Smart BRABUS. Big, in the city. (With Kobe Bryant)
Publicado: terça-feira, 12 de abril de 2011 às 17:13
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2012 Nissan GT-R vs. Corvette C6 ZR1 at Nürburgring Nordschleife
Corvette C6 ZR1 (dry condition) 7:26.4
Como ter um tráfego qualificado no seu e-commerce
Quando se decide apostar no crescimento do comércio eletrônico, abrindo uma loja virtual, busca-se ter um empreendimento de qualidade e sucesso. No entanto, para vender os produtos ou os serviços na web e conseguir destaque no mercado virtual, nada é tão fundamental como possuir bons consumidores.
Na conquista pelos clientes, não é qualquer tipo de divulgação que atrai os consumidores corretos para sua loja online. Pois é natural, no tráfego inicial, haver perfis de consumidores que não coincidem com o público-alvo que sua loja virtual precisa ter, devido à segmentação que você escolheu trabalhar.
Por isso, é de grande importância que a loja virtual possua um tráfego de visitantes qualificados, ou seja, potenciais consumidores realmente interessados nos produtos ou nos serviços dispostos para a comercialização. Dessa forma, as negociações online são efetivadas com maior sucesso, afinal, a loja atinge o público correto.
Para conquistar um tráfego qualificado para sua loja virtual, é preciso investir em marketing digital focando o seu público. Isso é possível com campanhas de Links Patrocinados (SEM) – através da compra de palavras-chave, da busca orgânica de SEO (Otimização para sites de busca) e por meio das mídias sociais com descontos e promoções, envolvendo os consumidores.
Um tráfego qualificado é tão importante que é capaz de auxiliar na conquista de novos clientes para a loja virtual, pois uma vez que há clientes fidelizados, o marketing boca-a-boca gera grandes resultados, atraindo clientes com o mesmo padrão de perfil, ou seja, consumidores realmente interessados em sua loja.
Boas vendas!
iMasters
Na conquista pelos clientes, não é qualquer tipo de divulgação que atrai os consumidores corretos para sua loja online. Pois é natural, no tráfego inicial, haver perfis de consumidores que não coincidem com o público-alvo que sua loja virtual precisa ter, devido à segmentação que você escolheu trabalhar.
Por isso, é de grande importância que a loja virtual possua um tráfego de visitantes qualificados, ou seja, potenciais consumidores realmente interessados nos produtos ou nos serviços dispostos para a comercialização. Dessa forma, as negociações online são efetivadas com maior sucesso, afinal, a loja atinge o público correto.
Para conquistar um tráfego qualificado para sua loja virtual, é preciso investir em marketing digital focando o seu público. Isso é possível com campanhas de Links Patrocinados (SEM) – através da compra de palavras-chave, da busca orgânica de SEO (Otimização para sites de busca) e por meio das mídias sociais com descontos e promoções, envolvendo os consumidores.
Um tráfego qualificado é tão importante que é capaz de auxiliar na conquista de novos clientes para a loja virtual, pois uma vez que há clientes fidelizados, o marketing boca-a-boca gera grandes resultados, atraindo clientes com o mesmo padrão de perfil, ou seja, consumidores realmente interessados em sua loja.
Boas vendas!
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Publicado: segunda-feira, 11 de abril de 2011 às 12:13
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O Valmet é econômico em tudo. Até em pátrias. Finlândia e Brasil.

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Valmet
Publicado: domingo, 10 de abril de 2011 às 17:10
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Certificação vale mais do que faculdade para entrar no mercado
Qual o melhor caminho para entrar no mercado de TI? Ter uma ou várias certificações técnicas. Hoje, esse tipo de capacitação vale mais até do que um diploma universitário na hora de muitas companhias do setor de tecnologia contratarem um novo profissional, segundo Sérgio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação).
"Isso acontece porque as empresas são avaliadas por padrões internacionais, que exigem um certo número de profissionais certificados", justifica Sgobbi, que completa: "Assim, ter certificações pode ser um diferencial para entrar no mercado."
O diretor da Brasscom alerta, no entanto, que se ter um ou mais certificados garante a contratação, isso não representa uma garantia de evolução na carreira de TI. A formação universitária continua a ser um fator determinante para quem quer ter sucesso nesse mercado. Mais do que isso, os profissionais de tecnologia têm de estar dispostos a buscar um conhecimento e uma capacitação constantes para se manterem no setor.
As exigências de conhecimento específico em TI, por sinal, têm sido recompensadas com salários acima da média de outros setores da economia. Sgobbi cita que uma pesquisa de 2007 do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego, apontava que, enquanto a remuneração média dos brasileiros era de R$ 938,00, no setor de tecnologia ela atingia R$ 2.025,00. "Se trouxermos esses valores para os dias de hoje, o valor deve saltar para cerca de R$ 3.000,00", calcula o executivo.
A valorização dos profissionais está ligada, entre outros fatores, ao déficit de pessoas qualificadas nesse mercado. Uma pesquisa da Softex projeta que, em 2011, existirão cerca de 92 mil vagas abertas no Brasil, em empresas de software e de serviços de tecnologia, que não serão preenchidas por falta de profissionais preparados para preenchê-las, e esse número só tende a aumentar.
