Só podia estar bêbado!
Uh! Essa doeu!
SRT entrevista Brenden Pywell
Brenden criou a pista Eastern Creek com dados obtidos a partir de Laser Scanners.
O resultado você pode conferir aqui.
O resultado você pode conferir aqui.
Publicado: quinta-feira, 12 de junho de 2008 às 20:27
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GT5: Prologue - Sim Racing Tonight Review
O Bob Simmerman do Sim Racing Tonight fez um review do jogo Gran Turismo 5: Prologue da Polyphony Digital para o Playstation 3.
A opinião de Brasileiro, do The Sim Racing Blog:
"Pessoalmente acho que a série Gran Turismo fica num meio termo entre jogo e simulação, mas não tem como dizer que se trata de um simulador. E não é só porque o jogo não tem nenhum sistema de danos. Todos os carros têm um excesso irritante de grip, as mudanças de setups são muito mais cosméticas que deveriam ser e outras questões importantes. Por outro lado não tem como negar que graficamente a série sempre foi fenomenal e tem uma jogabilidade bem mais polida que um Need for Speed da vida (ou mesmo Racedriver Grid). Um replay do GT5 pode facilmente passar como uma corrida real para um leigo."
O post original você confere em http://www.tsrblog.com/?p=1426.
A opinião de Brasileiro, do The Sim Racing Blog:
"Pessoalmente acho que a série Gran Turismo fica num meio termo entre jogo e simulação, mas não tem como dizer que se trata de um simulador. E não é só porque o jogo não tem nenhum sistema de danos. Todos os carros têm um excesso irritante de grip, as mudanças de setups são muito mais cosméticas que deveriam ser e outras questões importantes. Por outro lado não tem como negar que graficamente a série sempre foi fenomenal e tem uma jogabilidade bem mais polida que um Need for Speed da vida (ou mesmo Racedriver Grid). Um replay do GT5 pode facilmente passar como uma corrida real para um leigo."
Tags:
Gran Turismo,
Gran Turismo 5,
Gran Turismo 5 Prologue,
PlayStation,
Polyphony Digital,
Racing Simulators,
Sony
Publicado: quinta-feira, 12 de junho de 2008 às 19:56
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'Gata do Wii Fit' vira sucesso na web e perdoa namorado
O publicitário Giovanny Gutierrez, 30 anos, quase ficou solteiro por conta de uma brincadeira na internet. Morador de Miami, nos EUA, ele gravou, em segredo, sua namorada rebolando - só de calcinha e camiseta - em frente à TV, tentando equilibrar bambolês 'virtuais' do videogame Wii Fit. Gutierrez colocou a gravação no YouTube, e acabou, ao lado de sua namorada, Lauren Bernat, 25 anos, uma celebridade instantânea da rede.O vídeo, que também mostra Gutierrez "animado" por ter capturado, em "flagrante", a dança da companheira, já teve mais de 2 milhões de acessos no YouTube. Em entrevista ao jornal britânico "Daily Mail", Gutierrez conta que ouviu uma bronca de Lauren, por telefone, quando ela descobriu que as imagens estavam na rede.
"Ela ficou furiosa. Desligou o telefone na minha cara. Mas depois ela se acalmou. Hoje ela curte os '15 minutos de fama' como 'a garota do Wii Fit'. É engraçado como as coisas tomaram essa proporção", conta Gutierrez.Vaidosa, Lauren disse que teria se arrumado mais se soubesse que seria filmada pelo namorado. "Ela teria soltado o cabelo e tirado os óculos, para começar."
O sucesso do vídeo pode ter tido um resultado positivo nas vendas do Wii Fit, mas Gutierrez nega ter produzido o clipe sob encomenda para a Nintendo. "Sou publicitário, mas não tenho contrato com a Nintendo", afirmou. A empresa também negou qualquer relação com o filme.
Fonte: Globo.com
Publicado: quinta-feira, 12 de junho de 2008 às 19:13
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"CQC tem profunda ligação com Web", diz Marcelo Tas
Eles são em sete, todos vestidos de ternos pretos e óculos na mesma cor. Visualmente, aparentam ser sérios e sisudos, percepção que logo vai embora assim que o comandante da trupe anuncia aos berros o início do programa. É mais uma edição do CQC “Custe o Que Custar”, exibido nas noites de segundas-feiras pela Band.No ar há quase três meses, o programa estimulou o consumo de um novo estilo humorístico na televisão brasileira. O enlatado de origem argentina tem agradado à crítica e audiência. Até a reestréia da novela “Pantanal”, esta semana, vinha melhorando a posição da Band no Ibope e a colocava em terceiro lugar no ranking do horário.
Três dos sete têm grande influência da internet. O apresentador Marcelo Tas é pioneiro no conceito de blogs. Já os comediantes Rafinha Bastos e Danilo Gentili ganharam fama no mundo virtual ao apresentar “stand-up-comedy”, isto é, a arte de contar piadas para platéias.
Em entrevista especial ao Adnews, Tas comenta sobre o ideal do programa, cita o “Pânico na TV” e confessa que se surpreendeu com a boa e rápida repercussão do programa.
Confira:
Adnews: De quem partiu a idéia de fazer o programa?
Marcelo Tas: Da Band com a produtora Cuatro Cabezas, da Argentina.
Adnews: O que vocês buscam transmitir?
MT: Queremos entender as notícias da semana sob o ponto de vista do humor e da irreverência. Acreditamos que o humor é a forma mais eficiente e divertida de tentarmos entender a maluquice do mundo moderno.
Adnews: Vocês se inspiram muito no modelo original argentino?
MT: Seguimos o formato do original argentino. Mas é impossível copiar estilo ou a forma como cada cultura encontra para fazer humor. Assim, em relação à matéria prima do programa que são as histórias jornalísticas comentadas no programa, começamos do zero com uma equipe totalmente dedicada ao CQC Brasil.
Adnews: O CQC já teve boa repercussão na mídia com notas e entrevistas. Surpreendeu a equipe?
MT: Sim, ficamos impressionados com a velocidade com que o programa cativou as pessoas. Atribuímos isso à forma generosa com que a Band anunciou o CQC na mídia e também aos próprios telespectadores que divulgaram o programa para os seus amigos e pela internet.
Adnews: Vocês se consideram inovadores em comparação com as atrações da TV brasileira?
MT: Sim. Acreditamos que este ano conseguimos oferecer ao público telespectador o que ele mais desejava: ousadia!
Adnews: O CQC se considera concorrente do "Pânico na TV"?
MT: Não. Apesar das comparações inevitáveis, são programas redondamente diferentes. Somos sete homens de terno preto, razoavelmente feios, nossa matéria prima é jornalismo com irreverência. Já o Pânico trabalha com personagens, caracterizações, homens de peruca e mulheres de biquini.
Adnews: No que contribuiu o fato de alguns de vocês terem vindo da internet para a TV? O estilo é semelhante?
MT: Sim, o CQC é um programa que tem um profunda ligação com a Internet. Desde a presença virtual dos seus integrantes, como é meu caso que sou blogueiro no UOL desde 2003, como na penetração e elevada audiência dos vídeos do programa no YouTube.
Fonte: AdNews
Tags:
CQC (Custe o Que Custar),
Humor,
Televisão
Publicado: quinta-feira, 12 de junho de 2008 às 12:15
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