Ferrari 458 Challenge - Autodromo di Vallelunga - Onboard


Valmet. O senhor da floresta.


Piloto com braço direito sem movimentos pilota em Estoril trocando marchas com o braço esquerdo! Impressionante!


Stock Car Brasil by Reiza Studios – First Video Trailer


Valmet. A marca do rendimento.


Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

iMasters

Honda CB 450


Como seria bom ter dinheiro numa hora dessas...

Valmet dá mais por hectare trabalhado. Faça a prova.


Peixe motorizado


Este veículo aquático, chamado Seabreacher, criado por Rob Innes e Dan Piazza, criadores da Innespace Productions, é capaz de submergir, além de realizar saltos sobre a água.

Seu motor é um Rotax quatro tempos com 1.500 centímetros cúbicos de cilindrada, equipado com um intercooler e um supercharger, conseguindo produzir 260 HP de potência, sendo capaz de movimentar o Seabreacher aos 80 Km/h sobre a água, e 40 Km/h sob a água.

Macaco esganando arara


Jeremy Clarkson drives Alfa Romeo 8C Competizione


Specialized McLaren Venge aero road bike


A Specialized revelou a McLaren Venge, fruto de um trabalho de nove meses com a equipe de Fórmula 1. A bicicleta de competição, produzida com fibra de carbono, foi mostrada na sede da equipe britânica, em Woking, Inglaterra, foi utilizada pela primeira vez na famosa prova Milan-San Remo, por um seleto grupo de ciclistas patrocinados pela Specialized, entre eles, Mark Cavendish, da HTC-Columbia.

A bicicleta está disponível em duas versões: a S-Works Venge, disponível para compra no final de abril, e a McLaren Venge, nas lojas a partir de setembro. O quadro da Specialized McLaren Venge custará cinco mil libras esterlinas no Reino Unido. Nos Estados Unidos, o quadro da S-Works Venge custará 3.800 dólares.

O quadro da Specialized McLaren Venge pesa apenas 950 gramas. Com todos os equipamentos instalados, o peso fica em 2,07 kg. Já a versão S-Works marca 2,18 kg na balança.


Ball owns kid


There are two cars built in Sweden. This is the one with front wheel drive for a firmer grip on snow and ice.

Saab 99E. Before you buy theirs, drive ours.

2011 12 Hours of Sebring Highlights


Start




Restart Action Audi vs Peugeot!




Magnussen, Long and van Overbeek big crash




Tent on Track!




Audi and Peugeot Collide!




Dirk Mueller Puncture




Ryan Lewis on Fire




Onboards at dusk




Pedro Lamy Spin




Finish! Team Oreca Matmut Wins!


Sapporo. Legendary Biru.


Nothing performs like a Saab 900 turbo.


A inovação com base no conhecimento

Segundo dados do Banco Internacional do Desenvolvimento, o Brasil lidera o ranking da inovação tecnológica na América Latina, à frente inclusive do Chile. Porém, poucas empresas brasileiras - não importa o porte - investem em inovação. O grande motivo da falta de empenho dos empresários nesse quesito é a burocracia: embora existam programas do governo que incentivem a busca por formas de inovar, muitas companhias não atendem aos pré-requisitos e acabam desistindo do crédito.

Tanto o governo quanto a iniciativa privada têm responsabilidade nesse quadro. Apenas 0,59% do PIB brasileiro é destinado para a área de pesquisa e desenvolvimento. O setor empresarial investe somente 0,5% do seu faturamento em P&D, montante irrisório se considerarmos que, nos países de primeiro mundo, as empresas chegam a investir 70% de todo seu lucro em P&D.

Um dos maiores gargalos para a inovação tecnológica no Brasil é a falta de pessoas preparadas para inovar, sobretudo porque as próprias empresas não estimulam a criatividade. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP, envolvendo 450 empresas pequenas e médias, indicou que, em 90% delas, só os sócios identificam novas oportunidades. Somente 9% dessas companhias oferecem prêmios para estimular as ideias dos colaboradores. Esses dados só reforçam a tese de que poucas empresas enxergam a inovação como um meio de incrementar a lucratividade e de avançar em novos mercados.

Isso vai de encontro aos objetivos de negócios estipulados na maioria das organizações, uma vez que todas querem se posicionar como inovadoras. Mas grande parte só visa a lucros e à redução de custos, esquecendo-se de que a base da inovação está no conhecimento, na valorização das ideias e na qualidade do ambiente oferecido aos colaboradores. Sem essa base, torna-se impossível o sonho de alcançar resultados aliados à sustentabilidade.

Também é importante que as empresas tenham sempre em mente que não existe inovação sem conhecimento, pois ninguém inova em algo que não conhece. Portanto é fundamental que as companhias mapeiem seus estoques de conhecimento, criando mecanismos de captura e retenção desse conhecimento. Com isso, fica mais fácil utilizar de forma acertiva o ativo intelectual, gerando inovação de forma mais produtiva, envolvendo as pessoas que fazem diferença em determinado assunto.

Um outro ponto a se considerar é a chegada da Geração Y aos cargos estratégicos. Trata-se de uma garotada altamente conectada, antenada a tudo o que é novo e que representa uma excelente fonte de inovação. Esses jovens têm ânsia de aprender, não gostam de hierarquia e adoram trabalhar em equipe.

