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Oliver Rolf Kahn - 15/06/1969

Oliver Rolf Kahn nasceu em Karlsruhe, Alemanha, no dia 15 de junho de 1969. É ex-jogador de futebol. Conquistou a Eurocopa de 1996 e foi vice-campeão da Copa do Mundo de 2002. Começou a jogar futebol aos dezessete anos na sua cidade natal, e com dezoito, integrou a equipe júnior do Karlsruher SC. No entanto, Kahn nunca fez a sua carreira a nível de seleções juvenis da Alemanha. A sua estréia na Bundesliga ocorreu quando já tinha vinte e um anos, mas desde cedo mostrou ser um goleiro promissor. Ao fim de três temporadas, já era considerado um dos melhores do país. Assim, em Outubro de 1993, quando tinha vinte e quatro anos, foi convocado pela primeira vez para a seleção alemã, embora não tenha chegado a entrar em campo.

No ano seguinte, foi convocado para participar da Copa do Mundo, nos Estados Unidos, mas ficou no banco de reservas. Na temporada 1994/1995 deixou o Karlsruhe para assinar contrato com o Bayern Munique, o mais conceituado clube da Alemanha. A sua transferência foi a mais cara envolvendo um goleiro.

Kahn assumiu logo a titularidade na equipe de Munique, mas, em novembro de 1994, uma lesão obrigou-o a parar por cinco meses. No entanto, mal regressou, encontrou logo a melhor forma e assumiu de novo a titularidade.

Assim, em junho de 1995, conseguiu finalmente representar pela primeira vez a Seleção da Alemanha, num jogo contra a Seleção Suíça. Na Eurocopa de 1996, na Inglaterra, e na Copa do Mundo de 1998, na França, mas acabou ficando na reserva. Só quando o goleiro titular da seleção, Andreas Köpke, anunciou a sua aposentadoria da seleção, após a Copa do Mundo de 1998, é que Kahn teve a oportunidade de assumir a titularidade da Alemanha.

Kahn teve a sua melhor fase na carreira em 2000, sendo eleito o melhor jogador do Campeonato Alemão e o melhor goleiro da Europa. Em 2001/2002, depois de conquistar, pelo Bayern de Munique, o quarto título Alemão, venceu também a Liga dos Campeões da UEFA.

Na Copa do Mundo de 2002, disputada no Japão e na Coréia do Sul, Kahn conseguiu um feito inédito: foi o primeiro goleiro a ser considerado o melhor jogador da competição. Kahn, em excelente forma, foi o principal responsável pela chegada da Alemanha à final da Copa, mas acabou perdendo para o Brasil. As suas boas atuações o levaram, em dezembro de 2002, a ser eleito pela FIFA o segundo melhor futebolista do ano, atrás do brasileiro Ronaldo.

Na Copa do Mundo de 2006, foi reserva da seleção durante quase todo o torneio, atuando apenas na disputa do terceiro lugar, contra Portugal. Kahn fez uma atuação discreta. O resultado desta partida foi 3 a 1 para a Alemanha.

Segundo o DVD FIFA Fever, que fala sobre a história do futebol, ele é o melhor goleiro de todos os tempos. Sendo considerado o goleiro mais completo da história do futebol.

No dia 17 de maio de 2008, Kahn se despediu como jogador profissional, com uma vitória do Bayern por 4 a 1 sobre o Hertha Berlin.

Stefanie Maria Graf - 14/06/1969

Stefanie Maria Graf, ou Steffi Graf, nasceu em Mannheim, no dia 14 de junho de 1969, e é uma ex-tenista alemã. É considerada uma das melhores tenistas da história. Ganhou 22 títulos de Grand Slam e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Verão de 1988, em Seul, Coréia do Sul.

Steffi Graf foi a única mulher a vencer os quatro torneios do Grand Slam na mesma temporada, em 1988, ano em que também completou um "Golden Slam", nome dado ao feito de vencer o Grand Slam e o torneio de tênis dos Jogos Olímpicos na mesma temporada.

Graf é membro do International Tennis Hall of Fame desde 2004, e casada com o ex-tenista Andre Agassi.

Steffi Graf foi considerada a sucessora natural de Martina Navratilova, não só como a primeira do ranking mundial, mas como atleta. Já foi dito que ela poderia ter sido corredora olímpica de 800m.

Certa vez, ela revelou que ficava escondida no fundo da sala de aula esperando a hora de ir para a quadra, onde podia se expressar melhor.

Uma imagem que ela preservou: uma mulher totalmente confiante dentro de quadra, mas uma figura discreta e introvertida nas coletivas de imprensa e eventos sociais.

Ela teve dois grandes períodos como número 1 do mundo, o primeiro ano em que conquistou o "Golden Slam", pois venceu todos os quatro torneios de Grand Slam e uma medalha olímpica. Depois, a partir de 1993, após o atentado contra Monica Seles, sua maior rival.

