Copa América de Ciclismo 2011


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Top Gear: Campervan Challenge


Jeremy Clarkson, James May e Richard Hammond fizeram motorhomes caseiros e partiram para uma viagem de final de semana, com 350 Km de percurso.

Breno Sidoti vence a Copa América de Ciclismo


O brasileiro Breno Sidoti, da equipe de Pindamonhangaba (SP), venceu a XI Copa América de Ciclismo, prova marcada pelo forte equilíbrio no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, após 80 quilômetros de prova, com uma arrancada nas últimas voltas. Roberto da Silva, de Pindamonhangaba, e Jean Coloca, da equipe de São José dos Campos (SP), completaram o pódio.

Com a inversão do sentido da prova, que virou horário, deu uma nova dinâmica à prova e aumentou o desafio para os ciclistas na pista. Com a mudança, o trecho de subida ficou maior, começando na Curva do Lago e terminando no "S" do Senna.

Os competidores impuseram um ritmo forte desde a largada, e se alternaram na liderança no início da prova. William Chiarello, da equipe de Rio Claro (SP), liderou as primeiras voltas da prova, mas logo foi ultrapassado por Jeferson Caldeira. Quem também começou bem foi José Eriberto Filho, da equipe de Assis (SP), que ficou na frente boa parte da metada da prova.

Jean Coloca, da equipe de São José dos Campos (SP), e Nilceu Aparecido dos Santos, da equipe de Pindamonhangaba (SP), se destacaram do pelotão e junto com o Daniel Rogelin e o argentino Francisco Chamorro, travaram uma bela disputa. A quatro voltas do fim, o passista (especialista em "puxar" a equipe) Breno Sidoti, da equipe de Pindamonhangaba, disparou em fuga e abriu 35 segundos de vantagem para o pelotão, liderando a prova com folga.

Na volta final, Breno mostrou cansaço e o pelotão chegou a se aproximar do líder da prova para tentar um ataque, mas o atleta de Pindamonhangaba cruzou a linha de chegada na frente e sacramentou a vitória na XI Copa América de Ciclismo.

"Foi uma estratégia que ficou decidida durante a corrida. Eu estava trabalhando para o Roberto (Da Silva, companheiro de equipe), mas como andei sempre na frente, acelerei e aproveitei o momento. Dedico essa vitória à minha família que está em casa. A perna está dolorida, mas esse é o esforço do gosto da vitória", disse o campeão, após a prova.

As mulheres também acabaram sentindo a mudança do sentido da Copa América deste ano. Tanto assim, que a briga pelo primeiro lugar foi bastante acirrada e definida apenas no sprint. E coube à Janildes Fernandes, atual campeã brasileira de estrada, o lugar mais alto do pódio, superando Valquíria Pardial a poucos metros da linha de chegada. Foi a terceira conquista da atleta na competição e a segunda em pouco menos de um mês, já que ela também foi a campeã da Copa da República, disputa realizada no dia 19 de dezembro, em Brasília (DF).

"Foi uma prova muito dura, pois com a mudança no circuito a chegada ficou logo depois da subida. Mas valeu pelo resultado, que mostra que estou em um bom momento e pronta para brigar por uma vaga nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012", declarou a tricampeã.

Resultados:

Masculino (20 voltas)
1º) Breno Sidoti (BRA), 2h02m13s412
2º) Roberto Pinheiro da Silva (BRA), 2h02m42s903
3º) Jean Coloca (BRA), 2h02m43s030
4º) José Eriberto Filho (BRA), 2h02m43s913
5º) Lauro Cesar Chaman (BRA), 2h02m44s259

Feminino (6 voltas)
1ª) Janildes Fernandes (BRA), 46m38s705
2ª) Valquíria Pardial (BRA), 46m38s817
3ª) Luciene Ferreira da Silva (BRA), 46m39s900
4ª) Natalia Lima (BRA), 46m40s047
5ª) Uênia Fernanda (BRA), 46m41s529

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Uma imagem



Renault apresenta a pintura definitiva do R31 para 2011

A saga de um guri gremista de nove anos

Em 2014, às vésperas da Copa do Mundo no Brasil, o guri gremista de nove anos chega todo eufórico para o jogo contra o São Luiz de Ijuí, pelo Gauchão, única competição que ele viu seu time ganhar até então. Ao entrar no estádio ele se dirige ao pai:

- Pai, porque nosso estádio não tem o distintivo do nosso time?

- É porque... bem... deve ser porque o estádio ainda não é nosso, meu filho... só vai ser nosso quando tu tiveres uns trinta anos.

- Ah, que pena! Por isso que a Copa vai ser no Beira-Rio?

- Não sei direito, deve ser porque na época em que escolheram os estádios a gente ainda não tinha um.

O menino resolveu então mudar de assunto, pois viu que o pai ficou um pouco incomodado. Ainda mais entusiasmado, ele comenta:

- Pai... ontem o meu amigo falou sobre uma vitória heróica do nosso time, uma tal de Batalha dos Aflitos. Como foi isso pai? Foi decisão do Mundial, da Libertadores, Sulamericana, Brasileiro?