Olhar Digital
"Isso acontece porque as empresas são avaliadas por padrões internacionais, que exigem um certo número de profissionais certificados", justifica Sgobbi, que completa: "Assim, ter certificações pode ser um diferencial para entrar no mercado."
O diretor da Brasscom alerta, no entanto, que se ter um ou mais certificados garante a contratação, isso não representa uma garantia de evolução na carreira de TI. A formação universitária continua a ser um fator determinante para quem quer ter sucesso nesse mercado. Mais do que isso, os profissionais de tecnologia têm de estar dispostos a buscar um conhecimento e uma capacitação constantes para se manterem no setor.
As exigências de conhecimento específico em TI, por sinal, têm sido recompensadas com salários acima da média de outros setores da economia. Sgobbi cita que uma pesquisa de 2007 do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego, apontava que, enquanto a remuneração média dos brasileiros era de R$ 938,00, no setor de tecnologia ela atingia R$ 2.025,00. "Se trouxermos esses valores para os dias de hoje, o valor deve saltar para cerca de R$ 3.000,00", calcula o executivo.
A valorização dos profissionais está ligada, entre outros fatores, ao déficit de pessoas qualificadas nesse mercado. Uma pesquisa da Softex projeta que, em 2011, existirão cerca de 92 mil vagas abertas no Brasil, em empresas de software e de serviços de tecnologia, que não serão preenchidas por falta de profissionais preparados para preenchê-las, e esse número só tende a aumentar.
Olhar Digital
Publicado: domingo, 10 de abril de 2011 às 12:16
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Porsche Carrera GT Loading Fail
Publicado: domingo, 10 de abril de 2011 às 07:34
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Há 14 anos a Valmet e o agricultor falam a mesma linguagem.

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Valmet
Publicado: sábado, 9 de abril de 2011 às 17:09
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Porsche 997 Cup Car - Snetterton Motor Racing Circuit - Onboard
Publicado: sábado, 9 de abril de 2011 às 12:11
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Lexus LFA review
Publicado: sábado, 9 de abril de 2011 às 08:36
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The 21st Century Beetle. Coming this fall.
Publicado: sexta-feira, 8 de abril de 2011 às 17:17
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2012 Chevrolet Corvette Centennial Edition
Além disso, o carro atualizado vem com o Magnetic Selective Ride Control, pinças de freio na cor vermelha, e identificações exclusivas na carroceria. No habitáculo, a equipe de design da Chevrolet colocou estofados com couro negro, contrastando com a costura com linha vermelha, assentos com microfibra de camurça e encostos de cabeça em relevo.
Para promover o veículo, a Chevrolet venderá um Z06 Centennial Edition no famoso leilão Barrett-Jackson, em West Palm Beach, Florida, amanhã, 9 de abril. O lucro obtido será revertido para para instituição de caridade Austin Hatcher Foundation for Pediatric Cancer.
Publicado: sexta-feira, 8 de abril de 2011 às 12:08
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Piloto fantasma
Publicado: sexta-feira, 8 de abril de 2011 às 07:31
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Senna: mais do mesmo, menos do essencial

A começar pela sua história nas categorias de base, depois de subir do Kart para as Fórmula Ford 1600 e 2000, e na Fórmula 3 britânica, duelando com Martin Brundle por espaços nas pistas de asfalto. Depois, na Fórmula 1, falhou em mencionar a atuação patética que Ayrton teve no GP da Austrália de 1985, onde andou em todas as partes do circuito, inclusive, embaixo de uma arquibancada.
Além disso, deixaram de ser citadas a chegada em Jerez de la Frontera, com apenas 14 milésimos de vantagem para Nigel Mansell, uma das menores diferenças de chegada da história da Fórmula 1, os duelos com Nelson Piquet, na Hungria, Jean Alesi, em Detroit, Nigel Mansell, em Mônaco, e Alain Prost e Michael Schumacher, em Silverstone.
O que senti assistindo ao filme é que parece que tentaram passar uma imagem de um Ayrton Senna indefectível, sem defeitos. Mas, quem conhece bem a carreira dele, sabe que não foi bem assim. Até 1988, em Mônaco, quando bateu na saída da Portier, a cinquenta segundos de Alain Prost, e foi direto a seu apartamento, que ficava a poucos metros da pista, sem dar satisfações, demonstrava ali uma personalidade um tanto difícil de lidar, um piloto afoito, que não sabia medir as consequências de uma pilotagem apressada, mesmo estando a tantos metros de distância do rival mais próximo.
Naquele momento, Ayrton Senna sofreria um grande sacolejo em sua carreira. "Acordou" para a realidade, descobrindo que nunca seria campeão com essas atitudes, apesar da tremenda velocidade. Acabou vencendo o campeonato daquele ano, com atuações ao volante que fizeram muitos esquecerem a patetice que cometeu perto do túnel de Monte Carlo.
É claro que o filme tem as suas qualidades. A começar pelas imagens inéditas: da reunião entre Jean-Marie Balestre, Alain Prost e Ayrton Senna, depois do Grande Prêmio do Japão de 1989, filmada da frente do pódio, das imagens de arquibancadas, mostrando de um outro ângulo o acidente que matou Roland Ratzemberger, e os momentos com a família nos bastidores.
