Onde é o freio de mão?



Corrida Maluca de verdade




Que tal poder conferir as trapaças de Dique Vigarista ou o carisma de Penélope Charmosa ao vivo? Esses personagens da Corrida Maluca, juntos com outros nove competidores, vão sair das telas diretamente para o Goodwood Festival of Speed, em West Sussex, Inglaterra, entre os dias 3 e 5 julho.





É uma tradição do local receber a competição. Todas as carcaças foram feitas pelos participantes.


Por que alguns profissionais de TI adquirem experiência mais rapidamente?

Um profissional de TI experiente é alguém que tem excelência em tudo que faz. É alguém capaz de tomar decisões rapidamente, entender um problema, intuir e agir produzindo um resultado muito bom sem demandar um grande esforço. Parece algo inato e difícil de conseguir, mas na realidade não é. Os mais experientes têm uma postura e método diferentes daqueles que evoluem muito pouco e não sabem o porquê.

A experiência em si é a presença do profissional em várias situações do trabalho: crises de infraestrutura, negociações com fornecedores, problemas com prazo e escopo de projetos, clientes problemáticos, quedas de performance, bugs de software, problemas de requisitos, etc. O contato com esses objetos e as suas representações na nossa mente é que determinam a experiência. A experiência proporciona informações que podem nos fazer melhorar. Podem porque não necessariamente nos fazem melhorar. Para melhorarmos, esta deve ser acompanhada por algo que nos torne excelente. Algo que dependa exclusivamente do profissional. Quando pensamos após uma experiência, estocamos mais um episódio da nossa vida. A sua análise crítica permite o estoque de novos conhecimentos. Ficamos assim mais sábios. Mais na frente, diante de uma experiência semelhante, sacamos o episódio e todo o conhecimento resultante da crítica, e o aplicamos da melhor forma possível diante da situação.

Há algum tempo, enviei uma comunicação sobre uma mudança num sistema que afetaria um cliente. O conteúdo descrevia o que estava sendo feito para minimizar os riscos. Sem perceber, mencionei as ações a serem feitas a posteriori e recebi uma resposta agradecendo pela antecipação aos problemas. A palavra "antecipação" ficou gravada na minha memória e literalmente "caiu a ficha". Percebi que sempre explicitar nas comunicações os próximos passos, mesmo que replanejados no futuro, aumenta a percepção de controle de uma melhor gestão. Pois a atividade parece ser conduzida por alguém com uma maior bagagem, alguém mais experiente. Guardei esta técnica e atualmente faço isso sem perceber em todas as minhas comunicações. Ou seja, a experiência só foi útil porque decidi mudar e explorar a forma da minha comunicação.

Os profissionais experientes utilizam o dia-a-dia para explorar ao máximo as suas experiências. Por exemplo, durante um problema na performance de um banco de dados, um técnico interage com uma solução de storage. Este poderia resolver o problema acionando o fornecedor - previsto em contrato - sem explorar o que aconteceu em detalhes. Mas pode aproveitar a oportunidade para entender o problema técnico e todos os conceitos, comparar com outras soluções, identificar problemas semelhantes em outro hardware. Pode também explorar os eventos da ocorrência tais como o tempo de identificação do problema, a cortesia no atendimento, o SLA, etc. A crítica da técnica e do episódio podem ser tão detalhadas e aprofundadas quanto se queira, e quanto mais se explora, mais conhecimento profissional se adquire. A crítica do episódio, sequência de eventos, tem um outro produto: o contexto.

O contexto de uma determinado episódio é o conjunto de todas as circunstâncias que o cercam. É, por exemplo, o fato de o cliente ter razão ou não, ou se está apenas argumentando; é entender que existe uma questão política; é perceber que o problema é de definição e não de execução ou admitir que você está errado e se posicionar como tal. O profissional experiente entende melhor o contexto e o seu curso de ação é baseado neste entendimento. Por exemplo, a comunicação detalhada das causas raízes de um problema de infraestrutura se aplica dentro de TI, mas o bom senso recomenda reduzir o volume de informações para comunicações externas a TI. Nesse caso, vale a regra: quanto menos informação, melhor. Pois o cliente interno desconhece a tecnologia e provavelmente qualquer crítica será destrutiva e só amplificará o problema. O que é adequado para um contexto, pode não ser para outro. Capturar esses nuances não é tarefa fácil e requer muita análise crítica e comparação com conceitos existentes.

