...ele só não imaginava que o carro fosse andar tão rápido!
Criatura tenta rampar com um Dacia 1310...
...ele só não imaginava que o carro fosse andar tão rápido!
Publicado: quinta-feira, 17 de março de 2011 às 07:24
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Volkswagen Commercial: The Force (Toyota Parody)
Não tenha um site, tenha apenas uma fanpage no Facebook! Mesmo?
Vale a pena desativar o seu site e manter apenas a página no Facebook?
Algumas empresas e agências já optaram por não utilizar mais websites institucionais: seus domínios levam diretamente às suas páginas dentro do Facebook. Um estudo do final de 2010 também apontou que os sites se tornarão "cada vez mais irrelevantes". Mas será que é essa uma boa estratégia?
Ter a página no Facebook como "site oficial" é algo ousado, coerente com o cenário atual em que as mídias sociais têm relevância estratosférica e também aparentam vanguarda. De fato, as páginas corporativas no Facebook são muito versáteis e, com um trabalho bem feito, é possível disponibilizar galerias de fotos e vídeos, itens dinâmicos em Flash, textos, imagens, iframes, debates, enquetes e muito mais.
Só que alguns fatores devem se considerados antes de correr para o Facebook e abolir aquele site (supostamente sem graça) da sua empresa:
Segurança
Você investe pesado para que a página do seu negócio no Facebook fique impressionante, conquista milhares de fãs e engaja o pessoal, gerando muito buzz e visitas. Mas, e se o Facebook mudar as regras das páginas? Qualquer mudança pode fazer sua personalização ir por água abaixo. E se o Facebook for hackeado?
SEO
Você pode até fazer um recomendável redirecionamento 301 em seu domínio, mas mesmo assim o conteúdo da sua página no Facebook não será indexado pelos mecanismos de busca. O que isso significa? Perder muitas, muitas e muitas oportunidades de ganhar visitantes.
Flexibilidade
Mesmo sendo bastante versáteis, as páginas do Facebook jamais serão flexíveis como os websites (que são 100% personalizáveis). Você não poderá, por exemplo, utilizar a paleta de cores da sua marca ou oferecer áreas de acesso restrito.
Mensuração
As estatísticas fornecidas pelo próprio Facebook são pobres. Já a instalação e configuração do Google Analytics nas páginas do Facebook podem ser uma dor de cabeça e ainda não há como saber se os dados obtidos serão precisos, principalmente devido ao modelo de navegação por abas.
Personalidade
Identidade visual, recursos inovadores, conteúdo exclusivo... grande parte do que ajuda a criar a personalidade de uma marca na internet acaba se perdendo, pois todas as páginas seguem o mesmo padrão azulão do Facebook, com a mesma disposição de elementos presente em todas as outras páginas corporativas dentro da mídia social.
Restrição
Temos mais de 80 milhões de pessoas utilizando a internet no Brasil. No entanto, menos de 10% delas utilizam o Facebook e, para visualizar completamente e aproveitar todos os recursos das páginas corporativas, os usuários precisam ter conta e estarem logados na mídia social. Essas páginas são muito importantes para as empresas porque atingem um público que gosta de se engajar e compartilhar informações, mas a mídia social no Brasil ainda está transitando entre a fase de early adopters e maioria inicial. Ou seja, a experiência plena com as páginas corporativas do Facebook fica limitada aos cerca de 7 milhões de usuários brasileiros, excluindo todo o restante da população brasileira conectada.
Fico muito curioso para saber quais são os argumentos dos defensores da abolição do site com adoção da página no Facebook, porque sinceramente, só vejo vantagem em ter ambas funcionando paralelamente, complementando-se. O que você acha? Deixe seu comentário!
iMasters
Algumas empresas e agências já optaram por não utilizar mais websites institucionais: seus domínios levam diretamente às suas páginas dentro do Facebook. Um estudo do final de 2010 também apontou que os sites se tornarão "cada vez mais irrelevantes". Mas será que é essa uma boa estratégia?
Ter a página no Facebook como "site oficial" é algo ousado, coerente com o cenário atual em que as mídias sociais têm relevância estratosférica e também aparentam vanguarda. De fato, as páginas corporativas no Facebook são muito versáteis e, com um trabalho bem feito, é possível disponibilizar galerias de fotos e vídeos, itens dinâmicos em Flash, textos, imagens, iframes, debates, enquetes e muito mais.