Apesar da tentativa de Asif Kapadia e Manish Pandey em produzir algo único, ambos falharam ao não reproduzir momentos cruciais da carreira de Ayrton, como os mencionados acima. A impressão que tenho do filme é que mais parece um "Ayrton Senna para quem nunca ouviu falar".
No entanto, o registro é válido, sobretudo para quem não é brasileiro ou não vivenciou a relação da ferrenha torcida com Ayrton Senna, e sempre buscou compreender melhor a paixão desse povo pelo piloto, um povo que sofria na época com um período de inflação monetária estratosférica, várias mudanças de moeda, problemas sociais e políticos, e que encontrava nas manhãs de domingo um dos raros momentos de alegria.
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Ayrton Senna: The Movie,
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Documentários,
Fórmula 1
Publicado: quinta-feira, 7 de abril de 2011 às 17:07
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We are looking forward to the competition in 2011. Racing is a state of mind. Mercedes-Benz. (With Michael Schumacher, Nico Rosberg and Mika Hakkinen)
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Intervalo Comercial,
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Michael Schumacher,
Mika Pauli Häkkinen,
Nico Erik Rosberg,
Propagandas com Pilotos,
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Publicado: quinta-feira, 7 de abril de 2011 às 12:13
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Ferrari FF review by Autocar
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Carros,
Ferrari,
Jamie Corstorphine
Publicado: quinta-feira, 7 de abril de 2011 às 07:40
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Ferrari FF 3D Animation: V12 GDI engine, gearbox, E-Diff and suspension
Publicado: quarta-feira, 6 de abril de 2011 às 12:21
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BMW TwinPower Turbo Engine CGI animation
Publicado: quarta-feira, 6 de abril de 2011 às 07:31
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Flávio Alcaraz Gomes (25/05/1927 - 05/04/2011)
Flávio Alcaraz Gomes nasceu em Porto Alegre, em 25 de maio de 1927. Seu avô, Joaquim Alcaraz, foi um dos primeiros diretores do jornal Correio do Povo. Formou-se em direito pela Faculdade de Direito da UFRGS em 1949, e foi estudar na Sorbonne, em Paris, entre 1950 e 1952.Ao voltar para Porto Alegre, começou a trabalhar como repórter de polícia do jornal Folha da Tarde, jornal vespertino da Companhia Jornalística Caldas Júnior. Como repórter, atuou na Copa do Mundo de 1958 e na Copa do Mundo de 1970. Cobriu o sequestro pelos tupamaros do cônsul do Brasil no Uruguai. Também atuou na Guerra do Vietnã como correspondente no Oriente Médio e Europa.
Flávio ajudou a fundar a Rádio Guaíba e comandou o programa Guerrilheiros da Notícia na emissora. Alcaraz ainda apresentou os programas Fórum e Guerrilheiros da Notícia na antiga TV Guaíba. Até setembro de 2007, ele possuía uma coluna diária no jornal Correio do Povo. Atualmente, apresentava o programa Guerrilheiros da Notícia na TV Pampa.
Entre os livros escritos por Alcaraz está "Diários de um Repórter", "Morrer por Israel", "Um Repórter na China" e "Prisioneiro 30.310".
Flávio é um dos maiores nomes do jornalismo do Rio Grande do Sul. Uma das vozes mais ouvidas entre os gaúchos até os dias de hoje, fez coberturas jornalísticas históricas e publicou livros onde narra sua trajetória como repórter e suas vivências.
Seu avô, Joaquim Alcaraz, foi um dos primeiros comandantes do Correio do Povo. Ele montara um estaleiro importante em Porto Alegre, o Estaleiro Alcaraz, cujos altos lucros possibilitaram que emprestasse a Caldas Jr. o dinheiro necessário para que seu recentemente criado diário não fosse à falência antes de completar uma década.
Joaquim, durante a revolução de 1930 fizera os 3 primeiros tanques de guerra do Brasil, montando-os em cima de tratores. Ele era o encarregado das oficinas do Correio do Povo, comprou a máquina Marinoni, que era a mais moderna rotativa na época (em 1927), o que ajudou o jornal a se consagrar como o de maior qualidade do Rio Grande do Sul e um dos melhores do país.
Quando o fundador Caldas Jr. morreu, seu avô assumiu o comando. A irmã dele, Dolores Alcaraz Caldas, casada com o Caldas Jr., ficara desamparada, então ele tocou o Correio do Povo e entregou-o engrandecido ao herdeiro, seu jovem sobrinho Breno Caldas, pai de Flávio, filho de Joaquim, também foi um dos diretores, chefiando a publicidade da Folha da Tarde e depois como diretor de circulação do Correio do Povo.
Flávio começou como repórter de polícia do jornal Folha da Tarde, vespertino de Porto Alegre, da Companhia Jornalística Caldas Jr., dirigida por seu primo, Breno Caldas. Depois de ter concluído o curso de Direito, foi estudar na Sorbonne, em Paris, nos anos de 1950, 51 e 52. Já formado em Direito em 1949, participou de uma excursão da Faculdade a alguns países da Europa, de navio, em terceira classe, por 17 dias, ao lado de imigrantes que voltavam decepcionados com a América do Sul.
