Peak Performance: The Making Of
Publicado: quinta-feira, 6 de agosto de 2009 às 13:43
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O Yahoo! se deu mal...
No final de julho, a Microsoft e o Yahoo! fecharam um acordo de 10 anos, no qual o Yahoo! larga a mão dessa história de busca, de qual foi um dos pioneiros, e se compromete a só usar o Bing como buscador padrão de todo o portal. Em troca, a Microsoft pagará 88% da receita gerada pelas buscas vindas do portal. As duas empresas esperam se tornar uma só grande concorrente contra o Google. Mas ficou o consenso de que o Yahoo! não sai ganhador dessa história, e provavelmente nem você.Pelo acordo, Yahoo! e Microsoft usarão um só motor de buscas e terão uma só tecnologia para captar e vender publicidade na web. Teoricamente, as duas empresas devem ganhar. O Yahoo! deixa de gastar uma fortuna para manter um site de busca e ainda ganha dinheiro com propaganda online, enquanto a Microsoft obtém mais audiência para o Bing e pode aperfeiçoar a ferramenta de busca. Além disso, anunciantes ganham com o surgimento de um grande competidor para enfrentar o Google, o custo dos anúncios deve cair com a integração das plataformas de anúncios do Yahoo! e da Microsoft.
E a Microsoft reconhece que "comeu bola" ficando fora do mercado de buscas online, e quer reparar o erro. Começou bem, a participação da Microsoft em buscas cresceu com o Bing desde junho, quando o novo serviço foi lançado. Agora a Microsoft está reformulando o serviço Live e o Office Online. E, no futuro, estará unida ao terceiro maior site de buscas do mundo: o Google tem 65% do mercado americano de buscas, o Yahoo! tem 19,6% e o Bing, 8,4%, de acordo com a comScore. OK, 30% do Yahoo+Bing não devem assustar absurdamente o Google agora, mas certamente aparece no retrovisor. É a chance que a Microsoft tem de ganhar no jogo em que o Google está na dianteira. E, finalmente, a Microsoft está se arriscando.
Mas o acordo foi pouco vantajoso para o Yahoo!, principalmente se lembrarmos a novela Yahoo-Microsoft-Google que se desenrola desde 2007.
Em maio de 2007, surgiram boatos de que a Microsoft desembolsaria 50 bilhões de dólares para comprar o Yahoo!, mas nada aconteceu, supostamente por falta de interesse do Yahoo!. Em fevereiro de 2008, a Microsoft fez uma oferta hostil de compra do Yahoo! por 44,6 bilhões de dólares. As duas negociaram, mas Jerry Yang, presidente e fundador do Yahoo, queria mais dinheiro que isso, e a Microsoft desistiu.
No mesmo dia em que as negociações com a Microsoft acabaram, o Yahoo! e o Google fecharam parceria de venda conjunta de anúncios, dessa forma, o Yahoo! manteria seu sistema de busca. Só que, depois que a Microsoft fez lobby contra a parceria e de investigações de autoridades antitruste no mundo inteiro, temendo que Google e Yahoo! se tornassem grandes demais, o Google desistiu da parceria. Poucos dias depois, Jerry Yang saiu "sob tiroteio" do comando do Yahoo! e hoje chora num cantinho.
Agora, o Yahoo! não vai levar de cara nem um centavo, tem que esperar a grana vir dos anúncios, e seu sistema de busca, que já foi um dos maiores, será enterrado, a tecnologia será utilizada exclusivamente pela Microsoft. A questão é que o risco está maior para o Yahoo!. Se o negócio não der certo, a Microsoft tem outros negócios e não deve sumir do mapa. E o Yahoo!?
Pior, este modelo de negócio, de terceirizar a busca e virar um portal de conteúdo, não deu certo para a AOL americana, que agora está sendo vendida, e, pasmem, nem para o próprio Yahoo!. Em 2000, quando o Google ainda era neném, o Yahoo! resolveu terceirizar a busca para ele. Antes, a empresa já terceirizava buscas para outros sites. Em 2004, percebendo que o negócio de buscas online poderia render muita grana, o Yahoo! cancelou o contrato com o Google e voltou a indexar a internet.
Além do mais, temos que reconhecer, a Microsoft, se quer entrar em um negócio, vê muito valor nele. Se eles investem bilhões em videogames, sistemas operacionais para celular e pesquisa na internet, é porque estes são bons negócios. A Microsoft não se tornou a gigante que é tomando só decisões erradas. Mas qual foi a reação das concorrentes? Desistir? Pelo contrário: a Nintendo não desistiu quando o Xbox entrou no mercado. Viram que não podiam competir tecnologicamente e resolveram inventar um novo mercado com o Wii, e agora vendem mais consoles que a Microsoft. Mas parece que o Yahoo! não aprendeu a lição.
E por que você sairia perdendo na história? Segundo um porta-voz do Google, "nossa experiência é de que a concorrência traz vantagens para usuários". Isso é uma verdade universal no mundo dos negócios. Com menos competição, há menos estímulo em inovar. Por outro lado, finalmente há um parceiro um pouco mais vitaminado para competir com o Google. O que forçaria os dois grandes, e agora únicos, players a investirem muito para tomarem a dianteira. Só o tempo dirá o quanto isso vai ser bom.
A transição da busca do Yahoo! para o Bing vai começar nos EUA de três a seis meses depois da celebração do acordo.
iMasters
Publicado: quinta-feira, 6 de agosto de 2009 às 09:59
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500 Km de Interlagos 2009 - Porsche 911 GT3 RSR - Onboard
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Publicado: quinta-feira, 6 de agosto de 2009 às 08:46
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Peak Performance: Ford Fiesta RallyCross storms Pikes Peak
Publicado: quarta-feira, 5 de agosto de 2009 às 23:26
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Quando este carro era a maior sensação, a Pirelli já fabricava pneus radiais no Brasil. Imagine o que a Pirelli faz hoje.

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Publicado: quarta-feira, 5 de agosto de 2009 às 21:22
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O papa é pop
O papa Bento 16 já tem um site, seu próprio canal no YouTube, está na rede social do Facebook, e agora ele está prestes a lançar seu primeiro álbum.O papa irá cantar liturgias e cantos e recitar passagens e orações em cinco línguas em um álbum que será lançado antes do Natal pela gravadora Geffen Records, o selo que assinou com o rapper Snoop Dog e a cantora de pop rock Ashlee Simpson.
O álbum apresentará nas vozes de fundo o coral da Academia Filarmônica de Roma junto com gravações modernas clássicas da Orquestra Filarmônica Real. O disco será mixado nos estúdios da Abbey Road, de Londres.
Colin Barlow, o presidente da Geffen Records, que pertence à Universal Music, de Vivendi, disse que não achava esquisito gravar um disco religioso em latim, italiano, português, francês e alemão em uma tradicional gravadora de música.
"Eu acho que nessa época e idade, como o público é, como eu sou, as pessoas são fascinadas por todos os tipos de música. Nós não temos inclinação para um tipo de música", disse à Reuters Television.
A voz do papa foi gravada na Basílica de São Pedro no Vaticano e durante as viagens papais a outros países.
Não é a primeira vez que um papa lança um álbum em uma grande gravadora. O papa João Paulo 2º lançou "Abba Pater" pela Sony Classical Music, em 1999.
O disco do papa Bento 16, "Alma Mater", será lançado em 30 de novembro e alguns procedimentos irão apoiar a educação musical para crianças pobres ao redor do mundo.
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Publicado: quarta-feira, 5 de agosto de 2009 às 18:14
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