Só que alguns fatores devem se considerados antes de correr para o Facebook e abolir aquele site (supostamente sem graça) da sua empresa:
Segurança
Você investe pesado para que a página do seu negócio no Facebook fique impressionante, conquista milhares de fãs e engaja o pessoal, gerando muito buzz e visitas. Mas, e se o Facebook mudar as regras das páginas? Qualquer mudança pode fazer sua personalização ir por água abaixo. E se o Facebook for hackeado?
SEO
Você pode até fazer um recomendável redirecionamento 301 em seu domínio, mas mesmo assim o conteúdo da sua página no Facebook não será indexado pelos mecanismos de busca. O que isso significa? Perder muitas, muitas e muitas oportunidades de ganhar visitantes.
Flexibilidade
Mesmo sendo bastante versáteis, as páginas do Facebook jamais serão flexíveis como os websites (que são 100% personalizáveis). Você não poderá, por exemplo, utilizar a paleta de cores da sua marca ou oferecer áreas de acesso restrito.
Mensuração
As estatísticas fornecidas pelo próprio Facebook são pobres. Já a instalação e configuração do Google Analytics nas páginas do Facebook podem ser uma dor de cabeça e ainda não há como saber se os dados obtidos serão precisos, principalmente devido ao modelo de navegação por abas.
Personalidade
Identidade visual, recursos inovadores, conteúdo exclusivo... grande parte do que ajuda a criar a personalidade de uma marca na internet acaba se perdendo, pois todas as páginas seguem o mesmo padrão azulão do Facebook, com a mesma disposição de elementos presente em todas as outras páginas corporativas dentro da mídia social.
Restrição
Temos mais de 80 milhões de pessoas utilizando a internet no Brasil. No entanto, menos de 10% delas utilizam o Facebook e, para visualizar completamente e aproveitar todos os recursos das páginas corporativas, os usuários precisam ter conta e estarem logados na mídia social. Essas páginas são muito importantes para as empresas porque atingem um público que gosta de se engajar e compartilhar informações, mas a mídia social no Brasil ainda está transitando entre a fase de early adopters e maioria inicial. Ou seja, a experiência plena com as páginas corporativas do Facebook fica limitada aos cerca de 7 milhões de usuários brasileiros, excluindo todo o restante da população brasileira conectada.
Fico muito curioso para saber quais são os argumentos dos defensores da abolição do site com adoção da página no Facebook, porque sinceramente, só vejo vantagem em ter ambas funcionando paralelamente, complementando-se. O que você acha? Deixe seu comentário!
iMasters
Tags:
Internet,
Redes Sociais,
Web Development
Publicado: quarta-feira, 16 de março de 2011 às 12:25
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Mario with Modern Videogame Sound Effects! I'll never be able to play the original version again. (My NES died).
Publicado: quarta-feira, 16 de março de 2011 às 07:50
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
800 HP Gumpert Apollo - Onboard - Autodromo Nazionale di Monza
Tags:
Autodromo Nazionale di Monza,
Carros,
Gumpert,
Onboard
Publicado: terça-feira, 15 de março de 2011 às 17:17
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
O problema da viseira (parte 2: plugando a mente)
O artigo anterior tratou do "problema da viseira", que consiste no fato de que muitas pessoas acham que a universidade é suficiente para a formação profissional, que o que se aprende é o que existe de melhor e mais útil na sua área. Na prática, sabemos que não é bem assim.
Depois de arrancar o que o impedia de enxergar além do que colocam exatamente a sua frente, o próximo passo é se conectar para enxergar além do alcance da própria visão. É hora de plugar sua mente na rede.
A internet é cheia de porcaria e de conteúdo de origem duvidosa. De fato. Por isso, a intenção é guiar vocês a se conectarem direito. Apenas ter acesso à grande rede não significa muita coisa.
Onde obter informações?
