No Cockpit da Imprensa: uma análise do jornalismo de F1 do Brasil

A Fórmula 1 é uma das modalidades esportivas de maior popularidade no mundo. Desde sua criação, em 1950, o Campeonato Mundial fascina torcedores ao redor do planeta e é palco de grandes investimentos por parte de várias empresas multinacionais. Em um esporte de tamanha repercussão global, a imprensa tem um papel importante ao transmitir as informações para o público.

"No Cockpit da Imprensa" aborda os pré-requisitos que fazem com que a cobertura da Fórmula 1 seja uma tarefa árdua. Em aproximadamente 1 hora de reportagem, experiências ao longo de seis décadas de existência do esporte são retratadas do ponto de vista de renomados jornalistas que acompanham a Fórmula 1 de perto em episódios como o surgimento de Émerson Fittipaldi, a rivalidade entre Nelson Piquet e Ayrton Senna, a trágica morte de Senna e a desgastante cobertura do acidente de Felipe Massa na Hungria.

ROTEIRO, PAUTA, REPORTAGEM, EDIÇÃO E NARRAÇÃO
Bruno Ferreira
Tiago Rafael

APOIO TÉCNICO
Abelardo Júnior
Edivaldo Mota

ORIENTAÇÃO
Milton Antunes

AGRADECIMENTOS
Júlio Bernardelli
Napse Design
Vinícius Teschima

Novembro de 2009

Amstel Beer. Friends Forever.

Como descobrir se ela é mulher ou travesti? Fácil: pergunte se ela conhece a regra do impedimento...


2010 24h-Rennen Nürburgring Nordschleife - Porsche GT3 RS - Horst Von Saurma - Onboard



Não coloque seu dedo na boca de um lagarto!




Agora você já sabe porque...

Slippery when wet: aquaplaning in motor racing

Correr na chuva e numa pista molhada: o risco de aquaplanar é sempre eminente. Do carro pequeno ao de Fórmula 1, qualquer saída de pista ou rodada em razão da aquaplanagem é sempre espetacular, mas perigosa, e quase impossível de evitar.

Neste vídeo, o fenômeno é explicado em 3D e mostra a performance dos pneus intermediários e de chuva (biscoito) na pista encharcada.


Porca de 320 Kg 'muda' de fazenda e exige sete para carregá-la




Uma porca de 320 quilos chamada "Lisa" foi resgatada de uma fazenda em Bellingham, no estado de Washington (EUA), e vai morar agora em um santuário de animais no estado do Oregon. Segundo Laura Clark, diretora de uma entidade de animais de Bellingham, foram necessários sete funcionários para carregar a porca em um reboque.