Robert Kubica Tries Richard Burns Rally
Publicado: segunda-feira, 7 de março de 2011 às 12:26
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Carnaval também é Rock 'n' Roll!
Publicado: segunda-feira, 7 de março de 2011 às 07:45
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Ayrton Senna: The Movie [German Trailer]
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Publicado: domingo, 6 de março de 2011 às 17:27
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Redes sociais: não se mede o valor de um relacionamento somente com números
O "mercado" de internet vive de estatísticas. Semanalmente, um instituto, uma empresa ou uma agência divulga um estudo relacionado a algum fenômeno da web. Dessa forma, tomamos conhecimento, por exemplo, que 33% das mulheres da chamada classe média digital no Brasil, Argentina e México preferem a internet à TV (Razorfish/Terra); que 60% dos internautas aprovam o uso das redes sociais como forma de promoção e divulgação de produtos (Ibope Nielsen Online); ou que o Facebook cresceu 102% no Brasil entre setembro de 2009 e maio de 2010 (Ibope).
As próprias plataformas da internet são fartas para fornecer números. Uma simples pesquisa do Google já mostra o número de referências de uma determinada palavra na web (marketing digital, por exemplo, possui 145.000.000 de resultados); o Google Analytics fornece inúmeras estatísticas sobre as visitas no seu site, o LinkedIn destaca quantas conexões você tem no mercado profissional; no Facebook, você pode contar o número de amigos e, no Twitter, o de seguidores.
Se há tantos números para usar e é tão fácil "medir", é natural se empregar as várias estatísticas existentes para avaliar os resultados da atuação das empresas nas redes sociais. Esse recurso serve inclusive para concretizar os resultados sempre tão intangíveis do marketing e justificar os investimentos, não é mesmo?
Infelizmente, a equação" não é tão simples de resolver. Lembre-se, estamos falando justamente de "redes sociais", interação entre pessoas, e não se mede o valor de um relacionamento somente com números.
É claro que, em uma campanha, as estatísticas são essenciais para se quantificar os resultados e a evolução do trabalho. Porém, não se pode esquecer do lado qualitativo, o que nas redes sociais é o que faz a diferença. Vale mais ter um punhado de amigos e seguidores que conhecem o seu produto, compram, interagem, compartilham e o elogiam para toda a comunidade do que um milhão de seguidores sem nenhum vínculo com o seu produto e que estão na lista somente para retribuir o "follow".
Empresas e agências que atuam há mais tempo nas redes já utilizam indicadores qualitativos, baseados em três conceitos básicos: relevância, influência e engajamento. Uma ação é relevante quando consegue ter receptividade do púlbico-alvo e influente ao estimular as pessoas a acompanhar as ações da empresa e tornarem-se clientes. Por sua vez, engajamento é a capacidade de transformar seguidores e fãs em defensoras da empresa, do produto ou da marca.
Em termos práticos, isso significa desenvolver não apenas novos parâmetros de avaliação das ações, mas também repensar os objetivos e as estratégias. Como esse ainda é um campo novo no qual o que funciona ou não é aprendido no dia a dia, ainda há poucas referências. Uma proposta realista é apresentada pelo consultor José Antonio Ramalho, autor de Mídias Sociais na Prática, que defende o ROE (Return Of Engagement) como indicador qualitativo para avaliar o retorno das campanhas. Formular o ROE depende de questionamentos, entre eles: Como é possível medir o índice de satisfação de um cliente, investidor ou empregado que participa das mídias sociais? Como medir o quanto as mídias sociais estão ajudando o SAC da empresa? Qual o ROI de um gerenciamento de crise? O peso de cada indicador vai variar de acordo com segmento de atuação, objetivos, perfil da empresa e dos públicos a serem atingidos.
Avaliar o trabalho realizado nas redes sociais pelo lado qualitativo pode ser complexo, mas em compensação gera uma percepção muito mais completa sobre a influência da empresa e, por consequência, a fidelização de seus clientes e consumidores.
iMasters
As próprias plataformas da internet são fartas para fornecer números. Uma simples pesquisa do Google já mostra o número de referências de uma determinada palavra na web (marketing digital, por exemplo, possui 145.000.000 de resultados); o Google Analytics fornece inúmeras estatísticas sobre as visitas no seu site, o LinkedIn destaca quantas conexões você tem no mercado profissional; no Facebook, você pode contar o número de amigos e, no Twitter, o de seguidores.
Se há tantos números para usar e é tão fácil "medir", é natural se empregar as várias estatísticas existentes para avaliar os resultados da atuação das empresas nas redes sociais. Esse recurso serve inclusive para concretizar os resultados sempre tão intangíveis do marketing e justificar os investimentos, não é mesmo?
Infelizmente, a equação" não é tão simples de resolver. Lembre-se, estamos falando justamente de "redes sociais", interação entre pessoas, e não se mede o valor de um relacionamento somente com números.
É claro que, em uma campanha, as estatísticas são essenciais para se quantificar os resultados e a evolução do trabalho. Porém, não se pode esquecer do lado qualitativo, o que nas redes sociais é o que faz a diferença. Vale mais ter um punhado de amigos e seguidores que conhecem o seu produto, compram, interagem, compartilham e o elogiam para toda a comunidade do que um milhão de seguidores sem nenhum vínculo com o seu produto e que estão na lista somente para retribuir o "follow".
Empresas e agências que atuam há mais tempo nas redes já utilizam indicadores qualitativos, baseados em três conceitos básicos: relevância, influência e engajamento. Uma ação é relevante quando consegue ter receptividade do púlbico-alvo e influente ao estimular as pessoas a acompanhar as ações da empresa e tornarem-se clientes. Por sua vez, engajamento é a capacidade de transformar seguidores e fãs em defensoras da empresa, do produto ou da marca.
Em termos práticos, isso significa desenvolver não apenas novos parâmetros de avaliação das ações, mas também repensar os objetivos e as estratégias. Como esse ainda é um campo novo no qual o que funciona ou não é aprendido no dia a dia, ainda há poucas referências. Uma proposta realista é apresentada pelo consultor José Antonio Ramalho, autor de Mídias Sociais na Prática, que defende o ROE (Return Of Engagement) como indicador qualitativo para avaliar o retorno das campanhas. Formular o ROE depende de questionamentos, entre eles: Como é possível medir o índice de satisfação de um cliente, investidor ou empregado que participa das mídias sociais? Como medir o quanto as mídias sociais estão ajudando o SAC da empresa? Qual o ROI de um gerenciamento de crise? O peso de cada indicador vai variar de acordo com segmento de atuação, objetivos, perfil da empresa e dos públicos a serem atingidos.
Avaliar o trabalho realizado nas redes sociais pelo lado qualitativo pode ser complexo, mas em compensação gera uma percepção muito mais completa sobre a influência da empresa e, por consequência, a fidelização de seus clientes e consumidores.
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Publicado: domingo, 6 de março de 2011 às 12:25
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Na Europa eu sou o campeão da Fórmula Ford. Aqui eu dirijo um Corcel II álcool, o campeão da economia. (Com Ayrton Senna)

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Publicado: sábado, 5 de março de 2011 às 17:11
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Como o planejamento pode ser criativo?
Dependendo do tamanho de uma agência de publicidade, ou da sua filosofia, ela pode ter um número maior de áreas, com nomes e objetivos diferentes. Mas todas terão, sempre, Atendimento, Planejamento, Mídia e Criação. Nenhuma é mais importante do que a outra, pois se uma não fizer bem o seu trabalho, as outras são prejudicadas.
E, por mais que exista um departamento de criação dentro da agência, ela não é a única responsável pela criatividade no desenho do projeto ou no caminho da marca. Todas as áreas devem ser criativas, como forma de auxiliar no processo de criação. Aliás, a criação é um processo e, como todo processo, passa por fases até chegar a um resultado final.
O Atendimento precisa ser criativo na forma de explorar as reuniões com o cliente e entregar o maior número de informações à equipe da agência. Também é necessário que o atendimento conheça o cliente a fundo, de forma que consiga passar insumos que o marketing não enxergou, mas que ele entenda como relevante.
A área de Mídia também precisa ser criativa, ainda mais em um mundo onde cada vez mais a mídia está fragmentada. Se há 20 anos existiam 5 canais de TV, 10 revistas e 15 jornais, hoje qualquer pacote de TV a Cabo tem 80 canais, existem revistas de todos os assuntos e para todos os públicos e jornais aos monte, até gratuitos.
Mas, e o Planejamento? Por que esse departamento precisa ser criativo? Planejamento não é aquela área que cuida apenas dos números?
Não!
Claro que os profissionais de planejamento estratégico digital precisam, sim, entender de números, dados, pesquisas, análises, concorrência, mercado, marca, estratégia e, finalmente, de pessoas. Não deve-se entender que o target são números, mas sim que trata-se de pessoas, que são imprevisíveis e que podem decidir comprar ou não um produto porque a embalagem é azul e elas preferem uma vermelha.
A criatividade tem que estar no DNA de um profissional de planejamento estratégico digital. É ele que vai inspirar a criação a fazer um excelente trabalho, seja através de um briefing para a criação ou mesmo no brainstorm.