Temos a nossa disposição algumas ferramentas que ajudam a nos conectar a outras pessoas. A primeira, e uma das mais importantes atualmente, é o Twitter. Você pode seguir qualquer pessoa, ela não precisa aceitar sua amizade, e a partir disso você passa a receber tudo que ela deseja compartilhar. Pensamentos, textos, vídeos, imagens. Vale muito a pena seguir alguns perfis, o aprendizado é grande, você pode ter acesso a materiais geniais a que pessoas igualmente geniais têm acesso.
Para área de informática, recomenda-se algumas pessoas: @mauriciojr, @dttg, @rafaelcaricio, @alganet, @thiagoarrais, @tapajos, @henriquebastos, @gchapiewski, @dhh, @AkitaOnRails, @thiago_silva, @viniciusteles, @fnando, @osantana, @allisson, @mariacarol, @jonnyken, @srlm.
E os feeds? Eles estão se tornando secundários. Praticamente todos os perfis sugeridos acima possuem um blog e eles vão publicar os links de suas postagens no Twitter. Um leitor de feeds organiza melhor os posts que o Twitter, então se você quiser usar um, assine os blogs dos perfis acima.
Agora você está imerso em várias novas fontes de informação, mas não podemos nos esquecer de duas que existem há muito tempo, mesmo antes da internet. A primeira: livros. Eles são ótimos, não os abandone. A segunda: pessoas. Uma conversa pode valer muito mais que dezenas de posts num blog ou centenas de tweets.
É importante deixar claro que essas fontes de informações são dinâmicas, mas, com o tempo, alguns temas vão perdendo a importância na sua vida e outros aparecerão. Continue andando em frente. É fácil apagar um feed e assinar outro, você pode deixar de seguir uma pessoa e resolver acompanhar outra. As fontes não são para sempre, e você não precisa ficar amarrado ao que tem hoje.
iMasters
Depois de arrancar o que o impedia de enxergar além do que colocam exatamente a sua frente, o próximo passo é se conectar para enxergar além do alcance da própria visão. É hora de plugar sua mente na rede.
A internet é cheia de porcaria e de conteúdo de origem duvidosa. De fato. Por isso, a intenção é guiar vocês a se conectarem direito. Apenas ter acesso à grande rede não significa muita coisa.
Onde obter informações?
Temos a nossa disposição algumas ferramentas que ajudam a nos conectar a outras pessoas. A primeira, e uma das mais importantes atualmente, é o Twitter. Você pode seguir qualquer pessoa, ela não precisa aceitar sua amizade, e a partir disso você passa a receber tudo que ela deseja compartilhar. Pensamentos, textos, vídeos, imagens. Vale muito a pena seguir alguns perfis, o aprendizado é grande, você pode ter acesso a materiais geniais a que pessoas igualmente geniais têm acesso.
Para área de informática, recomenda-se algumas pessoas: @mauriciojr, @dttg, @rafaelcaricio, @alganet, @thiagoarrais, @tapajos, @henriquebastos, @gchapiewski, @dhh, @AkitaOnRails, @thiago_silva, @viniciusteles, @fnando, @osantana, @allisson, @mariacarol, @jonnyken, @srlm.
E os feeds? Eles estão se tornando secundários. Praticamente todos os perfis sugeridos acima possuem um blog e eles vão publicar os links de suas postagens no Twitter. Um leitor de feeds organiza melhor os posts que o Twitter, então se você quiser usar um, assine os blogs dos perfis acima.
Agora você está imerso em várias novas fontes de informação, mas não podemos nos esquecer de duas que existem há muito tempo, mesmo antes da internet. A primeira: livros. Eles são ótimos, não os abandone. A segunda: pessoas. Uma conversa pode valer muito mais que dezenas de posts num blog ou centenas de tweets.
É importante deixar claro que essas fontes de informações são dinâmicas, mas, com o tempo, alguns temas vão perdendo a importância na sua vida e outros aparecerão. Continue andando em frente. É fácil apagar um feed e assinar outro, você pode deixar de seguir uma pessoa e resolver acompanhar outra. As fontes não são para sempre, e você não precisa ficar amarrado ao que tem hoje.
iMasters
Tags:
Carreira,
Informática,
Internet,
Mercado de Trabalho,
Programação,
Tecnologia da Informação (TI)
Publicado: terça-feira, 15 de março de 2011 às 12:23
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
John Barker drives Maserati GranTurismo MC Stradale
Publicado: terça-feira, 15 de março de 2011 às 07:43
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Gol Rallye. O asfalto é opcional.