Ela mostrou ter extrema capacidade de recuperação, jogando com problemas de saúde e lesões, e até durante traumas de fora da quadra, conquistando o Aberto dos EUA, em 1995, enquanto o pai estava na cadeia por suspeita de sonegação de impostos.

Sempre popular, sua principal arma foi a direita poderosa, mas poderia ter sido ainda melhor se tivesse superado a relutância em usar a esquerda de top-spin e o voleio.

A guerra suicida das gravadoras

A recente condenação dos quatro jovens responsáveis pelo The Pirate Bay - um site sueco de troca de arquivos na internet razoavelmente desconhecido aqui no Brasil, mas bastante famoso no exterior. Um tribunal de Estocolmo determinou que os caras sejam condenados a um ano de prisão e que também sejam obrigados a pagar US$ 3,56 milhões às gravadoras envolvidas no processo. É claro que os quatro vão recorrer da decisão e levar o caso até a Suprema Corte da Suécia, mas a questão que quero levantar aqui é outra...

Alguém aí lembra da condenação do Napster e do fechamento do Audiogalaxy, só pra citar dois exemplos famosos? Vocês sabem o que isso gerou, não? O resultado daquelas ações provocaram aquilo que nem mesmo o mais pessimista executivo de gravadora poderia esperar: o surgimento de centenas de programas de compartilhamento musical similares aos dois "condenados", que por sua vez originaram o surgimento de milhares de outros mecanismos de troca de arquivos, que extrapolaram até mesmo o âmbito musical, invadindo a seara de filmes, DVDs e o que mais você pensar em termos de entretenimento. Lembra do também extinto Kazaa? Pois é, os caboclos que bolaram o programa foram igualmente processados e obrigados a fechar o serviço, mas resolveram usar o genial protocolo de transmissão de dados que tinham inventado para transmitir pacotes de voz, em vez de arquivos de áudio. Daí surgiu o Skype, hoje uma das empresas de web mais sólidas do mundo, que apresenta lucros estratosféricos e já saiu na frente em rumo a um futuro com banda larga mais acessível para celulares.

O que quero dizer é que em todo essa confusão, uma coisa é certa: as gravadoras continuam a não saber o que fazer com a nova realidade. E nem mesmo a maioria dos músicos, que ainda não entendeu que a grana de suas respectivas carreiras agora está vindo dos shows. Antigamente, um artista fazia uma turnê para promover um novo disco; hoje, o cara lança um CD para promover uma nova turnê. Simples assim...

Está na cara que ninguém - e volto a repetir: NINGUÉM - vai deter o download. Isso é um fato consumado. Ponto. Ao escrever o título deste artigo, tenho em mente que a condenação do Pirate Bay não apenas mantém as gravadoras em rota de colisão suicida contra a troca de músicas gratuita pela internet, mas também vai estimular ainda mais uma molecada espertíssima - e pode apostar que são milhões de jovens ao redor do planeta - a continuar pirateando e, por conseguinte, sabotando o "sistema". O mais incrível é que essas mesmas gravadoras simplesmente não conseguem elaborar uma maneira mais inteligente e diplomática de se relacionar com seus consumidores. Vitórias isoladas como essa contra o Pirate Bay aumentam ainda mais a popularidade negativa dos burocratas das multinacionais do disco, que por sua vez demonstram, mais uma vez, que não têm a mínima noção de como a internet funciona. Não é à toa que eles estão debatendo sobre isso há quase uma década e ainda não se cansaram de tomar decisões desastrosas para a indústria que representam.

Proporcionalemente, a internet hoje é um campo dominado por adolescentes. O que as gravadoras insistem em não reconhecer é um questão simples: se a imensa maioria que faz downloads nunca pagou por isso, por que iria pagar agora? E toda a batalha das gravadoras pode ser resumida nisso: ganhar mais, mais, mais... Para isso, as multinacionais da música não se furtam em mandar para o ralo as questões de direito civil, fazendo papel de "polícia" e ameaçando de prisão seus hipotéticos "clientes", agindo como "cobradores da Máfia" - sabe aquele papo "Ah, é assim? Não vai pagar mais? Então vou fazer você amanhecer com a boca cheia de formiga"...? Pois é...

Outra coisa: você sabia que inúmeros sites de upload - Mediafire e Rapidshare - repassam uma determinada quantia às gravadoras para que estas os deixem em paz, desde que não atrapalhem lançamentos de álbuns e que continuem trabalhando para deletar links de blogspots? Pois é...

No Brasil, a chamada "classe C" já tem o computador como item básico, não sem antes instalar uma banda larga bem barata - afinal de contas, isso sai mais em conta do que pagar os hoje paleozóicos pulsos telefônicos e conexões discadas. Pode apostar que esse é mais um sinal de que não se pode deter a roda da história. Todo mundo já sacou isso. Menos as gravadoras...

Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil

Whack-A-Kitty



Fiat Uno, com Lazaroni