A Microsoft entrou em ação com seu departamento jurídico para tentar conter o acordo publicitário entre o Yahoo! e o Google. A empresa de Bill Gates alega que o acordo pode "limitar as opções para anunciantes e publicitários" e "destruir alternativas competitivas".
Leia o artigo original no AdNews.
Tá com dor de cotovelo e vem falar de monopólio!
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Publicado: segunda-feira, 16 de junho de 2008 às 12:07
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Vários acidentes!
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Automobilismo,
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Publicado: segunda-feira, 16 de junho de 2008 às 07:14
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A menor arma de fogo do mundo!
Depois dessa, me aposentava!
Jogo GT Legends e sei que não posso fazer isso que o cara fez com o Abarth 1000TC.
Pra quê arrebentar esse carrinho tão legal de guiar?
Pra quê arrebentar esse carrinho tão legal de guiar?
Anatel aprova fusão de Oi e BrT
Fonte: AdNews
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira a proposta de modificação no Plano Geral de Outorgas (PGO) que permite que um mesmo grupo controlador detenha concessões públicas de telefonia em até duas regiões do país.
A mudança, que foi aprovada por unanimidade mas que ainda tem que passar por consulta pública, abre espaço para que seja formalizada a compra da Brasil Telecom pela Oi .
Para estimular a concorrência, a Anatel determinou que as empresas que detenham concessões em mais de uma região terão que estar presentes em todo o país, atuando por meio de uma empresa autorizada nas áreas onde não tiver concessionária. Ou seja, esses grupos não poderão simplesmente escolher as regiões mais rentáveis do Brasil para operar.
"Ou é regional ou é nacional", disse Jaime Ziller, um dos conselheiros da Anatel, que foi relator da proposta de mudança.
Ele explicou que a maneira exata de como essas empresas atuarão em todo o país ainda será estabelecida em um plano geral a ser elaborado pela Anatel.
Os conselheiros negaram que a discussão sobre a mudança das regras tenha gerado conflito entre eles.
"Graças aos esforços de todos, foi possível construir unanimidade", disse Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel.
As mudanças vão a consulta pública a partir da próxima terça-feira, por um período de 30 dias. Depois disso, a Anatel formatará um texto final e encaminhará ao Ministério das Comunicações, que irá elaborar um decreto a ser assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira a proposta de modificação no Plano Geral de Outorgas (PGO) que permite que um mesmo grupo controlador detenha concessões públicas de telefonia em até duas regiões do país.
A mudança, que foi aprovada por unanimidade mas que ainda tem que passar por consulta pública, abre espaço para que seja formalizada a compra da Brasil Telecom pela Oi .
Para estimular a concorrência, a Anatel determinou que as empresas que detenham concessões em mais de uma região terão que estar presentes em todo o país, atuando por meio de uma empresa autorizada nas áreas onde não tiver concessionária. Ou seja, esses grupos não poderão simplesmente escolher as regiões mais rentáveis do Brasil para operar.
"Ou é regional ou é nacional", disse Jaime Ziller, um dos conselheiros da Anatel, que foi relator da proposta de mudança.
Ele explicou que a maneira exata de como essas empresas atuarão em todo o país ainda será estabelecida em um plano geral a ser elaborado pela Anatel.
Os conselheiros negaram que a discussão sobre a mudança das regras tenha gerado conflito entre eles.
"Graças aos esforços de todos, foi possível construir unanimidade", disse Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel.
As mudanças vão a consulta pública a partir da próxima terça-feira, por um período de 30 dias. Depois disso, a Anatel formatará um texto final e encaminhará ao Ministério das Comunicações, que irá elaborar um decreto a ser assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Proibir resolve?
Fonte: AdNews
O Congresso acumula projetos para restringir a propaganda, especialmente de cigarros, bebidas e alimentos. É um caminho perigoso ? pode significar mais tutela do Estado sobre a vida do cidadão comum.
Vinte e cinco anos após a restauração da democracia no país, o Congresso Nacional debate se deve ou não limitar a forma como as empresas se comunicam com seus potenciais consumidores e a própria liberdade de os brasileiros decidirem sobre o que comprar.
Há hoje em tramitação cerca de 300 projetos de lei que pretendem proibir ou restringir a veiculação de anúncios, principalmente no rádio e na TV. Seus autores escoram-se, quase sempre, no argumento de que é preciso proteger a sociedade dos malefícios e dos prejuízos provocados pelo consumo (ou pelo excesso de consumo) de produtos como cervejas, cigarros, refrigerantes, remédios, doces e alimentos calóricos. Já está provado que cigarro pode matar.
Nas manchetes dos jornais, fica evidente que a combinação entre bebida alcoólica e volante pode ser trágica. Crianças com maus hábitos alimentares, de fato, correm grande risco de desenvolver problemas ligados à obesidade. Consumir medicamentos sem orientação médica ou de forma irresponsável vai além do temerário. O trânsito caótico, provocado pelo crescimento da venda de automóveis, tende a aumentar os níveis de poluição.