Sedento por conhecimento e ascensão, o funcionário Y é um questionador nato que interage, compete, fornece e exige feedbacks rápidos. Por isso preza tanto a colaboração e a troca de experiências. Mas há um detalhe: apesar de trazer uma bagagem intelectualmente tecnológica de peso, não é regra que seja capaz de expor esse conhecimento por meio de uma conversa, principalmente com a "velha guarda". Tão focado em tecnologias e tendências, às vezes exprime melhor suas ideias por meio de comunidades e fóruns de debates virtuais, os quais domina com maestria.

O grande desafio será potencializar essa meninada, trabalhando a gestão da empresa a partir de conceitos da Web 2.0. Apesar de ainda haver questionamentos sobre esse tipo de inovação aberta e acessível, ela já pode ser considerada uma questão de sobrevivência para organizações de sucesso. Na Braskem, por exemplo, 25% dos pesquisadores são colaboradores externos; na Procter e Gamble, 50% dos produtos são desenvolvidos com base em co-criação; e na Natura, 50 a cada 100 projetos em curso são feitos em rede. Estas, sim, estão indo além dos muros, reduzindo time-to-market e custos.

A inovação com base no conhecimento é uma barreira difícil de ser ultrapassada, mas imprescindível para as empresas que desejam alcançar competitividade e desenvolvimento sustentado. Está mais do que provado que os investimentos assertivos em inovação refletem na produtividade da equipe, na maneira como os colaboradores pensam e, consequentemente, na criação de oportunidades de negócios. E quando é assim, todos saem ganhando: empresa e funcionários.

iMasters

Formula 1 2011: BBC HD Preview Clip


1995 Porsche 911 Turbo (993), testado por Tiff Needell, do Top Gear


Redes Sociais: olhe primeiro para dentro da própria empresa

Como não poderia ser diferente, a grande maioria das empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, perceberam o poder das redes sociais e resolveram entrar de cabeça no mundo virtual. Maravilha! Muitas delas foram atrás de pesquisas para analisar a melhor maneira de utilizar essa poderosa ferramenta de marketing, contrataram consultores, desenvolveram departamentos, envolveram as áreas de recursos humanos, assessoria de imprensa, comunicação, entre outros. Até aqui, ainda uma maravilha.

Criaram seus perfis, foram a campo e estão ouvindo seus diferentes públicos - ao menos afirmam isso. Batem no peito e dizem: "eu entendo meu público. Eu estou me relacionando com ele".

Aí vem a pergunta: "Será mesmo?"

Reflita aí por um minuto.

Relfetiu? O que você acha?

Para embasar esse artigo, vamos às definições de Redes Sociais:

Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente. Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. "Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações.

Wikipédia

Mesmo com a mudança de comportamento do consumidor, as empresas mais querem falar do que ouvir. Elas mantêm o relacionamento com os clientes apenas pensando na forma em que vai usar o canal para falar com ele. Deveria ser o contrário, elas deveriam refletir na forma como podem ouvir o que o cliente tem a dizer.

O comportamento humano mostra que o desejo de falar é maior do que o de ouvir. Preste atenção em suas conversas. Enquanto a pessoa está falando, você já está pensando o que irá responder, como irá persuadi-la, como irá impor seu ponto de vista. Poucos são aqueles que ouvem. Se você está sendo criticado então, a coisa piora muito. A crítica está sendo feita e você já está analisando como irá se defender. Se pessoalmente já é assim, imagina no âmbito empresa/consumidor?

Antes de tentar um relacionamento externo, as empresas deveriam olhar pra dentro de sua estrutura interna.

As empresas (entenda-se diretores, gerentes e outros com cargos superiores) querem entender o mercado, os públicos consumidores, mas não percebem que esse processo começa ali mesmo, dentro da empresa, com seus funcionários.

Elas decidem como deve ser a utilização das redes sociais, e esquecem de perguntar a seus colaboradores o que eles pensam disso, como eles enxergam. Não se dão nem ao trabalho de ouvir essas opiniões.

Como uma empresa pode afirmar que ouve seus clientes se ela não ouve seus funcionários?

Quantas vezes você foi perguntado por um superior sobre o que pensa das políticas adotadas pela empresa nas redes sociais? Quantas vezes você foi estimulado a contribuir com esse desenvolvimento?

Em geral, quando isso acontece, é que os resultados esperados não estão acontecendo, aí vem a pergunta: "Mas onde estamos errando?"

Periodicamente há discussões envolvendo a liberação ou não das redes sociais dentro das empresas. Apesar dos pontos de vista de quem concorda com a liberação e de quem é contra, "como uma empresa pode entender o mercado, os consumidores, se não pratica isso dentro da própria empresa"?

Já é sabido que o ativo mais importante de uma empresa são as pessoas que fazem essa empresa. Por que desprezá-los então?

É muito importante ouvir. Comece esse processo, ou tente resgatá-lo, com seu público interno. Ouça-o (é pra ouvir, e não falar). Descubra o que ele pode lhe oferecer.

Monitore o que eles falam nas redes sociais, como pensam. Mas não faça isso com objetivo de pegar alguma "escorregada" dele. Até quando o colaborador critica é uma oportunidade de entendê-lo, de analisar a crítica, e mostrar a ele que você preocupa-se com sua opinião.

iMasters

Adorable Mortar Misfire! This never happens. It's just been really stressed about work lately.


