Goodyear cria sistema de auto-calibragem de pneus para caminhões

Goodyear Air Maintenance Technology 1. An internal regulator senses when the tire inflation pressure has dropped below the pre-specified psi. The regulator then opens to allow air flow into the pumping tube. 2. As the tire rolls, the deforma-tion of the tire flattens the tube, pushing the air through the tire to the inlet valve. 3. The air flows into the tire cavity, resulting in optimized tire pressure.
A Goodyear desenvolveu um novo sistema que infla automaticamente os pneus de veículos comerciais, como caminhões e outros pesados. O Air Maintenance Technology usa um regulador interno de pressão para determinar quando um pneu está descalibrado.

Quando a pressão cai abaixo de um certo parâmetro, o regulador abre uma entrada de ar para dentro do pneu. Um tubo, que percorre toda a circunferência do pneu, é pressionado pela parte murcha do pneu que está em contato com o solo, com isso, suga o ar de fora para dentro do pneu.

Quando o pneu atingir a pressão correta, o regulador se fecha, encerrando o ciclo de calibração automática do pneu. A operação não requer paradas de emergência e nem que um compressor externo esteja presente no veículo.

Quando a pressão de um pneu está abaixo da ideal, o consumo de combustível aumenta e o desgaste da banda de rodagem é acelerado. A Goodyear diz que a implementação do Air Maintenance Technology em veículos comerciais estava difícil, devido à pressão exercida nos pneus, que é por volta de 105 psi, mais que o triplo que a aplicada nos carros de passeio, que é 32 psi.

Debut of Goodyear Self-Inflating Technology for Commercial Tires at the Internationale Automobil-Ausstellung (IAA) Commercial Vehicle Show

Goodyear technology can aid in fuel savings and CO2 reductions; potential to improve performance and eliminate need for external inflation pressure intervention.

AKRON, Ohio, Sept. 19, 2012 -- Over the past year, researchers at The Goodyear Tire & Rubber Company (NYSE: GT) have been working on a new Air Maintenance Technology application that can aid in fuel savings and CO2 reductions while potentially improving performance and eliminating need for external inflation pressure intervention. The commercial application of Goodyear's Air Maintenance Technology will make its debut at the 2012 Internationale Automobil-Ausstellung (IAA) Commercial Vehicle Show in Hanover, Germany.

Tire-related costs are the single largest maintenance item for commercial vehicle fleet operators with more than 50 percent of all truck and trailer breakdowns involving a tire in some way[1]. Goodyear's Air Maintenance Technology mechanism allows tires to maintain constant, optimum pressure without the use of external pumps, electronics and driver intervention.

Proper tire inflation can result in improved fuel economy, prolonged tread life and optimized tire performance. Customers should receive the following key benefits from Air Maintenance Technology-enabled tires:

Improved Fuel Economy

Optimum tire pressure is key in the commercial market. It is estimated that for every 10 psi lost in tire inflation, there is a one percent[2] loss in miles per gallon.

While one percent may seem insignificant, it could cost a truck owner over $627.00 in fuel, based on a vehicle that has a fuel consumption of 6.6 miles per gallon, runs 100,000 miles a year with a diesel fuel price of $4.10/gallon[3].

Prolonged Tread Life

AMT is expected to play a major role in optimizing tread life in the commercial tire market. Tires which are under inflated by ten percent decrease tread life by 9-16 percent[4]. By utilizing Goodyear's Air Maintenance Technology, commercial vehicle fleet operators will be able to realize the full mileage potential of their tires, thus saving money by prolonging the use of their tires.

Optimized Performance

Properly inflated tires are also necessary to keep a vehicle's handling performance at optimal levels. Under-inflation means less evenly distributed pressure on the road. It also reduces the tread area that is in direct contact with the road and can impact the integrity of the tire casing, which is key to the retreading process.

Commercial trucks pose a different challenge for AMT than that of consumer vehicles as their tires are larger, have higher inflation pressures, drive longer distances and carry much heavier loads. Commercial tires operate at a higher air pressure, typically 105 psi for commercial tires vs. 32 psi for consumer tires. This is a much more challenging performance requirement for the pump system. The life of a commercial truck tire is often extended by retreading. The commercial truck AMT system is being designed to perform after the retreading process.

