2012 Chevrolet Camaro ZL1 vs. 2013 Ford Mustang Shelby GT500
Publicado: quarta-feira, 19 de setembro de 2012 às 21:20
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The basic idea behind the Volvo 740 Turbo Wagon.

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Publicado: quarta-feira, 19 de setembro de 2012 às 17:30
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Mercedes-Benz AMG Virtual Tour
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Publicado: quarta-feira, 19 de setembro de 2012 às 12:19
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Sobre ter a agência ao lado do motel
Se um dia você tiver de escolher um local para colocar sua agência, não escolha ao lado de um motel. Pode ser perto de hospital, delegacia, corpo de bombeiros, manicure, armarinho, tabacaria, banca de jogo do bicho, menos motel. Sabe por quê? Não importa a hora do dia ou da noite, sempre haverá gente entrando e saindo do motel. O problema é que, ao assistir a essa cena repetidas vezes, é inevitável pensar em quatro coisas:
1: tem gente se divertindo
2: não é você
3: e por que não é você?
4: por que você tem de trabalhar?
Difícil não ficar incomodado com essa sequência de pensamento dia após dia. Tente imaginar: você a caminho de um cliente para apresentar um planejamento anual, e um casal entrando no motel. Indo participar de uma concorrência, e um trio entrando no motel. Indo acompanhar grupos de pesquisa, e um grupo entrando no motel. Você chega às 7h30 da manhã para adiantar um trabalho, e não é que alguém acordou mais cedo ainda para… Enfim, ir ao motel?
Por mais que se tente não pensar no assunto, não adianta: ele atravessa o seu caminho. O carro que o fechou lá atrás, para onde está indo? Para lá. Um Corsa apressadinho passa por você. Onde entrou? Você já sabe.
Para piorar, tem um semáforo praticamente na porta do referido estabelecimento. Sinta o drama: você atrasado, ansioso esperando o sinal abrir, e assiste a um casal com aquela expressão de contentamento só vista em comerciais de automóvel.
Essa sensação de que as pessoas têm vida sexual ativa às 3h da tarde de uma terça-feira é desconcertante. Desassossega a alma.
Você deve estar pensando: “Mas que conversa é essa? Este é um jornal sério.” Pois bem, amigos, este assunto também é muito sério. Refere-se à produtividade e motivação da equipe. Não coloque sua agência ao lado de um motel.
Mas esta coluna não é sobre criação? Justamente. Aborda como os criativos são dispersivos. Imagine você que eu preparava para esta coluna um artigo sobre “A arte de escrever fácil”. Nele, condenava o uso de palavras difíceis, textos truncados e expressões em inglês que infestam a comunicação em geral. Vícios que, durante muito tempo, foram tidos como sinal de competência e autoridade, mas que hoje, felizmente, passam a ser vistos como o que realmente são: falta de habilidade para escrever.
É com alegria que vejo figuras respeitadas como Laurentino Gomes e Marcelo Gleiser alcançarem enorme sucesso escrevendo obras ao mesmo tempo densas e acessíveis. Enfim, eu voltava para a agência para dar um tapinha final neste texto, quando me perdi em frente àquele maldito motel.
Carlos Domingos, sócio e diretor da Age Isobar, escreve para Meio & Mensagem na página de Opinião. Este texto foi publicado na edição 1501, de 19 de março.
1: tem gente se divertindo
2: não é você
3: e por que não é você?
4: por que você tem de trabalhar?
Difícil não ficar incomodado com essa sequência de pensamento dia após dia. Tente imaginar: você a caminho de um cliente para apresentar um planejamento anual, e um casal entrando no motel. Indo participar de uma concorrência, e um trio entrando no motel. Indo acompanhar grupos de pesquisa, e um grupo entrando no motel. Você chega às 7h30 da manhã para adiantar um trabalho, e não é que alguém acordou mais cedo ainda para… Enfim, ir ao motel?
Por mais que se tente não pensar no assunto, não adianta: ele atravessa o seu caminho. O carro que o fechou lá atrás, para onde está indo? Para lá. Um Corsa apressadinho passa por você. Onde entrou? Você já sabe.
Para piorar, tem um semáforo praticamente na porta do referido estabelecimento. Sinta o drama: você atrasado, ansioso esperando o sinal abrir, e assiste a um casal com aquela expressão de contentamento só vista em comerciais de automóvel.
Essa sensação de que as pessoas têm vida sexual ativa às 3h da tarde de uma terça-feira é desconcertante. Desassossega a alma.
Você deve estar pensando: “Mas que conversa é essa? Este é um jornal sério.” Pois bem, amigos, este assunto também é muito sério. Refere-se à produtividade e motivação da equipe. Não coloque sua agência ao lado de um motel.