Walter Röhrl drives Porsche 904


McLaren MP4-12C GT3


A McLaren revela oficialmente o MP4-12C GT3, através de um teste no Silverstone Circuit. O piloto português Álvaro Parente, de 26 anos, teve a honra de ser o primeiro a andar no carro, além de ser contratado pela McLaren GT Racing Team.

Desenvolvido em conjunto com a CRS Racing, o MP4-12C GT3 possui carroceria mais larga, um novo splitter dianteiro, saias laterais revisadas, difusor traseiro retrabalhado, aberturas de ar maiores e direcionadores de fluxo de ar em fibra de carbono, além de um aerofólio traseiro.

O motor 3.8 V8, obviamente, modificado para competições, foi conectado a uma transmissão Ricardo com troca de marchas via borboletas no volante. A suspensão, ao contrário da versão de rua, possui barras estabilizadoras, já que o ProActive Chassis Control System, sistema eletrônico que controla a rolagem da suspensão, é proibido pela FIA.

Além disso, a suspensão foi completamente retrabalhada, depois de testes no simulador da McLaren. Adicionalmente, o sistema de freios recebeu um pacote eletrônico revisado com pinças Akebono.

De acordo com o diretor de test drives da McLaren, Chris Goodwin, "aqueles que viram a versão de produção do MP4-12C não ficarão surpresos com a atenção aos detalhes do carro de GT3, e os potenciais clientes podem esperar que a McLaren GT entregará um carro competitivo, e agora, começaremos um programa de desenvolvimento da aerodinâmica e dos testes de durabilidade".

O McLaren MP4-12C GT3 será testado em vários circuitos europeus aprovados pela FIA, antes de ser vendido a equipes privadas, em 2012.


Criatura tenta rampar com um Dacia 1310...



...ele só não imaginava que o carro fosse andar tão rápido!

Volkswagen Commercial: The Force (Toyota Parody)


Não tenha um site, tenha apenas uma fanpage no Facebook! Mesmo?

Vale a pena desativar o seu site e manter apenas a página no Facebook?

Algumas empresas e agências já optaram por não utilizar mais websites institucionais: seus domínios levam diretamente às suas páginas dentro do Facebook. Um estudo do final de 2010 também apontou que os sites se tornarão "cada vez mais irrelevantes". Mas será que é essa uma boa estratégia?

Ter a página no Facebook como "site oficial" é algo ousado, coerente com o cenário atual em que as mídias sociais têm relevância estratosférica e também aparentam vanguarda. De fato, as páginas corporativas no Facebook são muito versáteis e, com um trabalho bem feito, é possível disponibilizar galerias de fotos e vídeos, itens dinâmicos em Flash, textos, imagens, iframes, debates, enquetes e muito mais.

Só que alguns fatores devem se considerados antes de correr para o Facebook e abolir aquele site (supostamente sem graça) da sua empresa:

Segurança

Você investe pesado para que a página do seu negócio no Facebook fique impressionante, conquista milhares de fãs e engaja o pessoal, gerando muito buzz e visitas. Mas, e se o Facebook mudar as regras das páginas? Qualquer mudança pode fazer sua personalização ir por água abaixo. E se o Facebook for hackeado?

SEO

Você pode até fazer um recomendável redirecionamento 301 em seu domínio, mas mesmo assim o conteúdo da sua página no Facebook não será indexado pelos mecanismos de busca. O que isso significa? Perder muitas, muitas e muitas oportunidades de ganhar visitantes.

Flexibilidade

Mesmo sendo bastante versáteis, as páginas do Facebook jamais serão flexíveis como os websites (que são 100% personalizáveis). Você não poderá, por exemplo, utilizar a paleta de cores da sua marca ou oferecer áreas de acesso restrito.

Mensuração

As estatísticas fornecidas pelo próprio Facebook são pobres. Já a instalação e configuração do Google Analytics nas páginas do Facebook podem ser uma dor de cabeça e ainda não há como saber se os dados obtidos serão precisos, principalmente devido ao modelo de navegação por abas.

Personalidade

Identidade visual, recursos inovadores, conteúdo exclusivo... grande parte do que ajuda a criar a personalidade de uma marca na internet acaba se perdendo, pois todas as páginas seguem o mesmo padrão azulão do Facebook, com a mesma disposição de elementos presente em todas as outras páginas corporativas dentro da mídia social.
Restrição

Temos mais de 80 milhões de pessoas utilizando a internet no Brasil. No entanto, menos de 10% delas utilizam o Facebook e, para visualizar completamente e aproveitar todos os recursos das páginas corporativas, os usuários precisam ter conta e estarem logados na mídia social. Essas páginas são muito importantes para as empresas porque atingem um público que gosta de se engajar e compartilhar informações, mas a mídia social no Brasil ainda está transitando entre a fase de early adopters e maioria inicial. Ou seja, a experiência plena com as páginas corporativas do Facebook fica limitada aos cerca de 7 milhões de usuários brasileiros, excluindo todo o restante da população brasileira conectada.

Fico muito curioso para saber quais são os argumentos dos defensores da abolição do site com adoção da página no Facebook, porque sinceramente, só vejo vantagem em ter ambas funcionando paralelamente, complementando-se. O que você acha? Deixe seu comentário!

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Mario with Modern Videogame Sound Effects! I'll never be able to play the original version again. (My NES died).


800 HP Gumpert Apollo - Onboard - Autodromo Nazionale di Monza


O problema da viseira (parte 2: plugando a mente)

O artigo anterior tratou do "problema da viseira", que consiste no fato de que muitas pessoas acham que a universidade é suficiente para a formação profissional, que o que se aprende é o que existe de melhor e mais útil na sua área. Na prática, sabemos que não é bem assim.

