USF1 "joga a toalha" antes de começar a "luta"

A USF1, depois de um anúncio cheio de projeções e expectativas, pede à FIA para que estreie na F1 somente em 2011, mantendo sua vaga, ou seja, que "tranque sua matrícula antes mesmo de começar a estudar".

Depois das tentativas de criar uma fusão com a Campos Meta e a Stefan GP, sem sucesso, Ken Anderson e Peter Windsor solicitaram um ano "sabático" sem ao menos ter estreado, ainda mais depois das especulações de que Chad Hurley, um dos criadores do YouTube, e potencial patrocinador, desistiu de trabalhar com a equipe americana, após a inspeção da FIA verificar que não há nada construído na sede da USF1 além de um bico que se desintegrou no crash test.



Pelo jeito, nem USF1 nem Campos estão no grid da primeira prova, no Bahrain, no próximo dia 12.

A História do Automobilismo Brasileiro - Curva do S Especial - SPEED Channel - Capítulo 4


Confira os outros capítulos da série:

Capítulo 1 - O Início
Capítulo 2 - Anos 30
Capítulo 3 - Interlagos (Autódromo José Carlos Pace)
Capítulo 4 - Carreteras
Capítulo 5 - Anos 50 e 60
Capítulo 6 - Mil Milhas Brasileiras
Capítulo 7 - Carros e Personagens Históricos (Parte 1)
Capítulo 8 - Carros e Personagens Históricos (Parte 2)
Capítulo 9 - Categorias do Automobilismo Brasileiro
Capítulo 10 - Museu do Automobilismo Brasileiro

Imagens dos testes no Circuit de Catalunya



Nissan GTR vs Bentley Continental Supersports

Esportividade vs Requinte, Hooligan vs Cavalheiro, GT-R vs Bentley: quem vencerá este desafio 4x4 turbinado? O Bentley Continental Supersports, 621 CV, 273 mil dólares, ou o Nissan GT-R, 485 CV, 87 mil dólares?


2010 Volkswagen Golf GTI


rFactor - Formula Two 2009 - Work In Progress



Extreme Mountain Bike Crash at 170 Km/h



Uma imagem



"Onde é mesmo que fica a regulagem do Brake Bias?"

Desenvolvedor profissional. Será?

Segundo o dicionário da língua portuguesa, a definição de profissional é "pessoa que exerce uma certa profissão".

Então, se você exerce profissionalmente o papel de desenvolvedor de software, logo, você pode ser classificado como um "desenvolvedor profissional", correto?

Em tese, sim!

Digo em tese porque meu conceito de desenvolvedor profissional é diferente do que consta no dicionário. Tem muito desenvolvedor amador por aí no mercado, botando banca de super-herói, mas que na verdade gera mais bugs do que features de software. Mas como podemos identificar a diferença entre desenvolvedores profissionais e desenvolvedores amadores? Seguem algumas dicas:
  • Desenvolvedores profissionais planejam suas implementações antes de sair despejando linhas de código na aplicação. Desenvolvedores amadores freqüentemente trabalham com o método de tentativa e erro, ou seja, sem nenhum planejamento prévio ou analise de impacto em outras classes/módulos da aplicação.
  • Desenvolvedores profissionais se preocupam com o desempenho de suas soluções e não apenas se a especificação recebida foi atendida. Para desenvolvedores amadores, o importante é entregar o que foi pedido. Funcionar rápido é outra história!
  • Desenvolvedores profissionais produzem códigos legíveis e não se importam de fazer refactoring em seus códigos ou em códigos gerados por terceiros. Enquanto isto, os desenvolvedores amadores procuram no dicionário de inglês o significado da palavra refactoring.
  • Desenvolvedores profissionais trabalham com desenvolvimento orientado a testes, ou pelo menos estão ligados no assunto e gostariam de trabalhar no futuro. Desenvolvedores amadores não são pagos para testar; azar do testador, compilou sem erros está pronto!
  • Desenvolvedores profissionais estão atentos para outras atividades do ramo de desenvolvimento de software como análise de requisitos, banco de dados, padrões de projeto, metodologias de desenvolvimento, teste de software etc. Desenvolvedores amadores apenas programam!
  • Desenvolvedores profissionais trazem os problemas à tona sempre que os encontram. Desenvolvedores amadores varrem para debaixo do tapete.
  • Desenvolvedores profissionais geram códigos em menos tempo porque sabem que fazer uma coisa certa é mais rápido do que explicar por que a fez errado. Desenvolvedores amadores estão sempre se explicando para alguém.