Não deve-se ver o planner criando um layout, mesmo porque os "criativos da Criação" são bem mais capazes, mas deve-se ver o planejamento dando o primeiro "start", um direcionamento para a criação, algo como pegar o criativo, colocá-lo no carro, mostrar a estrada e dizer: "Precisamos chegar na cidade X, vai nessa, amigo".
O planejamento precisa ter referências, analisar tendências, entender a cabeça do consumidor e, a partir desses pontos, extrair o que há de melhor em cada item avaliado, depois transformar isso em informação relevante para apresentar à agência e mostrar o que é relevante na comunicação da marca e como impactar o consumidor para que esse converta nos objetivos.
O processo parece complexo, mas não é. Para ser criativo é preciso estar atento e antenado a tudo o que acontece. Em cases, campanhas, ações em redes sociais, melhores práticas da concorrência ou mesmo de empresas que não sejam do segmento que você está atuando. Para ser criativo é preciso de informação. Busque isso!
iMasters
E, por mais que exista um departamento de criação dentro da agência, ela não é a única responsável pela criatividade no desenho do projeto ou no caminho da marca. Todas as áreas devem ser criativas, como forma de auxiliar no processo de criação. Aliás, a criação é um processo e, como todo processo, passa por fases até chegar a um resultado final.
O Atendimento precisa ser criativo na forma de explorar as reuniões com o cliente e entregar o maior número de informações à equipe da agência. Também é necessário que o atendimento conheça o cliente a fundo, de forma que consiga passar insumos que o marketing não enxergou, mas que ele entenda como relevante.
A área de Mídia também precisa ser criativa, ainda mais em um mundo onde cada vez mais a mídia está fragmentada. Se há 20 anos existiam 5 canais de TV, 10 revistas e 15 jornais, hoje qualquer pacote de TV a Cabo tem 80 canais, existem revistas de todos os assuntos e para todos os públicos e jornais aos monte, até gratuitos.
Mas, e o Planejamento? Por que esse departamento precisa ser criativo? Planejamento não é aquela área que cuida apenas dos números?
Não!
Claro que os profissionais de planejamento estratégico digital precisam, sim, entender de números, dados, pesquisas, análises, concorrência, mercado, marca, estratégia e, finalmente, de pessoas. Não deve-se entender que o target são números, mas sim que trata-se de pessoas, que são imprevisíveis e que podem decidir comprar ou não um produto porque a embalagem é azul e elas preferem uma vermelha.
A criatividade tem que estar no DNA de um profissional de planejamento estratégico digital. É ele que vai inspirar a criação a fazer um excelente trabalho, seja através de um briefing para a criação ou mesmo no brainstorm.
Não deve-se ver o planner criando um layout, mesmo porque os "criativos da Criação" são bem mais capazes, mas deve-se ver o planejamento dando o primeiro "start", um direcionamento para a criação, algo como pegar o criativo, colocá-lo no carro, mostrar a estrada e dizer: "Precisamos chegar na cidade X, vai nessa, amigo".
O planejamento precisa ter referências, analisar tendências, entender a cabeça do consumidor e, a partir desses pontos, extrair o que há de melhor em cada item avaliado, depois transformar isso em informação relevante para apresentar à agência e mostrar o que é relevante na comunicação da marca e como impactar o consumidor para que esse converta nos objetivos.
O processo parece complexo, mas não é. Para ser criativo é preciso estar atento e antenado a tudo o que acontece. Em cases, campanhas, ações em redes sociais, melhores práticas da concorrência ou mesmo de empresas que não sejam do segmento que você está atuando. Para ser criativo é preciso de informação. Busque isso!
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Publicado: sábado, 5 de março de 2011 às 12:28
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VCA Race Run 2010 - Valparaíso, Chile - Onboard
Publicado: sábado, 5 de março de 2011 às 07:39
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DVD do filme "Senna" em pré-venda

Já encomendei o meu DVD. Se adiarem ainda mais o prazo de entrega, minha ansiedade vai aumentar exponencialmente... espero que não fique insuportável... a ansiedade!
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Publicado: sexta-feira, 4 de março de 2011 às 17:20
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Passos para uma taxa de rejeição cada vez menor
Sabemos que o antigo ditado "a primeira impressão é a que fica" é verdadeiro, e exerce um grande poder no universo virtual. Isso acontece porque, as empresas online precisam aperfeiçoar as suas "primeiras impressões" em todos os aspectos, para conquistar os consumidores que visitam a loja e conseguir reduzir a taxa de rejeição dentro das mesmas.
A taxa de rejeição em uma loja virtual trata-se da porcentagem de visitantes que entram em uma determinada página, especialmente via resultados em sites buscadores, e após verificar o que desejam, deixam a loja, sem visitar nenhum outro departamento. Essa taxa é usada para medir a eficácia das páginas de destino, sendo ligada ao SEO e às campanhas de Links Patrocinados.
Existem casos em que uma determinada página da loja online pode ser projetada para dar ao consumidor algumas informações que ele precisa e nada mais. Nessa situação, a taxa de rejeição se torna uma métrica relevante, pois possibilita avaliar se esta página tem sido interessante ao consumidor ou não. No entanto, adverte-se que uma alta taxa de rejeição significa que a loja virtual apresenta uma má impressão diante dos potenciais clientes.
É interessante, portanto, que a taxa de rejeição na loja virtual seja baixa, em torno dos 30%, sendo calculada através de uma relação entre a quantidade de visitas na página e a quantidade de visitantes que deixaram a mesma sem nenhum clique a mais. Para reduzir a taxa de rejeição em uma loja virtual, é possível destacar alguns passos:
01. Apresentar dados úteis aos clientes
Ter uma loja virtual apresentável, com design personalizado que identifique o seu público-alvo é muito importante, pois atrai os consumidores. Contudo, possuir nível de dados e conteúdo que agrade a preferência do cliente de forma bem disposta é fundamental para não só conquistar a atenção do mesmo, como para mantê-lo dentro da loja.
02. Priorizar e otimizar
É essencial priorizar as páginas da loja virtual que mais atraem o consumidor. No entanto, é necessário que todas as páginas sejam oferecidas aos clientes com o máximo de qualidade, personalização e conteúdo. É imprescindível, inclusive, otimizar o empreendimento para alcançar maior nível de divulgação junto ao mercado virtual.
03. Apostar no perfil do cliente: segmentação
Direcionar os serviços e produtos da loja virtual ao público correto garante muito mais retorno quando o assunto é visitas e conversões. Para auxiliar nessa questão, é possível segmentar o empreendimento, direcionando-o aos verdadeiros clientes em potencial, uma vez que os possíveis clientes terão interesse nas informações contidas na loja e navegarão por ela, diminuindo a taxa de rejeição.
04. Diminuir o tempo de carregamento
O tempo de carregamento das páginas da loja virtual é um fator fundamental não apenas para as campanhas de SEO, mas também para que os visitantes permaneçam navegando na loja. Por isso, é preciso desativar plugins desnecessários e otimizar imagens e códigos para acelerar o tempo de carregamento da loja. Quando o tempo de carregamento das páginas é menor, os visitantes são mais propensos a ver as páginas adicionais.
05. Evitar links externos
Uma alternativa que parece uma boa solução pode, ao invés de reduzir a taxa de rejeição, aumentá-la. É o uso de links externos. Muitas vezes, inserir hiperlinks para páginas com mais informações, inibe o consumidor, levando-o a deixar a loja. Por isso, cuidados devem ser tomados ao utilizar esse recurso, considerando sua utilização apenas de forma interna.
06. Manter palavras-chave específicas
É de fundamental importância que as palavras-chaves utilizadas para a otimização em sites de busca mantenham-se específicas para que atraia justamente o público-alvo da loja, como já apresentado. Por isso, é essencial analisar e escolher quais palavras geram mais retornos para a loja virtual.
Entende-se, por fim, que a proporção é simples: quanto menor a taxa de rejeição, mais os visitantes navegam dentro da loja, o que melhora a taxa de conversão, ou seja, o número de vendas realizadas dentro da loja virtual é ampliado. Pode-se, portanto, a partir desses passos, implantar no empreendimento, técnicas que possibilitam ao negócio, alcançar seu sucesso reduzindo a temida taxa de rejeição no e-commerce.
Boas vendas!
iMasters
A taxa de rejeição em uma loja virtual trata-se da porcentagem de visitantes que entram em uma determinada página, especialmente via resultados em sites buscadores, e após verificar o que desejam, deixam a loja, sem visitar nenhum outro departamento. Essa taxa é usada para medir a eficácia das páginas de destino, sendo ligada ao SEO e às campanhas de Links Patrocinados.
Existem casos em que uma determinada página da loja online pode ser projetada para dar ao consumidor algumas informações que ele precisa e nada mais. Nessa situação, a taxa de rejeição se torna uma métrica relevante, pois possibilita avaliar se esta página tem sido interessante ao consumidor ou não. No entanto, adverte-se que uma alta taxa de rejeição significa que a loja virtual apresenta uma má impressão diante dos potenciais clientes.