Voltou para Porto Alegre e começou a trabalhar no principal jornal do Estado de Rio Grande do Sul e da Companhia Jornalística Caldas Júnior, o Correio do Povo. Em 1957 a Caldas Jr. fundou a Rádio Guaíba e Flávio foi ser seu primeiro diretor comercial. Em 1958 foi cobrir a Copa do Mundo na Suécia. Devido aos relacionamentos que tinha, conseguiu a façanha de montar um circuito exclusivo para o Rio Grande do Sul da PTT-e Post, Telegraph and Telephone, grande organização de comunicações da Europa.
Em 1967, foi ao Vietnam cobrir a guerra, convidado pelo governo americano para visitar o Vietnam do Sul. A caminho do Vietnam, em escala no aeroporto de Roma, viu as manchetes dos jornais que diziam que o presidente do Egito, Gamal Abdel Nasser tinha decretado o bloqueio do Golfo de Acaba, o que significaria a asfixia de Israel. Deduziu que a guerra seria iminente. Naquela ocasião se encontrava na faixa de Gaza, numa zona mantida pela ONU, uma tropa de 500 soldados oriundos do Rio Grande do Sul, os "boinas azuis", então concluiu que a notícia estava lá.Em Roma, conseguiu um visto, e se deslocou ao Cairo. Dali mandava 3 matérias diariamente para o Correio do Povo e Folha da Tarde, além de boletins para a Rádio Guaíba. Foi um dos poucos jornalistas que teve perguntas respondidas pelo presidente do Egito, numa entrevista coletiva da qual participaram 350 repórteres. Cada um teve o direito de submeter três perguntas, que poderiam ou não serem escolhidas para serem respondidas. Das mais de mil perguntas foram selecionadas 30. Destas, duas foram de Alcaraz Gomes. O serviço era em inglês e submetido à censura.
Depois disso, mandou um telegrama cifrado para o Correio do Povo dizendo: "Sigo Bom Fim", que foi interpretado como "sigo para Israel", pois o Bom Fim, bairro de Porto Alegre, é conhecido como residência de grande número de famílias de origem judaica. Pegou um avião até Atenas, fez a triangulação e desembarcou em Tel Aviv. Aí viu que o povo estava em armas. Imediatamente se credenciiou e já no dia seguinte foi para o front de Golan, contratando um fotógrafo que bateu duas fotografias, que foram mandadas para Porto Alegre via radiofoto.
Antes, no Cairo, tinha entrevistado o major Breno Vignolli, que era gaúcho e tinha sido seu companheiro de moleque na rua Ernesto Alves. Ele era filho de um ex-chefe de polícia do RS, Darci Vignolli. A radiofoto custou 150 dólares, que era uma fortuna na época. Foi a primeira divulgada na imprensa do Brasil. Elas chegaram na véspera do dia em que a guerra começou, junho de 1967. Todo o mundo dizia que Israel seria varrido da terra.
Tendo servido no Exército Brasileiro como voluntário e depois de ter observado os dois exércitos, o israelense e o egípcio, ousou escrever em um artigo que a guerra vai sair e Israel irá vencê-la em operação relâmpago. Foi a manchete da Folha da Tarde que lhe rendeu vários prêmios de jornalismo.
Quando voltou à Porto Alegre foi trabalhar em todos os meios da Caldas Jr., atuando como repórter e comentarista dos jornais Correio do Povo e Folha da Tarde e da rádio Guaíba AM.
Correspondente internacional, escritor de sucesso, diretor de uma das rádios mais importantes de Porto Alegre, empresário bem sucedido. Tudo estava bem com Flávio Alcaraz Gomes. Até que um tiro, de madrugada, provocou a tragédia.
Ao chegar com o carro perto de sua casa, no Morro Santa Tereza, depois de um jantar com a esposa Maria Clara na casa de amigos, Flávio pegou sua espingarda e dirigiu-se à porta do motorista, pois a rua em que morava era escura. Suspeitara que o carro pudesse ser de algum agente do governo militar, querendo vigiar o jornalista. Ciente da relação privilegiada de seu primo e chefe Breno Caldas com a ditadura brasileira, resolveu enfrentar o suposto agente. De arma em punho, colada ao vidro do motorista, forçou-o à baixá-lo. Descobriu que se tratava de um jovem, tendo ao seu lado uma moça, ambos nus, aparentemente recentemente engajados em sexo.
Surpreso e nervoso, Flávio ordenou que se retirassem imediatamente da frente de sua casa e fosse procurar um motel. O jovem abaixou-se para pegar suas calças jeans, mas Flávio, ainda sob a adrenalina da situação, por um segundo achou que ele estaria pegando alguma arma para revidar e, fazendo um movimento brusco com sua espingarda, de cima para baixo, acidentalmente a disparou quando ela bateu contra a parte inferior da janela aberta. O jovem morreu na hora, com um enorme tiro à queima-roupa.
A notícia chegou rapidamente à redação do Correio do Povo. Da delegacia de polícia para a qual fora levado, Flávio ligou para o primo, diretor do jornal. Breno, ao contrário de suas expectativas, reagiu com fúria, sentindo-se traído, acusando Flávio de ser mimado, cheio de caprichos e consequentemente levado a esporros de violência quando não atendido em seus desejos. Breno considerou seu primo culpado pelo ocorrido e os jornais de sua empresa refletiram seu sentimento.
