Detroit 2009 - 2010 Ford Shelby GT500 Mustang





rFactor - NLC VLN 2005 - Schall Astra V8 Coupe


rFactor - NLC VLN 2005 - BMW M3


rFactor - NLC VLN 2005 - BMW E30 M3 V8


Cerveja com moderação reduz risco de Alzheimer

Cientistas da Universidade de Loyola, em Chicago, Estados Unidos da América, revisaram 44 estudos da década de 90 e concluíram que pessoas que consumiram cerveja, vinho e destilados com moderação apresentavam menor risco de desenvolver o Mal de Alzheimer do que os abstêmios. "O consumo responsável de leve a moderado de álcool parece trazer determinados benefícios à saúde", disse Michael Collins, neurocientista e professor-coornenador da pesquisa.

É bom lembrar, contudo, que o abuso habitual de álcool pode, a longo prazo, tornar o efeito contrário, causando perda de memória e comprometimento das funções cognitivas. Para quem bebe moderadamente e degusta cervejas ao invés de simplesmente embriagar-se delas, não há razão para abandonar o hábito.

Sinto vergonha de mim!

Sinto vergonha de mim!

"Por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
Que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo
que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti, povo brasileiro!

"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".

Cleide Canton e Ruy Barbosa


Rolando Boldrin declama o poema