É interessante, portanto, que a taxa de rejeição na loja virtual seja baixa, em torno dos 30%, sendo calculada através de uma relação entre a quantidade de visitas na página e a quantidade de visitantes que deixaram a mesma sem nenhum clique a mais. Para reduzir a taxa de rejeição em uma loja virtual, é possível destacar alguns passos:
01. Apresentar dados úteis aos clientes
Ter uma loja virtual apresentável, com design personalizado que identifique o seu público-alvo é muito importante, pois atrai os consumidores. Contudo, possuir nível de dados e conteúdo que agrade a preferência do cliente de forma bem disposta é fundamental para não só conquistar a atenção do mesmo, como para mantê-lo dentro da loja.
02. Priorizar e otimizar
É essencial priorizar as páginas da loja virtual que mais atraem o consumidor. No entanto, é necessário que todas as páginas sejam oferecidas aos clientes com o máximo de qualidade, personalização e conteúdo. É imprescindível, inclusive, otimizar o empreendimento para alcançar maior nível de divulgação junto ao mercado virtual.
03. Apostar no perfil do cliente: segmentação
Direcionar os serviços e produtos da loja virtual ao público correto garante muito mais retorno quando o assunto é visitas e conversões. Para auxiliar nessa questão, é possível segmentar o empreendimento, direcionando-o aos verdadeiros clientes em potencial, uma vez que os possíveis clientes terão interesse nas informações contidas na loja e navegarão por ela, diminuindo a taxa de rejeição.
04. Diminuir o tempo de carregamento
O tempo de carregamento das páginas da loja virtual é um fator fundamental não apenas para as campanhas de SEO, mas também para que os visitantes permaneçam navegando na loja. Por isso, é preciso desativar plugins desnecessários e otimizar imagens e códigos para acelerar o tempo de carregamento da loja. Quando o tempo de carregamento das páginas é menor, os visitantes são mais propensos a ver as páginas adicionais.
05. Evitar links externos
Uma alternativa que parece uma boa solução pode, ao invés de reduzir a taxa de rejeição, aumentá-la. É o uso de links externos. Muitas vezes, inserir hiperlinks para páginas com mais informações, inibe o consumidor, levando-o a deixar a loja. Por isso, cuidados devem ser tomados ao utilizar esse recurso, considerando sua utilização apenas de forma interna.
06. Manter palavras-chave específicas
É de fundamental importância que as palavras-chaves utilizadas para a otimização em sites de busca mantenham-se específicas para que atraia justamente o público-alvo da loja, como já apresentado. Por isso, é essencial analisar e escolher quais palavras geram mais retornos para a loja virtual.
Entende-se, por fim, que a proporção é simples: quanto menor a taxa de rejeição, mais os visitantes navegam dentro da loja, o que melhora a taxa de conversão, ou seja, o número de vendas realizadas dentro da loja virtual é ampliado. Pode-se, portanto, a partir desses passos, implantar no empreendimento, técnicas que possibilitam ao negócio, alcançar seu sucesso reduzindo a temida taxa de rejeição no e-commerce.
Boas vendas!
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Publicado: sexta-feira, 4 de março de 2011 às 12:21
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Como funciona o Lexus LFA
Publicado: sexta-feira, 4 de março de 2011 às 08:22
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Pneus Esso. Durabilidade a toda prova. Garantido até o último milímetro.

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Publicado: quinta-feira, 3 de março de 2011 às 17:07
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Planejamento online X planejamento offline: qual a diferença?
Qual a diferença entre o profissional e o processo de planejamento online e offline? Ela realmente existe? Bom, existe, sim, mas o processo é o mesmo.
Pode-se dividir a questão em algumas partes. No quesito "processo de planejamento", as diferenças começam na parte das estratégias. É nesse momento que o profissional de planejamento estratégico digital precisa pesquisar, não há diferenças entre online e offline. No entanto, a diferença não existe no processo, mas na estratégia.
Quando o planner precisa pesquisar e entender os pilares principais, mercado, concorrência, empresa e público-alvo, o processo para o mundo online e offline é o mesmo.
É preciso entender, fazer a imersão nesses quatro pilares, perceber o que se passa no mercado, o que a concorrência faz e não faz, o que é a empresa e o histórico da marca. E, claro, o principal objeto de estudo do planner é entender quem é o público-alvo, o que ele quer, seus desejos e pretensões com a marca, como compra, onde e quem influencia. Esse processo é o mesmo em ambos os mundos.
Passado esse processo de pesquisa, vem o processo de colocar na espinha dorsal do planejamento: objetivo, pesquisas, definição de público, estratégias, táticas, plano de ação, a linha de raciocínio que o planner tem diante a marca. Aí, já há uma diferença entre o online e o offline, pois é aí que o planner vai para o terceiro passo, de desenvolver estratégias, táticas, mensuração, entre outras.
Em um primeiro momento, já pode-se perceber que o mundo digital tem os conceitos de relacionamento, interatividade, colaboração, compartilhamento, engajamento e métricas mais fortes do que no mundo offline, e por um fato que parece simples, mas nem sempre é: as ferramentas facilitadoras. Se um planner, por exemplo, identificou, após a pesquisa, que um game online é uma excelente estratégia para a marca, esse game pode:
* Gerar relacionamento da marca com o consumidor, atrás de experiência de marca ou de exposição de produtos.
* Interatividade está no DNA de um game. O usuário pode colaborar com o game, gerando conteúdo para a marca dentro do game ou em uma rede social do game, outro ponto de impacto da marca com seu consumidor através dessa ferramenta.
* O usuário pode compartilhar o link do game em suas redes, blog, Twitter, MSN, e-mail... o próprio game pode ter links para as redes, facilitando o compartilhamento.
* Se o usuário comprar a ideia do game, o engajamento é quase que garantido. A partir do momento em que ele consegue compartilhar o game com amigos, um passo para o engajamento já foi dado.
* Métricas: é essencial medir cada passo, cada interação, cada compartilhamento, cada colaboração e como tudo isso gera resultados para a marca. Aliás, gerar resultados para a marca é missão primordial para o planner on e offline.
Enfim, diferenças há. Na resposta, na estratégia de cada marca, o digital tem particularidades que o mundo offline não tem, assim como o contrário é verdadeiro. Se você é planner e está na dúvida de qual "mundo" seguir, estude bem cases de planejamento online e offline e defina qual o seu talento, mas lembre-se de que há momentos em que os dois mundos se encontram, ao menos, no processo.
iMasters
Pode-se dividir a questão em algumas partes. No quesito "processo de planejamento", as diferenças começam na parte das estratégias. É nesse momento que o profissional de planejamento estratégico digital precisa pesquisar, não há diferenças entre online e offline. No entanto, a diferença não existe no processo, mas na estratégia.
Quando o planner precisa pesquisar e entender os pilares principais, mercado, concorrência, empresa e público-alvo, o processo para o mundo online e offline é o mesmo.
É preciso entender, fazer a imersão nesses quatro pilares, perceber o que se passa no mercado, o que a concorrência faz e não faz, o que é a empresa e o histórico da marca. E, claro, o principal objeto de estudo do planner é entender quem é o público-alvo, o que ele quer, seus desejos e pretensões com a marca, como compra, onde e quem influencia. Esse processo é o mesmo em ambos os mundos.
Passado esse processo de pesquisa, vem o processo de colocar na espinha dorsal do planejamento: objetivo, pesquisas, definição de público, estratégias, táticas, plano de ação, a linha de raciocínio que o planner tem diante a marca. Aí, já há uma diferença entre o online e o offline, pois é aí que o planner vai para o terceiro passo, de desenvolver estratégias, táticas, mensuração, entre outras.
Em um primeiro momento, já pode-se perceber que o mundo digital tem os conceitos de relacionamento, interatividade, colaboração, compartilhamento, engajamento e métricas mais fortes do que no mundo offline, e por um fato que parece simples, mas nem sempre é: as ferramentas facilitadoras. Se um planner, por exemplo, identificou, após a pesquisa, que um game online é uma excelente estratégia para a marca, esse game pode:
* Gerar relacionamento da marca com o consumidor, atrás de experiência de marca ou de exposição de produtos.
* Interatividade está no DNA de um game. O usuário pode colaborar com o game, gerando conteúdo para a marca dentro do game ou em uma rede social do game, outro ponto de impacto da marca com seu consumidor através dessa ferramenta.
* O usuário pode compartilhar o link do game em suas redes, blog, Twitter, MSN, e-mail... o próprio game pode ter links para as redes, facilitando o compartilhamento.
* Se o usuário comprar a ideia do game, o engajamento é quase que garantido. A partir do momento em que ele consegue compartilhar o game com amigos, um passo para o engajamento já foi dado.
* Métricas: é essencial medir cada passo, cada interação, cada compartilhamento, cada colaboração e como tudo isso gera resultados para a marca. Aliás, gerar resultados para a marca é missão primordial para o planner on e offline.
Enfim, diferenças há. Na resposta, na estratégia de cada marca, o digital tem particularidades que o mundo offline não tem, assim como o contrário é verdadeiro. Se você é planner e está na dúvida de qual "mundo" seguir, estude bem cases de planejamento online e offline e defina qual o seu talento, mas lembre-se de que há momentos em que os dois mundos se encontram, ao menos, no processo.