Todas as notícias sobre o assassinato foram publicadas com evidente teor contra seu ex-empregado (Breno o demitiu na mesma noite em que o crime foi cometido). Mas seu nome aparecia como Flávio Gomes, pois Breno se chamava Breno Alcaraz Caldas e não queria sujar o nome de sua mãe. Além de ter acabado com a vida de uma jovem, o tiro na madrugada fulminou tudo o que Flávio Alcaraz Gomes construíra em sua vida.
Vendo que um dos maiores nomes do jornalismo gaúcho estava desempregado e prestes a ser julgado e condenado à prisão, o antigo colega de empreitadas jornalísticas e comerciais, agora dono do jornal Zero Hora, da rádio Gaúcha AM e da TV Gaúcha, Maurício Sirotsky, resolveu convidá-lo para escrever uma coluna para o diário e fazer um programa semanal para a rádio, tudo de dentro de sua cela na cadeia. Foi o maior sucesso do final dos anos de 1970.Depois de sua saída da prisão, Flávio seguiu com suas atividades na agora rebatizada RBS. Mas depois da morte de Maurício e as mudanças efetuadas pelo seu herdeiro, Nélson Sirotsky, Flávio resolveu deixar a empresa. Breno Caldas havia falido e já não era mais dono da Caldas Jr., que também perdera a liderança no mercado de mídia no início dos anos 1980. O novo dono, Renato Bastos Ribeiro, deu à Flávio um programa diário no horário nobre matinal da rádio Guaíba AM e um programa diário às 19 horas na TV Guaíba, o Guerrilheiros da Notícia.
Flávio foi fundador da Rádio Guaíba (1961) e, depois de trabalhar na RBS, voltou à emissora do Grupo Caldas Júnior, em 1988, ali trabalhando durante 19 anos. Durante o período que se prolongou até meados de 2007, sua carteira profissional năo foi assinada e os pagamentos eram sempre feitos em nome de uma empresa que o radialista, já durante a relaçăo profissional havida, teve que constituir.
O objetivo era reduzir encargos financeiros (FGTS, INSS etc) para a Rádio Guaíba. Quando a Rede Record comprou a empresa, Flávio se sentiu desprestigiado pelos novos donos por ter tido o horário de seu programa de rádio mudado para as 9 da manhã, quando a maioria dos ouvintes já está ocupado com suas tarefas e desligados de seus aparelhos. Por isso, Flávio entrou com uma ação na justiça contra a Record e em seguida transferiu seus programas para a rádio e TV Pampa.
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Publicado: terça-feira, 5 de abril de 2011 às 16:21
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Mercedes-Benz SLS AMG GT3 Walk-Around
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Publicado: terça-feira, 5 de abril de 2011 às 12:17
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rFactor - Prototype C – Jaguar XJR-5 Preview Video
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Publicado: terça-feira, 5 de abril de 2011 às 07:48
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Porsche. Engineered for Magic. Every day.
Publicado: segunda-feira, 4 de abril de 2011 às 17:18
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Jeremy Clarkson drives Caparo T1
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Publicado: segunda-feira, 4 de abril de 2011 às 12:17
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Essai Porsche 935
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Publicado: segunda-feira, 4 de abril de 2011 às 07:38
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Mercedes-Benz C 63 AMG Coupé. Driving Pleasure.
Publicado: domingo, 3 de abril de 2011 às 17:17
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Superchips Renault Sport Megane vs. Ford Focus RS
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Publicado: domingo, 3 de abril de 2011 às 12:10
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Gran Turismo 5 no Google Street View
Embora o resultado final não seja tão bom na prática quanto no conceito, ainda assim é divertido de "jogar" no anúncio, sentindo-se a bordo do Nissan GT-R. Veja o vídeo acima, explicando o case, além de visualizá-lo na prática, clicando neste link.
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Publicado: domingo, 3 de abril de 2011 às 07:38
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Honestly now, did you spend your youth dreaming about someday owning a Nissan or a Mitsubishi?

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Publicado: sábado, 2 de abril de 2011 às 17:17
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McLaren MP4-23 - Mount Panorama Circuit - Jenson Button - Onboard
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Publicado: sábado, 2 de abril de 2011 às 12:16
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Bugatti Veyron Super Sport video review by Autocar
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Publicado: sábado, 2 de abril de 2011 às 07:41
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The new Audi A6, with Aluminium Hybrid body.
Publicado: sexta-feira, 1 de abril de 2011 às 17:14
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McLaren F1 vs. McLaren MP4-12C
Publicado: sexta-feira, 1 de abril de 2011 às 12:09
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GPUpdate.net editor Ivo Pakvis drives a Formula 1 car from Automobiles Gonfaronnaises Sportives (AGS Racing Team), a former Formula 1 team
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Publicado: sexta-feira, 1 de abril de 2011 às 07:48
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Citroën C3 Selection. Loaded with specs.
Publicado: quinta-feira, 31 de março de 2011 às 17:21
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BAC Mono

O monoposto é construído com fibra de carbono e possui suspensão pushrod ajustável, da Sachs Racing, e freios de competição AP. As rodas são da OZ Racing e vem com pneus Kumho. A parte eletrônica e os instrumentos são fornecidos pela GEMS.
O carro possui um motor Cosworth 2.3 de quatro cilindros, normalmente aspirado, que gera 280 CV de potência e 206 lb/ft de torque. A transmissão é sequencial, com seis marchas, da Hewland. O peso total do veículo é de 540 kg. O veículo acelera da inércia aos 100 km/h em 2,8 segundos e atinge 273 km/h de velocidade máxima.