Publicado: segunda-feira, 14 de março de 2011 às 17:13
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Top Gear: Ferrari F40 vs. Porsche 959
Tags:
British Broadcasting Corporation (BBC),
Carros,
Ferrari,
Porsche,
Richard Mark Hammond,
Televisão,
Top Gear,
Top Gear UK
Publicado: segunda-feira, 14 de março de 2011 às 12:12
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Force Dynamics 401cr test drive with iRacing
Tags:
Force Dynamics,
iRacing,
Racing Simulators
Publicado: segunda-feira, 14 de março de 2011 às 07:53
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Chris Harris drives McLaren MP4-12C
Tags:
Carros,
Chris Harris,
McLaren
Publicado: domingo, 13 de março de 2011 às 17:25
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
A Classe C na Web
E todo esse grande número de pessoas tem sido beneficiado com a estabilidade da nossa economia e, com isso, tem comprado mais. E não só mais em quantidade, mas também em qualidade. Afinal, é preciso ter um produto melhor, ainda que se pague em várias parcelas e desde que elas caibam no bolso. E ainda vai além: o consumidor da classe C não está mais atrás de qualquer produto, ele quer qualidade, quer ser bem atendido e quer exclusividade; assim como as classes AB, a Classe C também quer entrar em uma loja e ser bem tratada, quer ter produtos de qualidade e quer mostrar sua ascensão financeira através desses produtos dentro de sua comunidade. E as marcas têm percebido isso e estão mirando na Classe C.
Mas, para garantir que a mira está correta e que o alvo será atingido, é preciso que as marcas conheçam esse público. Vamos destacar alguns pontos:
Sociabilidade é um conceito presente nessa classe. Há tempos que a população de menor poder aquisitivo se ajuda na sua comunidade - vamos definir aqui comunidade como sendo a rua onde moram, bairro ou mesmo o mesmo clube que frequentam. As pessoas comunicam sobre vagas de emprego, promoções em lojas, receitas de bolo, festa do vizinho, filmes, enfim, trocam informações diariamente, repito, a tempos.
Esse comportamento é repetido na Internet. Por isso, a Classe C é a mais ativa nas Redes Sociais, opinando e deixando seus comentários. O poder econômico da Classe C está levando o seu aumento de consumo e esse comportamento, também está migrando para a web. Em 2009, dos 17 milhões de pessoas que compraram na web, 42% delas foram da Classe C, que não estão comprando livros. Estão comprando eletrodomésticos e eletrônicos, produtos que estão acima dos R$ 1.000,00. Isso se deve ao fato de que a Classe C está se acostumando a comprar, por isso, ainda se sente constrangida em entrar em lojas para comprar um produto em várias vezes e acreditam que comprar na Casas Bahia é “coisa de pobre”; além disso, comprar pela web dá a impressão da pessoa ser “antenada”, o que lhe dá status de liderança na comunidade, e isso é levado muito a sério pelas pessoas: “sou formador de opinião”.
Em resumo, esses comportamentos estão sendo potencializados pela web. Aquelas batidas, mas atuais, frases, que a propaganda boca-a-boca é a melhor propaganda e que se antes uma pessoa influenciava 10 pessoas e hoje influencia mil, são verdadeiras. A Internet está ajudando no consumo da Classe C, está fazendo com que ela se relacione mais com outras pessoas e que possa influenciá-los no consumo.
Hoje, a Classe C também não vive mais sem a Internet, e as classes D-E estão sem transformando em Classe C, ou seja, aumenta o volume de pessoas nessa classe e, consequentemente, aumenta o número de usuários da Internet e o número de e-consumidores.
Não deixe de ver e se aprofundar mais no assunto!
iMasters
Tags:
Comércio Eletrônico,
Dispositivos Móveis,
Internet,
Marketing,
Marketing Digital,
Redes Sociais
Publicado: domingo, 13 de março de 2011 às 12:19
Permalink:
Copiar
Link copiado para a área de transferência!
Houve um erro ao copiar o link para a área de transferência.
Assinar:
Postagens (Atom)