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Publicado: quinta-feira, 3 de março de 2011 às 12:31
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rFactor - Historic GT & Touring Car - Mercedes-Benz 300SLR preview video
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Automobilismo,
Carros,
Image Space Incorporated (ISI),
Mercedes-Benz,
Racing Simulators,
rFactor
Publicado: quinta-feira, 3 de março de 2011 às 07:48
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Mercedes-Benz. The best or nothing. (Super Bowl Commercial)
Publicado: quarta-feira, 2 de março de 2011 às 17:32
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Dale Earnhardt Sr. Tribute shown before 2011 Daytona 500
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Automobilismo,
Dale Earnhardt Sr.,
Daytona 500,
Daytona International Speedway,
National Association for Stock Car Auto Racing (NASCAR)
Publicado: quarta-feira, 2 de março de 2011 às 12:25
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2011 Lamborghini Gallardo Superleggera LP570-4
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Carros,
Lamborghini
Publicado: quarta-feira, 2 de março de 2011 às 07:27
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2012 Volkswagen Passat. Starting arround $20,000. (The Force)
Publicado: terça-feira, 1 de março de 2011 às 17:21
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Hindsight 30: câmera de visão traseira para ciclistas

Luzes sinalizadoras de LED também estão presentes na câmera e na tela. A versão de produção do produto poderá ser revelada no Interbike Show, em Las Vegas, no mês de setembro, ao preço estimado de 249 dólares.
Já está sendo pensado no sucessor do aparelho, o Hindsight 50, com uma câmera frontal, GPS, funções de ciclocomputador e um sensor de forças G, com um preço esperado de 549 dólares.
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Bicicletas,
Cervellum
Publicado: terça-feira, 1 de março de 2011 às 12:16
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Exposição lembra 40 anos do Queen
A exposição Stormtroopers in Stiletto's: Queen, The Early Years foi aberta em Londres para comemorar os 40 anos da banda de rock Queen.Ela traz imagens inéditas do grupo e roupas usadas pelo vocalista Freddie Mercury.
A mostra se concentra no período anterior a um show de 1976 em Londres no qual os músicos passaram a ser mais conhecidos.
Stormtroopers in Stiletto's: Queen, The Early Years fica em cartaz até o dia 12 de março no centro de artes The Old Truman Brewery, no leste da capital britânica.
Publicado: terça-feira, 1 de março de 2011 às 07:47
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Combine worlds. Mix ideas. Blend technologies. Peugeot. Motion & Emotion.
Publicado: segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 às 17:22
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iCar Black Box: para motoristas... e ciclistas?

O iCar Black Box, criado pela 21pixel, custa apenas uma libra esterlina, e constantemente monitora a velocidade, localização e as forças G atuantes. Visando um público-alvo de motoristas, é possível que funcione também em bicicletas, com um suporte no guidão.
O produto promete "reconhecer a diferença entre más condições de pista e uma verdadeira colisão". Em caso de um forte impacto, o aparelho pode ser programado para realizar uma chamada de emergência com apenas um toque na tela ou automaticamente enviar detalhes do local do acidente a um contato de emergência.
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Publicado: segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 às 12:18
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rFactor - GP2 Asia 2011 - Preview Video
Publicado: segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 às 07:31
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Nissan Quest. Innovation for Family. Innovation for All.
Publicado: domingo, 27 de fevereiro de 2011 às 17:35
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Koenigsegg Agera R
Não foram revelados maiores detalhes sobre o desempenho do supercarro, mas o que se espera é que ele tenha uma relação peso-potência bem maior que a do Bugatti Veyron, graças aos 1.330 Kg de peso.
O carro que será mostrado no Salão é uma unidade que já tem dono, um norueguês. O teto virá com uma caixa Thule, em fibra de carbono, na qual estarão guardados dois pares de esquis. O equipamento custa 17.500 libras. Além disso, terá rodas e pneus especiais para neve, ao preço de 7.322 libras.
O pacote "R" poderá ser adquirido separadamente, custando 132 mil libras. Caso o cliente queira apenas a versão "básica" do Agera, terá que desembolsar 875 mil libras. A Koenigsegg prevê que o carro possa atingir 418 Km/h, calçado com os pneus Michelin desenvolvidos especialmente para o veículo sueco.
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Carros,
Koenigsegg
Publicado: domingo, 27 de fevereiro de 2011 às 12:39
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Nigel Mansell ajuda equipe de ciclismo
A equipe competirá nos eventos do Britain's Premier Calendar e está esperançosa quanto a convites para as Halfords Tour Series, o que garantirá uma maior exposição à midia televisiva. Os 11 integrantes da equipe incluem Steven Burke, Niklas Gustavsson, Fredrik Johansson, Gruff Lewis, David McGowan, Filip Rudenstam, Chris Seviour e James Stewart, além dos dois filhos de Nigel Mansell, Leo e Greg.
O compromisso de Nigel Mansell com a organização é apenas o apoio financeiro para a equipe. "A caridade não é apenas o dinheiro que será posto neste projeto, é tudo que vier de Nigel e dos patrocinadores que conseguirmos", disse Bäckstedt. "O nosso objetivo é a divulgação da campanha de caridade, mas, se conseguirmos algum dinheiro para ela, melhor ainda".
A equipe irá operar como um esquadrão de elite amador em 2011, mas uma expansão poderia acontecer em 2012. "Seria ótimo para ser uma equipe continental e ter a possibilidade de entrar no Tour of Britain, por exemplo", disse Bäckstedt. "Mas, para reunir o dinheiro para se registrar como equipe profissional apenas para a Tour of Britain não parecia certo este ano. Veremos se vamos fazer isso em 2012 e 2013, ao mesmo tempo que, obviamente, manter uma equipe base. Mas, se tudo correr como planejado, devemos ficar maiores e melhores no futuro".
Questionado sobre a possibilidade de um retorno ao Paris-Roubaix, Magnus disse: "nunca diga nunca", mas, se eu vou chegar a esse nível novamente, será nesta equipe".
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Steven Burke
Publicado: domingo, 27 de fevereiro de 2011 às 07:31
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BMW 3 Series Convertible. It could save your life.
Publicado: sábado, 26 de fevereiro de 2011 às 17:16
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Redes sociais como fonte de conteúdo
Os números do Nielsen (MUDANÇA: Pesquisas recentes) mostram que o tempo que os usuários gastam no Facebook é mais do que dobro do tempo gasto por eles no Google. Boa parte do consumo de informações desses usuários não provém mais de um sistema de busca, agora eles acompanham o conteúdo compartilhado por seus contatos numa rede social. Esse conteúdo pode variar de mensagens pessoais e fotos até links para artigos interessantes e opiniões próprias sobre um produto ou serviço.
O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.
A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.
O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?
A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.
O Twitter estaria substituindo os feeds? Se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.
Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.
Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.
A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas.
iMasters
O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.
A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.
O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?
A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.
O Twitter estaria substituindo os feeds? Se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.
Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.
Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.
A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas.
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Publicado: sábado, 26 de fevereiro de 2011 às 12:22
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Steering Wheel Buyers Guide
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Jessica Marie Lopez,
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Shaun Cole,
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Publicado: sábado, 26 de fevereiro de 2011 às 07:28
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Nissan Pathfinder. With front independent suspension.
Publicado: sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 às 17:22
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Tiff Needell drives Lexus LFA
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Televisão,
Timothy 'Tiff' Needell
Publicado: sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 às 12:27
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O primeiro híbrido

E o veículo foi chamado Semper Vivus, que usava 4.000 quilos de baterias de chumbo-ácido. Toda a parte mecânica e elétrica é a mesma, ou possui o mesmo esquema, do, por exemplo, Panamera Hybrid, a maior diferença fica apenas na potência e eficiência.
Para celebrar os 111 anos do primeiro carro híbrido, a Porsche levou quatro anos para recriar o Semper Vivus, e mostrará os frutos deste trabalho no próximo Salão de Genebra.
Sensational Porsche World Premiere in Geneva
Porsche presents first functional, full hybrid car in the world, the 'Semper Vivus', 111 years after its World Premiere in 1900
ATLANTA – February 24, 2011 --- From the beginning of the 20th century, the name Porsche has been associated with pioneering innovations in automotive engineering. Ferdinand Porsche, the founding father of the present-day Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, Stuttgart, entered unchartered territory in 1900 with the creation of the first fully-functional hybrid car in the world, the 'Semper Vivus' ('always alive').
In a stunning four-year project the Porsche Museum in Stuttgart has recreated the Semper Vivus to its original glory. One-hundred eleven years after Ferdinand Porsche's ground breaking innovation, the Semper Vivus will commemorate Porsche's lengthy dedication to ground-breaking hybrid technology with an appearance at the 2011 Geneva Motor Show. It will subsequently be on display as part of the Porsche Museum collection in Stuttgart.
In addition, Porsche has recently announced that a second production hybrid will follow the Cayenne S Hybrid SUV, the Panamera S Hybrid. Deriving its total power output of 380 hp from a three-liter V6 supercharged engine and a 47 hp electric unit, the Panamera S Hybrid's total fuel consumption is 6.8 l/100 km. That equates to carbon monoxide emissions of just 159 g/km, making it the most economical Porsche of all time.