O piloto (ou motorista) que for conduzir o o BAC Mono terá à disposição um cinto de segurança de seis pontos fornecido pela Williams e um compartimento para guardar o capacete e o volante removível.
O preço do BAC Mono gira em torno de 80 mil libras esterlinas (130 mil dólares), o que torna o carro uma alternativa mais barata que a concorrência, e o planejamento de produção é de apenas 50 unidades por ano, apesar da empresa afirmar que tem capacidade de produzir até 100 veículos no mesmo período.
Publicado: quinta-feira, 31 de março de 2011 às 12:22
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Lotus Evora - Bruno Senna - Onboard - Goodwood Festival Of Speed's track
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Publicado: quinta-feira, 31 de março de 2011 às 07:30
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No Monza, o mundo vê você com outros olhos.

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Publicado: quarta-feira, 30 de março de 2011 às 17:15
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Ferrari P4/5 Competizione - Nürburgring Nordschleife - Onboard
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Publicado: quarta-feira, 30 de março de 2011 às 12:20
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Ferrari P4/5 Competizione - Circuit Paul Ricard - Onboard
Publicado: quarta-feira, 30 de março de 2011 às 07:40
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F1 2011 BBC Intro (Australian GP)
Publicado: terça-feira, 29 de março de 2011 às 17:00
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Ford Mustang Boss 302 - Laguna Seca Raceway - Onboard
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Publicado: terça-feira, 29 de março de 2011 às 12:19
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If you gotta be strong, we gotta be strong. Magnífica.
A brasileira Agência3 se envolveu em um escândalo sobre homofobia por causa de uma peça que criou. A arte sugere que uma pessoa precisaria beber a cachaça de seu cliente, a Magnífica, para aceitar a provável homossexualidade do filho, conforme noticiado pela edição desta segunda-feira da Folha de S.Paulo.
A propaganda imita a planta de uma casa e mostra três legendas em cores: uma para "your son" (seu filho), uma para "your son’s buddy" (o amigo do seu filho) e outra para o filme que estão assistindo, "O Segredo de Brokeback Mountain" – que conta a estória de dois caubóis que se apaixonam. Logo abaixo do desenho vem a assinatura que, com uma foto da cachaça, diz: "If you gotta be strong, we gotta be strong" (se você tem de ser forte, nós temos de ser fortes).
Em comunicado, a agência diz que "a campanha sugerida foi reprovada internamente pela direção criativa da Agência3 por não se adequar à linha de comunicação do cliente, além de não seguir princípios éticos pregados tanto pela Cachaça Magnífica quanto pela agência". Esclarece, ainda, que "a campanha sequer foi apresentada ao cliente, muito menos veiculada".
O anúncio foi divulgado pelo "Ads of the World", de acordo com a Agência3, "por iniciativa de terceiros" e "sem o consentimento das empresas envolvidas utilizando-se de logins e senhas pessoais", já que a empresa sequer possui cadastro no site. Os "terceiros", segundo a Folha, são dois criativos da agência que, diz o comunicado, "já foram advertidos pela direção da agência".
A campanha é composta por três peças, todas com a mesma linha criativa: ilustrar a planta de uma casa e desvendar as situações por meio de legendas. Clique aqui para ver todas.
Veja o comunicado na íntegra:
"Sobre a matéria publicada na Folha de S. Paulo nesta segunda-feira, 28 de março de 2011, a Agência3 esclarece:
A campanha sugerida foi reprovada internamente pela direção criativa da Agência3 por não se adequar à linha de comunicação do cliente, além de não seguir princípios éticos pregados tanto pela Cachaça Magnífica quanto pela agência.
Reprovada, a campanha sequer foi apresentada ao cliente, muito menos veiculada. Por iniciativa de terceiros, ela foi postada em um site de referência criativa – Ads Of the World – sem o consentimento das empresas envolvidas utilizando-se de logins e senhas pessoais.
Em tempo: a Agência3 não é cadastrada no site citado acima.
Gostaríamos de registrar, também, que os responsáveis pela iniciativa já foram advertidos pela direção da agência.
A Agência3 e a Cachaça Magnífica repugnam o fato de suas marcas terem sido utilizadas de forma inadequada."
Redação Adnews
Clique nas imagens acima para visualizá-las em alta resolução
A propaganda imita a planta de uma casa e mostra três legendas em cores: uma para "your son" (seu filho), uma para "your son’s buddy" (o amigo do seu filho) e outra para o filme que estão assistindo, "O Segredo de Brokeback Mountain" – que conta a estória de dois caubóis que se apaixonam. Logo abaixo do desenho vem a assinatura que, com uma foto da cachaça, diz: "If you gotta be strong, we gotta be strong" (se você tem de ser forte, nós temos de ser fortes).
Em comunicado, a agência diz que "a campanha sugerida foi reprovada internamente pela direção criativa da Agência3 por não se adequar à linha de comunicação do cliente, além de não seguir princípios éticos pregados tanto pela Cachaça Magnífica quanto pela agência". Esclarece, ainda, que "a campanha sequer foi apresentada ao cliente, muito menos veiculada".