E aí, você é amador ou profissional?

iMasters

Bentley Continental GT 6.0 W12 Supersports



AC/DC: Antes da Chuva/Depois da Chuva


AC/DC: Antes da Chuva/Depois da Chuva

Regra ou exceção?

O prodígio chinês Lim Ding Wen, de apenas 9 anos, ficou conhecido mundialmente após escrever o aplicativo "Doodle Kids" para o iPhone. O software, baixado por mais de 27 mil usuários, permite desenhar com o dedo na tela do smartphone da Apple. Para deletar o desenho, basta sacudir o aparelho.

Um entusiasta da área de informática como o Lim Ding Wen, porém, representa a exceção e não a regra. Trabalhadores autodidatas que buscam e conseguem, com sucesso, adquirir e aplicar conhecimentos técnicos são representantes do pequeno grupo de trabalhadores conhecidos como empreendedores. São aqueles que não se contentam nem com o que eles realizam no expediente do trabalho e nem com o que é passado em sala de aula.

Esses profissionais já entenderam que ideias são poderosas e, com as ferramentas certas, provavelmente muito lucrativas. Esse tipo de trabalhador é dotado de algo especial, que não vem da capacitação. Ele é dotado de paixão e do prazer da conquista, as diferenças fundamentais entre um profissional e o empreendedor. Os que alcançam notoriedade e fama são aqueles que enxergam o fato de que existem inúmeras oportunidades para inovar.

O bom profissional quer trocar de carro todo ano. O bom empreendedor tem certeza que vai revolucionar o cotidiano de milhões de pessoas, assim como fez o pequeno Lim Ding Wen. O bom profissional atua para subir a escada corporativa. O bom empreendedor defende agressivamente sua liderança excêntrica para manter domínio do mercado, como faz ostensivamente Steve Jobs, da Apple, fabricante do iPhone.

Além de competência técnica, o empreendedor astuto reconhece que ele precisa adquirir outros ativos para dar longevidade às suas ideias. Ele precisa saber avaliar outras pessoas, discernir entre "papo furado" e resultados concretos, capitalizar em cima das suas paixões, identificar fontes de poder e influência, ter credibilidade, saber quando se destacar e quando ser discreto, blefar, apreciar a arte da persuasão, entender intimamente a relação custo-benefício, como encarar fracassos e as sutilezas da diplomacia - especialidades de Bill Gates, outro entusiasta, que ganhou o mundo com a Microsoft.

Para o profissional comum, aquele que faz parte da regra e não da exceção, aí vai uma dica: diferente da empresa e o mercado, o ambiente onde se pode aprender estas habilidades vantajosas, sem quase qualquer consequência negativa, é a universidade.

O que se deseja de profissionais técnicos recém-formados é desembaraço. No mínimo eles precisam saber encontrar soluções e como implantá-las. Alunos em fase de conclusão de seus cursos precisam ser desafiados com problemas reais e complexos dentro da sala de aula, onde há um acompanhamento voltado para aprendizagem e não para a cobrança.

Esse profissional precisa dimensionar quais são os problemas que empresas e pessoas estão dispostas a pagar bem para serem resolvidos. Linguagens, ambientes de desenvolvimento, plataformas e tecnologias são ferramentas para solucionar problemas, aprender como desenvolver uma aplicação web com uma IDE integrada ao Apache Tomcat é fácil. Aprender como fazer a mesma aplicação garantir a integridade de dados espalhados por 23 servidores usando conceitos de grid computing dentro de 120 segundos não o é.

Às universidades, resta casar os dois aprendizados durante o tempo de curso do aluno, pois o mercado não oferece essa oportunidade. Quando um empreendedor fala "vou abrir o meu próprio negócio" não imagina como quais são os desafios para manter a sustentabilidade de seu negócio. Mais de 60% das empresas abertas morrem nos primeiros 5 anos de existência.

Antes de assumir riscos, é bom refletir seriamente sobre em que caso você se encontra. Descubra se você é regra ou exceção. Se você não passa seu tempo livre tentando aprimorar ou bolar algo que você acredita que pode mudar a vida de pelo menos uma pessoa, então fique onde está. Se fizer parte do time excepcional de Lim Ding Wen, Steve Jobs e Bill Gates, parabéns e sucesso! E lembre-se de adquirir habilidades que apenas os mais destemidos dominam.

iMasters
Gerald M. Weinberg