Preocupar-se com tudo isso é louvável e pode ter como foco o bem-estar social. E, diante disso, fica difícil ser contra projetos como esses. Mas será que proibir a propaganda é o melhor caminho? Ou o tiro pode sair pela culatra, apenas estreitando o espaço da comunicação responsável e abrindo brechas para o comércio ilegal, a pirataria e o contrabando, atividades que obviamente não combinam com nenhum tipo de publicidade?
O debate tornou-se uma questão tão importante que foi eleito o tema principal do 4o Congresso Brasileiro de Publicidade, que reunirá em São Paulo, em meados de julho, profissionais de agências de propaganda e de veículos de comunicação. “Há um equívoco perigoso na idéia de tentar solucionar os problemas do país proibindo a publicidade”, diz Dalton Pastore, presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade, promotora do congresso. “O resultado prático disso seria apenas a restrição da liberdade de expressão no país.”
É o caso, por exemplo, da Medida Provisória no 2.733, enviada recentemente pelo governo à Câmara, que pretende proibir qualquer anúncio de cervejas, vinhos, espumantes ou ice drinks no rádio e na TV entre 6 horas da manhã e 9 da noite, faixa de horário em que supostamente a garotada está de pé.
Considerada de início uma prioridade pelo governo, a chamada “MP das bebidas” chegou a trancar a pauta do Parlamento, atrasando a tramitação de temas como a reforma tributária. Mas o Executivo acabou retirando o caráter de urgência da MP, por ora engavetada.
Ainda mais rigoroso, o Projeto de Lei no 1.637, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), pretende banir do rádio e da TV, até as 9 da noite, todos os comerciais de refrigerantes e comidas tipo fast food. “Considero a propaganda de alimentos uma violência contra as crianças”, diz Bezerra. “A população de obesos está crescendo, e meu projeto estabelece normas que moralizam a divulgação de alimentos.”
O Congresso acumula projetos para restringir a propaganda, especialmente de cigarros, bebidas e alimentos. É um caminho perigoso ? pode significar mais tutela do Estado sobre a vida do cidadão comum.
Vinte e cinco anos após a restauração da democracia no país, o Congresso Nacional debate se deve ou não limitar a forma como as empresas se comunicam com seus potenciais consumidores e a própria liberdade de os brasileiros decidirem sobre o que comprar.
Há hoje em tramitação cerca de 300 projetos de lei que pretendem proibir ou restringir a veiculação de anúncios, principalmente no rádio e na TV. Seus autores escoram-se, quase sempre, no argumento de que é preciso proteger a sociedade dos malefícios e dos prejuízos provocados pelo consumo (ou pelo excesso de consumo) de produtos como cervejas, cigarros, refrigerantes, remédios, doces e alimentos calóricos. Já está provado que cigarro pode matar.
Nas manchetes dos jornais, fica evidente que a combinação entre bebida alcoólica e volante pode ser trágica. Crianças com maus hábitos alimentares, de fato, correm grande risco de desenvolver problemas ligados à obesidade. Consumir medicamentos sem orientação médica ou de forma irresponsável vai além do temerário. O trânsito caótico, provocado pelo crescimento da venda de automóveis, tende a aumentar os níveis de poluição.
Preocupar-se com tudo isso é louvável e pode ter como foco o bem-estar social. E, diante disso, fica difícil ser contra projetos como esses. Mas será que proibir a propaganda é o melhor caminho? Ou o tiro pode sair pela culatra, apenas estreitando o espaço da comunicação responsável e abrindo brechas para o comércio ilegal, a pirataria e o contrabando, atividades que obviamente não combinam com nenhum tipo de publicidade?
O debate tornou-se uma questão tão importante que foi eleito o tema principal do 4o Congresso Brasileiro de Publicidade, que reunirá em São Paulo, em meados de julho, profissionais de agências de propaganda e de veículos de comunicação. “Há um equívoco perigoso na idéia de tentar solucionar os problemas do país proibindo a publicidade”, diz Dalton Pastore, presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade, promotora do congresso. “O resultado prático disso seria apenas a restrição da liberdade de expressão no país.”
É o caso, por exemplo, da Medida Provisória no 2.733, enviada recentemente pelo governo à Câmara, que pretende proibir qualquer anúncio de cervejas, vinhos, espumantes ou ice drinks no rádio e na TV entre 6 horas da manhã e 9 da noite, faixa de horário em que supostamente a garotada está de pé.
Considerada de início uma prioridade pelo governo, a chamada “MP das bebidas” chegou a trancar a pauta do Parlamento, atrasando a tramitação de temas como a reforma tributária. Mas o Executivo acabou retirando o caráter de urgência da MP, por ora engavetada.
Ainda mais rigoroso, o Projeto de Lei no 1.637, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), pretende banir do rádio e da TV, até as 9 da noite, todos os comerciais de refrigerantes e comidas tipo fast food. “Considero a propaganda de alimentos uma violência contra as crianças”, diz Bezerra. “A população de obesos está crescendo, e meu projeto estabelece normas que moralizam a divulgação de alimentos.”
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Publicado: sexta-feira, 13 de junho de 2008 às 12:33
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