Depois de arrancar o que o impedia de enxergar além do que colocam exatamente a sua frente, o próximo passo é se conectar para enxergar além do alcance da própria visão. É hora de plugar sua mente na rede.

A internet é cheia de porcaria e de conteúdo de origem duvidosa. De fato. Por isso, a intenção é guiar vocês a se conectarem direito. Apenas ter acesso à grande rede não significa muita coisa.

Onde obter informações?

Temos a nossa disposição algumas ferramentas que ajudam a nos conectar a outras pessoas. A primeira, e uma das mais importantes atualmente, é o Twitter. Você pode seguir qualquer pessoa, ela não precisa aceitar sua amizade, e a partir disso você passa a receber tudo que ela deseja compartilhar. Pensamentos, textos, vídeos, imagens. Vale muito a pena seguir alguns perfis, o aprendizado é grande, você pode ter acesso a materiais geniais a que pessoas igualmente geniais têm acesso.

Para área de informática, recomenda-se algumas pessoas: @mauriciojr, @dttg, @rafaelcaricio, @alganet, @thiagoarrais, @tapajos, @henriquebastos, @gchapiewski, @dhh, @AkitaOnRails, @thiago_silva, @viniciusteles, @fnando, @osantana, @allisson, @mariacarol, @jonnyken, @srlm.

E os feeds? Eles estão se tornando secundários. Praticamente todos os perfis sugeridos acima possuem um blog e eles vão publicar os links de suas postagens no Twitter. Um leitor de feeds organiza melhor os posts que o Twitter, então se você quiser usar um, assine os blogs dos perfis acima.

Agora você está imerso em várias novas fontes de informação, mas não podemos nos esquecer de duas que existem há muito tempo, mesmo antes da internet. A primeira: livros. Eles são ótimos, não os abandone. A segunda: pessoas. Uma conversa pode valer muito mais que dezenas de posts num blog ou centenas de tweets.

É importante deixar claro que essas fontes de informações são dinâmicas, mas, com o tempo, alguns temas vão perdendo a importância na sua vida e outros aparecerão. Continue andando em frente. É fácil apagar um feed e assinar outro, você pode deixar de seguir uma pessoa e resolver acompanhar outra. As fontes não são para sempre, e você não precisa ficar amarrado ao que tem hoje.

iMasters

John Barker drives Maserati GranTurismo MC Stradale


Gol Rallye. O asfalto é opcional.


Top Gear: Ferrari F40 vs. Porsche 959


Force Dynamics 401cr test drive with iRacing


Chris Harris drives McLaren MP4-12C


A Classe C na Web


A Classe C é, sem dúvida, a maior responsável pelo crescimento da Internet nos últimos três anos. Se em 2007 o Brasil possuía 37 milhões de usuários, fechamos 2010 com aproximadamente 75 milhões, ou seja, o dobro de usuários em apenas três anos. Muito se deve à entrada das classes baixa renda na web nesse período, e o mercado deve agradecer e ficar de olho na classe predominante do Brasil - a Classe C é responsável por 51% da população nacional, algo em torno de 100 milhões de pessoas.

E todo esse grande número de pessoas tem sido beneficiado com a estabilidade da nossa economia e, com isso, tem comprado mais. E não só mais em quantidade, mas também em qualidade. Afinal, é preciso ter um produto melhor, ainda que se pague em várias parcelas e desde que elas caibam no bolso. E ainda vai além: o consumidor da classe C não está mais atrás de qualquer produto, ele quer qualidade, quer ser bem atendido e quer exclusividade; assim como as classes AB, a Classe C também quer entrar em uma loja e ser bem tratada, quer ter produtos de qualidade e quer mostrar sua ascensão financeira através desses produtos dentro de sua comunidade. E as marcas têm percebido isso e estão mirando na Classe C.

Mas, para garantir que a mira está correta e que o alvo será atingido, é preciso que as marcas conheçam esse público. Vamos destacar alguns pontos:

Sociabilidade é um conceito presente nessa classe. Há tempos que a população de menor poder aquisitivo se ajuda na sua comunidade - vamos definir aqui comunidade como sendo a rua onde moram, bairro ou mesmo o mesmo clube que frequentam. As pessoas comunicam sobre vagas de emprego, promoções em lojas, receitas de bolo, festa do vizinho, filmes, enfim, trocam informações diariamente, repito, a tempos.

Esse comportamento é repetido na Internet. Por isso, a Classe C é a mais ativa nas Redes Sociais, opinando e deixando seus comentários. O poder econômico da Classe C está levando o seu aumento de consumo e esse comportamento, também está migrando para a web. Em 2009, dos 17 milhões de pessoas que compraram na web, 42% delas foram da Classe C, que não estão comprando livros. Estão comprando eletrodomésticos e eletrônicos, produtos que estão acima dos R$ 1.000,00. Isso se deve ao fato de que a Classe C está se acostumando a comprar, por isso, ainda se sente constrangida em entrar em lojas para comprar um produto em várias vezes e acreditam que comprar na Casas Bahia é “coisa de pobre”; além disso, comprar pela web dá a impressão da pessoa ser “antenada”, o que lhe dá status de liderança na comunidade, e isso é levado muito a sério pelas pessoas: “sou formador de opinião”.

