Luiza (9,5%), Nestlé (3,0%), Avon (2,4%) e Havaianas (2,4%). Além da pesquisa, a agência divulgou o anúncio com o mote "Somos uma agência Classe C. Vai encarar?".

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