Os profissionais experientes entendem melhor todas as variantes da mesma situação e as associam aos conceitos. Problemas são associados a gestão de crises e análise de causa raiz. Quedas de performance são associadas a plano de capacidade, SLA e equipes de alta performance. Problemas de projetos são associados a gestão de escopo, a gestão de prazo e custos. É sempre possível associar alguma situação a um conceito e resgatá-la no futuro. A associação com o conceito permite uma comparação entre as melhores práticas e a ação. O profissional experiente faz isso num piscar de olhos, resgatando os seus antigos episódios e conceitos relacionados.

Podemos concluir que um profissional de TI experiente não é necessariamente alguém "velho" pois a experiência vem muito mais da reflexão do que da kilometragem. Este parece possuir um estoque de conhecimentos interminável pois está sempre aprendendo com todas as situações. Explora a técnica em detalhes ao mesmo tempo que determina o contexto de cada situação de trabalho. Mentalmente associa as situações aos conceitos e os desvios desses batimentos determinam as suas ações. Lê bastante mas entende que a leitura por si só não é origem do conhecimento mas somente a reflexão sobre o que lê e a sua utilização prática faz dele um pessoa mais experiente.

Paulo Farias
iMasters

Audi - Vorsprung durch Technik - A evolução pela técnica



24 Hours of LeMons - Jay Lamm mostra as penalidades e punições



Fretty Fly (For Another White Guy)



Tour de France Pénitentiaire




É assim que se chama a versão especial do Tour de France, realizada exclusivamente com presidiários. Apenas quem está atrás das grades participa desta prova, e todos recebem o uniforme da FdesJeux e um capacete Uvex. Todos os participantes cumprem penas entre cinco e dez anos de prisão.

Esta prova terá 194 detentos, acompanhados por 124 guardas armados e instrutores de esporte. É a primeira vez que esta competição é realizada. Os ciclistas vão partir de Lille, no norte da França, e pedalar por cerca de 2.400 Km, até chegar a Paris.

Ao longo do caminho, os prisioneiros vão parar para dormir em 17 cidades, todas elas com uma prisão. Eles vão ter que pedalar em um único grupo, não vão ser classificados por colocação diária e, por razões óbvias, nenhum ciclista será autorizado a correr sozinho.

"É uma espécie de fuga para a gente, uma chance de escapar da realidade diária da prisão. Se nos comportarmos bem, poderemos sair da prisão mais cedo, em condicional", disse um prisioneiro.


Lewis Hamilton pilotará carro de Ayrton Senna

O público que estará presente no Festival of Speed de 2009 verá algo interessante: Lewis Hamilton estará a bordo do McLaren-Honda MP4/4, carro com o qual Ayrton Senna sagrou-se campeão da temporada de 1988. Além disso, Hamilton também subirá a ladeira de 2 Km, localizada em Goodwood, com o McLaren Mercedes MP4/23, carro com o qual foi campeão em 2008, e levará uma pessoa presente no evento, através de sorteio a ser realizado pelo fundador do Festival of Speed, Lord March, na carona de um Mercedes-Benz SLR McLaren. Pedro de la Rosa também pilotará o bólido.

O único que faltava

O suiço Roger Federer venceu ontem (7) o sueco Robin Söderling, na final do torneio de Roland Garros, e conquistou o feito de ser campeão de todos os Grand Slams.


