Renato Bellote dirige um Ford A Phaeton 1928


Uma imagem

03/09/2012 09:27 - Atualizada 03/09/2012 09:33 Chefe da Red Bull admite que rivais devem estudar telemetria da McLaren divulgada por Hamilton Christian Horner, chefe da Red Bull, reconheceu que as equipes rivais estudarão a telemetria da McLaren que foi postada por Lewis Hamilton no Twitter Warm Up Redação GP, de São Paulo Lewis Hamilton causou uma grande confusão no Twitter no último fim de semana. Insatisfeito com o ritmo apresentado pelo MP4-27 no treino classificatório em Spa-Francorchamps, o britânico foi à rede social reclamar da opção pelo uso do modelo antigo da asa traseira da McLaren. Ao contrário de Jenson Button, que escolheu o modelo atual, Hamilton optou pela versão anterior, mas não ficou satisfeito com seu desempenho. No sábado (1), após postar reclamações no serviço de microblog, o piloto deletou os posts, mas voltou a tocar no assunto no dia seguinte. Na manhã de domingo, Hamilton postou a telemetria da McLaren para mostrar a seus seguidores a diferença entre o seu desempenho e o de seu companheiro de time. Repreendido pelos chefes da equipe de Woking, Lewis deletou a mensagem, mas o estrago já estava feito. Questionado sobre o vazamento da informação, Martin Whitmarsh, chefe da McLaren, negou que Hamilton será punido. "Não", garantiu. "Mas seria interessante ver como outros chefes de equipe lidariam com isso." Christian Horner, chefe da Red Bull, afirmou que seus pilotos nunca cometeriam uma "quebra de sigilo" semelhante, mas reconheceu que as equipes rivais estudarão os dados fornecidos por Lewis. "Pelo que eu entendo, são informações do carro e, se eram dados do carro, tenho certeza que cada engenheiro no pit-lane dará uma olhada nisso", concluiu.

Os tiffosi pira!

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Shane Jacobson drives Holden Commodore Peter Brock Tribute Car


Como funciona o Overbooster do Fiat Bravo T-Jet?

Painel e Botão Overbooster do Fiat Bravo T-Jet
O Fiat Bravo T-Jet possui um botão "Overbooster", que aumenta a pressão do turbo de 0,9 bar para 1,3 bar, através da elevação da pressão de abertura da válvula wastegate, aumenta a sensibilidade do acelerador, que é eletrônico, fly by wire, gerando maior abertura da borboleta para uma mesma posição do pedal em relação a situações sem acionamento do botão, e a direção elétrica fica mais pesada.

Dessa forma, com o torque subindo de 21 para 23 mkgf, aliado à maior precisão do volante, favorece uma condução mais esportiva.

Renato Bellote dirige um raro VW Fusca 1953 com volante do lado direito


Fiat Bravo. Você com tudo.


Se você anda sumido porque tem um carro que não diz nada, tá na hora de aparecer. Ainda bem que existe o Bravo: Moderno, elegante e ousado como você sempre quis.

- Motor E.torQ 1.8 16V Flex
- Câmbio Dualogic Automático
- Rodas de liga leve aro 17
- Teto solar skydome.

Bravo. Você com tudo.

V8 Baby Sitter


Os australianos têm a tradição de dizer que um motor V8 resolve qualquer problema. Desta vez, Ewen Page e Shane Jacobson tentaram automatizar a tarefa de ninar um bebê. O resultado? Clique no botão play do vídeo acima e confira o que aconteceu.

Como funciona o turbo de geometria variável?

VNT (Variable Nozzle Turbine) Turbo - Volvo 5-cylinder Common Rail Diesel - Volvo Car Corporation
O turbocompressor possui o propósito de aumentar a potência do propulsor, utilizando-se da força gerada pelos gases de escapamento para entrar em funcionamento. Uma turbina é acionada por eles, e aciona outra, que impulsiona o ar atmosférico, comprimindo-o, para dentro da câmara de compressão.

Dependendo do tamanho do turbocompressor, ele pode demorar mais tempo para atingir a rotação necessária para produzir alta pressão, por isso, há um maior ou menor efeito da chamada "inércia da turbina", mais comunente conhecido como "lag". Quanto menor o turbo, menor o lag, mas será também menor o ganho de torque pelo motor.

Uma solução adotada recentemente é o VTG (Variable Turbine Geometry), que altera a direção do fluxo dos gases de escapamento, a fim de melhorar a resposta da turbina. Esse turbo tem palhetas móveis, comandadas por um atuador pneumático, que são ajustadas para que maximizar o efeito do fluxo de monóxido de carbono.

Essas palhetas são feitas de uma liga de aço/níquel/cromo, chamada Inconel, para que possam funcionar a temperaturas da ordem de 1.000 °C. Em situações de baixa rotação, as palhetas se fecham, mandando menos ar à turbina. Quando o motor está em altas rotações, elas se abrem, para aumentar o fluxo do ar.

Renato Bellote dirige o Hofstetter Turbo


Ryan Hunter-Reay explains the IndyCar Series' steering wheel


The Dale Earnhardt Story


Como funciona o sensor de fadiga da Volkswagen?

Painel de carro da Volkswagen mostrando o Detector de Fadiga em funcionamento
O Detector de Fadiga da Volkswagen é um sistema eletrônico que verifica o modo de condução do motorista no início do trajeto. Monitora o ângulo de esterçamento do volante, a pressão aplicada nos pedais e as acelerações lateral e longitudinal do veículo.

Ao longo do percurso, o sistema compara todos esses parâmetros com os do início da viagem, e avalia se vai "recomendar uma pausa" ao motorista. No caso dos carros da Volkswagen, o alerta é disparado por um sinal sonoro e um aviso no quadro de instrumentos.

Um sistema equivalente já existe nos veículos da Mercedes-Benz, chamado Attention Assist. Ele também exibe no painel "uma xícara de café" quando os cerca de setenta parâmetros do comportamento do veículo em movimento ficam inalterados por mais de vinte minutos.