Em resumo, esses comportamentos estão sendo potencializados pela web. Aquelas batidas, mas atuais, frases, que a propaganda boca-a-boca é a melhor propaganda e que se antes uma pessoa influenciava 10 pessoas e hoje influencia mil, são verdadeiras. A Internet está ajudando no consumo da Classe C, está fazendo com que ela se relacione mais com outras pessoas e que possa influenciá-los no consumo.

Hoje, a Classe C também não vive mais sem a Internet, e as classes D-E estão sem transformando em Classe C, ou seja, aumenta o volume de pessoas nessa classe e, consequentemente, aumenta o número de usuários da Internet e o número de e-consumidores.

Não deixe de ver e se aprofundar mais no assunto!

iMasters

Lotus Carlton, o Omega super esportivo europeu


O problema da viseira (parte 1: as fontes de informação)

A graduação de computação é certa ou errada? Não sou o primeiro a perguntar isso, nem serei o último. Ela me foi útil, consigo perceber sua influência na minha formação facilmente. Mas sempre faltou algo. É ainda mais fácil perceber o vazio ao terminar o curso.

Durante a graduação, eu fiz coisas que nem todo mundo faz. Aprender tecnologias por fora, criar projetos, só um louco para arranjar tempo entre trabalhos, churrascos e pesquisas. Eu aprendi Delphi, HTML, CSS, JavaScript e PHP por curiosidade, obtive a certificação Zend Certified Engineer, criei softwares por pura vontade de fazer algo que outras pessoas pudessem usar. Eu gostaria que mais alunos seguissem um caminho menos trivial.

Todos querem seguir um caminho diferente? Não, é normal. Eu só acho que todos deveriam vivenciar uma cultura de criação na universidade. De criação de produtos reais. Não estou dizendo para jogar pesquisas científicas fora, longe disso, elas podem ser um grande impulso. Eu só não concordo com pesquisar para no final engavetar.

Faltava para mim o conhecimento de tecnologias novas que estivessem sendo usadas. Eu fui atrás, até hoje faço isso. A universidade não poderia ter me mostrado?

O primeiro passo para despertar essa inquietação é tomar consciência de que você não sairá pronto da graduação. Esse conceito de "pronto" nem deveria existir. Se você também gosta de criar suas coisas e tem interesse em fazer algo útil para as pessoas, então corra atrás. Leia, estude, codifique, converse, conheça pessoas com interesses parecidos. Procure saber se existe um "hora extra" na sua cidade.

Não apresentar algumas tecnologias não é o ponto mais grave, pois é impossível mesmo ter aulas de tudo que estiver sendo usado no mundo da computação. O grande problema em alguns alunos é o que eu vou chamar de "problema da viseira" (do cavalo). Não estou comparando ninguém ao animal, foque na viseira. Muita gente acha que a universidade é suficiente e o que você aprende é o que existe de melhor e mais útil na sua área. Isso limita demais a visão das pessoas, inclusive de pessoas inteligentes e com bastante potencial.

Arranque sua viseira fora e entre no maravilhoso mundo da internet. Parece tolo dizer isso, já que todo estudante de computação conhece a internet. Mas será que é assim mesmo?

A internet hoje é em tempo real, as coisas aparecem e desaparecem rapidamente, não deixe a correnteza passar sem que você pesque alguns peixes. Junte uma base sólida da graduação e o que há de mais novo que ótimos resultados poderão aparecer.

iMasters

Seems like it was his first rally...



Hey, wait for me!

Experiência proporcionada ao cliente é o grande desafio do m-commerce

A revolução da telefonia móvel vem causando frisson em vários setores da economia, principalmente naqueles que têm o consumidor final como seu público-alvo. Para as empresas que se utilizam da internet como ferramenta comercial, o grande desafio é oferecer condições ideais - ou seja, com agilidade, facilidade e segurança - para que o acesso do usuário à internet por meio do aparelho celular seja um convite à repetição.

No Brasil, houve crescimento de 40% no comércio eletrônico entre 2009 e 2010, encerrando o ano com faturamento na casa dos 15 bilhões de reais. A tecnologia 3G, que permite acesso à internet via telefone celular atingiu 11% dos aparelhos - que somam mais de 200 milhões.

Para que o m-commerce venha a atingir no Brasil o nível de popularidade já alcançado em países da Ásia, da Europa e da América do Norte, é necessário um investimento relevante em tecnologia por parte das empresas de e-commerce. Afinal, não basta oferecer, no celular, uma versão reduzida do que se oferece no site da empresa.

É preciso desenvolver toda uma linguagem nova com base na experiência do usuário, num gesto de aproximação sem precedentes dos gostos e das preferências daqueles que poderão se interessar por fazer buscas de produtos e por realizar compras a partir de qualquer lugar que tenha sinal de telefonia móvel. Obviamente, todo esse empenho poderá resultar na necessidade de se fazer ajustes e nas modernizações no próprio site da empresa. Mas os resultados devem compensar todo investimento de tempo e dinheiro.

A tecnologia 3G já está sendo implantada na área financeira. Clientes de algumas instituições bancárias vêm sendo estimulados a acessar suas contas pessoais e a fazer operações simples por meio do celular. Apesar de muitas ferramentas estarem em testes, pagar uma conta fazendo uso do telefone móvel também deve oferecer o mesmo nível de segurança de uma transação bancária via internet. Ou ainda mais.