O anúncio foi divulgado pelo "Ads of the World", de acordo com a Agência3, "por iniciativa de terceiros" e "sem o consentimento das empresas envolvidas utilizando-se de logins e senhas pessoais", já que a empresa sequer possui cadastro no site. Os "terceiros", segundo a Folha, são dois criativos da agência que, diz o comunicado, "já foram advertidos pela direção da agência".
A campanha é composta por três peças, todas com a mesma linha criativa: ilustrar a planta de uma casa e desvendar as situações por meio de legendas. Clique aqui para ver todas.
Veja o comunicado na íntegra:
"Sobre a matéria publicada na Folha de S. Paulo nesta segunda-feira, 28 de março de 2011, a Agência3 esclarece:
A campanha sugerida foi reprovada internamente pela direção criativa da Agência3 por não se adequar à linha de comunicação do cliente, além de não seguir princípios éticos pregados tanto pela Cachaça Magnífica quanto pela agência.
Reprovada, a campanha sequer foi apresentada ao cliente, muito menos veiculada. Por iniciativa de terceiros, ela foi postada em um site de referência criativa – Ads Of the World – sem o consentimento das empresas envolvidas utilizando-se de logins e senhas pessoais.
Em tempo: a Agência3 não é cadastrada no site citado acima.
Gostaríamos de registrar, também, que os responsáveis pela iniciativa já foram advertidos pela direção da agência.
A Agência3 e a Cachaça Magnífica repugnam o fato de suas marcas terem sido utilizadas de forma inadequada."
Redação Adnews
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Publicado: terça-feira, 29 de março de 2011 às 07:31
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Fortes, ágeis e versáteis. Assim são os brasileiros aos 15 anos.

Publicado: segunda-feira, 28 de março de 2011 às 17:09
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Campagna V13R

O novo triciclo será exibido pela primeira vez durante o Daytona Bike Week, no Bruce Rossmeyer's Destination Daytona, e a empresa relata que já há interessados em adquirir o veículo, vindos da Ásia, Canadá e Estados Unidos. O Campagna V13R custará 48 mil dólares, e ainda não é certo ser será produzido em uma quantidade limitada ou sob demanda.
After the T-REXTM, Campagna Motors Will Launch Its V13RTM This Spring
The new model, equipped with an Harley Davidson®'s engine will be presented in a pre-launch at Daytona's Bike Week
BOUCHERVILLE, QUEBEC--(Marketwire - March 2, 2011) - After spending five years in research and development, Campagna Motors is proud to announce the beginning of the limited production of its new model: the V13R. Even though the official launch is only scheduled for this spring, this hybrid between a motorcycle and a car is now ready to roll worldwide and a limited number of vehicles are offered during the pre-sale period. For those impatient to see the V13R in action, it will be possible to get a first peek of this dream machine during Bike Week at Bruce Rossmeyer's Destination Daytona, from March 4 to 13.
"This vehicle has all the driving quality of our well-known T-REX, but it now offers a style much closer to a roadster, which should please a whole new category of clients, explains David Neault, associate vice-president at Campagna Motors. Over the years, we have realised that there was a demand for a new model, something different and more classic than the T-REX. With the V13R, we know for sure that we will surpass all expectations."
Following the rumour that a new model was to be offered by Campagna Motors, several orders coming from the United-States, Canada, the Middle East and Japan have already been placed.
An extraordinary vehicle
Entirely handmade, this reverse trike is powered by a 1250cc Harley Davidson's engine that develops 122 horsepower. The V13R is offered in five colours with a few options. This unique vehicle, offering the driving quality of a sport car and the freedom of a motorcycle, is offered at a starting price of $ 47,999. It is usually necessary to possess a motorcycle driver's licence to drive it.
Contrary to what one may think, the V13R is very spacious. As an example, Hugo Girard (the Determinator), one of the world's strongest man, as also fallen for the V13R. "With my 6'2" and 330 pounds, it is very hard for me to find a vehicle that is exotic and comfortable. What I like about the V13R is that on top of offering a killer look and room for my legs, it has a powerful Harley Davidson's engine! »
About Campagna Motors
Campagna Motors is a growing enterprise that designs, hand builds and distributes powerful, stylish and innovative reverse trike motorcycles. Located in Boucherville (Quebec) it employs about thirty people. For more information, it is possible to visit www.campagnamotors.com or to go on the Facebook page of the company (www.facebook.com/CampagnaMotors).
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Publicado: segunda-feira, 28 de março de 2011 às 12:10
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Need For Speed: Cat Pursuit
Publicado: segunda-feira, 28 de março de 2011 às 07:15
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Jeremy Clarkson drives Ford GT
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Publicado: domingo, 27 de março de 2011 às 12:20
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Tem de tamarindo?

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Publicado: domingo, 27 de março de 2011 às 07:18
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Só o trator Valmet pode oferecer rendimento e economia ao mesmo tempo.

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Publicado: sábado, 26 de março de 2011 às 17:09
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McLaren MP4-12C review by Auto Express
Publicado: sábado, 26 de março de 2011 às 12:11
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Uma imagem

- Não seria melhor se Vettel estivesse no lugar de Alonso, já que o alemão é o atual campeão?