Mas esta coluna não é sobre criação? Justamente. Aborda como os criativos são dispersivos. Imagine você que eu preparava para esta coluna um artigo sobre “A arte de escrever fácil”. Nele, condenava o uso de palavras difíceis, textos truncados e expressões em inglês que infestam a comunicação em geral. Vícios que, durante muito tempo, foram tidos como sinal de competência e autoridade, mas que hoje, felizmente, passam a ser vistos como o que realmente são: falta de habilidade para escrever.
É com alegria que vejo figuras respeitadas como Laurentino Gomes e Marcelo Gleiser alcançarem enorme sucesso escrevendo obras ao mesmo tempo densas e acessíveis. Enfim, eu voltava para a agência para dar um tapinha final neste texto, quando me perdi em frente àquele maldito motel.
Carlos Domingos, sócio e diretor da Age Isobar, escreve para Meio & Mensagem na página de Opinião. Este texto foi publicado na edição 1501, de 19 de março.
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Publicado: quarta-feira, 19 de setembro de 2012 às 08:30
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Concessionária da Porsche de Jo Siffert, em Friburgo, Suiça




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Joseph 'Jo' Siffert,
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Uma Imagem
Publicado: terça-feira, 18 de setembro de 2012 às 21:02
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BMW ConnectedDrive Night Vision. It detects any person or animal up to 900 feet ahead. It's not only a smart copilot, it's a lifesaver.
Publicado: terça-feira, 18 de setembro de 2012 às 17:30
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Top Gear: KTM X-Bow vs. Morgan Threewheeler vs. Caterham R500 Superlight
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Jeremy Charles Robert Clarkson,
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Richard Mark Hammond,
Televisão,
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Top Gear UK
Publicado: terça-feira, 18 de setembro de 2012 às 12:29
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2012 Fiat 500 Abarth
Publicado: terça-feira, 18 de setembro de 2012 às 08:32
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Lamborghini Aventador - Circuit de la Comunitat Valenciana Ricardo Tormo - Lucas Di Grassi - Onboard
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Carros,
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Publicado: segunda-feira, 17 de setembro de 2012 às 20:58
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Werbung für Stuttgarter Hofbräu mit Hans Hermann
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Publicado: segunda-feira, 17 de setembro de 2012 às 17:30
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Não compre links. Compre blogs.
Escrevi recentemente um artigo sobre link building que repercutiu bastante bem e, como muitas das perguntas que recebi eram sobre compra de links, vou dedicar este texto a explicar porque não acredito que comprar links vale a pena.
O primeiro argumento, e mais comum, é que uma vez que a compra de links não é recomendada pelos algoritmos de busca, a prática pode gerar punições ou mesmo banimento para o proprietário do site que vier a comprá-los. É um argumento decente, mas não é bom o bastante.
Embora não recomende a prática de compra de links, acho se feito muito discretamente é algo muito menos danoso para os mecanismos de busca do que, por exemplo, dar um jeito de inserir links em sites obscuros ou improváveis, embora com alto PageRank, muitas vezes por falha ou porque é um sistema que aceita inserção de conteúdo sem moderação.
Pessoas compram links, sim
Fora do Brasil, há sites especializados em compra e venda de links. Até acho bom, por um lado, que o atraso da Internet brasileira não explicite uma deficiência como essa do mercado global. Eu não gostaria de concorrer com players que compram links numa "feira livre".
O mais curioso é que não surgiu nenhuma empresa para atender este nicho de mercado. Ou é porque os brasileiros realmente não compram links, e preferem usar de sua influência e rede de contatos para conseguir links, ou então o mercado tem aí um nicho a se explorar. Ou, sob certa ótica, link building seja uma tarefa extremamente simples por aqui. (Será?)
De todo modo, a compra e venda de links no Brasil - e eu não sei em que medida existe e se é forte - parece ser algo secundário por aqui. Ao mesmo tempo, são muitas as dúvidas quanto a como conseguir links e esta é realmente uma tentação, principalmente entre os mais novatos em SEO.
Portanto, antes de considerar comprar um link... pense nos blogs.
O poder dos blogs
Os blogs são uma poderosa fonte de interação. Os blogs são uma poderosa fonte de links.
É pensando nisso que proponho que, ao invés de comprar links, as pessoas comecem a pensar em comprar blogs. Isso mesmo. Blogs são muito melhores que links, porque são uma fonte inesgotável de links e, claro, de relacionamento com dezenas de outros sites que podem proporcionar dezenas de outros links.
Considerando isso que desde já é uma máxima, "um link é só um link, um blog são mil links", vou elencar 5 vantagens de comprar blogs, e não links.
Cinco motivos para você comprar um blog, não um link
1. Você não irá infrigir nenhuma das diretrizes do Google comprando blogs. Nada impede que você tenha um império de blogs. Esse é o argumento "jurídico".
2. Um blog, embora provavelmente mais custoso que a compra de um link, trará muito mais reputação a você. Substitua o "você" por uma persona, que responde aos leitores e se integra a outros blogueiros.