Os dados pessoais do usuário estarão sempre criptografados, podendo ser acessados somente se o cliente digitar sua senha. Trata-se de um procedimento muito parecido com o débito automático. Basta aproximar o celular de um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance, e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente.

Estão sendo realizados muitos avanços em termos de protocolos, padrões, infraestrutura e aceitação do conceito m-commerce. A maior preocupação, entretanto, continua sendo os itens memória, bateria e segurança.

iMasters

Uma imagem

Ayrton Senna, Lotus John Player Special, 1986 Canadian Grand Prix, Circuit Gilles Villeneuve
Ou ele estava bebendo uma água gelada (já que o líquido de hidratação que estava armazenado no carro ficaria quente, se é que já existia sistema de hidratação para o piloto) ou ele estava vomitando para perder um pouco de peso...

Até onde valem as ações por e-mail marketing?

Entramos no ano de 2011 com a certeza de que a área tecnológica vai dominar ainda mais as ações no mercado e a batalha pela preferência do cliente e pelo consumidor. Porém, um assunto que para muitos é um tanto ultrapassado volta à tona quando percebemos o quanto ele ainda se faz presente no nosso dia a dia: o marketing via e-mail.

De acordo com os dados levantados pela empresa Royal Pingdom, especializada em monitorar o tráfego na internet, no ano passado circularam no mundo mais de 107 trilhões de mensagens via e-mail. O espantoso é que 89% desse total, ou 95,3 trilhões de e-mails, eram indesejados. Ou seja, mais contribuíram para arranhar a imagem da empresa/serviço do que para o aumento de lucro ou de faturamento.

Na outra ponta da corda, no entanto, estão incontáveis empresas que ainda apostam nesse tipo de propaganda como a melhor forma de se comunicar com o seu público ou cliente. Esse número é crescente, e profissionais da área garantem que o e-mail marketing ainda é um dos serviços mais solicitados às agências de publicidade.

O principal problema, porém, é de que forma o cliente pode ser abordado pela chamada mala-direta, já que a cada dia que passa, mais empresas utilizam-se desse artifício.

Coloque-se no lugar do seu cliente ou usuário: como você se sentiria (ou se sente, provavelmente, todos os dias) ao ver dezenas e centenas de e-mails na sua caixa de mensagens, sendo a grande maioria deles com informações inúteis para você, com apenas propaganda mal direcionada?

Esse é um dos maiores erros cometidos pelas empresas que decidem usar e-mail marketing. Simplesmente enviar propaganda, para uma base qualquer de usuários, sem nenhum foco - e, tantas vezes, sem o consentimento do usuário -, é não só ineficaz, mas também ruim para a sua imagem.

Por isso, é extremamente necessário que as ações de e-mail marketing sejam bem embasadas e estruturadas, assim como toda a campanha de marketing digital na qual essa ação está inserida. Um projeto perdido representa prejuízo financeiro e para a imagem da sua empresa. Um e-mail enviado a milhares de pessoas pode valer menos que uma mensagem individualizada a quem você quer realmente alcançar.

Prova disso são os sites de emprego, como Catho e Vagas. Eles deixaram de enviar e-mails às pessoas cadastradas com o título "1.450 empregos em São Paulo" e passaram a utilizar "Fábio (o nome do usuário), temos 15 vagas abertas com seu perfil, na sua região".

Agora me responda: se esses dois e-mails caírem na sua caixa postal, qual deles você abrirá primeiro? O genérico, que não é direcionado a você e que não te interessa, ou o personalizado/individualizado, que poupa tempo, principalmente no processo de busca à informação?

Observe bem como você está projetando suas campanhas e onde elas podem correr o risco de estarem falhas. Com isso, sua empresa passa a focar e a direcionar para alvos corretos e rentáveis na capacitação de clientes.

iMasters

Destaques do Geneva Auto Show 2011


Volkswagen Bulli Bus Concept




Bentley Continental ISR




SEAT IBX




Lamborghini Aventador




Mitsubishi's Global Small Car concept




Skoda Vision D concept




Audi A3 sedan concept




Mercedes-Benz SLK-Class




Mercedes-Benz C-Class Coupe




Mini Rocketman concept




Porsche Panamera Hybrid




Ferrari FF




Pagani Huayra




Subaru Rear Wheel Drive Sports Car chassis




Toyota FT-86 II Concept




BMW Vision ConnectedDrive concept




BMW Connect to Drive Features




Alfa Romeo 4C concept




Aston Martin Virage




Morgan Threewheeler




Chevrolet Cruze hatchback




CanAm Spyder Roadster Hybrid




Jaguar XKR-S




Suzuki Swift S Concept


Mark Webber e seu Porsche 911 GT2 RS


Os 10 mandamentos dos sites corporativos

Sempre que uma nova empresa é criada ou quer reformular seu site corporativo, surgem muitas dúvidas de como deixá-lo atrativo e bem elaborado. Confira então os 10 mandamentos para que ele fique funcional e atraente.

1º mandamento: Não deixarás o site pesado.

Mesmo sua empresa tendo uma internet muito boa, seu cliente pode não ter. Ainda existem pessoas que usam internet discada, e um site pesado demora muito para abrir. Isso pode fazer com que potenciais clientes simplesmente desistam de acessá-lo.

2º mandamento: Não poluirás seu site.