- Narain Kartikheyan poderia ter trocado de lugar com um piloto de maior estatura;
- Realmente, Michael Schumacher está ficando velho;
- Felipe Massa e Fernando Alonso não podem mais ficar um perto do outro, nem em uma foto;
- Nico Rosberg e Michael Schumacher idem;
- Sebastian Vettel e Mark Webber também.
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Uma Imagem
Publicado: sexta-feira, 25 de março de 2011 às 18:58
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Como escolher a plataforma de loja virtual ideal para o seu negócio?
Um dos pilares que sustentam uma operação de comércio eletrônico é a loja virtual, também conhecida como plataforma. A plataforma representa tanto a frente de loja que o usuário irá acessar para realizar suas compras, quanto a ferramenta de gestão para o lojista administrar seu dia-a-dia. Ela também é responsável por apresentar seus produtos aos usuários e por disponibilizar os meios de pagamento a quem quiser comprar. Sendo que uma das grandes dificuldades das empresas que desejam iniciar no comércio eletrônico é qual plataforma escolher, principalmente devido à grande variedade de preços e de modelos de negócio.
Atualmente podemos citar quatro principais modelos de negócio: aluguel da licença de uso, venda da licença de uso, venda do código-fonte e código aberto.
O modelo de aluguel da licença de uso é o mais comum, no qual as empresas desenvolvem uma plataforma padrão e comercializam a licença de uso por meio do pagamento de uma taxa de instalação (ou set-up) e uma mensalidade que, normalmente, está vinculada ao tráfego da loja virtual (por exemplo: pageviews - número de impressões de página).
Quanto ao modelo de venda da licença de uso, ele é similar ao modelo de aluguel, mas sem uma mensalidade. Nos dois primeiros modelos apresentados, o código-fonte é de propriedade da empresa que desenvolveu, portanto, qualquer ajuste ou evolução que o lojista queira realizar deverá fazer com essa mesma empresa.
Com relação ao modelo de venda do código-fonte, o investimento inicial realizado será para aquisição da posse dos códigos-fonte da desenvolvedora proprietária, que dará o direito de evoluir ou realizar ajustes na plataforma por qualquer empresa ou profissional capacitado na tecnologia desenvolvida.
Por fim, existem plataformas de código aberto que estão disponíveis na internet a custo zero e dão direito a posse dos códigos-fonte. Nesse modelo, será necessário contratar uma empresa especializada na plataforma de código aberto escolhida (por exemplo: Magento) para realizar as customizações necessárias ao seu negócio e implantá-la.
Para todos os modelos existe uma grande variação no investimento inicial e mensal, que muitas vezes está diretamente relacionada à qualidade dos serviços da desenvolvedora e ao nível de customização permitido na plataforma. O importante é sempre avaliar como seus concorrentes estão se posicionando, qual tende a ser o melhor modelo para o produto que será vendido e o público-alvo, e qual o orçamento disponível.
Uma dica é de não investir mais de 25% do total da verba disponível para todo o projeto na plataforma. Mas não se esqueça de que, independentemente do modelo escolhido, deve ser feita uma avaliação das desenvolvedoras que o oferecem e nunca deixar de planejar toda a operação, levando em consideração os outros pilares: logística, atendimento, marketing e produto.
iMasters
Atualmente podemos citar quatro principais modelos de negócio: aluguel da licença de uso, venda da licença de uso, venda do código-fonte e código aberto.
O modelo de aluguel da licença de uso é o mais comum, no qual as empresas desenvolvem uma plataforma padrão e comercializam a licença de uso por meio do pagamento de uma taxa de instalação (ou set-up) e uma mensalidade que, normalmente, está vinculada ao tráfego da loja virtual (por exemplo: pageviews - número de impressões de página).
Quanto ao modelo de venda da licença de uso, ele é similar ao modelo de aluguel, mas sem uma mensalidade. Nos dois primeiros modelos apresentados, o código-fonte é de propriedade da empresa que desenvolveu, portanto, qualquer ajuste ou evolução que o lojista queira realizar deverá fazer com essa mesma empresa.
Com relação ao modelo de venda do código-fonte, o investimento inicial realizado será para aquisição da posse dos códigos-fonte da desenvolvedora proprietária, que dará o direito de evoluir ou realizar ajustes na plataforma por qualquer empresa ou profissional capacitado na tecnologia desenvolvida.
Por fim, existem plataformas de código aberto que estão disponíveis na internet a custo zero e dão direito a posse dos códigos-fonte. Nesse modelo, será necessário contratar uma empresa especializada na plataforma de código aberto escolhida (por exemplo: Magento) para realizar as customizações necessárias ao seu negócio e implantá-la.
Para todos os modelos existe uma grande variação no investimento inicial e mensal, que muitas vezes está diretamente relacionada à qualidade dos serviços da desenvolvedora e ao nível de customização permitido na plataforma. O importante é sempre avaliar como seus concorrentes estão se posicionando, qual tende a ser o melhor modelo para o produto que será vendido e o público-alvo, e qual o orçamento disponível.
Uma dica é de não investir mais de 25% do total da verba disponível para todo o projeto na plataforma. Mas não se esqueça de que, independentemente do modelo escolhido, deve ser feita uma avaliação das desenvolvedoras que o oferecem e nunca deixar de planejar toda a operação, levando em consideração os outros pilares: logística, atendimento, marketing e produto.
iMasters
Publicado: sexta-feira, 25 de março de 2011 às 12:29
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