"We believe the Air Maintenance Technology application for commercial vehicle tires will not only enhance the performance of the tire, but will also provide cost savings to fleet owners and operators through the extension of tire tread life and increased fuel economy" stated Goodyear's Chief Technical Officer, Jean-Claude Kihn. "The progress we continue to make with this technology is very encouraging. We look forward to further testing of this concept."
Engineers at Goodyear's Innovation Center in Akron, Ohio, USA are credited with the development of the commercial application of this concept and the supporting technology. Prototype tires have been produced in Goodyear's Topeka manufacturing plant in Kansas, USA, and rigorous validation testing has confirmed that the AMT pumping mechanism works. An extensive fleet trial is planned to gather real-world information from customers in 2013.

A $1.5 million grant from The United States Department of Energy's Office (DOE) of Vehicle Technology is helping speed up research, development and demonstration of the AMT system for commercial vehicle tires. A grant from the Luxembourg government for research and development will continue to help fund Goodyear's efforts in researching and developing the AMT system for consumer tires.

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Viu, Augusto Farfus? Quem mandou fazer a mulher ficar brava?



Agora, graças à Liri, todos sabem que teu apelido é "Ninho"!

Review de CD: Days Go By - The Offspring

Se existe uma banda de punk rock que consegue ser respeitada por todas as tribos, não só pela atitude mas também pelos ótimos músicos que são, essa banda é o Offspring. A banda já tem mais de 20 anos de estrada e parece que nunca envelhece. Porém, tanto respeito gera muitas expectativas exageradas.

E esse justamente é o ponto negativo de ser uma banda extremamente respeitada: os fãs são conservadores. Exemplo disso é o Metallica, que é massacrado pelos seus lançamentos experimentais de 96 a 2004 (coinciência ou não, Bob Rock produziu esse disco). A cada lançamento, os fãs esperam escutar um novo Ignition, um novo Smash, um novo Americana. Porém, cá estamos em 2012, com os caras mais velhos e mais maduros musicalmente. O que nos leva a Days Go By, que desde o seu anúncio, vem causando uma polêmica.

O primeiro single lançado foi a faixa-título, que é uma música bem pop e estradeira, típica coisa que o Bon Jovi faz muito. E como já não bastasse os fãs soltarem fogos rede afora (a ponto de sair a maior tolice já escrita na internet, de que eles queriam imitar o Foo Fighters), o segundo single, 'Cruising California', flerta e satiriza com a música pop enlatada atual. Foi aí que o pau da barraca foi chutado e muita gente estava quase decretando o fim da banda. Até que o álbum saiu, e sinceramente, todos estavam errados.

Ao dar o play em Days Go By, ele já apresenta de cara a porradeira 'The Future is Now', um grande 'cale-a-boca' a todos os pseudo-críticos. Pegada rápida, grande refrão, fórmula que os caras sabem fazer muito bem.

'Secrets from the Underground' vem na sequência. Uma das melhores faixas do play com certeza. Bem inspirada em 'The Kids Aren't Alright', com mais um refrão pra cantar junto nos shows até ficar sem voz.

A terceira é a faixa-título, lançada como primeiro single. Vou ser sincero: me surpreendi quando essa faixa saiu, de uma maneira positiva. É uma música que mostra o quanto a banda evoluiu, criou versatilidade e pode encaixar seu som em qualquer estilo de música. Excelente música e letra (sim, prestem atenção).

'Turning Into You' flerta com algumas programações eletrônicas no início, mas leva o ouvinte em terras familiares logo em seguida, quando cai no punk rock já conhecido do grupo. 'Hurting As One' já é mais porrada, típica para 'mosh pit' nos shows.

Agora começa o que eu chamo de "trinca polêmica". Começando com o segundo single desse álbum 'Cruising California (Bumpin' In My Trunk)', o grande motivo da chacota. Parece alguma música da Katy Perry, só que disputando espaço com as guitarras e bateria, com direito a autotune na voz de Dexter e uma melodia que gruda mais que cola de sapateiro. Vou ser franco: eu gostei da música. Claro que não é nenhum clássico, mas quem conhece o Offspring sabe da tradição de flertar com estilos musicais alheios da moda. Não foi nenhum crime dos caras.

Já 'All I Have Left is You' não tem nada de engraçadinha, pelo contrário. Uma música bem mais calma, com direito a piano e batidas eletrônicas. É como se o Coldplay resolvesse botar um pouco mais de peso no seu som. Mesmo assim, é uma excelente música.

A zoação agora é explícita em 'OC Guns'. Se você sentia saudade das levadas mexicanas de Americana, elas voltam aqui, com direito até a palavrões em espanhol. É praticamente um 'reggae mariachi'.

O disco volta nos eixos com o remake de 'Dirty Magic', música gravada originalmente no álbum 'Ignition' (1992), que completa 20 anos esse ano. Não mudou muita coisa da versão original, mas ficou uma excelente versão.