Demissão por justa causa



Chevrolet da década de 1970 - Chevette, Opala e Caravan



iRacing: finalmente, consegui testar




Fiquei sabendo, através deste link, da promoção que o iRacing.com está oferecendo para aqueles que não conhecem o simulador e querem apenas testar antes de resolver se fazem uma assinatura ou não.

Enfim, consegui matar minha curiosidade a respeito do iRacing, que foi criado por Dave Kaemmer, co-fundador da famosa Papyrus, desenvolvedora dos premiados NASCAR Racing 2003 e Grand Prix Legends, e John Henry, dono do time Boston Red Sox e do Fenway Sports Group e, acima de tudo, um aficionado por simulação automobilística.

Por cinco dólares, pode-se testar por um mês, com opção de renovação automática. Os carros e pistas são as mesmas da assinatura básica.

Cars
Pontiac Solstice
Legends Ford '34 Coupé
SCCA Spec Racer Ford

Tracks
Lanier National Speedway
Lime Rock Park
Oxford Plains Speedway
Summit Point Raceway
South Boston Speedway
Lowe's Motor Speedway
Mazda Raceway Laguna Seca

As outras opções de pacotes estão disponíveis neste link. Dependendo do pacote de opções de escolha de carros e pistas, o custo da assinatura do simulador aumenta, chegando a custar mil dólares por ano.

O "jogo" roda localmente no PC, mas a seleção de carro, pista e campeonato é feita via navegador de Internet. Você faz login no endereço members.iracing.com, e vai para uma tela semelhante à representada abaixo.



Como estou começando no iRacing, as únicas opções de campeonatos a correr são: Legends Cup, 24 Heures du Fan e Solstice Challenge, com os mesmos carros que os Pros correm, no entanto, com algumas modificações para que fiquem mais lentos, como diminuição no número de rotações do motor. É preciso disputar algumas provas para fazer um upgrade na sua licença.

Para poder disputar corridas com carros mais potentes e conseguir upgrades nas licenças, é preciso gastar dinheiro, comprando os respectivos carros e pistas necessárias.

Abaixo, um vídeo da primeira prova que disputei, na South Boston Speedway, a bordo do Legends Ford '34 Coupé, configurado na versão Rookie. A prova era de 40 voltas, mas eu não passei da quinta, pois recebi um toque de outro piloto e bati no muro, ocasionando um acidente que acabou envolvendo outros pilotos.



As pistas são bem feitas, com escaneamento a laser, e a consequencia disso pode ser sentida no volante, se configurado para reproduzir o Force Feedback em sua força máxima. Cada imperfeição do asfalto é repassada para o piloto, que chega a cansar seus braços depois de algumas voltas.

A física do carro é realista como no rFactor. O que é diferente em relação ao simulador da Image Space Incorporated é o campo de visão, restrito ao cockpit. Não há opções de visão atrás do carro ou no capô, ou outra visão externa. Além disso, sistema de marchas funciona de forma semelhante nos dois simuladores, pode-se trocar as marchas sem o pedal da embreagem, o que, para mim, foi uma grande decepção no iRacing, pelo que houvia falar que ele prometia. Para mim, o iRacing teria que possuir uma forma de cancelar a mudança de marcha, caso se optasse pela embreagem manual e não se acionasse o pedal antes de trocar a marcha com a alavanca do câmbio.

Com relação ao sistema de "driving aids", apenas o "Auto Clutch" está disponível. Sem ABS, controle de tração ou estabilidade. Quer aprender a pilotar, comece sem ajuda alguma! Mas, para quem tem experiência em outros simuladores, sem ajudas eletrônicas, basta algumas voltas para se acostumar ao ambiente do iRacing e começar a ficar rápido.

Sinceramente, não gostei do iRacing. O formato é interessante, com os sistemas de licenças e reputação, os gráficos são sensacionais, mas é muito caro. Com este preço, você pode manter um Kart por até um ano, dependendo do quanto você anda por mês. Mas, quando sobrar um tempo, vou tentar subir de ranking e incrementar minha licença de pilotagem, já que posso testar até dia 7 de julho.