Tenha em mente que o chique é ser simples. Um bom site corporativo não tem que ter 10 mil cores diferentes ou 500 efeitos de deixar qualquer um de boca aberta. Bom é aquele que tem poucas cores e faz com que elas sejam harmoniosas, sem agredir os olhos dos internautas. Quanto aos efeitos especiais, use-os com moderação. Tudo o que há em excesso, em vez de ser moderno, pode ser irritante.

3º mandamento: Testará seu site em vários browsers.

Para alguns profissionais de TI, é difícil entender por que ainda existem pessoas que insistem em utilizar o Internet Explorer como browser. Por isso, lembre-se de testar seu site nos principais browsers para ter certeza de que, independentemente do browser utilizado pelo internauta, ele verá o site da forma correta.

4º mandamento: Não deixará seu site uma baderna.

O site é a fachada de sua empresa na internet. Deixá-lo bagunçado é o mesmo que receber um cliente num escritório sujo e desorganizado. A impressão não será boa, e isso pode acarretar no sumiço deles.

5º mandamento: Site não é lugar para brincar de esconde-esconde.

Uma das piores coisas é ficar escondendo links importantes. Quanto mais prático seu site for, mais o cliente irá gostar. As pessoas tendem a não ter muita paciência na internet, pois a associam a algo ágil e prático. Quanto menos cliques, melhor.

6º mandamento: Revisará todo o texto que for publicado.

Os textos de um site devem ser muito bem escritos. Uma vírgula no lugar errado pode fazer com que o cliente entenda erroneamente o que se quis dizer. Tome cuidado também com os erros ortográficos, que são um dos maiores “pecados” que seu site poder ter. Isso transmite claramente uma imagem de descaso e de falta de profissionalismo por parte de sua empresa.

7º mandamento: Responderás os e-mails de contatos feitos pelo site.

Não responder os e-mails que foram enviados pelo site pode lhe trazer alguns problemas. Primeiramente, o cliente poderá acreditar que o site não está funcionando direito e com isso não fazer uma segunda tentativa. Ou, pior ainda, pode acreditar que está havendo um descaso por parte da empresa.

8º mandamento: Não colocarás aquilo que não podes oferecer.

Não pense que quanto mais serviços você colocar em seu site corporativo, mais bonito ele ficará. Se algum cliente entrar em contato solcitando um serviço anunciado no site que a empresa não pode oferecer, o descrédito será total.

9º mandamento: Terás referências.

Atualmente, as pessoas sempre procuram referências antes de comprar ou de solicitar qualquer tipo de serviço. Por isso, é interessante ter uma página na qual se apresente clientes satisfeitos. Colha depoimentos e os publique com autorização dos clientes.

10º mandamento: Integrará seu site com mídias sociais.

As mídias sociais farão o papel de “outdoor eletrônico” para sua empresa, enquanto o site será sua sede. A boa integração entre ambos é sempre importante, pois a partir das mídias sociais você atrairá novos clientes e manterá os atuais sempre atualizados.

Por fim, procure uma boa empresa para criar e para atualizar seu site corporativo. Profissionais “quebra-galho” não darão conta do recado. Lembre-se da importância que um site tem para o seu negócio.

iMasters

Porsche "na cola" do Nissan GT-R


Em uma campanha ousada (e perigosa?), duas mulheres, a bordo de um Nissan GT-R, colaram decalques nos para-brisas de Porsches estacionados na rua. O objetivo era convocar clientes da marca de Stuttgart a realizarem um test drive do supercarro da marca japonesa, no Nürburgring Nordschleife.

Pagani Zonda R onboard in the wet!


4RM: o sistema 4X4 da Ferrari FF explicado


Quando a Ferrari disse que o sistema 4RM de tração integral do shooting brake FF tem metade do peso de um sistema 4X4 convencional, havia um mistério a ser revelado. Na edição 2011 do Salão de Genebra, o diretor técnico da marca do cavallino rampante, Roberto Fedeli, esclareceu as dúvidas.

A ideia parece simples: há uma caixa de câmbio sobressalente na frente do motor! Sim, há um sistema de transmissão para as rodas dianteiras do FF, utilizando até 20% dos 504 lb-ft de torque gerados pelo V12 de 651 CV. Impulsionada por uma engrenagem cônica, localizada fora do virabrequim, a transmissão dianteira é um conjunto de engrenagens helicoidais (como em um câmbio manual convencional) com duas velocidades para a frente e ré.

Como pode uma caixa de duas velocidades na dianteira trabalhar em conjunto com uma caixa de sete velocidades na traseira? Bem, a primeira marcha do câmbio dianteiro possui relação 6% mais longa que a segunda da transmissão traseira, e a segunda marcha da frente é 6% mais longa que a quarta da traseira. Por sua vez, ambas as marchas a ré são idênticas.

Assim, a primeira marcha da transmissão dianteira cobre a primeira e segunda marchas do câmbio traseiro, e a segunda marcha da frente cobre a terceira e a quarta da traseira. O sistema de tração integral não funciona quando o carro está engrenado a partir da quinta marcha, mas a Ferrari diz que a força entregue 100% nas rodas traseiras é facilmente "domada" pelos pneus traseiros. Além disso, a empresa acrescenta que o sistema serve apenas para tornar o FF mais utilizável em diferentes condições, cumprindo a missão do carro, que é poder ir a qualquer lugar.

A força gerada pela transmissão dianteira é distribuída eletronicamente, através de duas embreagens hidráulicas, uma para cada roda. Dependendo da patinagem das embreagens, a velocidade das rodas dianteiras pode igualar a das traseiras. Além disso, o sistema também pode usar vetorização de torque para distribuir energia entre as rodas.