A wholly owned, indirect subsidiary of Dr. Ing. h.c.F.Porsche, Porsche Cars North America, Inc. and its 197 dealers offer U.S. customers some of the most technically advanced and high-performance vehicles in the world. Porsche cars are synonymous with supreme quality accompanied by first-class customer treatment. Also, Porsche is fully and publicly committed to being a leader in lowering emissions, and saving fuel. The company's guiding credo is "Porsche Intelligent Performance" and the goal is to prove that Porsche's high performance and efficiency are not contradictory terms. A dramatic example of this is the highly-anticipated 918 Spyder - a super sports car that is also a planned plug-in hybrid. Of course this is nothing new for Porsche, which for 63 years has developed numerous technologies that have advanced vehicle performance, improved safety and spurred environmental innovations. Obviously, one expects such achievements from the most revered race car brand in the world --- one that has accumulated more than 30,000 motorsport victories. Today, PCNA imports the cars that are the product of this great history, including the iconic 911 series, the renowned Boxster and Cayman mid-engine sports cars, the high-end Cayenne sport utility vehicles and the four-door Panamera sports sedan.
Publicado: sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 às 07:27
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We all look up to someone. Audi A4 TDIe "Advanced Edition"
Publicado: quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 às 17:22
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Astério Roadster
Duas delas serão a diesel, sendo uma com um motor 2.2 4 cilindros turbo, com 225 HP de potência a 4.000 RPM e 500 Nm de torque a 2.500 RPM, e outra V6 biturbo, com 350 HP de potência e 700 Nm de torque a 1.900 RPM, além de uma versão elétrica, com 120 HP de potência e 440 Nm de torque.
Uma edição especial também deverá ser produzida, com um motor V8 à gasolina, com 400 HP de potência a 11.000 RPM, e 320 Nm de torque, que pretende emitir um som semelhante aos carros da Fórmula 1. Além disso, o veículo deverá possuir características dignas de um bólido da categoria máxima do automobilismo, como borboletas no volante para trocar as marchas.
asterioroadsters.com
Publicado: quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 às 12:22
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The all-new Volkswagen Jetta. Great. For the price of good.
Publicado: quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 às 17:21
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E-commerce e a Realidade Aumentada
Já imaginou se o mundo físico e o mundo virtual se misturassem, e dessa união surgisse um novo ambiente? Essa é a proposta da Realidade Aumentada, que vai ao encontro das intenções do e-commerce, que surgiu com o intuito de tornar virtual uma operação física.
No entanto, essa transformação do processo de compra em uma operação online deixa algumas lacunas não preenchidas na experiência de compra do internauta. A falta de contato físico com determinados tipos de produto pode causar receio em efetuar a compra via internet.
Produtos como livros e CDs são chamados commodities, por não terem diferença alguma entre um exemplar e outro. Em outras palavras, não é preciso experimentar vários exemplares de um livro ou de um CD para escolher o ideal. Todos possuem o mesmo conteúdo e o mesmo nível de usabilidade e aderência ao comprador.
Por outro lado, existem produtos cujo processo de compra envolve mais do que o produto em si. É levada em conta sua utilização dentro de determinado contexto, ou junto ao consumidor. Como exemplos dessa categoria temos os produtos ligados à decoração e ao vestuário.
Falando em decoração, imagine que você queira pintar a sua casa. Nem todos possuem a capacidade de olhar uma sala vazia e com paredes brancas e imaginá-la pintada e decorada. Essa questão dificulta o processo de compra de produtos nessa área e, geralmente, recorre-se a um profissional de decoração, que vai até a loja com você, te mostra as cores, texturas objetos etc. Mas, em um mundo online, não se pode experimentar, testar.
Nesse contexto, a Realidade Aumentada tem como função auxiliar o consumidor no processo de escolha do produto, dando a ele mais segurança para efetuar a compra.
A Suvinil é um exemplo de empresa que anteviu essa tendência e lançou, em seu site, um aplicativo que simula as cores das tintas nas paredes da casa do usuário, basta que ele envie a foto do cômodo para fazer a simulação.

Outra categoria que enfrentou dificuldades e vem se adaptando a elas desde sua inserção no comércio eletrônico é a de vestuário.
A primeira opção que as lojas virtuais dessa categoria encontraram foi a de expressar em centímetros as medidas de seus produtos, uma vez que não existe um padrão entre o que é P, M, G ou GG. Uma alternativa eficaz, mas que foi complementada pela Realidade Aumentada.
Confira no vídeo abaixo a solução de realidade aumentada desenvolvida pela Zugara, uma empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares deste tipo.
O recurso de Realidade Aumentada pode atuar como um forte motivador de consumo, sobretudo para segmentos que demandam uma experiência mais próxima com o produto.
O e-commerce, em sua essência, é a reprodução, em ambiente virtual, de um processo tipicamente físico. Desde seu surgimento, as lojas virtuais buscam tornar a experiência da compra online o mais próxima possível de como ela seria pessoalmente. Essa é justamente a proposta da Realidade Aumentada e, por isso, ela deve ser vista como o próximo passo a ser dado em direção a um mercado virtual com cada vez menos lacunas separando-o do mercado físico.
iMasters
No entanto, essa transformação do processo de compra em uma operação online deixa algumas lacunas não preenchidas na experiência de compra do internauta. A falta de contato físico com determinados tipos de produto pode causar receio em efetuar a compra via internet.
Produtos como livros e CDs são chamados commodities, por não terem diferença alguma entre um exemplar e outro. Em outras palavras, não é preciso experimentar vários exemplares de um livro ou de um CD para escolher o ideal. Todos possuem o mesmo conteúdo e o mesmo nível de usabilidade e aderência ao comprador.
Por outro lado, existem produtos cujo processo de compra envolve mais do que o produto em si. É levada em conta sua utilização dentro de determinado contexto, ou junto ao consumidor. Como exemplos dessa categoria temos os produtos ligados à decoração e ao vestuário.
Falando em decoração, imagine que você queira pintar a sua casa. Nem todos possuem a capacidade de olhar uma sala vazia e com paredes brancas e imaginá-la pintada e decorada. Essa questão dificulta o processo de compra de produtos nessa área e, geralmente, recorre-se a um profissional de decoração, que vai até a loja com você, te mostra as cores, texturas objetos etc. Mas, em um mundo online, não se pode experimentar, testar.
Nesse contexto, a Realidade Aumentada tem como função auxiliar o consumidor no processo de escolha do produto, dando a ele mais segurança para efetuar a compra.
A Suvinil é um exemplo de empresa que anteviu essa tendência e lançou, em seu site, um aplicativo que simula as cores das tintas nas paredes da casa do usuário, basta que ele envie a foto do cômodo para fazer a simulação.

A primeira opção que as lojas virtuais dessa categoria encontraram foi a de expressar em centímetros as medidas de seus produtos, uma vez que não existe um padrão entre o que é P, M, G ou GG. Uma alternativa eficaz, mas que foi complementada pela Realidade Aumentada.
Confira no vídeo abaixo a solução de realidade aumentada desenvolvida pela Zugara, uma empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares deste tipo.
O e-commerce, em sua essência, é a reprodução, em ambiente virtual, de um processo tipicamente físico. Desde seu surgimento, as lojas virtuais buscam tornar a experiência da compra online o mais próxima possível de como ela seria pessoalmente. Essa é justamente a proposta da Realidade Aumentada e, por isso, ela deve ser vista como o próximo passo a ser dado em direção a um mercado virtual com cada vez menos lacunas separando-o do mercado físico.
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Publicado: quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 às 12:24
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Alain Prost participou de prova de ciclismo

Domingo (20), o francês tetracampeão mundial de Fórmula 1 (1985, 1986, 1989, 1993) disputou a quinta etapa da Volta de Oman, acompanhado dos seus amigos e campeões da categoria, o belga Eddy Merckx e o francês Bernard Hinault, que também participaram da etapa de contra-relógio, aberta a atletas convidados.
O francês, que ajudou a desenhar para a fábrica francesa Cyfac uma bicicleta especial, apresentou-se em boa forma, assumindo que tem treinado com regularidade e que não pensou duas vezes em aceitar o convite para participar desta etapa, disputada na cidade de Al Jissah. O contra-relógio foi vencido pelo holandês Robert Gesink (Rabobank), que consolidou a liderança na classificação geral.
O grande rival de Ayrton Senna, competiu nos anos de 1980 a 1993 pela Renault, McLaren, Ferrari e Williams. De 1997 a 2001, foi proprietário da Prost Grand Prix Racing Team.
Publicado: quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 às 07:49
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Introducing 15.52 m of new MINI. The new MINI family. Bigger than ever.
Publicado: terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 às 17:15
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Um ponto fraco no império de Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg parece estar disposto a fazer o Facebook lucrar de verdade em 2011. Alguns dias atrás anunciou a inserção de anúncios em atualizações de status, o "sponsored stories". Hoje começa a realizar testes com uma novidade que deve fazer muito barulho em breve (se realmente emplacar): o "buy with friends" (compre com amigos), ou, em outras palavras, compras coletivas pelo Facebook.