- É... hmm... foi final do Brasileiro, meu filho.

- Legal pai... e contra quem foi? Inter, São Paulo, Flamengo, Santos?

- Não filho... na verdade foi pelo Campeonato Brasileiro da 2ª divisão, contra o Clube Náutico Capibaribe, de Pernambuco, estado com grande tradição no futebol brasileiro naquela época. Com isso conseguimos subir para a Série A pela segunda vez!!

- Segunda vez? Então teve outra Batalha dos Aflitos pai?

- Não filho... na outra vez acho que ficamos em nono ou décimo.

- Ué, mas não sobem só 4?

- É que naquele ano a CBF mudou o regulamento para nos dar uma forcinha.

- Ah tá...

Sussurrou o guri, meio cabisbaixo. Ficou calado por alguns segundos e voltou a questionar o pai:

- Mas o Inter já passou por algum fiasco parecido com esse pai? Aí o pai se encheu de orgulho, estufou o peito e relatou:

- Filho, tu nem sabe... uma vez eles perderam de dois a zero para um tal de Mazembe!

- É mesmo pai? Hahahaha. Que legal!!! Foi pela 2ª divisão do Brasileiro também?

- Não filho... foi pela semi-final do Mundial de Clubes da Fifa, em 2010. Era um time do Congo, campeão do continente africano. Naquele ano o Inter acabou ficando em terceiro ou quarto, nem lembro.

- Bah... que vexame! Nós nunca ficamos em terceiro no Mundial de Clubes da Fifa, né pai?

- Não filho... na última vez que a gente chegou lá, no século passado, quando o pai ainda era guri, só jogavam dois times, um europeu e um sul-americano.

- Mas pai... naquela época o mundo só tinha dois continentes?

- Claro que não meu filho... tinha cinco, como hoje!

- Mas então porque a Fifa não convidava os outros campeões continentais?

- Bem filho... na verdade naquela época não era a Fifa que organizava o torneio... era uma montadora de carros.

- Ah... então nós fomos vice-campeões de um torneio mundial de dois times organizado por uma fábrica de carros?

- É filho... na verdade era um torneio Intercontinental, mas a gente chamava de Mundial... deixa isso prá lá... Olha lá nosso time entrando em campo!!!

- Pai... eu queria um argumento para zoar os meus colegas colorados, mas não consigo. Eles têm mais sócios, nos venceram mais vezes, têm estádio próprio e já ganharam todos os títulos importantes que nós já ganhamos. Como eu posso tirar sarro deles então?

- Ah... sei lá... diz que ganhamos o primeiro Gre-nal por 10 a 0.

- Isso... legal pai... pelo menos tenho uma coisa para falar. Tu chegaste a ver esse jogo pai?

- Não filho... mas o pai do teu bisavô viu!

Depois dessa o guri resolveu ficar quieto, assistiu o jogo e no final saiu vibrando com a conquista de uma vaga para a final do Gauchão, pois desde pequeno se acostumou a ver o pai comemorando vagas ao invés de títulos.

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Carros de Fórmula 1 equipados com para-brisa?


Depois do acidente em que Felipe Massa foi atingido por uma mola de suspensão na Hungria, em 2009, a FIA estaria perto de propor um para-brisa nos cockpits da Fórmula 1. Essa projeção da Autosprint parece interessante, e traz várias possibilidades.

Caso se confirme, a peça vai precisar de alta resistência em impactos frontais, contra todo tipo de objeto encontrável em acidentes de corrida. Dependendo da localização, poderá ajudar a proteger o piloto no tipo de choque em que o carro é atingido por cima. É possível também imaginar uma projeção de informações no para-brisa do tipo HUD (head-up display), embora nos caças essa evolução já tenha chegado aos capacetes nos HMD (helmet mounted display).

Provavelmente seria necessário algum sistema de limpeza integrado, já que o piloto geralmente troca as sobreviseiras algumas vezes durante a corrida, devido à sujeira. No entanto, o benefício aerodinâmico também pode ser grande, afinal a região produz bastante arrasto.

A projeção ainda dá margem a especular se a Fórmula 1 tende ao fechamento dos cockpits. Acredito que nunca pensaram em fechar os cockpits em razão de, em caso de capotamento, ficaria quase impossível para o piloto sair do carro.

Para que haja realmente proteção, seria necessário que esse "para-brisa" tivesse proteção semelhante à dos capacetes, que são projetados para aguentar disparos de armas de fogo, e isso deixaria o artefato muito pesado, o que tornaria a ideia inviável.

Sem contar que, se a proteção falhar, dependendo do material do qual o produto fosse feito, a sua quebra produziria estilhaços que virariam "navalhas em potencial", e todas iriam em direção ao piloto, que ficaria sem chance de se defender.

Estava mijando e acabou todo cagado!


Quem precisa de um carro de corrida quando é melhor ter um Volkswagen?


BMW 330i que anda sozinho!


Jeremy Clarkson andou "na carona" de um BMW 330i, no Top Gear Test Track. O carro possui um sistema totalmente automatizado, que "aprende" o traçado de uma pista e pode realizar uma volta rápida sem qualquer interação humana.