Lance Armstrong se retira do ciclismo profissional

Lance Armstrong anunciou sua despedida do ciclismo profissional. Apesar de pedidos para que ele participasse do calendário estadunidense em 2011, o Santos Tour Down Under foi sua última competição.

Armstrong revelou sua decisão em uma entrevista ao The Associated Press, na última quarta-feira, em Austin, Texas, e insistiu que não teve nenhum arrependimento sobre sua decisão de retornar ao esporte, no final de 2008, apesar de não ter conseguido vencer um oitavo Tour de France e das acusações de doping, quando estava na equipe EUA Postal Service, em 2010.

"Não posso dizer que tenho algum arrependimento. Foi um retorno excelente. Eu realmente pensei que ia ganhar outra Tour de France. Larguei e cheguei em terceiro. Não tenho arrependimentos sobre o ano de 2010 também. As falhas, os problemas com a bicicleta, foram coisas que estavam além do meu controle", disse Armstrong.

Armstrong deixa o esporte como uma figura controversa e divisiva. Seus últimos meses no ciclismo tem sido dominados por acusações de doping na equipe EUA Postal Service, que atualmente estão sendo investigadas pelo agente especial da FDA, Jeff Novitzky.

"Eu não posso controlar o que se passa no que diz respeito à investigação. É por isso que contrato pessoas para me ajudar com isso. Eu tento não deixar isso me incomodar e manter apenas as coisas andando. Eu sei o que eu sei. Eu sei o que eu faço e eu sei o que fiz, isso não vai mudar", disse Armstrong.

"Nunca diga nunca... apenas brincando!" Armstrong disse que, diferentemente de 2005, a sua segunda retirada das competições é definitiva.

Lance Armstrong factfile

Data e local de nascimento: 18/09/1971, Dallas, Texas
Altura: 1,77 m
Peso: 72 kg
Esporte/Disciplina: Ciclismo/Estrada

Principais Vitórias

Stage races:

Tour de France 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005
Tour of Switzerland (2001), Dauphine Libere (2002, 2003)
Tour of Luxembourg (1998), Midi Libre (2002)
Tour de France: 11 participations, 7 wins, 22 individual stage wins

One-day races:

World championship road race crown 1993
United States road race crown 1993
Clasica San Sebastian 1995, Fleche Wallonne 1996

Equipes

Motorola (August 1992 - 1996), Cofidis (1997), US Postal (1998 - 2004), Discovery Channel (2005), Astana (2009), RadioShack (2010)

Renault Twingo Miss Sixty. Bien dans son époque, bien dans sa Twingo.


Jeremy Clarkson drives Pagani Zonda R and Pagani Cinque Tricolore

Lancia Delta S4 - Bruno Ianiello - Hill Climb Onboard



Esse vídeo está acelerado...

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Na boa, esse cara não é humano...

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"A relação da caixa está curta, te vira!" Ele foi lá e fez...

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Esse é o cara!

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WRC who?

Renault Twingo Miss Sixty. La competizione è femmina.


Jeremy Clarkson drives Ferrari 458 Italia


Testando o McLaren MP4-12C no simulador de Fórmula 1


Renault Twingo. In tune with today.


Ferrari P4/5 Competizione - Autodromo di Vallelunga - Onboard


Renault Dauphine. É mais bonito!


2010 Goodwood Revival - Ferrari 250 GTO - Onboard with Martin Brundle and Mark Hales


Frases de bandas: o que eles realmente querem dizer?

Optamos por fazer uma turnê tocando em lugares menores dessa vez. Queremos ficar mais próximos do público. (A banda não consegue mais vender nem cinqüenta ingressos. O sucesso é cada vez mais longínquo.)

Esse é um disco mais maduro. (Os caras estão de saco cheio de fãs pedindo para repetir a mesma coisa desde o primeiro trabalho.)

Estamos nos separando por diferenças musicais. Continuamos amigos. (O guitarrista e o vocalista saíram no tapa, mas ninguém quer confirmar para não manchar a história do grupo.)

Procuramos nos afastar um pouco durante o período de férias para, quando nos reencontrarmos, voltar com gás total. (Ninguém mais se agüenta na banda. Mas como a grana continua entrando, faz-se um esforço para aturar a cara dos companheiros.)

É natural que a maioria das composições seja dele. Afinal de contas, foi quem criou o grupo e sabe como ele deve soar. (O "dono da bola" é o típico tirano. Escreve todas as músicas e ai de quem se intrometer.)

Não tenho o mínimo interesse em voltar para a banda. Mas gostaria de voltar a ser amigo deles. (O cidadão que outrora saiu/foi saído olha para a conta bancária e se arrepende até a alma. Aí o negócio é contar com aquele repórter camarada para fazer uma pressãozinha pela volta.)

Esse disco acústico/com orquestra/coletânea é uma homenagem aos fãs que sempre estiveram ao nosso lado. (Acabou a inspiração, o negócio é apelar para um desses subterfúgios.)

Estamos saindo da gravadora por não concordamos com a maneira com que eles conduzem os negócios. (Na hora do deslumbre, ninguém quis saber de ler contrato e assinou o que viu pela frente. Pagou o preço mais tarde.)

Não conseguimos imaginar os nossos discos sem ele como produtor. (O cara por trás da produção faz mágica para esconder a mediocridade dos músicos. Sem ele, o barco certamente afundará.)

Nesse álbum ao vivo não tem nada de overdubs. Tudo que está aí é o que tocamos no palco. (Até a conversa com a platéia foi feita em estúdio.)

Esse disco é uma volta às raízes. (O sucesso fez com que os músicos se achassem deuses. Sendo assim, encheram o novo álbum de esquisitices. Resultado: os fãs pularam fora. Com a ameaça de pé na bunda por parte da gravadora, negócio é fazer o que deu certo antes.)

Apesar de estar lançando meu disco-solo, não sairei da banda. (O vocalista está louco pra estourar sozinho. Assim pode dar tchau aos “amados” colegas sem um sentimento de culpa maior.)

A nova gravadora possui uma estrutura menor, mas a relação é mais direta com todo mundo que se envolve em nossa divulgação. (Que droga, hein? Saímos de uma multinacional para trabalhar numa empresa mixuruca de fundo de quintal.)

As pessoas falam que há muitas semelhanças do nosso som com eles. Apesar de ser uma grande influência em nossa formação, não consigo ver tantas similaridades assim. (Os caras copiam na cara dura uma banda das antigas e não tem noção, muito menos vergonha disso.)

Adoramos ter trabalhado com X, mas estamos felizes com a volta de Y. Somos como irmãos. (O novo vocalista arruinou o grupo, quase levando todo mundo à falência. Hora de engolir o orgulho e chamar o velho desafeto para reassumir o microfone.)

Esperamos que os fãs ouçam o trabalho que faremos com ele sem ficar comparando com o passado. (O novo integrante é tão ruim que a própria banda já sabe. Mas o negócio é tentar evitar que ele seja fritado pelos saudosistas, já que não tem outro jeito.)

Não estamos preocupados se o disco vai fazer sucesso. Não estamos nessa por dinheiro. (Ou vai ou racha.)

No tempo que ficamos separados, compreendemos o quanto gostávamos de trabalhar em conjunto. (Os projetos paralelos naufragaram e faltou grana para pagar a última prestação da Ferrari.)

Amamos os fãs brasileiros, temos grandes lembranças da última turnê e esperamos voltar logo. Nossos melhores shows foram aí. (Resposta padrão, só muda o nome do país. Deve ser usada com a imprensa de todo o mundo.)

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