Novidades como essas parecem vir a reboque de um pronunciamento do Facebook dizendo que a empresa buscará novas fontes de receita através de anúncios. E como força propulsora desse movimento poderíamos indicar a avaliação de US$ 50 bilhões que foi feita do Facebook após investimentos do banco Goldman Sachs.
Enquanto isso...
O Orkut faz 7 anos de vida, mas a notícia no país em que 91% dos usuários de Internet possuem uma conta no Orkut continua sendo "Facebook é avaliado em 50 bilhões de dólares". Talvez o aniversário do Orkut não seja mesmo pra ser notícia, afinal, o Facebook também faz 7 anos em 2011. Certo?
E enquanto o Facebook investe na criação de mecanismos para extrair lucro de seu rico e populoso curral (leia-se, "nós, usuários"), o Orkut segue numa linha esquisita de melhorias em sua navegação, numa tentativa de ficar um pouco mais parecido com... o Facebook!
E ainda assim, o gerente de produtos do Google, Eduardo Tuller, insiste num discurso otimista. Em uma nota divulgada para a imprensa, ele disse considerar o usuário do Orkut muito maduro em redes sociais, um usuário que sabe muito bem com quem compartilhar suas fotos e conteúdos. E completa: "o Orkut está em constante evolução". Será que estamos falando do mesmo Orkut?
Ascenção e queda
É difícil elencar alguns fatores que possam contribuir para esse cenário tão díspar. Por que o Orkut virou sinônimo de "vergonha alheia"? Um dia ter um perfil no Orkut já foi considerado status; ter um perfil lotado era estar no topo da cadeia alimentar social. Mas hoje você diz que tem um Orkut na mesma entonação que diz "eu assisto Vale a Pena Ver de Novo".
Seria óbvio dizer que hoje o Facebook experimenta um prestígio já vivido pelo Orkut anos atrás. Mas o que poderia ser minimamente revelador seria apontar a linha do horizonte sob a qual Zuckerberg verá seu império ruir.
As mesmas reclamações que recaem hoje sobre o Orkut, cairão um dia, de forma um tanto quanto diferenciada, sobre o colo de Zuckerberg. O Orkut é uma rede mais dura para negócios. Há uma diferença semântica entre uma comunidade e uma fanpage. As empresas interagem muito mais naturalmente com as pessoas no Facebook do que no Orkut.
Mas o calcanhar de Aquiles de Zuckerberg está exatamente nesse ponto. Quem avisa amigo é: o ataque hacker que sua fanpage sofreu não foi em vão. O Facebook opera sob a tênue linha que separa o "oba-oba" ignorante da consciência de si. Pode haver o momento no qual os usuários do Facebook irão perceber que a verdadeira riqueza de Zuckerberg e seus acionistas somos nós mesmos. Todos juntos, 600 milhões de vidas produtivas, valemos atualmente 50 bilhões de dólares (e a tendência é sermos mais valorizados).
O colega hacker que deixou o singelo recadinho na página de Zuckerberg não reclama sua fatia no bolo de lucros do Facebook. Qualquer um saberia que isso é no mínimo insustentável, tendo em vista o atual modelo de capitalismo que vivemos. O hacker contestou a participação nos investimentos! A mensagem é clara: se o Facebook precisa de grana, deixe os próprios usuários investirem e lucrarem com isso. Dessa forma, teremos um "negócio social" cujo investimento é a soma de capital financeiro com capital social. Genial!
Se Zuckerberg for realmente sagaz como o pintamos, ele deve ter ido dormir rezando para ninguém dar ouvidos a esse maldito hacker...
iMasters
Novidades como essas parecem vir a reboque de um pronunciamento do Facebook dizendo que a empresa buscará novas fontes de receita através de anúncios. E como força propulsora desse movimento poderíamos indicar a avaliação de US$ 50 bilhões que foi feita do Facebook após investimentos do banco Goldman Sachs.
Enquanto isso...
O Orkut faz 7 anos de vida, mas a notícia no país em que 91% dos usuários de Internet possuem uma conta no Orkut continua sendo "Facebook é avaliado em 50 bilhões de dólares". Talvez o aniversário do Orkut não seja mesmo pra ser notícia, afinal, o Facebook também faz 7 anos em 2011. Certo?
E enquanto o Facebook investe na criação de mecanismos para extrair lucro de seu rico e populoso curral (leia-se, "nós, usuários"), o Orkut segue numa linha esquisita de melhorias em sua navegação, numa tentativa de ficar um pouco mais parecido com... o Facebook!
E ainda assim, o gerente de produtos do Google, Eduardo Tuller, insiste num discurso otimista. Em uma nota divulgada para a imprensa, ele disse considerar o usuário do Orkut muito maduro em redes sociais, um usuário que sabe muito bem com quem compartilhar suas fotos e conteúdos. E completa: "o Orkut está em constante evolução". Será que estamos falando do mesmo Orkut?
Ascenção e queda
É difícil elencar alguns fatores que possam contribuir para esse cenário tão díspar. Por que o Orkut virou sinônimo de "vergonha alheia"? Um dia ter um perfil no Orkut já foi considerado status; ter um perfil lotado era estar no topo da cadeia alimentar social. Mas hoje você diz que tem um Orkut na mesma entonação que diz "eu assisto Vale a Pena Ver de Novo".
Seria óbvio dizer que hoje o Facebook experimenta um prestígio já vivido pelo Orkut anos atrás. Mas o que poderia ser minimamente revelador seria apontar a linha do horizonte sob a qual Zuckerberg verá seu império ruir.
As mesmas reclamações que recaem hoje sobre o Orkut, cairão um dia, de forma um tanto quanto diferenciada, sobre o colo de Zuckerberg. O Orkut é uma rede mais dura para negócios. Há uma diferença semântica entre uma comunidade e uma fanpage. As empresas interagem muito mais naturalmente com as pessoas no Facebook do que no Orkut.
Mas o calcanhar de Aquiles de Zuckerberg está exatamente nesse ponto. Quem avisa amigo é: o ataque hacker que sua fanpage sofreu não foi em vão. O Facebook opera sob a tênue linha que separa o "oba-oba" ignorante da consciência de si. Pode haver o momento no qual os usuários do Facebook irão perceber que a verdadeira riqueza de Zuckerberg e seus acionistas somos nós mesmos. Todos juntos, 600 milhões de vidas produtivas, valemos atualmente 50 bilhões de dólares (e a tendência é sermos mais valorizados).
O colega hacker que deixou o singelo recadinho na página de Zuckerberg não reclama sua fatia no bolo de lucros do Facebook. Qualquer um saberia que isso é no mínimo insustentável, tendo em vista o atual modelo de capitalismo que vivemos. O hacker contestou a participação nos investimentos! A mensagem é clara: se o Facebook precisa de grana, deixe os próprios usuários investirem e lucrarem com isso. Dessa forma, teremos um "negócio social" cujo investimento é a soma de capital financeiro com capital social. Genial!
Se Zuckerberg for realmente sagaz como o pintamos, ele deve ter ido dormir rezando para ninguém dar ouvidos a esse maldito hacker...
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Publicado: terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 às 12:22
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Roma organiza mostra sobre movimento Punk
A exposição "Europunk" apresenta até 20 de março, na Villa Médicis, na capital italiana, cartazes, revistas, roupas, capas de discos e de filmes do movimento punk europeu dos anos 70. Os visitantes podem conferir a primeira aparição televisiva do grupo inglês Sex Pistols, em 1976, que marcou o início da punk music.
"Existia no final do século XX a ideia que qualquer um poderia ser artista, que as imagens se compõem através de outras imagens, e o punk é o primeiro movimento que fez isto no âmbito público, não só para a arte em si, mas para toda a sociedade", explicou o comissário da exposição, Éric de Chassey.
A mostra espera dar reconhecimento a essa expressão artística que ainda divide opiniões.
Dacia Duster. European top quality for a Romanian bargain.
Publicado: segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 às 17:17
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Cinco fases que movimentam o SEO no e-commerce
Os motores de busca caracterizam-se pela medida mais eficaz quando se deseja encontrar algo na web. Sabendo disso, foi criada a ação de marketing digital, conhecida como SEO (Search Engine Optimization) ou otimização para sites de busca. E esta ação consiste na divulgação da empresa através de palavras-chave, as quais são procuradas por clientes em potencial e indicadas pelos sites de pesquisa, como o Google.
O SEO pode ser usufruído por qualquer empresa que deseja ser encontrada no universo virtual. Contudo, a ação é uma ferramenta poderosa quando falamos, principalmente, de lojas virtuais e comércio eletrônico. O objetivo de qualquer empresa quando se investe em SEO é alcançar o primeiro lugar no ranking do site de busca, o qual possui maior visibilidade e, consequentemente, mais acessos.
Para conquistar a tão almejada primeira posição no Google é necessário realizar uma campanha bem estruturada e monitorada. Para isso, há empresas competentes e profissionais que desenvolvem trabalhos de otimização, através de técnicas que garantem resultados satisfatórios.