O 4RM faz tudo isso e pesa menos de 40 Kg, cerca de metade de um sistema de tração integral convencional.

Clique na imagem acima para visualizá-la em maior resolução.

Army Salute FAIL! Friendly Fire WIN!


Poderiam estar presentes no Gran Turismo 5...

Carros

Por diversas razões, como gostos pessoais, histórico do veículo, comportamento em pista e originalidade, a lista abaixo mostra alguns carros que poderiam fazer parte da lista de bólidos disponíveis no Gran Turismo 5:


Ford GT90: um carro-conceito bastante pesado, mas que tinha um motor bastante potente, com quatro turbos, era só assobios quando acelerava.


Suzuki Cultus Pikes Peak: apesar de ter sua imagem "apagada" pelo fato de ser um pouco menos veloz que o Escudo Pikes Peak e custar o mesmo preço, mesmo assim, era potente o suficiente para vencer qualquer prova... desde que o Escudo não estivesse na pista!


Shelby Daytona Cobra Coupè: um carro vencedor de endurances como Le Mans e Sebring, tinha um motor V8 que emitia o som característico dos propulsores da época, além de ter um sistema de escapamento que fazia com que o carro fosse "rouco".


Renault Espace F1: a bizarra mistura de uma van com a mecânica do Williams FW15C, com muita fibra de carbono, tornava o veículo um meio de transporte rápido e nada convencional, digno de um autoentusiasta.



Nissan R33 Drag GTR, Nissan Drag 180SX: dois carros que não faziam curvas, mas eram rápidos em retas. Nem o Test Course era um circuito bom para eles, nas curvas, era preciso desacelerar. Um circuito de arrancada no Gran Turismo seria o melhor para eles.


F090/S, F094/H, F094/S, F686/M, F687/S, F688/S: carros de Fórmula 1 reais, mas com nomes e pinturas fictícias. Um campeonato com estes carros, no lugar do fictício Formula Gran Turismo, seria ideal.


Mercedes-Benz Patent Motor Wagen 1886: o primeiro carro com motor a gasolina no mundo. Não era possível disputar corridas com ele, e mesmo se pudesse... e se tivessem criado um Special Event só com essas carroças motorizadas? Seria a corrida mais entediante... pelo menos, eu dava algumas voltas de vez em quando com ele em pistas curtas para variar um pouco...


Mercedes-Benz Daimler Motor Carriage 1886: pelas mesmas razões descritas acima...


Auto Union V16 Type C Streamline 1937: esse eu nunca vi, pois conheci apenas a versão japonesa do Gran Turismo 4, na qual este histórico carro não estava disponível. No entanto, pelo histórico sucesso desse veículo nas pistas da década de 1930, teria que estar presente na quinta versão do simulador.


Viper GTSR Team Oreca, STP Viper GT, Viper GTSR
Saleen SR Widebody
Vector M12, Wiegert Vector W8 Twin Turbo



Circuitos

Test Course: se tem alguma coisa que estava faltando no Gran Turismo 5 são os testes "de revista" que existiam nas outras versões do simulador, como o tempo de aceleração de zero a 100 Km/h, zero a mil metros e velocidade máxima. Tudo isto em volta de um circuito de testes, cujas curvas tinham inclinações que tornavam o hábito de tirar o pé do acelerador um "pecado capital".


Seattle Circuit: do Gran Turismo 2 ao 4, era um de meus circuitos favoritos.


Rome Circuit: está certo, há um circuito no Gran Turismo 5 crivado nas ruas de Roma. No entanto, este não passa nem perto do desafiador traçado que existia no Gran Turismo 2. Adorava pilotar as 2 Horas de Roma pelo menos uma vez por semana, de tão legal que era aquela pista.


Pikes Peak Hill Climb: por qual razão o circuito de hill climb mais famoso do mundo foi removido da série Gran Turismo? Bom, ainda que a versão que existia no simulador tinha só o setor de estradas de terra, sem contar com a parte asfaltada...


Apricot Hill Speedway, Midfield Raceway, Apricot Hill Speedway, Red Rock Valley Speedway, Tahiti, Grindelwald: circuitos fictícios do Gran Turismo, bastante técnicos e rápidos. Menção honrosa às duas últimas, inspiradas numa das ilhas paradisíacas da Polinésia Francesa e na cidade suiça.


Motorsports Land: de tão estreito, poderia fazer parte de um campeonato específico para os Karts, que só têm préstimo num Special Event com três provas.


Infineon Raceway: um dos circuitos mais famosos dos Estados Unidos esteve presente somente na quarta versão do Gran Turismo. Um cenário quase perfeito para provas da NASCAR no Gran Turismo 5, não fosse o Daytona Superspeedway, mas que poderia estar no lugar do Grand Valley Speedway, onde não consegui vencer no B-Spec.


Twin Ring Motegi: um dos circuitos mais famosos do Japão também só existiu no Gran Turismo 4. Uma das provas do Super GT na quinta versão do simulador poderia ser nessa pista.


Citta di Aria, Costa di Amalfi, Opera Paris, Hong Kong, New York, Seoul Central: são circuitos de rua, o que já é motivo para terem continuado a fazer parte do Gran Turismo...


E para você? Existe algum circuito, carro ou algo especial existente nas outras versões do Gran Turismo que poderiam estar na última?