Scion explains the FR-S coupe's limited-slip differential


Audi está desenvolvendo combustíveis sintéticos


A Audi está trabalhando em um método para produzir etanol e diesel artificialmente, usando o dióxido de carbono que é jogado na atmosfera. O processo é complexo, e envolve grandes tubos transparentes cheios de água, que podem medir até cem metros. Além da água, os tubos contêm cianobactérias geneticamente modificadas.

Ao expor estas bactérias ao CO2 e à luz do sol, é possível produzir o que a Audi está chamando de e-etanol e e-diesel. De acordo com a marca de Ingolstadt, um veículo que roda com um destes combustíveis gera a mesma quantidade de CO2 que um carro elétrico.

Se tudo ocorrer de acordo com os seus planos, a Audi abrirá uma planta comercial para criar os dois combustíveis sintéticos em 2014.

Nino Karotta drives Toyota GT-86 from Barcelona to Budapest


Carlos Lago drives 2012 Mercedes-Benz C63 AMG Coupé Black Series


Como um piloto, ele é um grande ator...


Na nona volta da quarta etapa de Santa Cruz do Sul do Grande Prêmio Gaúcho de Motovelocidade, disputada em 16 de setembro, categoria 250 e 300 cc, Marlinton dos Reis Teixeira, também conhecido como Kalunga, escorregou e caiu na curva quatro. Ele tentou voltar a prova, mas não conseguiu desentortar o pedal de câmbio de sua moto. Sem ter o que fazer, tentou provocar uma bandeira vermelha, simulando um desmaio no meio da pista.

Ele só não contava com a produtora In Line, que filmou toda a cena e enviou as imagens para a organização do evento, que as encaminhou para a Federação Gaúcha de Motociclismo.

Esta, por sua vez, enviou o vídeo para a Confederação Brasileira de Motociclismo e eliminou o piloto da competição, além de bani-lo da categoria. Como se não bastasse, o piloto pode responder por outro delito, pois, além de todo o dramalhão que causou, ainda agrediu um fiscal de pista, que vistoriava sua moto.

Shell Helix. Faz você sentir que está dirigindo o melhor carro da rua.


McLaren MP4-12C - Circuit de la Comunitat Valenciana Ricardo Tormo - Lucas Di Grassi - Onboard


20 de Setembro: Feliz Dia do Gaúcho!

20 de Setembro Cavalo Gaúcho

2012 Chevrolet Camaro ZL1 vs. 2013 Ford Mustang Shelby GT500


The basic idea behind the Volvo 740 Turbo Wagon.

The basic idea behind the Volvo Turbo Wagon. Basically, the rig pictured above can do anything a Volvo 740 Turbo Wagon can do. It will hold lots of cargo. Out-accelerate many performance cars. And reach top speeds of over 100 MPH. It will also pull about 150 G's. Right from your wallet. Which is why it pays to consider a Volvo 740 Turbo Wagon instead. Its 74 cubic feet of cargo space is greater than most wagons in its class. While its performance rivals tht of some of the world's top sports cars. You see, unlike other wagons, both ends of the Volvo 740 Turbo Wagon were built for hauling. Volvo. A car you can believe in.

Mercedes-Benz AMG Virtual Tour


Sobre ter a agência ao lado do motel

Se um dia você tiver de escolher um local para colocar sua agência, não escolha ao lado de um motel. Pode ser perto de hospital, delegacia, corpo de bombeiros, manicure, armarinho, tabacaria, banca de jogo do bicho, menos motel. Sabe por quê? Não importa a hora do dia ou da noite, sempre haverá gente entrando e saindo do motel. O problema é que, ao assistir a essa cena repetidas vezes, é inevitável pensar em quatro coisas:

1: tem gente se divertindo
2: não é você
3: e por que não é você?
4: por que você tem de trabalhar?

Difícil não ficar incomodado com essa sequência de pensamento dia após dia. Tente imaginar: você a caminho de um cliente para apresentar um planejamento anual, e um casal entrando no motel. Indo participar de uma concorrência, e um trio entrando no motel. Indo acompanhar grupos de pesquisa, e um grupo entrando no motel. Você chega às 7h30 da manhã para adiantar um trabalho, e não é que alguém acordou mais cedo ainda para… Enfim, ir ao motel?

Por mais que se tente não pensar no assunto, não adianta: ele atravessa o seu caminho. O carro que o fechou lá atrás, para onde está indo? Para lá. Um Corsa apressadinho passa por você. Onde entrou? Você já sabe.

Para piorar, tem um semáforo praticamente na porta do referido estabelecimento. Sinta o drama: você atrasado, ansioso esperando o sinal abrir, e assiste a um casal com aquela expressão de contentamento só vista em comerciais de automóvel.

Essa sensação de que as pessoas têm vida sexual ativa às 3h da tarde de uma terça-feira é desconcertante. Desassossega a alma.

Você deve estar pensando: “Mas que conversa é essa? Este é um jornal sério.” Pois bem, amigos, este assunto também é muito sério. Refere-se à produtividade e motivação da equipe. Não coloque sua agência ao lado de um motel.

Mas esta coluna não é sobre criação? Justamente. Aborda como os criativos são dispersivos. Imagine você que eu preparava para esta coluna um artigo sobre “A arte de escrever fácil”. Nele, condenava o uso de palavras difíceis, textos truncados e expressões em inglês que infestam a comunicação em geral. Vícios que, durante muito tempo, foram tidos como sinal de competência e autoridade, mas que hoje, felizmente, passam a ser vistos como o que realmente são: falta de habilidade para escrever.

É com alegria que vejo figuras respeitadas como Laurentino Gomes e Marcelo Gleiser alcançarem enorme sucesso escrevendo obras ao mesmo tempo densas e acessíveis. Enfim, eu voltava para a agência para dar um tapinha final neste texto, quando me perdi em frente àquele maldito motel.

Carlos Domingos, sócio e diretor da Age Isobar, escreve para Meio & Mensagem na página de Opinião. Este texto foi publicado na edição 1501, de 19 de março.