Abaixo, destacam-se cinco fases que provam a necessidade de investir esforço, tempo e dinheiro nessa importante ferramenta de divulgação:
A primeira fase é a da negação. É quando o lojista pensa: "Não preciso de ajuda profissional, nem parece ser tão difícil. Posso fazer minhas campanhas de SEO sozinho!". Na realidade, a maneira mais eficaz e rápida de conquistar resultados com SEO é utilizar a técnicas corretas, contratando uma empresa séria para administrar e monitorar as campanhas.
Utilizando as técnicas erradas, sem o auxílio de profissionais capacitados, você chegará facilmente à segunda fase: a da raiva. "Eu já mudei o título, já adicionei diversas palavras-chave, mas ainda, não cheguei ao ranking do Google!". Esses são os primeiros pensamentos, pois diversos artigos mostram que as estratégias de SEO prometem resultados automáticos, o que não é verdade. É preciso realizar um trabalho constante de monitoria.
Após esta fase, ainda, sem possuir auxílio profissional, a terceira se instala. É a fase da negociação: "Você, por acaso, sabe se existe uma forma de comprar o ranking do Google? Tem que haver alguma maneira de negociar com eles". Não se preocupe, ao chegar a esse ponto, pois isso é uma parte natural do processo. Mas é claro que não existe negociação com o Google, e isso pode te levar à quarta fase.
A depressão se estabelece. É quando você pensa: "Chega! Isso é impossível. Tentei tudo que os artigos disseram, mas nada deu certo...". Na realidade este é um sentimento natural também. Você tentou algumas coisas, aumentou o investimento no Google em troca de uma boa divulgação, mas sua loja, ainda, não está na primeira página. Mas não tenha medo, pois há uma luz no fim do túnel!
Chega-se, finalmente, à quinta fase, a fase da aceitação. "Bem, o que tentei sozinho não funcionou e não consegui comprar um ranking do Google. Então acho que vou começar tudo de novo, mas de outra forma: vou entrar em contato com uma empresa competente!" É agora, que você vai arregaçar as mangas, juntamente com essa nova equipe e começar a produzir bons conteúdos, trabalhando na construção de vínculos com o motor de busca.
Após aceitar o fato de que é essencial contar com o auxílio de profissionais para realizar suas campanhas de SEO e conquistar o primeiro lugar no ranking do Google, é o momento de preparar sua loja virtual para crescer. Os motores de busca assimilam bons conteúdos e os transmite aos visitantes, por isso, construir boas informações fará com que as pessoas interessadas cliquem em seu anúncio e encontrem sua loja virtual.
Quanto melhor e mais relevante você tornar sua loja virtual, na mesma proporção o Google e outros motores de busca irão destacar seu e-commerce. Por isso, é importante fazer a contratação de equipes preparadas para atender as necessidades de suas campanhas de otimização, pois com as técnicas corretas e monitoramento constante, os resultados se tornam cada vez mais evidentes.
Antes mesmo que você note, sua loja já estará na primeira página. Isso porque você criou um conteúdo que é valioso, que tem relevância; porque investiu na administração certa e permitiu que as técnicas corretas fossem utilizadas. Por isso, o Google vai classificá-lo em conformidade. Para seguir em sucesso, basta ter em mente que a campanha de SEO é uma maratona, e que é preciso estar preparado para conquistá-la.
Boas vendas!
iMasters
O SEO pode ser usufruído por qualquer empresa que deseja ser encontrada no universo virtual. Contudo, a ação é uma ferramenta poderosa quando falamos, principalmente, de lojas virtuais e comércio eletrônico. O objetivo de qualquer empresa quando se investe em SEO é alcançar o primeiro lugar no ranking do site de busca, o qual possui maior visibilidade e, consequentemente, mais acessos.
Para conquistar a tão almejada primeira posição no Google é necessário realizar uma campanha bem estruturada e monitorada. Para isso, há empresas competentes e profissionais que desenvolvem trabalhos de otimização, através de técnicas que garantem resultados satisfatórios.
Abaixo, destacam-se cinco fases que provam a necessidade de investir esforço, tempo e dinheiro nessa importante ferramenta de divulgação:
A primeira fase é a da negação. É quando o lojista pensa: "Não preciso de ajuda profissional, nem parece ser tão difícil. Posso fazer minhas campanhas de SEO sozinho!". Na realidade, a maneira mais eficaz e rápida de conquistar resultados com SEO é utilizar a técnicas corretas, contratando uma empresa séria para administrar e monitorar as campanhas.
Utilizando as técnicas erradas, sem o auxílio de profissionais capacitados, você chegará facilmente à segunda fase: a da raiva. "Eu já mudei o título, já adicionei diversas palavras-chave, mas ainda, não cheguei ao ranking do Google!". Esses são os primeiros pensamentos, pois diversos artigos mostram que as estratégias de SEO prometem resultados automáticos, o que não é verdade. É preciso realizar um trabalho constante de monitoria.
Após esta fase, ainda, sem possuir auxílio profissional, a terceira se instala. É a fase da negociação: "Você, por acaso, sabe se existe uma forma de comprar o ranking do Google? Tem que haver alguma maneira de negociar com eles". Não se preocupe, ao chegar a esse ponto, pois isso é uma parte natural do processo. Mas é claro que não existe negociação com o Google, e isso pode te levar à quarta fase.
A depressão se estabelece. É quando você pensa: "Chega! Isso é impossível. Tentei tudo que os artigos disseram, mas nada deu certo...". Na realidade este é um sentimento natural também. Você tentou algumas coisas, aumentou o investimento no Google em troca de uma boa divulgação, mas sua loja, ainda, não está na primeira página. Mas não tenha medo, pois há uma luz no fim do túnel!
Chega-se, finalmente, à quinta fase, a fase da aceitação. "Bem, o que tentei sozinho não funcionou e não consegui comprar um ranking do Google. Então acho que vou começar tudo de novo, mas de outra forma: vou entrar em contato com uma empresa competente!" É agora, que você vai arregaçar as mangas, juntamente com essa nova equipe e começar a produzir bons conteúdos, trabalhando na construção de vínculos com o motor de busca.
Após aceitar o fato de que é essencial contar com o auxílio de profissionais para realizar suas campanhas de SEO e conquistar o primeiro lugar no ranking do Google, é o momento de preparar sua loja virtual para crescer. Os motores de busca assimilam bons conteúdos e os transmite aos visitantes, por isso, construir boas informações fará com que as pessoas interessadas cliquem em seu anúncio e encontrem sua loja virtual.
Quanto melhor e mais relevante você tornar sua loja virtual, na mesma proporção o Google e outros motores de busca irão destacar seu e-commerce. Por isso, é importante fazer a contratação de equipes preparadas para atender as necessidades de suas campanhas de otimização, pois com as técnicas corretas e monitoramento constante, os resultados se tornam cada vez mais evidentes.
Antes mesmo que você note, sua loja já estará na primeira página. Isso porque você criou um conteúdo que é valioso, que tem relevância; porque investiu na administração certa e permitiu que as técnicas corretas fossem utilizadas. Por isso, o Google vai classificá-lo em conformidade. Para seguir em sucesso, basta ter em mente que a campanha de SEO é uma maratona, e que é preciso estar preparado para conquistá-la.
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Marketing,
Marketing Digital,
Search Engine Optimization (SEO)
Publicado: segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 às 12:17
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Destaques do Chicago Auto Show 2011
Chevrolet Camaro ZL1
Dodge Charger SRT8
Volkswagen Jetta GLI
Acura TL
Hyundai Veloster Rally Car
Hyundai Genesis Sedan R-Spec
Hyundai 5.0L Tau V8 & 8-Speed Auto
Mercedes-Benz CLS550
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Acura,
Carros,
Chevrolet,
Chicago Auto Show,
Dodge,
Hyundai,
Mercedes-Benz,
SRT,
Volkswagen
Publicado: segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 às 07:30
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2011 Daytona 500 Highlights
TV Intro
Kyle Busch Spin
Kevin Harvick Blow Up
Big One
Robert Richardson Crash
Juan Pablo Montoya Spin
Matt Kenseth Hard Crash
Greg Biffle Crash
Brad Keselowski Crash
Ryan Newman and Others Multi Car Crash
Dale Earnhardt Jr. and Others Multi Car Crash
Trevor Bayne Wins!
Tags:
Automobilismo,
Daytona 500,
Daytona International Speedway,
National Association for Stock Car Auto Racing (NASCAR)
Publicado: domingo, 20 de fevereiro de 2011 às 20:11
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Fiat Bravo. A bravura está de volta.
Publicado: domingo, 20 de fevereiro de 2011 às 17:37
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Contratar, capacitar e reter talentos ainda é desafio para empresas de TI
Segundo o Dieese, só na cidade de São Paulo, existem 1.231 milhão de pessoas sem emprego. Esse dado faz com que seja um senso comum que qualquer vaga seja rapidamente preenchida. Mas, no mercado de TI, essa dinâmica é diferente. Existem muitas oportunidades e poucos profissionais qualificados. Assim, as empresas sofrem na busca de pessoas, e quem já está empregado tem maior poder de negociação. Quem fizer a melhor proposta ganha o profissional.
Levantamento feito pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro apontou que, já no início do segundo semestre de 2010, o mercado buscava cerca de 71 mil profissionais de TI. O fato mais preocupante é que a mesma pesquisa afirmou que, em 2013, esse déficit será de 200 mil profissionais.