'I Wanna Secret Family (With You)' é uma das faixas mais animadinhas do álbum. E pra fechar o tracklist, nada melhor que duas porradas, 'Dividing by Zero' e 'Slim Pickens'.

Days Go By cumpriu o seu papel no ano de 2012: trazer o que os fãs do Offspring gostam, mostrando uma banda crescida e madura, que ainda consegue fazer ótimas músicas e se encaixar em diversos estilos. Seja punk, pop, metal... a banda ainda tem muita lenha pra queimar.

Whiplash

How a Top Fuel Dragster Works


For anyone who needs it: Now with PARKTRONIC. The new generation Mercedes-Benz G-Class. Above and beyond.


Enquanto isso, na selva...



Não sei quanto a vocês, mas eu já desisti...

Atari commercial with Pelé


Steve Sutcliffe drives Pagani Huayra


Geração Baré-Cola: o rock em Brasília nos anos 1990


Como diria Renato Russo, "nem toda a geração brasileira foi Coca-Cola". Algumas pessoas preferiam Baré, aquele refrigerante que lembrava mais o Guaraná e era vendido em uma garrafa de vidro igual à de cerveja. O tal refrigerante foi um símbolo da década de 1990 e foi escolhido pelo diretor Patrick Grosner como mote para fazer um retrato do rock feito em Brasília nesta década.

O documentário "Geração Baré-Cola - Usuários de Rock" abordará a cena do rock de Brasília nos anos 1990, e trará cenas antigas de bandas locais. O filme terá depoimentos de Gabriel Thomaz, ex-Little Quail e atual Autoramas, Digão e Canisso, dos Raimundos, e Rodolfo Abrantes.

Entre as bandas presentes, estarão Animais dos Espelhos, Akneton, BSB-H, Câmbio Negro, Deja Vu, DFC, Divina Tragédia, Dungeon, El Kabong, Feijon’s Band, Filhos de Menguele, Flammea, Kratz, Little Quail and the Mad Birds, Low Dream, Maskavo Roots, Os Alices, Os Cabeloduro, Os Cachorros das Cachorras, Os Wallaces, Oz, Pravda, PUS, Raimundos, Restless, Roque & Os Biles, Royal Street Flash, Vernon Walters e Zona.

Grosner, 41 anos, é testemunha da maioria dos agitos, causos e histórias que estarão no filme. "Entre 1988 e 1990, morei no Canadá. Quando voltei à Brasília, o rock estava bombando. Eu não tocava, mas já levava a fotografia a sério. Como sempre gostei de música, as coisas convergiram e comecei a fotografar as bandas dos meus amigos".

O título Geração Baré-Cola reflete bem o espírito daquela época. "Ninguém usava essa expressão. O nome faz um contraste com a geração do rock de Brasília da década anterior, a 'Geração Coca-Cola'.

Nos anos 1980, a coisa era um pouco mais calcada nas influências estrangeiras. A galera que veio depois, além de se preocupar mais com a originalidade, olhava mais para o Brasil.

As pessoas queriam misturar sonoridades para fazer uma coisa nova, o que também aconteceu em outras cidades brasileiras, mas aconteceu aqui antes de o resto do Brasil ter noção disso. Ninguém pensava em fazer sucesso ou se levava muito a sério. A banda podia ser de metal pesado, mas tinha letra engraçada.

Será um filme bem musical, com imagens de arquivo e fotos, as minhas e as feitas por Zé Maria Palmieri e Paola Antony, intercaladas com depoimentos das pessoas sobre aquele universo, as influências, o que era viver em Brasília no começo dos anos 1990.

O depoimento de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, é a cereja do bolo. É o Rodolfo de sempre, em nenhum momento você vai achar que ele virou um cara super-religioso, só quando ele aparece tocando com a nova banda dele.

Entre as imagens recuperadas de velhas fitas VHS, o diretor aponta que há coisas que ninguém viu, maravilhosamente toscas, filmagens de ensaios, shows, e gravações de fitas demo, que vão compor a trilha sonora do documentário”.

"Geração Baré-Cola" cobre um período que vai até 1994, ano que marca o lançamento do primeiro disco dos Raimundos. "O filme conta o começo dessa história, como foi chegar até lá. Se você procurar na internet, vai encontrar toda a trajetória dos Raimundos depois de 1994, mas pouca coisa sobre antes disso. O meu filme surgiu justamente da vontade de deixar um registro audiovisual dessa história".

2013 Subaru BRZ - Laguna Seca Raceway - Randy Pobst - Onboard