3. Em vez de criar a persona, você pode transformar aquele no blog oficial de sua empresa. Compre a audiência, demonstre imparcialidade e continue a se comunicar e angariar mais e mais leitores. O Google perceberá isso.
4. Os links estarão no contexto que você determinar, como achar melhor e evitará que o Google entenda seu link como suspeito, uma vez que um link mal feito pode fazer com que o feitiço se vire contra o feiticeiro.
5. Você nunca dependerá de traficantes de PageRank. E esse, para mim, é o melhor argumento para jamais comprar links.
Conclusão
A prática de compra de links é algo que realmente não é legal e podemos comparar ao mercado negro de tráfico de entorpecentes. Eu entendo que a compra de blogs pode, se mal feita, parecer de fato a mesma coisa que compra de links, mas na minha visão equivale a sua empresa ser a Globo e ela ser proprietária de dezenas de outros canais, como Globo News, GNT etc, e um usar o outro como fonte, com argumento de autoridade.
É isso aí. Construa seu império na Internet.
Diego Ivo
iMasters
O primeiro argumento, e mais comum, é que uma vez que a compra de links não é recomendada pelos algoritmos de busca, a prática pode gerar punições ou mesmo banimento para o proprietário do site que vier a comprá-los. É um argumento decente, mas não é bom o bastante.
Embora não recomende a prática de compra de links, acho se feito muito discretamente é algo muito menos danoso para os mecanismos de busca do que, por exemplo, dar um jeito de inserir links em sites obscuros ou improváveis, embora com alto PageRank, muitas vezes por falha ou porque é um sistema que aceita inserção de conteúdo sem moderação.
Pessoas compram links, sim
Fora do Brasil, há sites especializados em compra e venda de links. Até acho bom, por um lado, que o atraso da Internet brasileira não explicite uma deficiência como essa do mercado global. Eu não gostaria de concorrer com players que compram links numa "feira livre".
O mais curioso é que não surgiu nenhuma empresa para atender este nicho de mercado. Ou é porque os brasileiros realmente não compram links, e preferem usar de sua influência e rede de contatos para conseguir links, ou então o mercado tem aí um nicho a se explorar. Ou, sob certa ótica, link building seja uma tarefa extremamente simples por aqui. (Será?)
De todo modo, a compra e venda de links no Brasil - e eu não sei em que medida existe e se é forte - parece ser algo secundário por aqui. Ao mesmo tempo, são muitas as dúvidas quanto a como conseguir links e esta é realmente uma tentação, principalmente entre os mais novatos em SEO.
Portanto, antes de considerar comprar um link... pense nos blogs.
O poder dos blogs
Os blogs são uma poderosa fonte de interação. Os blogs são uma poderosa fonte de links.
É pensando nisso que proponho que, ao invés de comprar links, as pessoas comecem a pensar em comprar blogs. Isso mesmo. Blogs são muito melhores que links, porque são uma fonte inesgotável de links e, claro, de relacionamento com dezenas de outros sites que podem proporcionar dezenas de outros links.
Considerando isso que desde já é uma máxima, "um link é só um link, um blog são mil links", vou elencar 5 vantagens de comprar blogs, e não links.
Cinco motivos para você comprar um blog, não um link
1. Você não irá infrigir nenhuma das diretrizes do Google comprando blogs. Nada impede que você tenha um império de blogs. Esse é o argumento "jurídico".
2. Um blog, embora provavelmente mais custoso que a compra de um link, trará muito mais reputação a você. Substitua o "você" por uma persona, que responde aos leitores e se integra a outros blogueiros.
3. Em vez de criar a persona, você pode transformar aquele no blog oficial de sua empresa. Compre a audiência, demonstre imparcialidade e continue a se comunicar e angariar mais e mais leitores. O Google perceberá isso.
4. Os links estarão no contexto que você determinar, como achar melhor e evitará que o Google entenda seu link como suspeito, uma vez que um link mal feito pode fazer com que o feitiço se vire contra o feiticeiro.
5. Você nunca dependerá de traficantes de PageRank. E esse, para mim, é o melhor argumento para jamais comprar links.
Conclusão
A prática de compra de links é algo que realmente não é legal e podemos comparar ao mercado negro de tráfico de entorpecentes. Eu entendo que a compra de blogs pode, se mal feita, parecer de fato a mesma coisa que compra de links, mas na minha visão equivale a sua empresa ser a Globo e ela ser proprietária de dezenas de outros canais, como Globo News, GNT etc, e um usar o outro como fonte, com argumento de autoridade.
É isso aí. Construa seu império na Internet.
Diego Ivo
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Publicado: segunda-feira, 17 de setembro de 2012 às 12:30
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Mountain bike maintenance: how to fix a bent disc brake rotor
Publicado: segunda-feira, 17 de setembro de 2012 às 08:27
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