Fazendo uma avaliação do setor, podemos notar por que isso acontece. O mercado tornou-se muito segmentado. Hoje, as empresas não só optaram por atuar em determinados nichos, como também buscam profissionais especializados em cada um dos fabricantes, ou até mesmo em soluções específicas. Não existe mais o profissional de TI, e sim o funcionário formado em TI, especializado em alguma tecnologia.
Aquele profissional que entendia tudo do assunto ficou no passado, e as instituições de ensino superior ainda levarão algum tempo para acompanhar o ritmo com que o mercado avança. Elas precisam redesenhar seus modelos de trabalho e verificar as demandas de profissões na área de TI que apareceram nos últimos anos. Além disso, as tecnologias que surgem a cada dia colocam ainda mais desafios na formação. É possível que nos próximos anos existam mais profissionais especializados. O conceito cloud computing é uma dessas tecnologias que exigirão ainda maior formação, conhecimento e experiência do profissional.
Na prática, a responsabilidade por formar efetivamente esses profissionais ficou para as empresas do setor. Como nesse mercado a formação teórica e o conhecimento básico não são suficientes, as companhias precisam fazer investimentos para capacitação profissional, arcando com custos de especializações e de certificações. Esse é um movimento arriscado, pois é exatamente esse profissional capacitado que o mercado busca. Após fazer todo o investimento, a companhia pode perdê-lo, caso ele receba uma proposta melhor. A empresa precisará, então, encontrar outro profissional e recomeçar todo o processo de formação.
A situação é difícil para todos os envolvidos. Muitas companhias deixam de investir com medo de que o profissional vá embora depois de formado, e o profissional que quer ingressar no mercado não consegue emprego porque ainda não tem a formação específica exigida.
Esse ciclo não afeta somente o relacionamento entre empresa e colaborador. É um risco também para os negócios. Imagine que o seu funcionário é o responsável por um grande projeto na TI de um importante cliente. Quando ele anuncia que vai embora, o cliente pode sentir esse desligamento. O tempo para contratar e capacitar um novo profissional colocará esse negócio em risco e é possível também que o cliente não se adapte ao novo recurso escolhido para gerenciar o projeto.
Apesar do risco, ainda é válido o investimento na formação por parte das empresas. Isso deve ser aliado à busca por oportunidades dentro da casa para ele se desenvolver e vestir a camisa da companhia. O fato de estar próximo desse colaborador, ajudando-o e auxiliando-o no crescimento profissional, é uma importante ferramenta para que ele compreenda que a empresa precisa dele e ele da empresa. Sair em busca de novos profissionais, além de ser mais caro pelo próprio processo, gera um desgaste com clientes. E, nesse caso, o ônus seria bem maior.
Já a pessoa que olha para sua carreira não deve esperar até que uma empresa resolva investir na sua profissionalização. São poucas as companhias dispostas a isso e a espera vai deixá-lo ainda por mais tempo longe do mercado. Quem deseja tornar-se um executivo de TI de sucesso nunca deve perder a oportunidade de aprender. Começar como estagiário ou trainee já é um importante passo. Além de se profissionalizar em fabricantes de ponta no mercado, uma outra opção é buscar as certificações necessárias para atingir o nível profissional de interesse.
iMasters
Levantamento feito pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro apontou que, já no início do segundo semestre de 2010, o mercado buscava cerca de 71 mil profissionais de TI. O fato mais preocupante é que a mesma pesquisa afirmou que, em 2013, esse déficit será de 200 mil profissionais.
Fazendo uma avaliação do setor, podemos notar por que isso acontece. O mercado tornou-se muito segmentado. Hoje, as empresas não só optaram por atuar em determinados nichos, como também buscam profissionais especializados em cada um dos fabricantes, ou até mesmo em soluções específicas. Não existe mais o profissional de TI, e sim o funcionário formado em TI, especializado em alguma tecnologia.
Aquele profissional que entendia tudo do assunto ficou no passado, e as instituições de ensino superior ainda levarão algum tempo para acompanhar o ritmo com que o mercado avança. Elas precisam redesenhar seus modelos de trabalho e verificar as demandas de profissões na área de TI que apareceram nos últimos anos. Além disso, as tecnologias que surgem a cada dia colocam ainda mais desafios na formação. É possível que nos próximos anos existam mais profissionais especializados. O conceito cloud computing é uma dessas tecnologias que exigirão ainda maior formação, conhecimento e experiência do profissional.
Na prática, a responsabilidade por formar efetivamente esses profissionais ficou para as empresas do setor. Como nesse mercado a formação teórica e o conhecimento básico não são suficientes, as companhias precisam fazer investimentos para capacitação profissional, arcando com custos de especializações e de certificações. Esse é um movimento arriscado, pois é exatamente esse profissional capacitado que o mercado busca. Após fazer todo o investimento, a companhia pode perdê-lo, caso ele receba uma proposta melhor. A empresa precisará, então, encontrar outro profissional e recomeçar todo o processo de formação.
A situação é difícil para todos os envolvidos. Muitas companhias deixam de investir com medo de que o profissional vá embora depois de formado, e o profissional que quer ingressar no mercado não consegue emprego porque ainda não tem a formação específica exigida.
Esse ciclo não afeta somente o relacionamento entre empresa e colaborador. É um risco também para os negócios. Imagine que o seu funcionário é o responsável por um grande projeto na TI de um importante cliente. Quando ele anuncia que vai embora, o cliente pode sentir esse desligamento. O tempo para contratar e capacitar um novo profissional colocará esse negócio em risco e é possível também que o cliente não se adapte ao novo recurso escolhido para gerenciar o projeto.
Apesar do risco, ainda é válido o investimento na formação por parte das empresas. Isso deve ser aliado à busca por oportunidades dentro da casa para ele se desenvolver e vestir a camisa da companhia. O fato de estar próximo desse colaborador, ajudando-o e auxiliando-o no crescimento profissional, é uma importante ferramenta para que ele compreenda que a empresa precisa dele e ele da empresa. Sair em busca de novos profissionais, além de ser mais caro pelo próprio processo, gera um desgaste com clientes. E, nesse caso, o ônus seria bem maior.
Já a pessoa que olha para sua carreira não deve esperar até que uma empresa resolva investir na sua profissionalização. São poucas as companhias dispostas a isso e a espera vai deixá-lo ainda por mais tempo longe do mercado. Quem deseja tornar-se um executivo de TI de sucesso nunca deve perder a oportunidade de aprender. Começar como estagiário ou trainee já é um importante passo. Além de se profissionalizar em fabricantes de ponta no mercado, uma outra opção é buscar as certificações necessárias para atingir o nível profissional de interesse.
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Publicado: domingo, 20 de fevereiro de 2011 às 12:12
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The Evolution Of Rallying: 50 Years Sideways
Saiba o porquê em uma hora e meia de automobilismo em sua essência pura. "The Evolution Of Rallying: 50 Years Sideways" é um documentário que celebra os 50 anos dos Ralis, a sua evolução, desde os pequenos Mini Cooper S, até aos atuais WRC e toda a magia que faz desta modalidade um sucesso em todo o mundo.
Apresentando cada etapa da história dos Ralis em detalhes, bem como algumas entrevistas das personalidades mais influentes nos Ralis, este vídeo é uma pérola para qualquer fã da poeira, brita e gasolina, que tão bem caracterizam uma modalidade tão popular.
Markku Alen, Henri Toivonon, Stig Blomqvist, Richard Burns e Tommi Makkinen são alguns dos pilotos que fazem a sua aparição neste documentário, com a sua carreira apresentada em detalhes. Outro destaque são os vários Ralis que fizeram a história da modalidade, com o Rali de Portugal sendo um dos mais importantes.
Não devemos também esquecer as máquinas que admiraram tanto os pilotos como os espectadores: Ford Escort, Lancia Delta, Mini Cooper e Audi Quattro são alguns exemplos.
Um vídeo imperdível e que servirá para recordar como evoluíram os Ralis e o que futuro reserva para eles, tendo em conta o seu passado glorioso.
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Automobilismo,
Documentários,
Rally
Publicado: domingo, 20 de fevereiro de 2011 às 07:16
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Nem toda velhinha é tão confiável. Felizmente, todo Volkswagen Golf é.
Publicado: sábado, 19 de fevereiro de 2011 às 17:34
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Ben Collins: "o que eu teria feito diferente"
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Automobilismo,
Ben Collins,
British Broadcasting Corporation (BBC),
Carros,
O que eu teria feito diferente,
Televisão,
Top Gear,
Top Gear UK
Publicado: sábado, 19 de fevereiro de 2011 às 12:22
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Jaguar E-Type: 50 Years
Publicado: sábado, 19 de fevereiro de 2011 às 08:14
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Mercedes-Benz. Take winter as it comes. With permanent all-wheel drive from the inventors of the automobile. (With Michael Schumacher and Mika Hakkinen)
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Automobilismo,
Carros,
Fórmula 1,
Intervalo Comercial,
Mercedes-Benz,
Michael Schumacher,
Mika Pauli Häkkinen,
Propagandas com Pilotos,
Propagandas de Carros,
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Publicado: sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 às 17:23
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